De Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil: "Não vejo mistério nenhum na vaia ou no aplauso. Toda a unanimidade é burra - e é bom que as pessoas possam se expressar". Daí então se explica porque Lula teve mais votos!
Congonhas se transforma em segurança de elevador: abre e fecha.
O major-brigadeiro-do-ar Ramon Borges Cardoso, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), disse que não há mais problemas de atrasos em vôos por causa do controle aéreo. Em entrevista ao "Em Questão", o brigadeiro afirmou que o sistema de controle do tráfego de aviões no País é seguro, que estão sendo formados novos controladores para suprir a atual deficiência desses profissionais e que os equipamentos estão dentro das normas de funcionamento previstas. Responsável pelos quatro Cindactas (Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) do País, o brigadeiro Ramon Cardoso, formado pela Academia da Força Aérea em 1971, está no comando do DECEA desde novembro do ano passado.
Na política: 1) CPI terá reunião secreta sobre caixas-pretas; 2) Cenipa investiga hipótese de bloqueio mental da tripulação; 3) Projeto obriga empresas a declarar origem de recursos e 4) CPI ouve presidente da TAM na próxima semana.
Aviação Civil - Acidente aéreo fez Brasil duvidar de si, diz jornal Berliner Zeitung e que a confiança do país no progresso foi abalada. ONU fiscaliza, mas não pode intervir no Brasil que ainda não se pronunciou sobre revisão do setor feita por agência em 2000 e 2003. Companhias aéreas estrangeiras, que antes faziam escalas em Congonhas estão tendo de improvisar. Alguns vôos que partiram da Argentina em direção a Europa, por exemplo, tiveram de sobrevoar a África - medida que exigiu mais combustível nos aviões. "Procon' argentino defende reembolso por espera em aeroporto. Aeroporto Internacional de Ezeiza terá spa para reduzir estresse de passageiros.
Um defeito numa das turbinas de um Fokker-100 da companhia Ocean Air forçou um pouso de emergência em Ilhéus, no sul da Bahia. Haja coração!
A tragédia, segundo as caixas-pretas. Os investigadores já sabem que um erro cometido pelo comandante do Airbus da TAM impediu o avião de desacelerar o suficiente ao pousar. Mas o comprimento da pista, curta demais, e a falta de uma área de escape foram decisivos para que o acidente produzisse tantas mortes. (Veja)
Em carta, controladores fazem denúncia e pedem socorro. Um texto elaborado por controladores de vôo e enviado para as redações de alguns jornais de São Paulo neste sábado (dia 28) revela que a crise dentro do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) 4, em Manaus, está longe de acabar. Os militares se dizem "perseguidos" pelo comando da Aeronáutica e pedem "socorro" à sociedade. De acordo com os controladores, a prisão do presidente da Associação Amazônica dos Controladores de Tráfego Aéreo, tenente Wilson Alencar, "está recheada de irregularidades e arbitrariedades".
Wilson Alencar foi detido na última quinta-feira, por determinação do comando da Aeronáutica, no Amazonas, sob o argumento de ter faltado ao serviço. Na versão apresentada pela FAB (Força Aérea Brasileira), Alencar não justificou o motivo da ausência ao serviço no dia 5 de julho deste ano. Segundo controladores de vôo, Alencar faltou ao serviço para acompanhar a esposa ao médico. Mesmo tendo justificado a ausência com um atestado médico e um termo de acompanhamento da esposa, o tenente recebeu, em 6 de julho, uma Fatd (Ficha de Avaliação de Transgressão Disciplinar) e foi imediatamente transferido para o Sétimo Comar (Comando Aéreo Regional), em Manaus. Na ocasião, era o sexto controlador afastado do Cindacta 4.
Como registram os militares, só no dia 26 de julho, 21 dias depois da falta teoricamente não justificada, e quando já estava atuando no Sétimo Comar, Wilson Alencar recebeu a notícia de que ficaria detido por quatro dias. "Vale ressaltar que o regulamento prevê que o detido seja comunicado três dias antes de sua punição, para que o mesmo se prepare", dizem os controladores.
"No Cindacta 4 estamos sendo queimados vivos simplesmente por exigir melhores condições de trabalho e maiores coeficientes de segurança. Qualquer pequeno motivo é objeto para responder por transgressão", dizem os militares, no texto.
"Pedimos socorro a todos", registram. "Está chovendo cadeia aqui em Manaus. Infelizmente, nossos superiores não aprenderam com duas tragédias. Se valem do pretexto de hierarquia e disciplina para enforcar todos aqueles que ousam relatar as inúmeras falhas do sistema", concluem. (Jorge Franco)
Três são condenados à morte na China por roubo de petróleo. Ai se fosse aqui....
Economia dos EUA cresce acima das previsões e expansão de 3,4% no segundo trimestre anima investidores, um dia após queda em bolsas.
Estado de emergência - Governo de Pernambuco tenta evitar colapso no sistema público de saúde. No decreto, que será publicado hoje no Diário Oficial, o governo determina a contratação temporária de pessoal e de serviços necessários à prestação de assistência médico-hospitalar à população, além do credenciamento da rede privada de hospitais e clínicas para atender a demanda de pacientes do estado. O estado de emergência tem validade de 90 dias.
Villepin é investigado em caso forjado de corrupção na França. Ex-premiê é acusado de incluir Sarkozy em lista falsa de beneficiários de propina.
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O major-brigadeiro-do-ar Ramon Borges Cardoso, diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), disse que não há mais problemas de atrasos em vôos por causa do controle aéreo. Em entrevista ao "Em Questão", o brigadeiro afirmou que o sistema de controle do tráfego de aviões no País é seguro, que estão sendo formados novos controladores para suprir a atual deficiência desses profissionais e que os equipamentos estão dentro das normas de funcionamento previstas. Responsável pelos quatro Cindactas (Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) do País, o brigadeiro Ramon Cardoso, formado pela Academia da Força Aérea em 1971, está no comando do DECEA desde novembro do ano passado.
Na política: 1) CPI terá reunião secreta sobre caixas-pretas; 2) Cenipa investiga hipótese de bloqueio mental da tripulação; 3) Projeto obriga empresas a declarar origem de recursos e 4) CPI ouve presidente da TAM na próxima semana.
Aviação Civil - Acidente aéreo fez Brasil duvidar de si, diz jornal Berliner Zeitung e que a confiança do país no progresso foi abalada. ONU fiscaliza, mas não pode intervir no Brasil que ainda não se pronunciou sobre revisão do setor feita por agência em 2000 e 2003. Companhias aéreas estrangeiras, que antes faziam escalas em Congonhas estão tendo de improvisar. Alguns vôos que partiram da Argentina em direção a Europa, por exemplo, tiveram de sobrevoar a África - medida que exigiu mais combustível nos aviões. "Procon' argentino defende reembolso por espera em aeroporto. Aeroporto Internacional de Ezeiza terá spa para reduzir estresse de passageiros.
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Em carta, controladores fazem denúncia e pedem socorro. Um texto elaborado por controladores de vôo e enviado para as redações de alguns jornais de São Paulo neste sábado (dia 28) revela que a crise dentro do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) 4, em Manaus, está longe de acabar. Os militares se dizem "perseguidos" pelo comando da Aeronáutica e pedem "socorro" à sociedade. De acordo com os controladores, a prisão do presidente da Associação Amazônica dos Controladores de Tráfego Aéreo, tenente Wilson Alencar, "está recheada de irregularidades e arbitrariedades".
Wilson Alencar foi detido na última quinta-feira, por determinação do comando da Aeronáutica, no Amazonas, sob o argumento de ter faltado ao serviço. Na versão apresentada pela FAB (Força Aérea Brasileira), Alencar não justificou o motivo da ausência ao serviço no dia 5 de julho deste ano. Segundo controladores de vôo, Alencar faltou ao serviço para acompanhar a esposa ao médico. Mesmo tendo justificado a ausência com um atestado médico e um termo de acompanhamento da esposa, o tenente recebeu, em 6 de julho, uma Fatd (Ficha de Avaliação de Transgressão Disciplinar) e foi imediatamente transferido para o Sétimo Comar (Comando Aéreo Regional), em Manaus. Na ocasião, era o sexto controlador afastado do Cindacta 4.
Como registram os militares, só no dia 26 de julho, 21 dias depois da falta teoricamente não justificada, e quando já estava atuando no Sétimo Comar, Wilson Alencar recebeu a notícia de que ficaria detido por quatro dias. "Vale ressaltar que o regulamento prevê que o detido seja comunicado três dias antes de sua punição, para que o mesmo se prepare", dizem os controladores.
"No Cindacta 4 estamos sendo queimados vivos simplesmente por exigir melhores condições de trabalho e maiores coeficientes de segurança. Qualquer pequeno motivo é objeto para responder por transgressão", dizem os militares, no texto.
"Pedimos socorro a todos", registram. "Está chovendo cadeia aqui em Manaus. Infelizmente, nossos superiores não aprenderam com duas tragédias. Se valem do pretexto de hierarquia e disciplina para enforcar todos aqueles que ousam relatar as inúmeras falhas do sistema", concluem. (Jorge Franco)
Três são condenados à morte na China por roubo de petróleo. Ai se fosse aqui....
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Maconha pode aumentar risco de psicose, diz estudo. Usuários têm risco 40% maior de sofrer de algum tipo de psicose do que não usuários. Efeitos da cocaína no cérebro podem ser revertidos.
"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras." (Mahatma Gandhi)
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