2 de mai de 2017

E nos chamam de racionais...

 photo sounormal_zpsglhsirc5.jpg • Base aliada prevê atraso na votação da reforma da Previdência. Plano inicial do governo era votar nesta semana o parecer da reforma da Previdência na comissão especial que analisa o tema na Câmara; Governo discute adiar votação da reforma da Previdência. A ideia é estender a discussão do texto, etapa que seria vencida nesta terça. 
• Fim do foro, reforma trabalhista e CPI da Previdência marcam semana no Senado. 
• Para Temer, modernização das leis trabalhistas marca 'momento histórico'. Em pronunciamento, presidente diz que mudanças devem corrigir desigualdade salarial entre os gêneros. 
• Queda da inflação melhora renda, mas consumo segue retraído. Desemprego e endividamento das famílias devem travar poder de consumo até o fim do ano. 
• Brasileiros estão menos pessimistas com a economia. Pesquisa Datafolha indica redução daqueles que esperam piora no país. 
• Rejeição a reformas, captada pelo Datafolha, está ligada à frustração do eleitorado com a classe política.
• Norma deve ampliar verba a grandes siglas. Criação de uma cláusula pode aumentar em 25% os repasses a partidos. 
• Greve geral contra reformas foi só o começo. Centrais sindicais ameaçam ocupar Brasília contra aprovação de mudanças. Centrais sindicais ameaçam greve de 2 dias e invasão de Brasília. 
• Cervejaria apontada como laranja doou a 81 políticos. Citada como fachada para a Odebrecht repassar propina, Itaipava registrou R$ 11 milhões em doações eleitorais; 57 dos beneficiários estão fora da lista de Fachin. 
• Maranhão confirma sete pessoas feridas em conflito indígena no município de Viana. Governo estadual declara que não houve indígenas com as mãos decepadas, mas com fratura exposta. 
• Gilmar Mendes manda soltar Eike Batista. Depois de quase três meses preso, o Supremo Tribunal Federal mandou soltar Eike Batista. O empresário é réu por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 
• Temer pretendia convidar Dilma e Lula a debater reforma política. No mesmo dia, Lula rechaçou a possibilidade de um encontro. (Veja) 
• Eike pagou dívida de Haddad, diz Mônica. Em depoimento ao TSE, mulher de João Santana não soube explicar por que o empresário se interessou em quitar débitos ligados ao candidato. 
• População sem-teto triplicou no Rio. O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, vai fazer um convênio com cerca de 70 igrejas evangélicas da cidade para acolher a população de rua. No encontro entre ele, a secretária de Assistência Social, Teresa Bergher, e representantes das igrejas ficou acertado que as instituições vão abrir suas portas para os sem-teto. Desde 2013, a quantidade de pessoas em situação de rua saltou de 5.500 para 15.000. 
• Base de Temer disputa espólio de Lula. Políticos miram no Nordeste e simulam cenários para 2018; integrantes do PMDB buscam composições para ter o ex-presidente no palanque. 
• STF julga nesta terça habeas corpus de Dirceu. Ex-ministro teve a prisão preventiva decretada em agosto de 2015 e já foi condenado duas vezes por Moro; MPF faz 3ª denúncia contra Dirceu no dia em que STF julga habeas corpus. São 33 crimes de lavagem de mais de R$24 milhões, alega o MPF. 
• Novo presidente da Alesp quer votar proposta que permite presença de cães nos trens do metrô. 
• Companhias aéreas ainda não têm data para cobrar bagagem. Cai liminar que proibia a cobrança por bagagens despachadas. Juiz do STJ liberou a cobrança, que passa a valer assim que a decisão for publicada. 
• Nova Lei de Migração brasileira ganha destaque em organismos internacionais. Lei proposta pelo atual ministro Aloysio Nunes reduz burocracia. 
• Lula foi chamado de ladrão em ato de trabalhadores, em São Paulo. No ato da CUT, teve quem pedisse a prisão de Lula.
• O Antagonista: 
.# Antonio Palocci, codinome Italiano, usa codinomes em sua proposta de delação premiada. Diz a Folha de S. Paulo: “Antonio Palocci já rabisca a delação premiada que pretende fazer com a Operação Lava Jato. A ideia é não abrir todo o jogo logo de cara para os investigadores, falando de situações sem entregar todos os santos, ou seja, usando codinomes e não os nomes reais até que as negociações avancem”. O Antagonista sabe que ele se refere a Lula como o “chefe”. 
.# A Folha de S. Paulo trata a delação premiada de Antonio Palocci como “a mais explosiva já feita por um único réu da Lava Jato”. Antonio Palocci assumiu a tarefa de arrecadador clandestino de Lula depois do assassinato de Celso Daniel. Se ele quiser se refugiar em Veneza, depois de delatar o chefe, O Antagonista lhe oferece hospedagem. 
.# Adriana Ancelmo reclama de suas joias. Adriana Ancelmo reclamou da qualidade das joias compradas com dinheiro de propina. O Globo publicou uma de suas mensagens à H. Stern: Bom dia, Christiane! Conforme solicitação da Daniela, segue o email que a cliente me enviou: "SI vcs não deveriam nem ter!! Nem as piores do mercado trabalham mais com essa classificacao!! E impresionante que uma loja como essa não tenha uma gama maior de opçoes. Ate a Rosane Mecler tem várias das maiores, de todas as clasificaçoes, e diga-se de passagem, muito trabalha com SI)m Enviado do meu BlackBerry® wireless da Oi." Quem roubou dinheiro até de próteses ortopédicas tem o dever de exigir o máximo. 

• EUA confirmam que escudo antimísseis Thaad já está funcionando em Seul. Trump admite que se encontraria com o ditador Kim Jong-Um. 
• Maduro ignora Parlamento e convoca Constituinte. Maduro pede Constituinte popular sem voto universal. Oposição venezuelana classifica como golpe de Estado a decisão do governo. 
• OEA: saída da Venezuela não é carta branca para ditadura. 
• Uruguai dá início a venda de maconha em farmácias. Junto com o comércio, começará campanha que adverte sobre males da droga.
• Na França, sindicatos pedem voto contra Le Pen. Manifestações no 1º de Maio reuniram 142 mil pessoas, 30 mil delas em Paris. May pedirá dissolução do Parlamento britânico à rainha Elizabeth II. 

Temer inicia retaliações: A caneta vai funcionar.
Às vésperas da votação da proposta de reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, Michel Temer deflagrou o processo de retaliação dos seus aliados infiéis. A caneta vai funcionar, disse, referindo-se à demissão de apadrinhados dos deputados que pularam a cerca na votação do projeto que modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Reunido com 11 ministros e líderes partidários no Palácio da Alvorada, em pleno feriado do Dia do Trabalhador, o presidente informou que a primeira leva de exonerações será publicada no Diário Oficial desta terça-feira (2).
Sob Dilma Rousseff, os silvérios do governo não perdiam por esperar. Ganhavam. Apunhalavam o Planalto no Legislativo, faziam pose para o eleitorado e continuavam usufruindo de todas as benesses que a máquina pública é capaz de bancar. Dilma fazia cara feia, ameaça cortar a ração de cargos e verbas, mas acabava recuando. Deu no impeachment.
Herdeiro da mesma coligação gelatinosa que destronou a antecessora, Temer decidiu evoluir da ameaça para a ação. Fez isso ao perceber que governistas leais começavam a invejar os colegas infiéis, adeptos da tese segundo a qual, num casamento com o governo, a felicidade conjugal, quando existe, é extraconjugal. Em homenagem à fidelidade, Temer decidiu restringir o bônus do governismo àqueles que revelam disposição para arrostar o ônus da aprovação de medidas impopulares. Não dá para ficar dos dois lados, sintetizou um ministro. Votar contra e manter os cargos não é razoável.
Estiveram com Temer os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Antonio Imbassahy (Coordenação Política) e Mendonça Filho (Educação). Foram também ao Alvorada os deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), Agnaldo Ribeiro (PP-PB), Arthur Maia (PPS-BA) e Heráclito Fortes (PSB-PI). Pelo Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). O encontro contou com a assessoria técnica do secretário de Previdência da pasta da Fazenda, Marcelo Caetano.
Decidiu-se manter para esta quarta-feira (3) a votação da reforma da Previdência na Comissão Especial. O colegiado tem 37 membros. Para prevalecer, o governo precisa de maioria simples: 19 votos. Fez as contas e concluiu que terá algo entre 23 e 25 votos. Fará um arrastão na comissão, para substituir governistas claudicantes e preencher uma cadeira que está vaga. Além do texto-base, será necessário votar emendas apresentadas pelos deputados. Estima-se que parte da votação pode ficar para quinta-feira.
Vencida esta fase, a proposta seguirá para o plenário da Câmara. Ali, Temer precisará de 308 votos. É esse o quórum mínimo exigido para aprovar, em dois turnos de votação, uma emenda constitucional. O Planalto ainda não dispõe de musculatura para levar tantos votos ao painel eletrônico da Câmara. A tropa receia comprometer a própria reeleição em 2018, pois 71% dos brasileiros rejeitam a ideia de bulir com a Previdência. Na votação da reforma trabalhista, também abominada por mais de 60% dos eleitores, exigia-se maioria simples. E o governo cravou 296 votos. Não cogita levar a Previdência a voto enquanto não tiver certeza de que dispõe de alguma coisa ao redor de 330 votos, duas dezenas além do necessário.
Foi para o beleléu a pretensão do governo travar a batalha da Previdência no plenário da Câmara em 8 de maio. O Planalto se dará por satisfeito se conseguir aprovar sua reforma até junho, antes das férias dos parlamentares. Nessa hipótese, a apreciação da matéria no Senado ficaria para o segundo semestre. Temer repetiu na reunião do Alvorada que não cogita autorizar novas alterações no texto da reforma, já bem diferente do original. Seus aliados forçarão a porta. (Josias de Souza) 

Sergio Cabral e a mulher em Curitiba.
Total perda de tempo. É evidente que o ex-governador tem todo o direito de se defender, desvirtuando as acusações, depreciando os fatos, e tentando colocar a sua versão. Mas nos 7 processos contra ele, é réu por 7 vezes, o que confirma seu comportamento estarrecedor quando era governador.
Começou confirmando o crime menor, errei comprando joias e roupas com dinheiro de caixa 2 e sobras de campanha, é sempre assim. Não elevou a voz, manteve o tom conciliador. Quando perguntado sobre a participação da mulher, foi veemente e disse alto: Estou indignado (textual), ela não tem nada com isso. Todo o resto da roubalheira, negativa completa. Incluindo o projeto da refinaria de Comperj, destruiu uma cidade, prejudicou milhares de trabalhadores.
O depoimento da mulher, esse então, de uma desfaçatez impressionante. Resumiu tudo numa frase, meu relacionamento com o Sergio sempre foi matrimonial e não financeiro. Eu não sabia nada dos seus negócios. O trabalho como governador, o enriquecimento ilícito e o espantoso, tudo foi traduzido como negócios.
Perguntado sobre as joias, respondeu: Ele realmente me dava presentes caros, eu perguntava se comprara com dinheiro legítimo, ele respondia que sim, eu ficava satisfeita. Respondeu também que só se concentrava com o escritório. Sergio não está mais magro, como disseram. Deprimido, basta olhar para ele, verificar a compreensível depressão. Com um futuro que permitia todas as estimativas mais positivas, trocou tudo por uma fortuna inimaginável, que não poderá nem localizar nem desfrutar.
A realidade indestrutível do ex-governador: 7 processos, 7 vezes réu, ninguém consegue explicar a razão de não ter sido condenado nenhuma vez. A única esperança se chama Gilmar Mendes. Afinal, ele e Eike foram presos no mesmo dia. E um dos grandes corruptores do então governador, foi libertado: Eike Batista. (Helio Fernandes) 

A rebelião dos pelegos.
É impossível negar o que todos constataram. No último dia 28 ocorreu no Brasil uma rebelião de sindicalistas que, mediante um sem número de ações criminosas, impediram o ir e vir dos cidadãos. Convém, a propósito, ler o disposto no Código Penal sobre crime de constrangimento ilegal:
Art. 146 - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, (...) a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda. Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa. A pena se agrava quando, para a execução do crime, se reúnem mais de três pessoas.
Ora, em muitos casos havia mais pneus queimando do que delinquentes praticando o crime de constrangimento ilegal. Mas, visivelmente, sempre eram mais de três a pôr fogo na pista, com a finalidade de impedir a população de fazer o que a lei permite. A necessidade de ostentar como adesão à greve aquilo que foi o seu inverso, ou seja, a paralisia forçada de um sem número de atividades, incluiu a reiterada prática de uma outra conduta criminosa capitulada no Código Penal:
Art. 163 - Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia. Pena - Detenção de um a seis meses ou multa. Uma das hipóteses de agravamento da pena se refere, especificamente, ao dano causado em patrimônio público.
Convocaram a greve geral com voz de gente grande, como expressão de uma eminente tarefa, mas se comportaram qual marmanjos incivilizados. Como pretende essa esquerda voltar ao poder se nem uma greve assim é capaz de realizar? O evento foi do esmero do planejamento à selvageria da execução. A data, escolhida a dedo na folhinha: sexta-feira, véspera de feriadão. O Brasil já estaria em slow motion natural, com milhões de brasileiros na malemolência da beira da praia, sob o sol dos trópicos. Passo seguinte, cometeram duas nítidas incongruências: 1ª) terceirizaram, a soldo (a CUT terceirizando!), contratando ações de fechamento de rodovias, avenidas, pontes, ferrovias; e 2ª) buscaram, à base de miguelitos e queima de ônibus, o objetivo principal do desastrado empreendimento - a paralisia forçada do transporte de passageiros. Tudo em nome da liberdade de manifestação. Tudo em nome do butim de R$ 2,1 bilhões referentes à contribuição sindical compulsória.
E o povo?, perguntará o leitor destas linhas. O povo não conseguiu chegar aos hospitais ou comparecer a consultas médicas. O povo ficou parado nos congestionamentos forçados, impedido de cumprir tarefas e honrar compromissos. O povo indignou-se com o constrangimento a que estava submetido. O povo sabia que seus detratores, nutridos com os direitos que lhe tomavam, arrotavam sucesso nos megafones.
De toda aquela atrapalhação não se aproveitou um discurso, não surgiu uma ideia útil para as reformas, nada aconteceu que conferisse substância e força aos que as antagonizavam. O fracasso da greve geral se mede pelos milhares de vezes, Brasil afora, que o Código Penal foi violado para que a rebelião dos sindicalistas se tornasse visível. (Percival Puggina, arquiteto, empresário e escritor) 

Bonecas de crochê.
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. 
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo. 
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. 
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria. 
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. 
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. 
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou: - Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento. Feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê. 
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.
- Querida!!! - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas, só sobraram duas. (Autor Desconhecido)

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