23 de jun de 2017

Esperando melhoras...

 photo ficando a par_zpsamnwnqnl.gif • Michel Temer cumpre nesta sexta-feira seu último dia de agenda internacional. Ele deve se encontrar com o rei da Noruega antes de viajar de volta ao Brasil. O presidente desembarcará em Brasília em meio à expectativa de que a Procuradoria-Geral apresente denúncia contra ele - o prazo de cinco dias deve terminar na próxima terça-feira. 
• BC sinaliza que pode manter ritmo de queda dos juros. Banco mantém previsão para alta do PIB, mas é pessimista sobre consumo.
• Temer: Brasil está deixando crise para trás. O presidente Michel Temer chegou nessa quinta-feira em Oslo, na Noruega, como parte de uma viagem à Europa com o objetivo de atrair investimentos. Temer afirmou que o Brasil está deixando para trás uma severa crise de sua historia
• Prometido por Paes, legado nos transportes ficou pelo caminho. 
• PMs do caso Amarildo são condenados por corromper testemunhas. 
• Decisão do STF sobre delação da JBS abre caminho para denúncia contra Temer. 
• Câmara aprova fim de multa a quem não portar CNH e licenciamento. 
• Governo aceita 60 anos para mulher na Previdência. Planalto avalia novas concessões para viabilizar a aprovação da reforma. 
• Luiz Fernando Pezão admitiu que pode não terminar seu mandato. Nem eu sei se fico no cargo até 2018, disse o governador do Rio em reunião com servidores sobre atraso em salários. Mais cedo, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio disse ver chance de impeachment do governador. Terei de analisar eventuais pedidos, disse Jorge Picciani. Alvo de investigações por suspeita de corrupção, Pezão pode ter rejeitadas suas contas de 2016, como recomenda o Tribunal de Contas do Estado. 
• O criminalista Antonio Mariz, responsável pela defesa do peemedebista, disse que está aguardando a denúncia para saber quais crimes foram cometidos pelo presidente. O advogado também afirmou que, se Câmara autorizar processo contra o presidente, fará uma defesa preliminar. Mariz questionou a validade da delação de executivos da J&F - apoiada pela maioria do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira. Nessa delação, o benefício dado foi a impunidade, criticou. O MP quer colocar lenha na fogueira de todos os acusados. Temer está sendo investigado por três crimes - obstrução de Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. 
• A despeito das críticas de Mariz, uma denúncia de Rodrigo Janot contra Temer poderia ampliar o desgaste do governo, que sofreu dois reveses com a base nesta semana (a rejeição da reforma trabalhista em comissão do Senado e o alongamento da tramitação da proposta). Vem do Senado mais um sinal de alerta para o presidente: pelo menos 10 senadores se declararam independentes e querem uma pauta própria no Congresso. 
• Presidente da Eletrobrás diz que grupo tem 40% de chefes vagabundos. Em conversa gravada por sindicalistas, executivo, que tem planos de cortar pela metade o quadro da estatal, afirma que há um grupo de funcionários inúteis e safados; posteriormente, em vídeo, pediu desculpas pela veemência das declarações. 
• Fachin dá 5 dias à PGR para denúncia contra Temer. Processo investiga corrupção, obstrução de Justiça e formação de organização criminosa. 
• STF abre novo inquérito contra Aécio, por lavagem de dinheiro. 
• STF forma maioria para manter Fachin como relator da delação da JBS. Por 7 votos a 0, o entendimento que prevaleceu é que acordo não poderá ser anulado; julgamento será retomado na próxima quarta-feira, para os quatro ministros restantes votarem. 
• Novo PGR apoia investigar presidente. Os 8 candidatos dizem ao Estado defender inquérito quando houver indícios de crimes praticados durante o mandato. 
• Em meio ao cenário de crise política, surge um primeiro movimento claro de reaglutinação de forças, à esquerda. A articulação projeta um novo personagem no cenário atual vazio: Guilherme Boulos, do MTST. 
• Após tentar diversificar negócios, Twitter volta às origens para crescer. Depois de comprar startups que vão de marketing digital a inteligência artificial, empresa decidiu focar no produto e agradar o público que já usa a plataforma; companhia, que agora se define como empresa de mídia, viu total de usuários crescer 6% no primeiro trimestre.

• O Antagonista: 
1. Provas documentais e testemunhais condenam Lula. A Folha de S. Paulo, inspirada pelo advogado de Lula, está hipotecando a verdade. Os procuradores da Lava Jato reuniram centenas de provas indiciárias sobre os crimes cometidos no triplex. Eles reuniram também centenas de provas diretas – documentais e testemunhais. A reportagem diz: Pela doutrina, o indício é definido como um fato acessório que tem conexão com o crime. Se alguém, por exemplo, viu um suposto assassino sair correndo do local da morte com uma arma na mão, seu testemunho é um indício. No caso do triplex, ocorreu o contrário: foram os próprios criminosos que confessaram seus crimes. Os réus da OAS, de fato, admitiram o pagamento de propinas na Petrobras e o repasse do apartamento para Lula. Mais do que isso: eles anexaram ao processo as provas materiais desses delitos, demonstrando - por meio de contratos, fotografias, mensagens de e-mail e planilhas - que Lula participou de cada etapa do crime. As provas indiciárias são usadas em todos os lugares do mundo para combater a lavagem de dinheiro. Não se trata de uma bizarrice da Lava Jato. No processo do triplex, porém, há muito mais do que isso. Os advogados de Lula sabem que seu cliente não tem defesa. Tanto que inventaram provas - indiciárias - no último dia do processo. Só a Folha de S. Paulo tem alguma dúvida. 
2. A defesa plantada. Lula ainda pode contar com a Folha de S. Paulo. Uma reportagem publicada nesta sexta-feira diz que a Lava Jato só tem provas indiciárias sobre o triplex do Guarujá. E pergunta: Às vésperas da primeira sentença do ex-presidente Lula na Lava Jato, acusação e defesas vêm travando um debate: indícios são suficientes para condenar? 
3. Lula, entrevistado pela Rede Brasil Atual, disse: Eu já provei a minha inocência. Quero que provem a minha culpa. Eles mexeram com a pessoa errada. Não vou permitir que os meninos da Lava Jato tentem criar uma imagem negativa de uma pessoa que construiu a duras penas, trabalhando durante 50 anos. 
4. A propina que quebrou o Brasil. Os depoimentos de Joesley Batista foram publicados em 19 de maio. No dia seguinte, O Antagonista revelou, a partir de seus relatos, que a JBS repassou 5 milhões de dólares em propinas para a empresa do filho de Guido Mantega. O Globo, nesta sexta-feira, disse que Joesley Batista, interrogado pela Bullish, confirmou esse fato: Joesley também disse que fez um empréstimo de US$ 5 milhões para um filho do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. A empresa do filho do ministro quebrou e o empréstimo não teria sido pago. O empresário disse ainda que, quando Mantega assumiu o BNDES, em 2005, passou a fazer pagamentos mensais a outro empresário, Victor Sandri, amigo do ex-ministro. A imprensa pode acusar Joesley Batista de ter protegido Lula. Mas é fundamental também investigar as provas que a JBS entregou à PGR, seguindo o rastro dos pagamentos de propina para o PT. É o que este site está fazendo. 
5. Exclusivo: A outra pedalada de Mantega. Joesley Batista disse que Guido Mantega, o ministro das pedaladas, mandou-o repassar 5 milhões de dólares em propinas para a empresa Pedala Equipamentos Esportivos, de venda online. Na verdade, deve se tratar da pedala.com.br, registrada em nome de Dannyel Filgueiras, sócio de Leonardo Vilardo Mantega na Epicom. Leonardo Vilardo Mantega é filho de Guido Mantega. A PGR tem de descobrir se Lula autorizou o saque em sua conta corrente da propina ou se Guido Mantega simplesmente roubou os 5 milhões de dólares do comandante máximo da ORCRIM. 
6. O rastro da propina do PT. Joesley Batista, na quarta-feira, confirmou à Bullish que a JBS depositou nos Estados Unidos 150 milhões de dólares em propinas em nome de Lula e Dilma Rousseff. Ele confirmou também que o dinheiro foi inteiramente pago no Brasil, durante a campanha de Dilma Rousseff. Agora é preciso detalhar esses pagamentos. A JBS transferiu apenas dinheiro em espécie (150 milhões de dólares?) ou pagou fornecedores e empresas de fachada indicadas pelo PT? Alguns trechos do depoimento de Joesley Batista, reproduzidos pelo Jornal Nacional: a conta aberta no exterior, mencionada em sua delação, teve depósitos, e periodicamente, os extratos eram apresentados a Guido Mantega, apenas para controle; que quando os valores precisaram ser utilizados, na campanha de 2014, as transferências foram realizadas todas no Brasil
7. Guido Mantega ainda está solto. A TV Globo teve acesso ao depoimento que Joesley Batista prestou à PF, dois dias atrás, na Bullish, que investiga o pagamento de propinas no BNDES. Ele disse que o esquema iniciou em 2005, quando Guido Mantega era presidente do banco. Ele disse também que sem a pressão e o acompanhamento de Guido Mantega, a JBS não teria conseguido o empréstimo necessário para a compra da Swift. 
8. PF no rastro das joias de Lourdinha. A Calicute está nas ruas. Os agentes da PF tentam encontrar as joias desaparecidas de Adriana Ancelmo. Diz o G1: Desde o início da manhã, os agentes estão nas ruas para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços que seriam de ex-funcionário de Sérgio Cabral e Adriana, e da irmã da ex-primeira dama.
• EUA suspendem compra de carne in natura do Brasil, Departamento de Agricultura americano citou preocupações sanitárias com a carne fresca vinda do país e cobrou medidas corretivas do governo brasileiro; O secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, anunciou a suspensão de todas importações de carne fresca do Brasil, devido a recorrentes preocupações sobre a segurança dos produtos destinados ao mercado americano, informa O Globo. A suspensão dos embarques valerá até que o Ministério da Agricultura brasileiro tome medidas corretivas que o USDA considere satisfatórias. 
• No dia da visita de Temer, Noruega corta R$ 167 mi de verba para a Amazônia. País escandinavo vai reduzir doação após alta no desmatamento. 
• Plano antiterrorismo de Macron limita direito de culto e amplia poder policiar. Sob críticas de defensores de liberdades individuais, governo propõe expansão definitiva dos poderes das autoridades para combater radicalismo; entre as medidas está a possibilidade de fechar templos que promovam o extremismo. 
• Brasil se deteriora rapidamente. O Valor informa que a Fundação Konrad Adenauer, ligada à União Democrata-Cristã, divulgou relatório em que alerta sobre a deterioração das instituições brasileiras. O documento diz que não há solução à vista para a profunda crise política, que Michel Temer sobrevive com manobras questionáveis e que o país perde importância no cenário internacional. A fundação chama de farsa o julgamento do TSE que absolveu a chapa Dilma-Temer, o que mostra que a Justiça vem sendo mais e mais politizada. O Executivo e o Congresso estão menos voltados ao ato de governar do que à contenção dos danos, enquanto a Justiça se politiza, causando prejuízos duradouros à democracia brasileira. Por enquanto, não há saída à vista.
• UE abre porta para reversão do brexit. Medida careceria de aval de países membros e de Londres. 
• Projeto do Trumpcare no Senado já enfrenta oposição. Quatro republicanos fazem objeções ao texto, o que pode impedir aprovação. 

Novos partidos.
A esquerda articula um partido contra o PT, mas o fundamental é a reforma política./ Enquanto políticos, analistas e meros mortais não temos ideia para onde - e para quem - a monumental crise está nos levando, surge o primeiro movimento claro de reaglutinação de forças, e é à esquerda. As articulações projetam, inclusive, um novo personagem nesse atual cenário vazio, desolador: Guilherme Boulos.
Lula é réu cinco vezes e está às vésperas da primeira sentença do juiz Sérgio Moro, por causa do triplex. O PT vem de duras derrotas e seus principais líderes caíram, um a um, como castelo de cartas. Dilma Rousseff, abraçada à ruralista Kátia Abreu, abafou o MST. Quem entrou no vácuo foi o MTST. A esquerda rural anda em baixa, a esquerda urbana está em alta.
Alguém tem ouvido falar de João Pedro Stédile? Ele mobilizou a militância do MST e, por motivos diferentes, conquistou vitórias e amplos espaços na mídia nos anos FHC e Lula, mas a reforma agrária andou para trás com Dilma e, sabe-se lá por quantos outros motivos, ele foi sumindo, sumindo...
Enquanto isso, Boulos foi ganhando musculatura. É interlocutor assíduo de Lula, tem tropa leal e enche as ruas para endeusar ou infernizar quem e quando quer. Como Stedile, é inteligente e tem liderança. A diferença é que Stedile parece paralisado num passado que desmoronou e Boulos acena com o futuro. Não necessariamente como candidato, mas certamente como ator político.
Segundo a repórter Cátia Seabra, Boulos participou de reunião, nesta semana, com representantes da esquerda do PT, do PSOL e de movimentos alinhados, para discutir a criação de um partido, capaz de virar a página do PT, que virou caso de polícia, recuperar o ideário e a credibilidade da esquerda.
Participaram Tarso Genro, ex-ministro da Justiça de Lula, ex-governador do Rio Grande do Sul e um dos ideólogos do PT, e o senador Lindbergh Farias, ex-presidente da UNE nos bons tempos e agora preterido para a presidência do PT pela senadora Gleisi Hoffmann, apoiada por Lula.
E quem não participou? Lula, com um detalhe dado pela repórter: a reunião foi na segunda e Lindbergh se encontrou com Lula na terça, mas não falou nada sobre ela. Consta que Lulinha Paz e Amor ficou uma fera.
Com a Lava Jato fazendo a maior faxina política da história, com a casa e os partidos de pernas para o ar e os políticos feito baratas tontas, o momento é ideal para identificar sobreviventes e novas lideranças e reaglutinar as forças de esquerda, centro esquerda, centro, centro direita e direita. 
Surgirá daí o equilíbrio político do País, com um aceno importante, e equilibrado, do procurador-geral da República, Rodrigo Janot: pau puro para quem roubou, corrompeu e foi corrompido na lista Janot-Fachin, mas punição calibrada para os que aderiram à cultura das campanhas e doações, mas não enriqueceram com ela.
Com isso, dá para passar a peneira e abrir novas perspectivas para o País, lembrando sempre que a democracia é intocável e que todos os políticos têm direito de atuar, mas dentro das suas regras. Assim como a esquerda se rearticula, as demais forças também. Entretanto, a extrema direita defender a volta da ditadura militar não é articulação, é ameaça.
Reaglutinação implica novas lideranças, debates sobre o País e reunião de pessoas que veem o mundo, o Brasil, a política, a economia, o papel do Estado e a força do setor privado sob a mesma ótica. É fundamental nesse processo excluir os condenados pela Justiça e os que criaram falsos partidos só para levar vantagem. Logo, reaglutinação partidária sem reforma política é chover no molhado.
Trio improvável. Gilmar, Lewandowski e Marco Aurélio votam juntos. Quem diria? (Eliane Cantanhêde) 

A guerra fria da corrupção.
É devastadora para a comunidade nacional e internacional. Têm ramificação nos mais diversos países. Há alguns anos, se localizava prioritariamente em países da África. Subitamente apareceu a Odebrecht, contaminando e apodrecendo o mundo, fazendo a África desaparecer do mapa do enriquecimento ilícito.
Surgiram os jornalistas investigativos, que conseguiram uma façanha: obrigaram a Suíça a abandonar as famosas contas numeradas, não receber mais clientes, que notoriamente depositam fortunas roubadas do dinheiro público.
Aí surgiram os Batistas da JBS, que rapidamente se tornaram os mais ricos empresários do país. Apadrinhados e protegidos por presidentes da República. Miraram no BNDES, com dinheiro à vontade, jorrando ininterruptamente, com juros muito abaixo do mercado. E dívidas que não era para serem pagas.
O primeiro benfeitor do grupo JBS, foi o presidente Lula. Deu caminho livre para que o dinheiro do cidadão (BNDES), fosse imediatamente para a JBS. De açougueiros que se tornaram notórios pela propaganda espetacular do FRIBOI, se transformaram em grandes empresários. Jogaram no lixo o avental branco, passaram a usar ternos caros. Denunciados, os Batista reclamaram de Lula, que sem demora demitiu a direção do banco, colocou como presidente o dócil Luciano Coutinho.
Temer imita Lula.
Como presidente do PMDB, depois vice que se dizia decorativo, acompanhou toda a trajetória do grupo JBS X BNDES, manteve o relacionamento blandicioso, pecaminoso, vergonhoso, que sofreu o primeiro choque, quando se transformou em presidente indireto.
Precisava de uma mulher para um cargo importante, encontrou uma, colocou no BNDES, sem examinar seu currículo. O BNDES degradado foi submetido a um processo de lavagem, acabou a roubalheira.
Atingido e apavorado, Joesley telefonou para Temer pelo celular particular que recebera no primeiro encontro. Protestou, contou que estava sendo prejudicado, ameaçou tomar providencias, Temer pediu tempo.
Foi rápido, chamou ao Planalto o presidente do BNDES, exigiu sua demissão. Surpreendida, hesitou: Temer interpretou como resistência, colocou à sua frente o já preparado pedido de demissão por motivos pessoais, ela assinou e foi embora decepcionada e com um elogio falso.
Demissão em vez de Impeachment.
Câmara e senado, estão dominados pelos subterfúgios. Os que controlam as duas casas, acusados e apavorados, tentam projetos estranhos e até disparatados. Ontem, a CCJ do Senado (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou o que a indústria automobilística chama de recall. Ou seja, a troca de peças que não funcionam.
Do ponto de vista político, o que aprovaram: a substituição do presidente da República. Só que em vez do impeachment, que foi apresentado em diversos momentos, e só aprovado em dois, seria o que chamam de revogação. Mas não sabem quando começaria a ser utilizado. Parece apenas uma ameaça contra Temer ou a favor de Temer. Depende das circunstâncias.
Ou a prova de que esse legislativo é uma vergonha.
Picciani x Pezão.
Estamos vivendo em plena Era da imoralidade, indignidade, falta de credibilidade. O presidente da ALERJ, é o apogeu dessas três palavras. Pois ontem à tarde, na televisão. Fez a seguinte declaração: O Estado do Rio só tem salvação, com intervenção ou impeachment do Pezão.
Não quero defender o governador, mas o último a poder acusá-lo é o presidente da Alerj. Pelo passado e o presente. E principalmente depois das reportagens revelações do jornalista Chico Otavio. Especialista em jornalismo investigativo.
Maia, a fala do trono.
Assim que a CCJ do senado, aprovou uma suposta substituição circunstancial do presidente da República, resolveu se manifestar. Deve ter imaginado, também sou presidente não posso ficar calado, e tenho que me expressar logo, Temer poderá estar chegando.
Imediatamente, decretou: Isso trará intranquilidade, não passa na Câmara. E foi descansar, a presidência da República é cansativa.
A manutenção de Fachin.
Ontem, quando a sessão foi suspensa, escrevi: Fachim será mantido como relator, e validada a delação da JBD. Isso alcançou a maioria, a maioria, eram 16,20. Apesar disso, O ministro Toffoli continuou falando inutilmente por mais 1 hora.
Toffoli e Gilmar Mendes, são os cosmopolistas do exibicionismo. O ministro sem toga, tentou acusar ministros de contradição, levou resposta dura e veemente de Roberto Cardoso, saiu. Mas infeliz volto Toffoli continuava ostentando o que não interessava.
Supremo: mais prorrogação.
A sessão de hoje, vinha de ontem, garantiam o final para esta quinta. Com 7 a 0.faltando apenas o voto de 4 ministros, decidiram: levantaram os trabalhos, que continuarão na quarta próxima. 17,45, muito tarde. Os ministros moram longe, têm dificuldades conhecidas de transporte.
PS1 - Os ministros fazem todos os sacrifícios, incompreendidos.
PS2 - A Suprema Corte dos EUA, julga no máximo 100 processos por ano. Comparem com os números da Corte brasileira. (Helio Fernandes) 
Senhor Deus dos desgraçados! / Dizei-me vós, Senhor Deus! / Se é loucura… se é verdade/ Tanto horror perante os céus?! (Castro Alves)

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