Se quem legisla é o Executivo e quem dá as cartas é a Justiça, para que então o Legislativo?
Esse negócio de que o caseiro possui conta-poupança mostrado na Revista Época, pode ou não ser uma jogada política?
O Brasil, imerso num mar de lama e denuncismo, deixa os eleitores cada vez mais "enojados", e alguns têem vontade de fazer justiça pelas próprias mãos, segundo emails na web.
Quem, como o Lula, sobe ao Poder aspirando a limpeza pelos oito anos de FHC, numa vontade férrea do eleitor de mudar a cara do Brasil, ficou a ver navios.
Estão simplesmente se lixando pro povo. É preciso uma mudança geral, começar de novo, ou continuaremos a ser palhaços no circo da corrupção. Esta, sempre existiu, mais com o advento da globalização e internet, sabe-se até coisas dos bastidores das CPIs, etc.
Será que precisaremos até buscar auxílio na ONU?
A guerra política aqui instalada, um acusando o outro, não é pelo país, e sim pela busca do poder.
Não fosse a fibra que existe no trabalhador brasileiro, seja no interior da seca ou do carente de fome, este país estaria parado mesmo, inerme e obsoleto.
Abusar disso é um crime!
Há milênios se escreveu que terra sem justiça é alimento de feras.
No que o mundo mudou?
O que vemos?
A mídia passou a ser mais interativa no tempo. Volta e meia um agito, a bomba, denúncia, aviltamento, guerra de claques, e depois, NADA.
Isto sim é holocausto, matar pouco a pouco as esperanças de mães, jovens e idosos, num crescendo de falência de valores, moral, educação e igualdade.
O que se espera agora, se regras não mudarem?
Os políticos como sempre se degladiam, parecem corvos, e se atropelam, vendendo e revendendo, unicamente pelo gosto de "ESTAR".
A pouco, recebi email de amigo afirmando que nem o VOTO NULO vai adiantar, pois os que não forem manipulados pelo dinheiro, a fome e "alforrias", votarão por razões até religiosas.
Democracia será mesmo a fórmula certa?
Me lembro de alguém num passado, dizendo que as leis seriam feita por uns para proteger alguns. E me parece ser verdade.
A utopia é o prato do político e o regalo onde a fome do pobre jamais chega.
(AA)
Esse negócio de que o caseiro possui conta-poupança mostrado na Revista Época, pode ou não ser uma jogada política?
O Brasil, imerso num mar de lama e denuncismo, deixa os eleitores cada vez mais "enojados", e alguns têem vontade de fazer justiça pelas próprias mãos, segundo emails na web.
Quem, como o Lula, sobe ao Poder aspirando a limpeza pelos oito anos de FHC, numa vontade férrea do eleitor de mudar a cara do Brasil, ficou a ver navios.
Estão simplesmente se lixando pro povo. É preciso uma mudança geral, começar de novo, ou continuaremos a ser palhaços no circo da corrupção. Esta, sempre existiu, mais com o advento da globalização e internet, sabe-se até coisas dos bastidores das CPIs, etc.
Será que precisaremos até buscar auxílio na ONU?
A guerra política aqui instalada, um acusando o outro, não é pelo país, e sim pela busca do poder.
Não fosse a fibra que existe no trabalhador brasileiro, seja no interior da seca ou do carente de fome, este país estaria parado mesmo, inerme e obsoleto.
Abusar disso é um crime!
Há milênios se escreveu que terra sem justiça é alimento de feras.
No que o mundo mudou?
O que vemos?
A mídia passou a ser mais interativa no tempo. Volta e meia um agito, a bomba, denúncia, aviltamento, guerra de claques, e depois, NADA.
Isto sim é holocausto, matar pouco a pouco as esperanças de mães, jovens e idosos, num crescendo de falência de valores, moral, educação e igualdade.
O que se espera agora, se regras não mudarem?
Os políticos como sempre se degladiam, parecem corvos, e se atropelam, vendendo e revendendo, unicamente pelo gosto de "ESTAR".
A pouco, recebi email de amigo afirmando que nem o VOTO NULO vai adiantar, pois os que não forem manipulados pelo dinheiro, a fome e "alforrias", votarão por razões até religiosas.
Democracia será mesmo a fórmula certa?
Me lembro de alguém num passado, dizendo que as leis seriam feita por uns para proteger alguns. E me parece ser verdade.
A utopia é o prato do político e o regalo onde a fome do pobre jamais chega.
(AA)
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