13 de dez de 2014

BR o pavio de uma bomba petista...

Cientistas batendo cabeça... 

A Terra e os demais planetas do nosso sistema solar vieram de fragmentos lançados pelo Sol, conforme pregam as teses científicas, mas ninguém explica o seu formato arredondado, posto que, não havendo massa gasosa alguma (apenas vácuo) no espaço, esse arredondamento da Terra não poderia ser produzido pelo atrito da superfície terrestre com a massa terrestre visto que essa massa esteve sempre ausente.

Deixando de lado essa questão do arredondamento, partiram para outro foco, o da água, e cogitaram que essa quantidade monumental de água, que corresponde a ¾ da massa total do planeta teria vindo de chuvas de cometas, o que já beira o absurdo dada a quantidade de cometas que teriam que chover sobre a Terra. Mas nem isso serve mais de explicação, conforme relatório da última descoberta sobre a composição do cometa 67P. De frustração em frustração, os cientistas vão acabar concluindo que a Bíblia é que contém a verdadeira explicação para a origem da Terra. (AC) 

Sonda Rosetta indica que água da Terra não veio de cometa; 
Nova descoberta aquece debate sobre a origem de nossos oceanos.


Em novembro deste ano, quando o robô Philae da Agência Espacial Europeia (ESA) pousou no cometa 67P Churyumov-Gerasimenko, até então um feito inédito na história espacial, cientistas esperavam concluir que a água de nosso planeta tivesse suas origens ali. Afinal, sabe-se que cometas são formados essencialmente de gelo e uma chuva de cometas poderia ser a possível responsável pela origem de nossos oceanos.

No entanto, as primeiras análises dos dados coletados pelo módulo espacial indicam que não, a água da Terra não compartilha da mesma composição da água do cometa. Segundo texto publicado no próprio site da ESA, os vapores de água do 67P são significativamente diferentes daqueles encontrados em nosso planeta-lar. E claro, a descoberta coloca mais combustível no debate sobre as possibilidades da nossa complexa existência no Sistema Solar.

Uma das ideias mais prováveis é que a colisão entre cometas e asteroides gerou a água que encontramos por aqui. Porém, a contribuição relativa de cada classe de corpo celeste nessa história é ainda é debatida pela comunidade científica.

Kathrin Altwegg, da Universidade de Berna, na Suíça, é cientista-chefe do instrumento Rosina, que tem como objetivo medir as proporções de dois tipos de hidrogênio que compõem a água encontrada na atmosfera do cometa. Um artigo científico da qual Altwegg é a principal autora foi publicado na revista científica Science.

A chave para determinar onde a água que conhecemos se originou está na proporção de hidrogênio simples (com apenas um protón em seu núcleo) e o deutério, composto de hidrogênio com um neutro e um próton em seu núcleo, também chamado de hidrogênio pesado.

Essa proporção é um indicador importante na formação da evolução inicial do nosso Sistema Solar. A composição da Terra está mais próxima a de asteroides ricos em carbono, o que sugere que eles podem ser os principais responsáveis pela origem da água dos oceanos. Para comparação, a água do 67P tem cerca de três vezes mais deutério que a da Terra.

Nós sabíamos que as análises deste cometa levantariam surpresas ao cenário maior do Sistema Solar, e esta observação certamente adiciona mais combustível ao debate sobre a origem da água de nosso planeta, afirmou Matt Taylor, cientista do ESA.

Assim como o Rosetta continua acompanhando a órbita do cometa ao redor do sol, no ano que vem estaremos observando de perto em como ele se comporta e evolui, o que nós dará insights únicos sobre como o misterioso mundo dos cometas contribuiu para entender a evolução de nossos sistema solar, completou. (IDGNOW) 
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E ainda querem cafuné! 

Em sua página no Facebook, a senhora Jandira Feghali, deputada federal do PCdoB, divulgou nota a respeito dos crimes de ódio que estariam acontecendo contra os comunistas em nosso país. Fala em injúria, difamação e, claro, em fascismo.

Ora, ora, dona Jandira. Cem milhões de cadáveres produzidos ao longo de um século por seguidores de seus ideais lhe parecem insuficientes para justificar rejeição moral às suas ideias e práticas políticas? Pois, então, lhe acrescento mais algumas. Em nossas escolas, militantes dessas mesmas ideias doutrinam nossas crianças. Sucessivas gestões do ministério da Educação e de órgãos estaduais e municipais de Educação divulgam material didático com igual conteúdo. Órgãos oficiais dedicados à cultura nacional raramente cuidam de outra coisa ou destinam recursos para quem diverge da sua ideologia. Em concursos públicos, muitas respostas certas correspondem a seu modo de ver as coisas. O dinheiro do contribuinte brasileiro é desviado pelos seus compadrios oficiais para financiar governos alinhados com o seu partido na América Latina e na África.

Na base do governo e fora dele, seu partido e associados dedicam-se a combater liberais e conservadores, como regra, aliás, oponentes muito pouco ativos, quase inertes. Pois até essa oposição é merecedora de violentos ataques, sendo apresentados como inimigos a serem esmagados, causadores insensíveis dos males nacionais, parceiros dos ricos e inimigos dos pobres. Tamanha tolice é afirmada contra toda evidência, pois nunca, na história do Brasil, um governo distribuiu tanto dinheiro aos ricos, ajudou tanto os negocistas em suas negociatas e proporcionou tantos ganhos lícitos e ilícitos aos economicamente mais poderosos.

As ideias que a senhora e seus parceiros defendem (malgrado as imensas contradições morais entre a teoria e a prática), já acabaram com a valiosa autonomia da OAB, já destruíram a credibilidade da CNBB, já derrubaram a capacidade pastoral de muitos púlpitos e pregadores, já afastaram da fé cristã muitos religiosos e religiosas, já afundaram no marxismo, no laicismo e no anticlericalismo muitas escolas e universidades católicas, já desacreditaram muitos tribunais.

Quando seu partido e seus associados estavam na oposição, faziam uso constante da violência através das invasões de propriedades rurais e urbanas, de estabelecimentos públicos, de plenários de parlamentos. Quando o povo ordeiro saiu às ruas nas jornadas do ano passado, seu partido e seus associados extraíram dos subterrâneos a fúria destruidora dos black blocs. E esvaziaram as manifestações.

E a senhora, seu partido e associados têm a audácia - ou a ignorância explícita - de nos chamar fascistas? Fascistas liberais? Fascistas conservadores? Fascistas defensores da democracia constitucional e representativa? Ora, vá estudar!

Como podemos ser fascistas, nós, que queremos liberdade e pluralismo? Nós que nos manifestamos por meios pacíficos, que não incendiamos ônibus, não jogamos pedras, não quebramos vidraças? Nós que queremos um Estado pequeno, que respeite o espaço da vida privada, os indivíduos, seus negócios e suas famílias? Nós, que combatemos o comunismo por dever moral, no plano das ideias e das instituições que a senhora, seu partido e associados ocuparam? Nós que somos caracterizados por aquela tolerância inerte que, de hábito, é própria da ação política de liberais e conservadores? E agora ficamos sabendo que, mesmo sob tão benignas condições, basta que se conte a história de sua ideologia, basta que se aponte as más consequências dela, bem atuais em Cuba e na Venezuela, basta que se mencione o Foro de São Paulo, basta que se critique a corrupção que se multiplica no país, basta que se comente as descaradas deliberações da Unasul, para a senhora nos ameaçar com a polícia? Agora, me diga quem é fascista.

Examine o comportamento da esquerda contrariada, do seu partido e associados, por exemplo, numa assembleia estudantil, numa eleição de DCE, na invasão de alguma universidade, numa reunião do Congresso Nacional quando alguém grita Vai para Cuba! E me diga quem é fascista. O comunismo, deputada, é irmão gêmeo do fascismo. Aprenderam muito um com o outro. E ambos causam igual repugnância a liberais e conservadores! No fundo, no fundo, eu acho que a senhora, seu partido e associados, pelas afinidades que têm com as práticas do fascismo, preferiam viver sem oposição, ou com uma oposição que lhes fizesse cafuné. (Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor)

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