30 de jul de 2017

Poderes atrapalham o país.


militares no rio STF liberou presos por roubo de celulares de até R$ 500? 
• Termina amanhã o prazo para saque das contas inativas do FGTS.
• A um mês do prazo estipulado para entregar à Procuradoria-Geral da República (PGR) evidências comprobatórias das delações feitas pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, um conjunto de documentos incluindo planilhas, comprovantes bancários, notas fiscais frias, contratos fraudulentos e contas secretas no exterior mostram que a empresa destinou R$ 1,1 bilhão em propinas a políticos ou empresas indicadas por políticos entre 2006 e 2017.
• Políticos não têm interesse em combater a corrupção, diz Moro. Para juiz da Lava Jato, inércia de autoridades impõe tarefa ao Judiciário; Câmara e Senado custam R$1,16 milhão por hora ao contribuinte.
• Previdência supera despesa com educação em 16 Estados. Gasto com aposentadoria de servidores aumentou em São Paulo, Rio e Minas. 

• Presidente espera ganhar fôlego após votação de denúncia. Temer mantém reuniões com deputados às vésperas de decisão da Câmara. 
• Fracasso. Repatriação trouxe de volta só 20% dos impostos que o governo previa. Governo previa arrecadar R$13 bilhões, mas só faturou R$2,8 bi. Prevista para terminar nesta segunda-feira (31), a regularização de ativos no exterior, também chamada de repatriação, arrecadará menos que o previsto. 
• Economista condenado dirige revitalização de porto no RJ. Antônio Barbosa foi condenado por fraude no fundo de pensão dos Correios. 
• Manifestantes fazem um protesto na Avenida Paulista contra a corrupção na política e em apoio à operação Lava Jato na manhã deste domingo (30). O ato é realizado pelo movimento Quero um Brasil ético
• Para fugir de barreira, partidos planejam federação. Siglas pequenas estudam saídas para sanções de futura reforma política. 
• Os caminhoneiros estão se organizando para realizar um protesto nacional dia 1 de agosto (terça-feira) quando pretendem fechar as principais rodovias do país e se manifestarem contra o aumento do combustível com alteração das alíquotas do PIS e COFINS. 
• Fraga é opção tucana para o lugar de Meirelles. Troca na Fazenda fideliza PSDB e resolve desavença com Padilha. O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) é uma espécie de último fiapo de credibilidade do governo Michel Temer, mas têm sido insistentes os rumores de sua saída, em razão de supostas desavenças com Eliseu Padilha. Segundo interlocutores, o ministro da Casa Civil acha que o colega deveria ser mais enfático na defesa do presidente. O PSDB já sugeriu o nome de Armínio Fraga, ex-Banco Central no governo FHC. 
• Que coisa! Dilma Rousseff vai defender o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. O PT delegou a função para a petista, pois considera que Dilma saiu bem nas palestras internacionais nas quais falou sobre o processo de impeachment que sofreu. De acordo com a Painel, da Folha de S. Paulo, a resistência de Lula também incentivou para que o partido tomasse a decisão de entregar essa função a Dilma. Lula recusou a agenda internacional sugerida por auxiliares. 
• Os mais importantes bancos comerciais em atuação no Brasil aparecem com destaque na lista das instituições financeiras endividadas com a União. É o que revela um levantamento divulgado pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional - SINPROFAZ, elaborado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e obtido com base na Lei de Acesso à Informação. O relatório aponta que as instituições financeiras devem, juntas, mais de R$ 124 bilhões à União - sendo aproximadamente R$ 7 bilhões referentes à dívida tributária previdenciária, R$ 117 bilhões relativos à dívida tributária não-previdenciária e R$ 107,5 milhões referentes à dívida de FGTS. 
• Em evento em SP, clérigo do Irã defende ditador sírio. Líderes religiosos acusam o aiatolá Mohsen Araki de discurso de ódio.
• Empresários devem R$ 426 bi para previdência mas quem paga a conta é você. O valor que os mega empresários devem à previdência é o triplo do déficit da mesma e ao invés do governo cobrar deles irá cobrar de você, resumindo, eles devem e você paga! 
• Comitê da Copa de 2014 ainda deve R$ 340 mil a prestadores de serviço. Empresas que prestaram serviços de limpeza, segurança e transporte protestam suas dívidas. 

• Dia de eleição. Parlamento venezuelano pede que países não reconheçam constituinte; Venezuelanos bloqueiam ruas em protestos contra Maduro. Constituinte convocada por presidente é rejeitada por 72,7% da população; Nicolás Maduro, que hoje tentará passar goela abaixo da Venezuela uma proposta de Assembleia Constituinte, recebeu US$ 35 milhões de doação da Odebrecht no caixa dois. Repressão política de Maduro faz a 109ª vítima fatal, um rapaz de 18 anos. Jovem foi morto a tiro durante manifestação em San Cristóbal. 
• Bombardeiros dos EUA sobrevoam península da Coreia. Ação foi resposta a lançamento de míssil intercontinental. 
• Retomada de Mossul deixa rastro de mortos. Cidade era principal região iraquiana sob controle do Estado Islâmico. 
• Trump ameaça cortar benefícios do Obamacare se sua lei não for aprovada. 
• Casa do vice-presidente do Quênia é invadida por homens armados. 
• Grupo Boko Haram divulga vídeo de reféns e pede fim do uso da força. 

O PT agita a maré vermelha do Foro de São Paulo.
Quem pensou que o Foro de São Paulo perderia força com suas derrotas na Argentina, Paraguay, Honduras e os escândalos no Brasil, deveria dar uma lida nas resoluções do seu 23º Encontro, encerrado em 18 de julho, em Manágua.
De sua leitura se depreende que democracia, na perspectiva dos partidos do Foro, é o que acontece quando, através deles (que tolos não são), seus militantes em camisas vermelhas, identificados como o povo, exercem o poder. Alinhadas com Antonio Gramsci, essas legendas reservam para si os papéis de novos Príncipes de Machiavel. E vivem como tal, que ninguém faz revolução para passar necessidade, não é mesmo, senadora Gleisi Hoffmann?
Não surpreende, portanto, que persista, mesmo sob o sol dos fatos, o apoio desses partidos ao regime venezuelano. Em respaldo à luta do povo venezuelano e defesa da Revolução Bolivariana o FSP se declara em estado de alerta e Sessão Permanente. Todas as tropelias, todos os mortos, toda a miséria causada encontra justificação na causa política.
Ninguém no Brasil, fora do estreito círculo de extremistas concentrados no PT e nas pequenas legendas que com ele pegam carona, haverá de negar a completa ruptura do país vizinho com a democracia e com o estado de Direito. A Venezuela faliu sob a estupidez de um governo comunista e seu povo está sendo executado nas ruas, por ordem de um ditador que arroja milícias e polícias contra multidões desarmadas. Mas para obscurecer a realidade, a declaração final do 23º encontro recomenda às militâncias virtuais e aos professores que vinculem o estudo de História com a Teoria Revolucionária, para dar batalha na luta das ideias, que é a mais importante das lutas revolucionárias". Conforme o meu artigo "Por que tantos professores de História são comunistas?, danem-se os fatos!
Nesse cenário, durante a reunião do Foro, a senadora Gleisi Hoffmann, assim se expressou:
O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela e condenamos o recente ataque terrorista contra a Corte Suprema. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica.
Essa farsa constituinte - denominada por Maduro comunitária e chavista - que o PT defende para a Venezuela está urdida de tal maneira que a oposição, mesmo com 80% da opinião pública, não vai compor maioria porque a regra definida, meio distrital majoritária, meio sei-lá-o-quê, o impedirá: dos 540 constituintes, 176 serão eleitos entre movimentos sociais controlados pelo chavismo; as grandes cidades, onde se concentra a maior parte da população e onde haveria votos universais suficientes para derrotar o chavismo, elegerão apenas dois representantes, de modo que por mais votos que o candidato oposicionista faça, sempre se elegerá um chavista em segundo lugar. É uma regra para perder e, assim mesmo, vencer. Com as bênçãos do petismo.
Se você não se sente ameaçado com isso, alarmado com isso e não dá importância a isso, num a vídeo sobre a violência que grassa na Venezuela de Maduro. E se lhe parece pouco, pondere esta frase proferida pelo ditador no dia 27 de junho:
Si Venezuela fuera sumida en el caos y la violencia y fuera destruida la Revolución bolivariana, nosotros iríamos al combate, nosotros jamás nos rendiríamos y lo que no se pudo con los votos lo haríamos con las armas, liberaríamos nuestra patria con las armas.
Resumindo, o que o PT, através de sua presidente, apoia na Venezuela é: 1º) uma constituinte inventada para compensar a perda de apoio popular e a derrota na eleição parlamentar; 2º) uma regra eleitoral que permitirá ao governo vencer mesmo sem votos universais suficientes; 3º) uma sentença do ditador determinando que vai às armas (e ele tem todas) se ainda assim for derrotado. (Percival Puggina, arquiteto, empresário e escritor) 

Genocídio brasileiro.
O Brasil é o país do crime. Aqui há genocídio das pessoas, genocídio da economia e genocídio da inteligência.
Reza a lenda que na antiga corte do rei da França o jovem príncipe nunca apanhava se cometia alguma peraltice. Quando o herdeiro era pego em alguma falta, os tutores escolhiam algum dos amiguinhos do príncipe para apanhar no lugar dele. O objetivo desse estranho procedimento era impressionar e corrigir o herdeiro do trono com os gritos de uma criança inocente.
A história do príncipe que não apanhava foi contada pelo Padre José Kentenich aos seus alunos do Seminário Palotino de Vallendar (Alemanha), em 1912. Consta que os alunos ficaram escandalizados com o costume da antiga corte francesa, qualificando-o como ato bárbaro. Neste momento, Kentenich virou-se para os jovens e disse:
- Mas esta cena se repete todos os dias em nossa vida!
Na verdade, a situação na corte da França - explicou o mestre - era menos injusta. O príncipe ao menos ouvia os gritos do bode expiatório; nós somos surdos a eles. A cada vez que cometemos uma falta, uma negligência, uma mentira, uma omissão ou um pecado, alguém sofrerá em algum lugar do mundo. Mas nós muitas vezes ignoramos completamente a situação da vítima. São gritos silenciosos.
Nosso país está vivendo um pesadelo. O professor Olavo de Carvalho tem insistindo sobre isso há muitos anos, e poucos lhe dão ouvidos!
Um brasileiro é assassinado a cada nove minutos (são 70 mil mortes por ano, mais do que países em guerra declarada). Profissionais de categorias ideologicamente incorretas, como policiais e agentes penitenciários, são mortos como moscas. Em 2017, só na cidade do Rio de Janeiro, foram assassinados 91 policiais, and counting. O número de roubos, assaltos e estupros é igualmente terrificante.
Quatorze milhões de nossos irmãos perambulam à procura de um emprego. Trabalhamos, todos nós, cinco meses do ano para financiar uma enorme máquina ineficiente, voraz e corrupta - e mesmo assim o governo temeroso ainda aumenta os impostos da gasolina.
O QI médio da população brasileira vem caindo progressivamente, em consequência das desastrosas políticas educacionais. Militantes universitários vêm produzindo, através da lavagem cerebral ideológica, uma legião de analfabetos politizados (algo jamais sonhado por Bertolt Brecht).
O nome disso é genocídio. Mas também pode ser chamado de democídio - o assassinato de um povo -, como o fizeram os promotores Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza no excelente livro Bandidolatria e Democídio. Temos o genocídio propriamente dito, com os assassinatos; o genocídio econômico, com o desemprego e o estrangulamento da atividade empreendedora; e, por fim, o genocídio cultural e intelectual. Este último produz um exército de mortos-vivos prontos a falar, agir e votar conforme as ordens do Grande Companheiro. Mas, como já disse Olavo, o pior é o primeiro: pois, para deixar de ser pobre e burro, você precisa estar vivo.
As vítimas dos três democídios brasileiros estão gritando. Quando as ouviremos? (Paulo Briguet) 
No meio da dificuldade está a oportunidade. (Einstein)

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