18 de ago de 2016

Rio decreta 'feriado olímpico'. Quer mais...

 photo arremesso_zpsgprrw185.jpg • Definido o rito do julgamento final do impeachment. Sessão começa na próxima quinta-feira (25) e não tem prazo para conclusão. Dilma será ouvida na segunda-feira (29) e responderá a perguntas dos senadores; Dilma Rousseff decide ir ao Senado fazer defesa pessoalmente. Petista, que nega ter cometido fraude fiscal, responderá perguntas em 29/8.
• Defesa pede autorização de Teori para Cunha retomar mandato. 
• Renan ajuda governo e adia sessão da PEC da DRU. Planalto tentou garantir quórum para aprovar mudança na Constituição e ter mais liberdade para mover recursos no Orçamento, mas na falta de senadores aptos a votar, presidente da Casa encerrou trabalhos. 
• Do ministro Gilmar Mendes, na Rádio Estadão: Agora há informações que a campanha da presidente Dilma se valeu de caixa 2, até para pagar marqueteiro no exterior. Então temos que saber qual foi a dimensão. (Isso) prova que a Justiça Eleitoral estava um pouco desinformada desse tipo de prática. Então vamos ter que discutir com toda a seriedade e achar limites de campanhas que sejam viáveis.
• Entidade tenta impedir esvaziamento da Ficha Limpa. Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral vai recorrer ao STF sobre decisão que libera candidatura de ao menos 80% dos políticos tornados inelegíveis com base na Lei da Ficha Limpa. 
• De José Sérgio Gabrielli, sobre o bloqueio de seus bens pelo TCU, na Coluna do Estadão: Não tenho comentários. Virou uma brincadeira. De verdade mesmo, só a roubalheira do petrolão, ocorrida sob as barbas do companheiro. 
• A Veja.com publicou uma descoberta do TCU: sem nenhuma fiscalização, sem nenhum controle, as empreiteiras que pagavam milionários subornos a dirigentes do PT receberam mais de 5 bilhões de reais em empréstimos do Fundo da Marinha Mercante. É um poço sem fundo. 
• Marcelo Odebrecht falou aos procuradores da Lava Jato, finalmente. O Antagonista soube que dias atrás ele contou, do início ao fim, como funcionava o esquema do petrolão. Quando terminou, foi aplaudido pelos integrantes da Lava Jato. 
• Desemprego se espalha e já afeta 18 Estados e DF. Indústria continua demitindo apesar de sinais de estabilização da crise. Um em cada quatro desempregados no País está em SP, diz IBGE. Em um ano, um total de 848 mil pessoas passaram a procurar emprego no Estado, mostra Pnad. 
• Conselho de Ética define relatores de processos contra deputados Júlio Delgado (PSB-MG), Sérgio Moraes (PTB-RS), Odorico Monteiro (Pros-CE) e Subtenente Gonzaga (PDT-MG) ficarão à frente de processos contra Jean Wyllys (Psol-RJ), Laerte Bessa (PR-DF), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Wladimir Costa (SD-PA), respectivamente. 
• De acordo com a assessoria de imprensa do Governo do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão continuará afastado do cargo até o dia 28 de setembro. Ele permanecerá afastado para recuperação física dos efeitos colaterais da quimioterapia. 
• A batalha do ajuste: Governo revê crescimento do PIB em 2017; arrecadação melhor não justifica relaxar controle de gastos.
• PT lança cartilha em quatro idiomas para defesa de Lula. Texto lista direitos do ex-presidente que teriam sido violados pela Justiça. 
• Ficha Limpa parece ter sido feita por bêbados, diz Mendes. Fala de ministro do STF foi em julgamento de recursos de decisão polêmica. 
• Máfia cambista recebeu ingressos da Eslovênia; polícia mira outros comitês. 
• Indústria mantém demissões, apesar de sinais de retomada na economia. 
• Em depoimento a Moro, Maia diz não ter conhecimento de conduta que desabone Argello, Presidente da Câmara é testemunha de defesa do ex-senador. 
• Da zika à chikungunya: País vive avanço expressivo da última doença; SUS não está preparado para lidar com casos crônicos. 
• A equipe de Michel Temer prepara uma alteração no decreto que regulamenta o Estatuto do Desarmamento. O objetivo é mudar o trecho que proíbe doação ou cessão de armas apreendidas, permitindo que sejam incorporadas pela polícia e pelas Forças Armadas. A ideia inicial do governo era fazer mais alterações, mas, com as tentativas recentes da Câmara de afrouxar o estatuto, o Planalto receia que tais mudanças sirvam como estopim para que o Congresso desfigure a lei. 
• Os traficantes sumiram, as linhas coloridas sem embates, ônibus não incendiados... Falam e acordos. Serão precisas Olimpíadas contínuas? 
• História mal contada: Lochte muda versão e diz que foi assaltado em posto de gasolina. Mudança acontece após companheiros serem impedidos de voltar aos EUA. 
• Rodrigo Janot pediu a Teori Zavascki que Sergio Moro investigue as empresas suspeitas de operar na Caixa Econômica. As principais empresas são o grupo J&F, a BR Vias e a Odebrecht ambiental. 
• José Carlos Bumlai disse que deixou de conduzir a reforma no sítio de Atibaia porque Marisa Letícia, irritada com a demora, queria uma construtora de verdade
• Em relatório, Anatel nega fim da era da internet ilimitada. 

• Impasse no Mercosul pode atrapalhar acordos comerciais e prejudicar Brasil. 
• Após tentativa de golpe, Turquia acena à Alemanha. País europeu possui comunidade de 3 milhões de turcos e descendentes. 
• Uruguai diz que controvérsia com Serra foi mal-entendido. Chanceler uruguaio ameniza tom depois de insinuação de compra de voto
• Zoológico de Buenos Aires desiste de exibir animais. Após morte de urso, local transfere seus habitantes para reservas e santuários. 
• Aviação do regime sírio bombardeia pela primeira vez zonas curdas de Al Hasaka.
• Atentado mata ao menos 6 e fere mais de 200 na Turquia. 

Olimpíada, cidade, favelas e esporte!
(Entrevista de Cesar Maia, pela internet, a Bruno Vater) 
BV- Na opinião do senhor, os jogos trouxeram algum benefício para a população de baixa renda?
R- Tomando como referência o PAN-2007, sim, como as Vilas Olímpicas, o foco no esporte para Pessoas com Deficiência, a atração de jovens de comunidades para os esportes, e não apenas para o futebol, e os esportes por mulheres, e não apenas o vôlei, a visão do esporte como um fator de inclusão, apoiando a associações, ONGs... As escolas municipais e professores de educação física se integraram, assim como iniciativas em comunidades. Nesse sentido, a cobertura da Tv Globo cumpriu um papel muito mais importante no PAN-2007 que agora, onde se concentrou na mobilização e publicidade. 
BV- O prefeito, Eduardo Paes, fala muito da transoeste e Transolimpica. O senhor considera isso um legado para a cidade? Considera que o transporte rodoviário é o caminho correto? 
R- Acho que os corredores de BRTs atravessando, estuprando bairros, como Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Penha, é o mesmo erro do trem suburbano de décadas atrás. O VLT no Centro, alterando os fluxos internos e cortando a Av. Rio Branco é outro erro. 
BV- O que o senhor achou da derrubada da Perimetral? E da revitalização da Praça Mauá e criação do Boulevad Olímpico? 
R- A revitalização da Praça Mauá certamente foi positiva. Era um projeto integrante do projeto Guggenheim no mesmo píer com o mesmo alcance urbano. A derrubada da perimetral era um objetivo de anos atrás. Mas se estava apenas articulada ao projeto do Porto Maravilha, foi precipitada em uns 20 anos. Vide a situação dos CEPACs, micados, e que nem 10% foram comprados e assim mesmo grande parte por troca por andares virtuais. 
BV- O que o senhor acha das remoções para as obras das olimpíadas, como na construção do Parque Olímpico por exemplo? 
R- Não entendi a razão da polêmica e fixação na Vila Autódromo, que não conflitava com o Parque Olímpico. Melhor teria sido uma urbanização do local. Terminou sendo uma ação de valorização imobiliária do entorno. E gerou uma ideia de gentrificação desnecessária. 
BV- No geral, a Olimpíada vai deixar um legado positivo ou negativo para a cidade? 
R- No vetor esportivo, positivo. No vetor imagem da cidade, negativo. No vetor urbano, positivo, embora num tempo bem maior. No vetor formação de atletas brasileiros para 2016, fracassou. O imediato pós-olimpíada será muito polêmico, pois a gestão não-esportiva do evento teve muitos problemas, irritando as pessoas que iam aos eventos e as que não iam. Não trará benefício político aos governantes, como também foi o caso da Copa do Mundo 2014. 

Teoria de Stephen Hawking pode ter sido comprovada. 
Um experimento realizado por um pesquisador de Israel pode ter comprovado uma teoria do físico Stephen Hawking apresentada em 1974. Na época, acreditava-se que buracos negros tinham gravidade tão poderosa que absolutamente nada era capaz de escapar de tamanha força. Hawking, por sua vez, passou a afirmar que radiação poderia escapar da gravidade geradas pelos buracos negros. Nesta semana, um físico israelense chamado Jeff Steinhauer afirmou que conseguiu comprovar a teoria de Hawking. Para isso, ele criou seu próprio buraco negro acústico em laboratório. Em vez de usar água ou luz, Steinhauer criou um buraco negro usando ondas sonoras. Para a experiência, ele usou átomos bastante frios presos em um feixe de laser. Ao aplicar um segundo feixe, os átomos fluíram, como uma espécie de cascata, e se aceleraram, alcançando velocidades supersônicas. Com isso, o cientista criou um buraco negro acústico. Assim como Hawking previu que partículas de luz podem escapar de um horizonte de eventos, o físico observou fônons que escaparam da força da cachoeira. Steinhauer também identificou algo chamado de entrelaçamento entre as duas partículas, uma conexão quântica entre elas que independe de sua distância. Assim, mesmo que uma partícula caia no buraco negro, a outra, do lado de fora, ainda carrega as informações da que desapareceu. É a primeira vez que são identificadas evidências sobre o entrelaçamento entre pares Hawking, o que pode ajudar a entender algo chamado de paradoxo da informação. Apesar das descobertas, alguns especialistas ainda não têm certeza de que o experimento confirma a existência da radiação Hawking. (TheVerge) 

Entregou os dedos e os anéis.
Na guerra da Coréia, quando a China entrou pela fronteira do norte e invadiu o sul daquele país dividido, empurrando as tropas americanas para o mar, o general Omar Bradley, chefe do Estado Maior do comando dos Estados Unidos, vetou a estratégia do general Douglas McArthur, que era de bombardear os chineses com armas atômicas. Disse tratar-se da guerra errada, na hora errada e contra o inimigo errado. Evitou a terceira guerra mundial.
Guardadas as proporções, a carta da presidente afastada, Dilma Rousseff, aos senadores, foi a carta errada, na hora errada e contra o inimigo errado.
Primeiro porque se era para defender o seu mandato, Madame deveria ter atuado antes de a Câmara autorizar a licença para que fosse processada. Quando o impeachment passou para o Senado, era tarde demais.
Depois, por não ter percebido que forneceu aos senadores o argumento final para sua degola, ao propor eleições gerais fora de hora, reconhecendo a impossibilidade de continuar governando caso absolvida pelo Senado. Por último, ao insistir estar sendo vítima de um golpe capaz de ser evitado se tivesse mudado o governo e seus ministros logo depois de reeleita.
O resultado surge evidente: a carta não valeu de nada e apenas estimulou os senadores a apressar sua condenação. Até mesmo o gesto final capaz de salvar sua imagem para a História, Sua Excelência evitou: se tivesse renunciado em vez de denegrir o Congresso, ao menos poderia sair com honra do episódio.
Pelo contrário, sai derrotada em todos os planos, a começar pelo seu próprio partido e seu criador, o Lula. Bem que a alertaram, primeiro para não candidatar-se ao segundo mandato, depois, para mudar sua equipe e suas diretrizes de governo. Não percebeu a realidade à sua volta, insistindo que a população a apoiava e que o país estava no rumo certo. Ficou como aquele recruta que marchava com passo trocado, diferente do batalhão inteiro. Tivesse renunciado e salvaria os dedos, mesmo entregando os anéis. (Carlos Chagas) 

Presidente tenta impor falsa paz que o povo colombiano recusa.
Presidente Juan Manuel Santos faz todas as contorções legítimas e ilegítimas para impor uma paz que Colômbia recusa em peso.
O grupo terrorista Frente Primero Armando Ríos, que opera na selva ao sudeste da Colômbia e constitui uma parte-chave das Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (FARC), declarou que vai continuar a luta pela tomada do poder pelo povo e para o povo. Muito ativo no narcotráfico, foi essa Frente que sequestrou a ex-candidata presidencial Ingrid Bettancourt. 
A especialista em América Latina do Wall Street Journal, Mary Anastasia O’Grady, sublinhou enfaticamente o que inúmeros colombianos pensam: muitas concessões do governo não são suficientes. As FARC querem mais
E os colombianos tampouco querem mais saber da abstrusa dança das conversações de paz de Havana, ainda que estas se realizem com as bênçãos do Papa Francisco e de episcopados, e com o incondicional apoio de organizações internacionais e da grande mídia.
Em junho, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, foi a Havana para assinar um acordo bilateral de cessar-fogo com as FARC. Muitos jornais dos EUA e da Europa comemoraram, além de eclesiásticos irenistas intoxicados de comuno-progressismo teológico.
Comemoraram o quê? Não foi assinado nada de novo, explicou Mary O’Grady. As FARC dizem que o cessar-fogo vigora desde o ano passado e que o exército colombiano está proibido há meses de operar contra a guerrilha. 
Puro blábláblá midiático esquerdista.
Colombianos não acreditam em Santos, nem nas FARC, e menos ainda nos Acordos de Paz.
As FARC continuam traficando drogas e controlando territórios, onde cobram impostos sobre os cultivos de coca e extorquem de forma indiscriminada, diz a comentarista.
O presidente Santos abusa, manipulando a opinião pública e não produzindo resultados reais. 
Há cinco anos que os terroristas marxistas das FARC, que dizem estar negociando em Havana, jantam em bons restaurantes, bebericam e se fazem fotografar em passeios de iate por conta dos contribuintes colombianos.
Santos inventa truques de relações públicas para manter viva a ilusão do acordo de paz, contando com a amizade e o apoio de Barack Obama e das Nações Unidas.
Porém, seu índice de aprovação afundou para apenas 20%, e continua descendo. Para criar a ilusão de que as conversações progridem, Santos prometeu o acordo final para 20 de julho. 
A data já passou e nada saiu, segundo preanunciara um dos líderes das FARC, comentou Mary.
Insensível ao clamor do povo, presidente colombiano cumprimenta líder das FARC nas conversações de paz em Havana, sob o olhar satisfeito de Raúl Castro.
As FARC sabem que o presidente gosta de ouvir louvores nos salões de Manhattan e Paris e por isso não hesitam em lhe cobrar mais concessões. Que ele concede, apesar de malucas, como atribuir assento cativo no Congresso aos narcoterroristas sem necessidade de serem eleitos.
Mas isso ainda não é suficiente para a Frente Primeira Armando Ríos.
Santos havia prometido inicialmente que os acordos de paz seriam submetidos a um referendum nacional, que aprovaria cada um dos pontos do acordo final. 
Depois, diante da recusa esmagadora do povo, o governo acenou que não haveria mais referendo e que os acordos seriam introduzidos na Constituição como cláusula pétrea. Um verdadeiro ato ditatorial de Santos, que passou a ativar sua maioria simples no Congresso para tentar mudar ilegalmente a Lei Fundamental.
Por fim, a Corte Constitucional declarou o óbvio: que o referendo não era inconstitucional. E Santos ficou na entalada.
O governo é o maior pagador de publicidade na Colômbia e os meios de comunicação que não conclamam os colombianos a aprovarem os acordos de paz não ganham anúncios. 
Não engulo essa história, eles (FARC) querem o poder e não a paz, protestos em dezenas de cidades contra os Acuerdos de Paz. Também ficam sem verbas os municípios não alinhados à paz, que não promovem agressivamente os acordos de Havana junto à população local. Método nada pacífico para pacificar o país.
Não conseguindo nem assim reverter sua impopularidade, Santos apelou então para o medo: Temos informação amplíssima - disse - de que eles estão se preparando para voltar à guerra, e à guerra urbana, que é mais demolidora que a guerra rural. Isso é uma realidade, eu sei disso. Se o plebiscito não for aprovado, voltaremos à guerra, simples assim, completou.
A tentativa de intimidação foi escancarada e baseada em falsidade. O ministro de Defesa, Luis Carlos Villegas, desmentiu quase imediatamente o presidente e negou que o governo tivesse conhecimento dessas intenções das FARC.
Em Cali, Santos foi vituperado pelo povo como traidor. Como as FARC sabem que Santos está entrando em desespero, não duvidam em aumentar suas exigências. Elas não querem a paz; querem uma capitulação, concluiu a comentarista.
Até o Vaticano sabe disso. Algo de sinistro se cozinha nos corredores da ONU e em ambientes episcopais.
A esperança é que a esmagadora maioria dos colombianos esteja saturada de tantos apóstolos pregadores da falsa paz de Havana através de acordos insinceros. Ou de uma imensa mentira rotulada acordos de paz, concebida pelo rei do inferno. (Luis Dufaur, escritor e jornalista) 
Peça o que deseja, mas esteja disposto a receber o que Deus lhe dá. Poderá ser melhor do que aquilo que você pediu. (Normam V. Peale)

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