23 de out. de 2005

Ainda existe esperança

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PAZ AMBIENTAL
Presente e futuro é tempo de cuidar
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A paz cura doenças, garante a terra, o alimento. Promove a
justiça na interação entre homens e o meio ambiente. É feita
de trabalho, de pesquisas, da disposição de todos e de cada
um em transformar o destrutivo em sustentável. Em um
cenário de poluição, violência, extermínio dos recursos
naturais e catástrofes ambientais, que deixam o homem
cada vez mais perto da sua finitude, a paz aparece como
uma meta distante. Mas que deve ser buscada para a
própria sobrevivência da espécie.

Os exemplos mostram que o caminho é longo, mas
necessário e ainda possível. Neles, a paz vem da luta sem
armas, que é plantada como semente para um dia dar
frutos. Como mostrou o homem que cuidava da floresta e
dos seringueiros que viviam lá. Ou a freira vinda de um país
rico e poluidor, que adotou a causa de trabalhadores
oprimidos da Amazônia. E um certo Francisco que, há mais
de 800 anos, ousou pregar o respeito ao que chamamos
natureza.

Bem pertinho, também há sementes. Elas estão nas mãos de
agricultores do sertão cearense que vivenciam alternativas
para a paz. São levadas pela mulher que transformou o lixo
em jardim na periferia da cidade. E cultivadas pelo professor
que sabe tirar a saúde dos extratos vegetais.

Discutindo a paz ambiental, o jornal O POVO encerrou a série
de três cadernos, que incluíram também a paz social e
interior. Fica a reflexão sobre um conceito que está no corpo
de cada um, nas relações cotidianas e deve ser parte dos
projetos de futuro das sociedades.

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