A mídia nessa época de turbulência está se fartando com o material conta-gota diário. Nas redações, a briga da manchete, notícias, colocar qual cabeça vai para o cadafalso....
Nas épocas de “batalhas políticas”, o país se torna a arena e quem pode falar, intrigar ou acusar, pega o seu tempo no proselitismo de saneador e defensor da moralidade.
E aí a coisa pega. Vale o grito, a rapidez racional, a retórica, muitos se sentem inquisidores.
E nesse imbróglio, constroem-se futuras cadeias e o número de acusados parece crescer, mas sabemos sempre será encolhida.
Os esquemas são da antiguidade. Por incrível que pareça, antes havia até um certo senso de parcimônia, porém de anos pra cá, o angu desandou e a panela explodiu. È a rinha dos galos ávidos pelos milhos de “custeios”.
O povo está cansado de ver os espetaculares rombos, excesso de publicidade, desvios do Erário Público, conchavos entre “firmas concorrentes coniventes” para sugar do público e privado, o dinheiro que poderia ser usado junto à assistência social, saúde, educação, moradia popular, agricultura, estradas capacitadas ao escoamento das produções entre Estados e exportação aos países.
O povo brasileiro só não está ao abandono, pois muitos continuam a trabalhar e mantém o andar do país. Os crimes contra a honra, justiça, moralidade, ética, segurança e direitos não podem ficar impunes.
Não é CPI que vai ou não decidir. Conhecemos os “pilantras”, o pula-pula de partidos, os que aderem ao governo no revezamento com opositores da robustez do poder.
Para quem vive nas ruas, sob pontes, os que catam comida nas latas de lixo da cidade, os índios que morrem a mingua, os teimosos freqüentadores das filas do INSS e hospitais, os submissos aos tráficos, os que fogem para o exterior em busca de trabalho, atingidos com prisões nas fronteiras ou oito balas, como em Londres.
Estamos entupidos de falácias, discursos e índices manufaturados. Se pesquisarmos, a população acredita em alguém, o resultado seria: NINGUÉM.
Certos políticos ditam que só uma reforma eleitoral e política pode resolver. Mas quem fará esta reforma? Os que compõem o Congresso Nacional? E quem afirma que não terão brechas?
A educação de berço e estudo, aumentos nas oportunidades de trabalho e remunerações dignas pode transformar este Brasil. A omissão dos governos em melhorar a população fica restrita ao custo, pois a cada dia juros e dívidas ao exterior, no fazem reféns de colonizadores.
Hoje, aqui no Rio, nem defunto foge à artilharia do tráfico. Os morros estão abarrotados e sob custódias de policiais e traficantes. Será que a construção de moradas populares daria condições a essa gente. E junto, estariam o comércio e a indústria, no progresso. É tarefa é fácil, pois acredito até na própria mão de obra do morador. O resto, leia o jornal, ouça o rádio, veja a tv, se espante, se acomode e tente dormir até onde você durar. (AA)
Nas épocas de “batalhas políticas”, o país se torna a arena e quem pode falar, intrigar ou acusar, pega o seu tempo no proselitismo de saneador e defensor da moralidade.
E aí a coisa pega. Vale o grito, a rapidez racional, a retórica, muitos se sentem inquisidores.
E nesse imbróglio, constroem-se futuras cadeias e o número de acusados parece crescer, mas sabemos sempre será encolhida.
Os esquemas são da antiguidade. Por incrível que pareça, antes havia até um certo senso de parcimônia, porém de anos pra cá, o angu desandou e a panela explodiu. È a rinha dos galos ávidos pelos milhos de “custeios”.
O povo está cansado de ver os espetaculares rombos, excesso de publicidade, desvios do Erário Público, conchavos entre “firmas concorrentes coniventes” para sugar do público e privado, o dinheiro que poderia ser usado junto à assistência social, saúde, educação, moradia popular, agricultura, estradas capacitadas ao escoamento das produções entre Estados e exportação aos países.
O povo brasileiro só não está ao abandono, pois muitos continuam a trabalhar e mantém o andar do país. Os crimes contra a honra, justiça, moralidade, ética, segurança e direitos não podem ficar impunes.
Não é CPI que vai ou não decidir. Conhecemos os “pilantras”, o pula-pula de partidos, os que aderem ao governo no revezamento com opositores da robustez do poder.
Para quem vive nas ruas, sob pontes, os que catam comida nas latas de lixo da cidade, os índios que morrem a mingua, os teimosos freqüentadores das filas do INSS e hospitais, os submissos aos tráficos, os que fogem para o exterior em busca de trabalho, atingidos com prisões nas fronteiras ou oito balas, como em Londres.
Estamos entupidos de falácias, discursos e índices manufaturados. Se pesquisarmos, a população acredita em alguém, o resultado seria: NINGUÉM.
Certos políticos ditam que só uma reforma eleitoral e política pode resolver. Mas quem fará esta reforma? Os que compõem o Congresso Nacional? E quem afirma que não terão brechas?
A educação de berço e estudo, aumentos nas oportunidades de trabalho e remunerações dignas pode transformar este Brasil. A omissão dos governos em melhorar a população fica restrita ao custo, pois a cada dia juros e dívidas ao exterior, no fazem reféns de colonizadores.
Hoje, aqui no Rio, nem defunto foge à artilharia do tráfico. Os morros estão abarrotados e sob custódias de policiais e traficantes. Será que a construção de moradas populares daria condições a essa gente. E junto, estariam o comércio e a indústria, no progresso. É tarefa é fácil, pois acredito até na própria mão de obra do morador. O resto, leia o jornal, ouça o rádio, veja a tv, se espante, se acomode e tente dormir até onde você durar. (AA)
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