7 de jul. de 2007

Acredite! Está em nossas mãos!

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Não, não quero tornar a cantar "Meu Mundo Caiu" relembrando Maisa.

Assoberbado por denúncias, o conteúdo terceirizado de merendas em prefeituras, governos, jovens se drogando e agressivos ao semelhantes, o fato da turba sem educação quebrar braços de uma idosa no seu dever escolar, cidade em que juiz assume por indícios "dito corruptíveis" com afastamentos de prefeito, vice e parlamentares, são problemas rotineiros injetando clorofórmios nas veias.

E o mudar de ponteiro ou canal de tvs cansa o povo pela incrustação dos noticiários. Apoplécticos ou apáticos? Indolentes ou inconsistentes de que está havendo uma mudança?

Ouço especialistas e antigos doutos nas matérias e não posso e nem devo arrefecer o clamor ainda juvenil de um Brasil melhor. Vi na Globonews, Passarinho e Saturnino mostrando, ponderando e aconselhando a mudança tolerável e profícua dos moldes da política brasileira. Igualmente, no mesmo conceito o Desembargador Siro Darlan, no Espaço Público do Canal Brasil, evidenciou ser preciso, através da Justiça, alçarem-se vôos disciplinadores, mormente na separação entre Justiça e Legislativo, ambos abarrotados de processos e projetos, "numa espécie de arquivo", dos quais dependem a população brasileira a ter um caminho mais empreendedor desde 1500.

A segurança, esta palavra é um indisfarçável cravo na sola do povo. Serão merecedores do opróbrio policialesco, apolítico, amoral, antiético ou de maiores transparências? Enredamento tão vasto que, se eu fosse um polícia federal, me perguntaria para que tanto esforço e verem soltos os colhidos por escutas e provados criminosos delitos. E a justiça os solta sob base de falta de subsídios. O que está errado?

Os nossos Supremos, dentro das prerrogativas e substanciais leis "criadas por legisladores (?)", os obriga a assistir passivamente, pregões de que nada fazem.

A Magistratura Brasileira deve ouvir aos quase 20 mil juízes e o povo, buscar meios mais severos, transparentes e indissolúveis no açambarcar diretrizes (por que não Reforma Política?), impedindo coisas como as "coligações candidatos-lobista", simbiose de excrescências a que a sanha vil de cada um se arvora em escravo da tutela do dinheiro e poder.

Não sei não, mas acredito no modo do caminhar, mais se alonga além da verborragia, às necessidades de conhecer nosso país, trafegar por estradas, portos e aeroportos, num orgulho tantas vezes sonhados.

Não deixemos legados das improbidades, de inércia, ver-se parlamentares sem votos assumindo cargos, e obriguemos aos sãos de consciência e brasilidade da reposição nos trilhos os destinos da Nação. Eu acredito!. (Armando Andrade)
"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir". (Khali Gibran)

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