21 de ago. de 2009

Nem Chapolin Colorado nos salva!

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Brasil covarde

  • Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras.
  • Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo.
  • O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o mesmo fim trágico.
  • Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon. Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público. Se um Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a democracia será regida pelos psicopatas.
  • Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca mais. A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do colega.
  • Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo, os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser pronunciado a democracia terá morrido.
  • Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito importante pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido jamais.
  • Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso tesoureiro, Paulo César Farias, condenado por corrupção, Fernando Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à perda de seus direitos políticos por oito anos.
  • Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos incomodados se calarem.
  • Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando com chantagens e perseguições, este homem está dizendo o seguinte ao país: não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como bandido.
  • Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado. O terror venceu.
  • E no dia seguinte, foi recebido discretamente por ninguém menos que sua santidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde.
  • É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do tráfico de influência. O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa os cínicos.
  • Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família Sarney?
  • O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com pipoca e Coca-Cola.
    PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello. (Guilherme Fiuza)

    ...Nada de novo na terra de abrantes...
  • Decepcionante e frustrante o posicionamento do senador Aloísio Mercadante, agora há pouco, na Tribuna do Senado!
  • Contra sua consciência, contra seus princípios e suas crenças, contra sua mulher e filhos e contra grande parte de seu próprio Partido, ele resolveu permanecer no barco da esbórnia e da destruição da ética, defendida pelos atuais "donos" do PT!
  • Preferiu ouvir os apelos do anti-ético maior, o presidente Lulla e o apelo de outros conhecidos criminosos e indiciados pela Justiça, Zé Dirceu, Antônio Palocci e outros!
  • Os 10 milhões de votos que recebeu da população paulista que apoiava sua antiga luta pela decência e pela ética, certamente não estarão a seu lado na próxima eleição!...
  • "Lealdade" a gente mantém em relação à amigos, companheiros e eleitores que defendem crenças e princípios éticos nos quais acreditamos!
  • "Lealdade" mantida em relação à criminosos, aproveitadores, traidores e vendilhões de suas crenças básicas de honestidade, não se chama "Lealdade": é subserviência e declinação do maior valor que cada um de nós tem como tesouro pessoal: a dignidade pessoal!
  • Realmente, decepcionante! Não sei como ele irá olhar nos olhos de sua mulher e de suas filhas, depois dessa!
  • É muito fácil engrossar a voz, exaltar-se e mostrar "peito" diante de uma mulher aparentemente frágil, chamada Lina Vieira!
  • Mas diante dos detentores do poder, o machão se transforma em um pequenino inseto! Vamos aguardar a próxima eleição!!! (Márcio Dayrell Batitucci)

    Reclamação em alto nível (United Brakes Guitars)

    O cara (músico profissional) viajava de avião num trecho nos states. A United Airlines embarcou e devolveu a sua guitarra quebrada. Ele tentou de todo jeito ser indenizado. Ficava em + - US$ 2.000,00 Depois de várias tentativas e muita canseira, ficou injuriado, fez um clip baratinho e postou no YouTube. Mais de 4.5 milhões de acessos e 30 mil avaliações 5 estrelas. Virou hit! A United Airlines já apresentou várias propostas para tirar o clip do ar. Mas agora, segundo ele, o tempo dos "espertos" da United passou. O clip continua no ar.

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