A violência de norte a sul do país, mais uma vez se consumou, a exemplo do Rio de Janeiro, em que a rotina de São Paulo, Paraná e Mato Grosso ficou com medo e cidades quase pararam.
Milhares de pessoas sem transporte, atentados a ônibus, escolas, comércio e indústria paralizadas, e pessoas fuziladas no maior requinte de crueldade, ferindo o brio do policial e da segurança pública.
Se as vítimas chegaram a mais de 100 é porque o aparelhamento está todo errado.
Agora vai ser aquela da trégua, acordos e uma parada nas demonstrações de força.
Parlamentares vão criticar num prato cheio, se mostrarão incrédulos e aproveitam no pedir verbas e ações, como se isso fosse resolver a qüestão. A inaptidão, a politicalha, a insensibilidade das autoridades, a revolta camuflada num reduto eleitoral do país demonstra tanta iniquidade e uma certa percepção, que nos dá vontade de que tudo volta a zero.
Impossível acreditar que trancafiamentos aglomerativos em celas, sem o mínimo de decência (ainda que marginais apenados ou não), a juntada de joios diferenciados, formam sem dúvida, porcos do mato enfurecidos.
O exemplo da dignidade humana é direito inalienável. Ou então, a morte por lei.
Mas ninguém se atreve a mudar o estado de coisas, vivemos manietados, desesperançados nessa orgia, onde focos não são destruídos e as conseqüências geram, de certo modo, uma posição oblíqua num viéis puramente rendoso, a grupos internacionais e nacionais.
A hipocrisia acovarda pessoas de bem, que carecem ir e vir, sem o temor de balas perdidas ou conduções incendiadas.
A se culpar A ou B, preferível seja alterar-se a Constituição de 88, esse mundão de leis e mais agilidade no trato da res pública, onde todos sejam, de fato, iguais perante a Lei.
Quem as fez, por indolência ou visionarismo, abriu brechas para que hajam diferenças entre os iguais.
Se somarmos a quantidade de políticos no Brasil e suas ações, é estar diante do que realmente o BRASIL não precisa.
E a bobagem de tropas de Segurança Nacional e do Exército só pode ser blague, pois nunca estarão preparadas para embates desse tipo.
Desde quando estariam preparados nas refregas do dia a dia, já que a marginalidade, forma desde cedo a meninada, ao uso de armas modernas.
Blasfêmia!
Talvez, num dia....
(Armando Andrade)
Milhares de pessoas sem transporte, atentados a ônibus, escolas, comércio e indústria paralizadas, e pessoas fuziladas no maior requinte de crueldade, ferindo o brio do policial e da segurança pública.
Se as vítimas chegaram a mais de 100 é porque o aparelhamento está todo errado.
Agora vai ser aquela da trégua, acordos e uma parada nas demonstrações de força.
Parlamentares vão criticar num prato cheio, se mostrarão incrédulos e aproveitam no pedir verbas e ações, como se isso fosse resolver a qüestão. A inaptidão, a politicalha, a insensibilidade das autoridades, a revolta camuflada num reduto eleitoral do país demonstra tanta iniquidade e uma certa percepção, que nos dá vontade de que tudo volta a zero.
Impossível acreditar que trancafiamentos aglomerativos em celas, sem o mínimo de decência (ainda que marginais apenados ou não), a juntada de joios diferenciados, formam sem dúvida, porcos do mato enfurecidos.
O exemplo da dignidade humana é direito inalienável. Ou então, a morte por lei.
Mas ninguém se atreve a mudar o estado de coisas, vivemos manietados, desesperançados nessa orgia, onde focos não são destruídos e as conseqüências geram, de certo modo, uma posição oblíqua num viéis puramente rendoso, a grupos internacionais e nacionais.
A hipocrisia acovarda pessoas de bem, que carecem ir e vir, sem o temor de balas perdidas ou conduções incendiadas.
A se culpar A ou B, preferível seja alterar-se a Constituição de 88, esse mundão de leis e mais agilidade no trato da res pública, onde todos sejam, de fato, iguais perante a Lei.
Quem as fez, por indolência ou visionarismo, abriu brechas para que hajam diferenças entre os iguais.
Se somarmos a quantidade de políticos no Brasil e suas ações, é estar diante do que realmente o BRASIL não precisa.
E a bobagem de tropas de Segurança Nacional e do Exército só pode ser blague, pois nunca estarão preparadas para embates desse tipo.
Desde quando estariam preparados nas refregas do dia a dia, já que a marginalidade, forma desde cedo a meninada, ao uso de armas modernas.
Blasfêmia!
Talvez, num dia....
(Armando Andrade)
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