11 de set de 2016

Barreiras a deficientes, até quando…

 photo mortedosabido_zps2iubyobk.jpg • Com os exemplos nas Paralimpíadas, não há como dizer não aos direitos deles.
• Sem a reforma da Previdência, Brasil corre risco de empobrecer. Crescimento mais acelerado da força de trabalho deve ter fim em 2030. 
• Tarifa de água do Rio deve subir após concessão da Cedae. 
• Governo vai tocar processos, diz nova chefe da Advocacia Geral da União. AGU afirma que providências serão tomadas no âmbito da Lava Jato. 
• Operação contra perda em fundos foi gestada em CPI. Cérebro da Greenfield, procurador recolheu dados em comissão de 2015. 
• Empresas trocam regime de impostos para pagar menos. Indústrias beneficiadas por desoneração da folha voltam a sistema antigo. 
• Um em cada 4 candidatos que disputam reeleição nas capitais trocou de partido. 14 dos 20 candidatos à reeleição nas capitais declararam ter patrimônio menor. Cidades com poucos candidatos fazem até acordo para rodízio de vereadores. 
• Caso Eduardo Cunha caminha para desfecho após 355 dias.
• Defesa de Lula entra com recurso no STF contra decisão de Teori. 
• Pedro Parente: Em 5 anos, Petrobras terá virado a página. Ele diz que ritmo de venda de ativos manterá intensidade até 2018. 
• Ressuscitar as estatais. Petrobras e Eletrobras têm longo caminho até que se desfaça o efeito dos prejuízos impostos pelo PT. 
• Núcleo duro do governo começa a defender reforma ministerial só em 2017. 
• O assalto aos Fundos de Pensão vai mandar ainda mais petistas para a cadeia. De acordo com a Época, um dos alvos da operação Greenfield, detido em São Paulo, sinalizou, já no primeiro depoimento, que pretende colaborar com as investigações e fazer acordo de delação premiada. A reportagem não revela o nome do delator. Mas diz que o presidente do Funcef, Carlos Alberto Caser, deve entregar José Dirceu, João Vaccari Neto e outros petistas graúdos em um escândalo de bilhões de reais
• Hugo Motta, um deputado com a família em apuros. Mãe de deputado é presa por indício de envolvimento em superfaturamento de contratos. As investigações apuram irregularidades em licitações e contratos públicos, principalmente em razão de serviços de locação de veículos. Ilana Motta é mãe do deputado federal Hugo Motta. A avó Francisca foi afastada do cargo de prefeita de Patos. A mãe Ilana e o padrasto René Caroca foram presos por suspeita de corrupção. E o pai Nabor teve a candidatura a prefeito impugnada por improbidade administrativa. 
• PF deflagra operação e acusa deputada e prefeito afastado de Montes Claros por desvio de verbas. Operação Véu Protetor visa desarticular quadrilha que atuava no norte de Minas. Entre os envolvidos estão Raquel Muniz (PSD) e seu marido, o prefeito afastado de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB). 
• Candidatos pelo país fazem malabarismos para se bancar. Essa é a primeira eleição desde que doações de empresas foram proibidas. 
• TSE investiga mais de R$ 200 mi com indício de irregularidades em doações eleitorais. Entre as suspeitas estão as doações de pessoas com aparente falta de capacidade econômica, em valores que somam R$ 168,3 milhões, e doações feitas por sócios de empresas que receberam dinheiro público. 

• Em Karachi, no Paquistão, prefeito eleito está atrás das grades.
• Coreia do Norte quer ser reconhecida como potência nuclear legítima. 
• Ao menos 14 mortos e 200 feridos por terremoto na Tanzânia. 
• Acordo entre Rússia e EUA para tentar trazer paz para Síria é frágil e enfrenta ceticismo. 
• EUA ainda temem novo atentado como 11 de Setembro. Apesar de trilhões gastos em guerras, população nunca se sentiu tão insegura.
• Homenagem às vítimas do 11/9 no 15° aniversário dos atentados. 
• Os americanos recordaram neste domingo o 15° aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001 com uma cerimônia sóbria no Marco Zero, em Nova York, para homenagear os quase 3.000 mortos; Os candidatos à Casa Branca, a democrata Hillary Clinton e o republicano Donald Trump, fizeram uma pausa em suas campanhas para comparecer à cerimônia ao lado de policiais e de parentes das vítimas no Marco Zero, onde agora existem um museu e o memorial do 11/9. O minuto de silêncio aconteceu às 8H46 (9H46 de Brasília), momento em que o primeiro avião de passageiros sequestrado atingiu a Torre Norte do World Trade Center; Reação detonou facções no mundo todo, diz especialista. Ameaça de ataques foi pulverizada em grupos inspirados por milícias como EI. 
• Por que os EUA ainda vivem em estado de emergência nacional 15 anos após o 11 de setembro. Ordem de então presidente George W. Bush que dá poderes extraordinários ao chefe do Executivo ainda está em vigor. Isso não é uma metáfora, mas uma realidade legal; Três dias depois dos ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono, o então presidente George W. Bush emitiu a ordem 7.463, que decretou uma emergência nacional e atribuiu poderes extraordinários ao chefe do Executivo. Desde então, esta ordem foi renovada todos os anos por Bush e, em seguida, pelo seu sucessor, o atual presidente Barack Obama. A renovação mais recente foi em 30 de agosto; Esta declaração permite a quem ocupa a Casa Branca adotar medidas excepcionais como, por exemplo, aumentar o tamanho da reserva das forças armadas ou convocar oficiais reformados; Isso não é tudo. O advogado Patrick Thronson disse à BBC Mundo que essa ordem também dá base legal para a luta contra o grupo auto denominado Estado islâmico e tem sido fundamental para que os Estados Unidos possam ter presença militar em 135 países do mundo. 


Cassação de Cunha trará o imponderável.
Se não houver compromisso com o combate à corrupção, este governo vai derreter, disse Fabio Osório antes de ser demitido da AGU porque contrariou os esforços para abafar a Lava Jato. Sua demissão foi uma evidência dessa falta de compromisso. Outra, bem eloquente, está na passividade do governo diante da votação de segunda-feira para cassar o mandato de Eduardo Cunha. A cassação assombra, mas a salvação também será péssima para o governo, fortalecendo a ideia de que colabora com a grande pizza que vem sendo amassada no pós-golpe.
Cassado, Cunha perderá o direito ao foro especial do STF e os processos a que responde serão transferidos para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba, onde sua mulher já foi indiciada. Nesta hora é que ele passará de fato a assombrar o governo, o PMDB e outros partidos. Se for preso e levado para Curitiba, dificilmente deixará de negociar um acordo de delação premiada, possibilidade que ele já negou muitas vezes. Mas em Curitiba, todo mundo muda de opinião a este respeito.
Eduardo Cunha detém os segredos da cúpula do PMDB e do próprio Michel Temer. Tem sido convenientemente esquecida, por exemplo, a troca de mensagens que ele teve com Leo Pinheiro, da OAS, em que reclama por ter sido feito diretamente a Temer um pagamento de R$ 5 milhões, sem o prévio acerto com os outros do PMDB. Por tudo que Eduardo Cunha representa e sabe, sua eventual cassação pode ser um demarcador no destino do atual governo.
Quem conhece o atual Congresso e a matreirice do ex-presidente da Câmara não ousa fazer prognósticos sobre o resultado da votação de segunda-feira. Há levantamentos indicando número suficiente de votos (mais de 257) para cassá-lo, mas a negaça é uma das características do Centrão, grupo que congrega os aliados de Cunha. Se puderem, eles vão preservar pelo menos os direitos políticos dele. Pode ser também que falte quórum. Pode ser que falte o número de votos. Tudo pode acontecer. Dê no que der a votação de segunda-feira, não será bom para o governo. A salvação de seu mandato aspergirá o cheiro de pizza podre. A cassação trará o imponderável. (Tereza Cruvinel) 


Caminhando na contramão.
Realmente, nada é perfeito neste nosso mundo brasileiro! Depois de termos ficado livre da mais grave doença que já se abateu sobre esse País - o PT-sindical apóstata - temos visto, a cada dia, algumas mancadas e impropriedades deste novo governo, capitaneado pelo sr. Temer!
Tropeços, inconveniências, escolhas duvidosas, decisões que nascem e têm de ser retiradas, pelo estrago que fazem...
A última, apareceu esses dias, pelas mãos do Ministro do Trabalho, o sr. Ronaldo Nogueira. Em reunião com os sindicalistas, falando sobre a Reforma Trabalhista que deve ser encaminhada ao Congresso Nacional, saiu-se o sr. Ministro, com essa pérola: ...a jornada poderá ser flexibilizada, chegando a 12 hs. diárias de trabalho....
O sr. Robson Andrade, presidente da CNI, logo veio à campo, elogiando a novidade e citando a França, onde o presidente Holland, sem aprovação do Parlamento, conseguiu emplacar 12 hs, diárias e 80 hs, semanais! 
Com a celeuma criada, o sr. Temer chamou às falas o seu Ministro do Trabalho e ordenou que ele desmentisse essa alternativa!...
Aumentos de jornadas de trabalho, parecem estar na contramão do que praticam hoje, a maioria dos Países civilizados... No Brasil, a jornada oficial é de 44 hs. semanais, apesar de muitas de nossas Empresas já praticarem as 40 hs, semanais. Nossos sindicatos, há anos, tentam tornar a jornada de 40 hs. semanais, como a oficial...
Além das incontestáveis vantagens para a qualidade de vida do trabalhador, jornadas de trabalho menores, poderiam até se constituírem como um eventual fator de diminuição do cruel desemprego que assola hoje todo o País! Principalmente se fossem feitos alguns ajustes que conseguissem diminuir a carga tributária embutida em nosso atual modelo trabalhista!/ Já pensaram se, em um rasgo de criatividade e de inovação, como diz o sr. Ministro, ..a jornada fosse flexibilizada em alguns casos e profissões... adotando-se um modelo de 4 hs. diárias, com uma relativa redução dos salários? E sem uma série de encargos, como restaurantes, alimentação, lanches, etc... Teríamos emprego para o dobro de pessoas...
Vejam abaixo, a experiência sueca, sobre essa questão. Tem lógica e parece ser um caminho possível e adequado para todos...
Vamos aguardar a nossa Reforma Trabalhista!... (Márcio Dayrell Batitucci) 

O que aconteceu na Suécia um ano após a jornada de trabalho ter sido reduzida para 6 horas.
O bem estar da população é assunto sério na Suécia - e, pasmem, não só da população mais rica do país. Esforçando-se para se manter na vanguarda no que diz respeito aos direitos trabalhistas, a Suécia começou, em 2015, a testar a redução a jornada de trabalho, de 8 para 6 horas diárias, sem redução de salário. E os resultados começaram a aparecer.
Passado um ano, as autoridades garantem que o saldo é totalmente positivo: redução de faltas, maior produtividade e melhora até mesmo na saúde dos empregados. Tivemos 40 anos de uma semana de trabalho de 40 horas. Hoje temos uma sociedade com índices mais baixos de faltas por motivos de saúde e de aposentadoria antecipada, afirma Daniel Bernmar, líder do Partido da Esquerda na Câmara Municipal de Gotemburgo, responsável pelo experimento. Daniel espera em breve instituir oficialmente a nova carga.
Algumas empresas tiveram de contratar novos funcionários, mas a maioria garantiu que o aumento da produtividade compensou o horário menor.
Pensamos que a redução da semana de trabalho nos obrigaria a contratar mais funcionários, mas isso não aconteceu, porque todo mundo está trabalhando de modo mais eficiente, disse Maria Brath, fundadora de uma startup em Estocolmo, que há três anos dobra sua receita e lucro anualmente - e o mesmo se deu com a jornada reduzida.
Empregados da Toyota em Gotemburgo garantem estar mais felizes, assim como seus patrões, pois o rendimento da empresa subiu em um ano. A jornada reduzida não é novidade na Suécia - somente um por cento da população trabalha mais de 50 horas por semana. Segundo as autoridades, a jornada menor como a flexibilização dos horários são o futuro do trabalho - ao menos na Suécia, um raro país onde o futuro parece sempre estar de fato logo ali. (Redação Hypeness) 
Meu filho, coma o mel, porque ele faz bem; o favo de mel é gostoso na boca. Saiba que também a sabedoria é assim: se você encontrar, terá futuro, e sua esperança não fracassará! (Provérbios 24 -26)

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