1 de fev de 2012

Dirigentes bonzinhos com nosso dinheiro...

Tv Bandeirantes, por que?
• Ibope, retorno financeiro, o que?
• Que razão esta estapafúrdia em tirar do ar o programa da Cidinha? E além disso uma quantidade de profissionais que se desdobravam no noticiar cara a cara com o espectador e o povo pegaram bonés e estão na rua da amargura.
• Intrusão de alguém dos desgovernos?
• Dizer que não tinha audiência é demais pro meu QI.
• Ah! Saad, mais uma vez teu bilhete de passagem não picotou! Lastimável!
Nos dias, na minha vida,
Em que desejo trabalhar
Não aparece a saída,
Senão na rede aquietar,
Até esquecer-me da lida,
Vendo a vontade passar.
(Coligny)

Alzheimer, de novo!
• A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.
• Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia o Infalível. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto.
• Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
• O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
• Aliás, fico até mais tranqüilo diante do eu não sei ao certo dos médicos; prefiro isso ao estou absolutamente certo de que...., frase que me dá arrepios.
• E o que fazer... para evitarmos essas drogas? Como?
• Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida bandida.
• Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer.
• Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
• Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.
• Coloquem a palavra felicidade no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas bobagens e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
• Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro.
• Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum...preocupante).
• Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse melhor morrer de vodca do que de tédio, eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.
• Dicas para escapar do Alzheimer: Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
• Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que Neuróbica, a aeróbica dos neurônios, é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.
• Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios cerebrais que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da Neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:
* use o relógio de pulso no braço direito;
* escove os dentes com a mão contrária da de costume;
* ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
* vista-se de olhos fechados;
* estimule o paladar, coma coisas diferentes;
* veja fotos de cabeça para baixo;
* veja as horas num espelho;
* faça um novo caminho para ir ao trabalho.
• A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
• Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
• Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
• Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda? (Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor)

Osso assassino?
• Importante aviso médico!
• Não prenda o telefone no ombro com a cabeça!
• O alerta vem dos consultores médicos do Jornal Britânico Neurology.
• Está comprovado que é perigoso, e pode até ser fatal, conversar pelo telefone apoiando-o no ombro e firmando-o com a cabeça.
• Geralmente tende-se a fazer isso quando precisamos anotar o que interlocutor está dizendo ou estamos fazendo algo mais.
• O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra francês que demorou uma hora com o telefone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo. Quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária e sentiu dificuldade em falar a que sobreveio um derrame cerebral.
• Motivo: Um osso minúsculo, mas pontudo, sob a orelha esquerda e atrás do queixo, rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro. Esse rompimento dá-se porque a pessoa, sem sentir, vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o telefone e também, involuntariamente, vai levantando o ombro.
• Como é uma prática comum este comportamento, principalmente nos escritórios e, mesmo no lar, com a dona de casa fazendo suas obrigações, muitas vezes o problema afeta as pessoas com intensidade podendo causar problemas por acumulação.
• O texto serve a colegas de trabalho, familiares, amigos e demais pessoas de seu convívio. (Dr. Luís Carlos Calil, Prof. Psiquiatria da Faculdade de Medicina)
Big Brother Brasil
• Quando alguém escreveu um desserviço à sociedade o programa - já malsinado pelo canal-mãe internacional que o tirou do ar - realmente não diz a que vem à baila como deva ser programas de tv e a cultura!
• A apresentação também tem uma proposta prática: a retomada da campanha Quem financia a baixaria é contra a Cidadania.
• Sem o combate à corrupção moral das nossas elites política e televisiva, muito dificilmente conseguiremos alcançar um outro modelo de sociedade com que tanto sonhamos – plena em educação e cultura, justiça e fraternidade.
• E nada mais atinente do que a assertiva: Fazer amor é mais que sexo.. É uma arte que vai além da pele. É despir a alma, com calma e se entregar sem medos e sem pudores. É um ato divino de gozo infinito. É fazer do corpo um instrumento de prazer sublime com paixão e ternura onde o desejo escorre feito água de banho quente e as palavras soam como poemas.
"Um povo ignorante de seu passado, desonrará o presente e destruirá o futuro."

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