15/02/2006

Águia nazista

Águia nazista preocupa comunidade judaica uruguaia
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A comunidade judaica uruguaia está preocupada com a polêmica sobre a águia nazista resgatada do fundo do Rio da Prata e que estava afixada à popa do encouraçado "de bolso" alemão Admiral Graf Spee, que afundou em dezembro de 1939 a sete quilômetros do porto de Montevidéu. A águia foi uma das peças recentemente removidas do lodo do fundo do rio pela equipe de exploradores que pretende resgatar a maior parte do famoso navio de guerra. A presença de uma enorme suástica nas garras da escultura tornou-se o centro de intensos debates entre os exploradores, historiadores, o governo e a comunidade judaica uruguaia.

Ernesto Kreimerman, presidente da Comunidade Israelita do Uruguai, declarou que a sociedade deve tomar as medidas necessárias para que "estes símbolos não sejam usados por grupos neonazistas como forma de propaganda". A águia, de bronze, pesa mais de 400 quilos, tem dois metros de altura e quase três de largura. Suas garras de metal estão aferradas a uma grande suástica. A peça foi a a insígnia nazista do Graf Spee, uma das glórias da Marinha do Terceiro Reich.

Último grande símbolo
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A peça é única, pois se trata do último grande símbolo do nazismo em todo o mundo. Peças similares foram destruídas logo após o fim da Segunda Guerra pelas tropas aliadas. Para não causar ofensas, a águia, exposta na frente do Hotel Palladuim, em Montevidéu, tem a parte de baixo, onde está a suástica, coberta por uma lona. "Esperamos que esta peça, no caso de ser leiloada, não caia nas mãos de grupos neonazistas. Por isso, esperamos que seja enviada a algum museu, onde sejam tomadas as precauções necessárias", disse Kreimerman.

A Universidade de Oxford calcula que a águia do Graf Spee valeria US$ 3 milhões. Um dos líderes dos exploradores, o escafandrista uruguaio Héctor Bado, declarou que esse valor já foi oferecido por investidores estrangeiros que preferiu não identificar. O presidente da Comissão de Patrimônio Histórico, Manuel Esmoris, criticou os exploradores, afirmando que "não têm um projeto global para o resgate do Graf Spee, mas, sim, removem peças isoladas com fins comerciais".

A Batalha do Rio da Prata

Há 67 anos, no meio da via fluvial mais larga do mundo, o Rio da Prata, transcorreu uma batalha sui generis. Entre dois países neutros, o Uruguai e a Argentina, navios britânicos perseguiram uma nave de guerra alemã. O protagonista era o poderoso encouraçado "de bolso" da Kriegsmarine - a Marinha de Guerra alemã - o Admiral Graf Spee, uma massa de aço de 186 metros de comprimento, pesando quase 16 mil toneladas.

Sua história começou no dia 3 de setembro de 1939, dois dias após o início da Segunda Guerra, quando iniciou sua missão de afundar todos os navios mercantes possíveis no Atlântico Sul, como forma de estrangular a economia e o abastecimento dos aliados. Em cem dias de atividade frenética, comandado pelo astuto capitão Hans Langsdorff, o Graf Spee colocou a pique nove mercantes (sem causar a morte de nenhum dos tripulantes das embarcações inimigas) e distraiu a atenção de dezenas de navios de guerra ingleses e franceses do principal cenário de guerra, o Atlântico Norte.

Mas, quando navegava perto da costa do Uruguai, o Graf Spee começou seu capítulo final. Ali, entrou em combate com três navios britânicos, ação que entrou para a História com o nome de "a batalha do Rio da Prata". Langsdorff conseguiu atingi-los duramente, mas foi forçado a retirar-se para o porto neutro (embora pouco amigável com o Reich) de Montevidéu, para consertar os danos infligidos ao navio pelos canhões britânicos. Nos dias seguintes, em diversas ocasiões ziguezagueou pelo Rio da Prata para se esquivar aos britânicos, que o esperavam.

"De camarote"

O combate causou frisson em Montevidéu e Buenos Aires e milhares de pessoas se dirigiram às respectivas avenidas beira-rio para assistir "de camarote" ao duelo entre as mais poderosas marinhas de guerra do mundo. Após ouvir falsos rumores de que mais navios britânicos se aproximavam do Rio da Prata, Langsdorff desistiu de fugir. Decidiu enterrar os corpos de 36 marinheiros no cemitério da capital uruguaia e depois zarpou. A sete quilômetros de distância da costa, ordenou que os marinheiros abandonassem o navio. Cargas explosivas colocadas pelo capitão afundaram o encouraçado.

O objetivo dessa desesperada decisão era evitar que a tecnologia naval alemã - na época, uma das mais avançadas do mundo - caísse nas mãos da inimiga marinha britânica. A tripulação alemã refugiou-se em Buenos Aires, porto neutro (mas amigável com o Reich), e, posteriormente, foi transferida para o interior da Argentina, desde onde retornaram à Alemanha, para continuar a combater.

Langsdorff não retornou. Em seu quarto do City Hotel, ao lado da Praça de Mayo, deitou-se na cama e, enrolado na velha bandeira imperial alemã - sem a suástica - suicidou-se com um tiro. Nos anos seguintes, seus inimigos foram unânimes em defini-lo como "um cavalheiro".

Fonte: Agência Estado

17 comentários:

Anônimo disse...

Atras da sombra de Hitler e do "nazismo", se esconde o comunismo judaico dos capitalistas judeus Marx,Engels,Lenin,Trotsky etc. que exterminou 100 milhões de pessoas!

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o colega acima!
Os judeus usam o holocausto para se fazerem de vítimas, quando na realidade são algozes.
Holocausto esse que eles próprios criaram.

Anônimo disse...

HOJE O MUNDO VIVE NAS MÃO DOS JUDEUS E SEUS IDEAIS; O QUE SERIAMOS DE NÓS SE NÃO FOSSE O
ESTERMINIO DE BOA PARTE DELES!!
O NEGÓCI DELES É O DINHEIRO.

Anônimo disse...

Hoje em dia nós brasileiros,estamos na realidade nas mãos de estrangeiros mais do que a alemanhã naquela época!Não é só judeu não!São todos os tipos de pessoas que vem pra cá e fazem dos brasileiros seus escravos democraticamente,e nem governo nem ninguém faz nada!O que sobra pra nós é viver a sombra de tais pessoas,que usam a fragilidade das leis e do governo brasileiro para se apossarem de tudo que é nosso por direito!É uma vergonha e uma afronta a soberania brasileira,mas para o governo tá bom né,o importante pra eles é arrecadar impostos e mais nada!Logo vão estar privatizando a amazonia esperem pra ver,pois tem estrangeiro comprando terra na amazonia como se fosse doce para criança!!

Anônimo disse...

Estou assombrado com pessoas que se identificamcom o nazismo.
Mesmo após os assassinatos em massa de crianças, mulheres, doentes e idosos continua a velha ideologia na cabeça frágil de certas pessoas. Gostaria que vocês tivessem nascido Judeus para sentir na pele o horror sádico dos nazistas e fascistas, viva a democracia, viva a liberdade, abaixo aos embriagados de camisa parda!!

Anônimo disse...

Que coisa feia o que escreveram!!

Anônimo disse...

Nossa cada um mais corajoso que o outro, queria ver na guerra se borrando.

Anônimo disse...

Não sou Judeu, mas eles valem muito mais que qq bigodinho.

Anônimo disse...

A alemanha perdeu a guerra kkkkkkkkkkkkkkkk, todos fugiram, que meda.

Anônimo disse...

Comunismo judaico? essa foi boa, kkkkkkkkk

Anônimo disse...

democracia ditatorial socialista, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, mais é burro, comunismo judaico?

Anônimo disse...

eu sei que vc não vai publicar, mas tenha um pouco de coragem.

Anônimo disse...

Quem disse que estivemos na mão da alemanha, alemanhã com acento foi demais, esses nazistas!!kkkk

Anônimo disse...

O pessoal vai tomar uma soda na esquina!

KUN2000 disse...

sera que se o nazismo tivesse acado com todos o judus, a vida nao estaria mais facil, mais limpa, esse povo nunca conseguiu viver em paz por muito tempo, seja com os romanos ou arabes.

Anônimo disse...

Os Nazistas perderam a guerra!!. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

As pessoas tendem a interpretar de forma errada a livre expressão de opinião, dizer que os judeus se fazem de vítima por causa do holocausto não é apoiar o nazismo, eu acho um absurdo monstruoso o extermínio em masa de qualquer ser humano, mas alguma coisa os judeus fizeram aos alemães para desencadear tal brutalidade eles realmente são um povo encrenqueiro, os nazistas apesar de não gostarem de nenhuma outra raça que não seja ariana só exterminaram os judeus, por que? os negros também estavam lá eles foram caçados? descriminados sim caçados mão.foi a politica judia que desencadeou os fatos e os inocentes pagaram o preço.os homens mulheres e crianças não tiveram culpa mas a politica judia teve! a história que nos ensinam sobre os fatos da guerra também é composta por meias verdades, os verdadeiros fatos estão por detrais da história.

só os tolos que acreditam inteiramente no que lis é empurrado!