TAÍ PRA QUE SERVE GUARDAR JORNALVELHO.
COMO DIZEM OS FRANCESES:
"LA VERITÉ CEST COMME LA MERDE; TOUJOURS FLOTTE!"
SE ISSO FOR VERDADE, É A MAIOR BARRIGA DA IMPRENSA BRASILEIRA DE TODOS OS TEMPOS
ENVIADO POR RUI INGO
PRIMEIRO ASTRONUTA BRASILEIRO ERA UM CATARINENSE DE PORTO UNIÃO
Pra quem pensa que Marcos Montes é o primeiro tupiniquim a ir pro espaço, o astronauta Charles Conrad Jr., de Santa Catarina, fez parte da tripulação da Apollo 12, que pisou na Lua nos idos de 1969. O astronauta já bateu, inclusive, recorde de permanência no espaço: 1.179 horas e 38 minutos.
Todo o auê que a mídia tá fazendo em torno do tenente-coronel Marcos Pontes, que voltou neste domingo de sua missão no espaço, tem um erro histórico: ele não é o primeiro astronauta brasileiro.
Na verdade, um dos primeiros caras a pisar na Lua era brasileiro, porém, naturalizado americano. Charles Conrad Jr. fez parte da tripulação da Apollo 12, em 1969, o primeiro ano da conquista espacial pelo homem.
A revelação foi feita num jornal coxa branca que foi lá nos arquivos fuçar a história: no dia 29 de novembro de 1969, os repórteres Moraes neto e Agenor Santos, de O Estado do Paraná, de Curitiba, resgatam a trajetória de Charles, que era filho dos alemães Josef Conrad e Ana Rehme.
Josef teria vindo ao Brasil depois da Primeira Guerra Mundial e se casou com Ana na colônia de Maratá, nos cafundós do norte de Santa Catarina, hoje, Porto União.
O alemão foi embora com a família para os Isteitis em 1939, quando o pequeno Charles tinha só um ano e meio. Ele teria desistido de ficar no Brasil porque as terras não eram tão produtivas como o governo brasileiro tinha alardeado.
Na gringolândia, Charles se tornou astronauta num programa desenvolvido pela Nasa em 1962, e teve a honra de comandar a missão da Apollo 12 em 1969, quando caminhou pela superfície da Lua durante sete horas e 45 minutos.
Por ele ter se naturalizado norte-americano, é claro que a Nasa nunca divulgou que um brasileiro tinha integrado a tripulação da Apollo 12. Um ano depois do seu feito, ele esteve a frente da missão Gemini 11, quando, pela primeira vez, uma aeronave se conectava à outra. Em 1973, ele faz parte da missão da Sylab, onde bateu recorde de permanência no espaço: 1.179 horas e 38 minutos.
Depois do sucesso da conquista espacial, Charles se formou engenheiro na universidade de Pinceton e se tornou piloto da Marinha ianque. Ele morreu num acidente de moto, aos 61 anos, na Califórnia, em 8 de julho de 1999.
COMO DIZEM OS FRANCESES:
"LA VERITÉ CEST COMME LA MERDE; TOUJOURS FLOTTE!"
SE ISSO FOR VERDADE, É A MAIOR BARRIGA DA IMPRENSA BRASILEIRA DE TODOS OS TEMPOS
ENVIADO POR RUI INGO
PRIMEIRO ASTRONUTA BRASILEIRO ERA UM CATARINENSE DE PORTO UNIÃO
Pra quem pensa que Marcos Montes é o primeiro tupiniquim a ir pro espaço, o astronauta Charles Conrad Jr., de Santa Catarina, fez parte da tripulação da Apollo 12, que pisou na Lua nos idos de 1969. O astronauta já bateu, inclusive, recorde de permanência no espaço: 1.179 horas e 38 minutos.
Todo o auê que a mídia tá fazendo em torno do tenente-coronel Marcos Pontes, que voltou neste domingo de sua missão no espaço, tem um erro histórico: ele não é o primeiro astronauta brasileiro.
Na verdade, um dos primeiros caras a pisar na Lua era brasileiro, porém, naturalizado americano. Charles Conrad Jr. fez parte da tripulação da Apollo 12, em 1969, o primeiro ano da conquista espacial pelo homem.
A revelação foi feita num jornal coxa branca que foi lá nos arquivos fuçar a história: no dia 29 de novembro de 1969, os repórteres Moraes neto e Agenor Santos, de O Estado do Paraná, de Curitiba, resgatam a trajetória de Charles, que era filho dos alemães Josef Conrad e Ana Rehme.
Josef teria vindo ao Brasil depois da Primeira Guerra Mundial e se casou com Ana na colônia de Maratá, nos cafundós do norte de Santa Catarina, hoje, Porto União.
O alemão foi embora com a família para os Isteitis em 1939, quando o pequeno Charles tinha só um ano e meio. Ele teria desistido de ficar no Brasil porque as terras não eram tão produtivas como o governo brasileiro tinha alardeado.
Na gringolândia, Charles se tornou astronauta num programa desenvolvido pela Nasa em 1962, e teve a honra de comandar a missão da Apollo 12 em 1969, quando caminhou pela superfície da Lua durante sete horas e 45 minutos.
Por ele ter se naturalizado norte-americano, é claro que a Nasa nunca divulgou que um brasileiro tinha integrado a tripulação da Apollo 12. Um ano depois do seu feito, ele esteve a frente da missão Gemini 11, quando, pela primeira vez, uma aeronave se conectava à outra. Em 1973, ele faz parte da missão da Sylab, onde bateu recorde de permanência no espaço: 1.179 horas e 38 minutos.
Depois do sucesso da conquista espacial, Charles se formou engenheiro na universidade de Pinceton e se tornou piloto da Marinha ianque. Ele morreu num acidente de moto, aos 61 anos, na Califórnia, em 8 de julho de 1999.
Um comentário:
tudo mentira!!!!
sou primo do charles que nasceu no brasil e tenho provas e comprovo A + B que está vivo e não é astronauta.
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