2 de out de 2016

Brasil vai às urnas.

Eleições no Brasil photo Flag of Brazil_zpsl6wqjwlf.png As eleições no Brasil acontecem a cada dois anos, a exemplo dos prefeitos e vereadores em 2012 e dos presidentes, governadores, deputados e senadores em 2014. Os mandatos de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, federais, governadores e do presidente da República duram quatro anos; o dos senadores por oito anos.
As eleições são realizadas no país a nível local desde o século XVI, sendo o corpo eleitoral alargado com o passar da evolução histórica[carece de fontes]: os homens adultos, acima de 21 anos, independentemente de renda, somente com o advento da República; as mulheres, somente a partir de 1932; os analfabetos, e maiores de 16 anos, somente a partir da Constituição de 1988.
O voto também é secreto desde 1932, com a edição do Código Eleitoral, que vem sendo periodicamente revisado, e regulamenta todo o procedimento, desde o alistamento dos eleitores, até a contagem dos votos, a fiscalização e participação dos partidos, a propaganda e os crimes eleitorais[carece de fontes]. Da mesma data é a criação da Justiça Eleitoral, cujo órgão máximo é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que organiza, dirige e coordena as eleições. O atual é a lei nº 4.737/1965, além da chamada Lei das Eleições nº 9.504/1997.

 photo minhaurna_zpshhkvkgvt.jpgO atuais 144 milhões de eleitores brasileiros vão escolher neste domingo prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país. 
• País descobre saldo da minirreforma eleitoral neste domingo. Com menos tempo de propaganda e sem o financiamento de empresas, candidatos tiveram de modificar as campanhas; debates e carreatas ganharam peso. 
• Partidos não investem e participação da mulher nas eleições continua baixa. 
• Eleições 2016 têm mais candidatos do que no último pleito, há quatro anos. Inscreveram-se 496.892 mil pessoas, neste ano, para disputar uma vaga de prefeito, vice-prefeito ou vereador, ante 481.783 mil brasileiros em 2012. 
• Presidente do TSE garante sigilo de voto e segurança nas eleições. No pronunciamento à nação, veiculado às 20h30, Mendes também condenou a prática de compra de votos e lembrou que trocar votos por favores ou dinheiro é crime. 
• Tanques do Exército reforçam segurança em municípios da Baixada durante eleições. 
• Boris Casoy surpreende espectadores ao fazer agradecimentos inusitados durante despedida da Band para a Rede TV. 
• INSS vai investigar tratamento diferenciado para a aposentadoria de Dilma que se aposentou menos de 24 horas depois de ter assinado, em 31 de agosto, a notificação do Senado que oficializava que o impeachment tinha sido aprovado. Ela obteve a remuneração mensal de R$ 5.189,82, teto da Previdência. O tempo médio de espera para se aposentar no Brasil é de 74 dias, segundo o INSS. Em Brasília, onde o pedido de Dilma foi deferido, é de 115 dias. 
• Diplomatas comemoram o fim da baixaria PT. Diplomatas vibram com fim de humilhações e furtos nas comitivas. 
• Orçamento de Temer corta verba para reforma agrária. Proposta do governo reduz repasse a programas para índios e agricultores. 
• PF investiga Lula por antena próxima a sítio em Atibaia. Inquérito apura relação do ex-presidente com a Oi, dona do equipamento. 
• Colômbia faz plebiscito para chancelar paz e definir rumo. 33 milhões são esperados para aprovar ou rejeitar acordo entre Estado e as Farc. 

A volta do dilmês José Eduardo Cardoso ficou fluente na língua da sua cliente mais famosa.
No âmbito do sistema presidencialista adotado pela nossa lei maior, não se pode ter por admissível que uma maioria parlamentar, mesmo que expressiva, possa vir a decidir o impeachment de um presidente da República, sem a invocação plausível e minimamente demonstrada da real ocorrência de um crime de responsabilidade, ou sem que se respeite os princípios constitucionais do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. Foi, porém, o que ocorreu. (José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e advogado de defesa da ex-presidente Dilma Rousseff, no mandado de segurança em que pede ao STF a anulação do processo de impeachment da presidente, confirmando que está cada vez mais fluente no subdialeto dilmês data vênia) (Augusto Nunes) 
Errar é humano. Culpar outra pessoa é política. (Hubert H. Humphrey)

Nenhum comentário: