Dizer que A ou B aderiu por um caminho correto, seria o mesmo que dizer-se serem santificados. Claro que existem aqueles que cometem pequenos erros e faltas, por ignorância ou por indução na sua boa-fé por boca maldita, caindo na procrastinação, quase sempre sem perdão, agrupado num todo ou parte da sociedade lasciva.
O mundo desde que é mundo, creio, deva ter sido assim.
Entretanto, a par do que a "verdadeira História" nos mostra, nosso Brasil herdou péssimos costumes, e com eles se adaptou, convivendo na promiscuidade, achatando o que se poderia apelidar de moralidade, e semanas a fio, anos também, se esmerava contra oposicionistas, e não contavam com o poder de fogo da web.
Vá lá que se diga que o propósito da internet tivesse sido um controle de uma nação sobre sua sociedade, e de outros países, sob égides dos lados econômicos e bélicos.
Liberada ao mundo, tão rápida quanto real, tornou-se um jorro de comunicações abertas, onde fatos pautados segundo a segundo, de bons informes, mas inafortunadamente, no bombardeamento à criminologia não arrefece ânimos, intui humanos ao compartilhamento das coisas pelo fato da sobrevivência, aumentando falsas idolatrias, e o que vemos, são legiões de Calabares e Barrabares tomando de assalto a tudo e a todos, com palavras "imperativas", mentiras solapadas, aríetes no assalto ao bolso do contribuinte, nascedouro de novéis pirâmides e um futuro sem perspectiva.
Cansa, e chega a enervar reescrever com pouquíssimas mudanças, nomes e fatos.
Em algum lugar, o autor deve estar a reciclar para Alis Babás e os milhões de ladrões.
Num mundo de miséria, fome e lobby, pessoas se vendem, drogam e prostituição atingindo menores de até sete anos. Sodoma e Gomorra nem entrariam em campo temendo a goleada.
Como num duplo falso e real reino, a excelência do monarca dita, reedita e posterga às capitanias, aqueles a quem sempre encobre e defende como um "arauto da ética e razão", conselheiro junto ao Papal Senhor da Terra e dos Céus!
Desconheço-me, me omito no burburinho das loucas inverdades que entravam aquilo que o trabalhador de sol a sol, domingo a domingo, carece arrendar numa casa construída anos a fio, sofrendo ao ver a prole sem noção, perdida no ziguezague das balas, a perigosa morada do morro, olhar perdido em favelas verticais, um ver especial de pousadas dos que tiveram meios ou primaram por heranças malditas. Vergonha em dizer é pouco! (Armando Andrade)
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