- Ao ler diuturnamente falas e comentários da mídia apenas vejo um ataque e pairar um medo na população de que tais movimentos poderão acabar de uma maneira não prevista.
- Basta falar de PT e lá vem achincalhe, denúncias, ligações com fraudes, crime organizado, etc... já que muitos petistas não pactuaram dessas manobras e sentem-se "machucados e traídos", tipo aquela vergonha do menino acusado inocentemente.
- Aprendi que ao acusar, deveria antes me por sempre na posição contrária, a fim de encontrar em mim a clareza e não insultar a quem quer que seja.
- O jornalista ouviu do pai que, antes de se reportar a um assunto que pudesse ter conotação com nomes de pessoas, soubesse que mal dirigida, poderia manchar para sempre as pessoas. Seria covardia, ainda que houvesse retratação.
- O País para volta e meia por problemas políticos. Não que todos sejam da mesma panela, mas urge em definitivo, dar-se um BASTA a este estado de coisas.
- Como nas carreiras, dever-se-ia candidatar somente aqueles que fizessem a sua universidade e graduado, amealhar condições de galgar, como em concurso público-partidário (aliás a máquina público exige só concursados) e não se eleger fulano ou beltrano, por ser bom de bola, ser artista, surgir na mídia, etc....
- Não é assim que se faz um país.
- Tivemos e teremos sempre homens de conhecimentos, passados ilibados, pessoas que estão aí "encostadas e esquecidas" que poderiam ser aproveitadas em mínimas cotas de cargos na consolidação da Nossa Democracia.
- O povo, muito mais na sua ignorância das candidaturas, se limita as mensagens subliminares, as bandeirolas e alguns níqueis, entregando a direção do Governo, Congresso Nacional, Estados, Municípios e Câmaras de Vereadores.
- Àquele que percebe que recebe um salário-mínimo, fica confuso entender que não tem condições de melhorar, de possuir uma casa, um carro e até o acesso à educação e outras aberrações, que uma elite, além de possuir "dinheiro às pampas", ainda se mete em
embrulhadas, violentando ao pobre que morre por falta de direitos e à mingua inclusive da morte. - Isso é também uma forma de escravatura.
- Considero com muita sensibilidade, o sentir do pessoal que mora nos morros ou nas ruas, sendo chamados de "carentes".
Eles são é vilependiados. - Desde criança existiam morros e barracos. E eu já ouvia aqui no Rio, então Distrito Federal, nos panfletos, carros de sons e festinhas de palanques, que os problemas seriam sanados. E lá se vão quase 70 anos e nada.
- A cada dia, mais e mais os pobres e famintos tomam de assalto qualquer espaço, porque não existe distribuição de renda, fomento à casa popular, empregos e com isso, a revolta e a violência que se compartilha com fugas às drogas.
- Que passa nas cabeças dessas pessoas que se intitulam condutores dos destinos do Brasil?
- Penso que se tornaram frias e covardes, aderindo ao bloco do poder nababesco.
- Só falta agora dizer que a culpa é do Povo Brasileiro que escolhe mal.
2 de ago. de 2005
Por quê somos assim?
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