17 de jan de 2012

Mudar sempre, mas quem, quem?

O que move o partido-imprensa
• A leitura diária dos jornais pode ser um interessante exercício de sociologia política se tomarmos os conteúdos dos editoriais e das principais colunas pelo que de fato são: a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro, a partitura das prioridades do mercado. O que lemos é a propagação, através dos principais órgãos de imprensa, das políticas neoliberais recomendadas pelas grandes organizações econômicas internacionais que usam e abusam do crédito, das estatísticas e da autoridade que ainda lhes resta: o Banco Mundial (Bird), o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Organização Mundial do Comércio (OMC). É a eles, além das simplificações elaboradas pelas agências de classificação de risco, que prestam vassalagem as editorias de política e economia da grande mídia corporativa
• Claramente partidarizado, o jornalismo brasileiro pratica a legitimação adulatória de uma nova ditadura, onde a política não deve ser nada além do palco de um pseudodebate entre partidos que exageram a dimensão das pequenas diferenças que os distinguem para melhor dissimular a enormidade das proibições e submissões que os une. É neste contexto, que visa à produção do desencanto político-eleitoral, que deve ser visto o exercício da desqualificação dos atores políticos e do Estado. Até 2002, era fina a sintonia entre essa prática editorial e o consórcio encastelado nas estruturas de poder. O discurso modernizante pretendia - e ainda pretende - substituir o arcaísmo do fazer político pela eficiência" do economicamente correto. Mas qual o perigo do Estado para o partido-imprensa? Em que ele ameaça suas formulações programáticas e seus interesses econômicos?
• O Estado não é uma realidade externa ao homem, alheia à sua vida, apartada do seu destino. E não o pode ser porque ele é uma criação humana, um produto da sociedade em que os homens se congregam. Mesmo quando ele agencia os interesses de uma só classe, como nas sociedades capitalistas, ainda aí o Estado não se aliena dos interesses das demais categorias sociais.
• O reconhecimento dos direitos humanos, embora seja um reconhecimento formal pelo Estado burguês, prova que ele não pode ser uma instituição inteiramente ligada aos membros da classe dominante. O grau maior ou menor da sensibilidade social do Estado depende da consciência humana de quem o encarna. É vista nesta perspectiva que se trava a luta pela hegemonia. De um lado os que querem um Estado ampliado no curso de uma democracia progressiva. De outro os que só o concebem na sua dimensão meramente repressiva; braço armado da segurança e da propriedade.
• O partido-imprensa abomina os movimentos sociais: os sindicatos (que não devem ter senão uma representatividade corporativa), a nação, antevista como ante-câmara do nacionalismo, e o povo sempre embriagado de populismo. Repele tudo que represente um obstáculo à livre-iniciativa, à desregulamentação e às privatizações. Aprendeu que a expansão capitalista só é possível baseada em ganhos de eficiência, com desemprego em grande escala e com redução dos custos indiretos de segurança social, através de reduções fiscais.
• Quando lemos os vitupérios dos seus principais articulistas contra políticas públicas como Bolsa Família, ProUni e Plano de Erradicação da Pobreza, dentre outros, temos que levar em conta que trabalham como quadros orgânicos de uma política fundamentalista que, de 1994 a 2002, implementou radical mecanismo de decadência auto-sustentada, caracterizada por crescentes dívidas, desemprego e anemia da atividade econômica.
• Como arautos de uma ordem excludente e ventríloquos da injustiça, em nome de um suposto discurso da competência , endossaram a alienação de quase todo patrimônio público, propagando a mais desmoralizante e sistemática ofensiva contra a cultura cívica do país. Não fizeram- e fazem- apenas o serviço sujo para os que assinam os cheques, reestruturam e demitem. São intelectuais orgânicos do totalitarismo financeiro, têm com ele uma relação simbiótica. E é assim que devem ser compreendidos: como agentes de uma lógica transversa.
• Merval Pereira, Miriam Leitão, Sardenberg, Eliane Catanhede, Dora Kramer e outros mais necessitam ser analisados sob essa perspectiva. É ela que molda a ética e o profissionalismo de todos eles. Sem mais nem menos. (Gilson Caroni Filho, JB)


Diferenças passadas nos tempos
• Para tudo tem de existir diferenças. Só assim haverá avaliação.
• Por exemplo, já que tantos ouvem falar de Ditadura Militar e se baseiam em fatos que interessam à pretensa defesa ou camuflar quem ou o que estavam no joio, se não, vejamos:
• O General de Exército, Euclides de Oliveira Figueiredo, irmão do ex-presidente João Figueiredo, morreu com idade avançada, morando em um apartamento alugado. Nada deixou para seus filhos e esposa.
• Existiram aberrações como sempre - vide História -, mas essas pessoas merecem post-mortem nosso respeito e admiração!
• Assim são esses estranhos milicos ou macacos.
• E falava-se horrores do Andreazza! Que estaria riquíssimo, que teria ganho de presente das empreiteiras um edifício na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, que não tinha mais onde guardar dinheiro. Primeiro, morreu o Cel. Mário Andreazza. Quando Ministro dos Transportes, foi responsável pela construção da ponte Rio-Niteroi, obra que teve empréstimo inglês de 2 bilhões de dólares (Sim! Dois bilhões! De dólares!). Por ocasião de sua morte, seus 37 colegas de turma tiveram de fazer uma vaquinha para que o corpo pudesse ser transladado para o Rio Grande do Sul. Portanto, depois de gerenciar tanta verba pública, bem administrada, diga-se de passagem, morreu pobre.
• Não sei se Amália Lucy Geisel ainda estará viva. Pouco mais velha do que nós, tinha alguns problemas de saúde. Pois bem: ela era professora do Colégio Pedro II e, mesmo quando o pai era presidente, ia de casa ao trabalho de ônibus. Cansei de encontrá-la neles, ela e eu a caminho do centro do Rio.
• Meu pai chamava isso de os três dês do milico: decência, decoro, discrição.
• Já em 2003, foi a vez de Dona Lucy Beckman Geisel. Seus últimos anos de vida, viveu de forma pobre e discreta. Morreu em acidente de carro na lagoa Rodrigo de Freitas.
• Ano passado, foi a vez de dona Dulce Figueiredo, que ficou viúva em 1999, do último presidente militar. Em 2001, devido a problemas financeiros, teve que organizar um leilão para vender objetos pessoais do marido. Foi a forma que encontrou para sobreviver dignamente.
• Faça suas comparações com os políticos de hoje e compare o estilo de vida do penultimo presidente brasileiro, de sua mulher, que frequentou o mais caro cabeleireiro do Brasil, as mais caras butiques, os mais caros cirurgiões plásticos, gastou os mais altos valores do cartão de crédito,... que não precisava prestar contas. Nunca fez um trabalho social pelo Brasil. Só o que fez foi viajar com o marido por todos os lugares do mundo, às expensas do suor dos brasileiros trabalhadores. Seus filhos enriqueceram da noite para o dia.
• Isto é que são políticos populares.
• Tire suas conclusões. (AD)

Jantar de confraternização de amigos
• Um grupo de amigos de 50 anos discutia para escolher o restaurante onde iriam jantar.
Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as garçonetes usavam mini-saias e blusas muito decotadas........
• 10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa e havia uma excelente carta de vinhos.
• 10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador.........
• 10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande idéia porque nunca tinham ido lá.....!!!

Um comentário:

ines disse...

e o restaurante ja está fzzendo bodas de ouro?

sabe uma coisa é diferente aqui no ajapoa, as coisas andam, tem sim, os politicos que corrompem, ams ao serem descobertos eles pedem a conta.
e por outor lado o que eles prometem nas eleicoes e se forem eleitos, tem que cumprir, o povo combra, os outros partidos cobram todos cobram e fima em cima e se nao conseguem no prazo de um ano, ele nao aguenta e pede as contas..


e qdo tem uma audiencia na senado, tem uma canal de tv que fica aberto mostrando as transacoes e como eles ficam bravos com so cagões kkk
o primeiro misnistro tambem vai enfrentar as perguntas, nada de passar a mao na cabeca porque se trata de presidente ou primeiro ministro.


por exemplo na epoca que o Lula era presidente e estourou os primeiros escandalos do sue governo, se fosse com algum daqui, ja nao teria aguentado tanta pressao e cobrancas e ja teria passado o cargo adiante.

mas no Brasil nao sei o que acontece, os politicos que roubam na cara duram fazem as suas cagadas seguem em frente roubando e mais ainda como se fosse normal.