25 de ago de 2016

Começou...

• Senado inicia julgamento final do impeachment de Dilma. 
• Via Transolímpica será aberta amanhã para carros, com pedágio a R$ 5,90. 
• Só advertência: Deputados que vivem às turras escapam juntos no conselho de ética. Bolsonaro e Jean Wyllys não serão punidos por quebra de decoro. 
• Lava Jato: PGR investiga 364 deputados, senadores e ministros. 
• Governo mobiliza base e consegue aprovar DRU. Desvinculação de Receitas da União permite ao governo realocar livremente 30% das receitas obtidas com taxas, contribuições sociais e de Intervenção sobre o Domínio Econômico. Foi aprovado também o limite de gastos para despesas com pessoal. 
• Renan marca votação de reajuste dos ministros do STF para dia 6. Projeto reajusta em 16,38% salários dos membros do tribunal. 
• Renan Calheiros admitiu que existe resistência entre senadores para a aprovação da proposta. 
• Uma proposta do BNDES, informa o Globo, prevê 100% de esgoto tratado no Rio em... 15 anos. 
• Após Jogos, aumenta a procura por ingressos para Paralimpíada. Foram comercializados 133 mil bilhetes na terça, e demanda deve subir ainda mais nos próximos dias. 
• PSDB ameaça deixar base por causa de reajuste do STF. Tasso Jereissati diz que, se governo votar a favor, futuro fica ameaçado
• Campanha de Perillo é alvo de investigação em Goiás. Desvio de R$ 4,5 milhões de estatal teria pago dívidas do governador tucano. 
• Parcela do 13º para aposentados será paga a partir desta quinta. Pagamento começará a ser depositado seguindo o calendário dos benefícios aos previdenciários. 
• Polícia Federal prende presidente do PSDB de Goiás. Operação Decantação investiga o desvio de R$ 4,5 milhões em recursos federais a partir da empresa de saneamento de Goiás (Saneago) para pagamento de dívidas de campanhas políticas. 
• Na guerra de versões sobre o encerramento da delação premiada de Léo Pinheiro, decretado por Rodrigo Janot, este site ouviu o seguinte em Brasília: Gilmar Mendes não escolhe alvo errado. Ele pode estar certo, sim, quando aponta o dedo para a PGR como responsável pelo vazamento da história de Dias Toffoli para a Veja. Gilmar conhece bem o modus operandi de Janot. Ele pode até falar dos procuradores de Curitiba, mas mira a PGR.
• Deputados distritais investigados são alvo de pedido de cassação. Associação de auditores do Tribunal de Contas da União vai entrar com representação contra a presidente afastada, Celina Leão, e demais parlamentares suspeitos de participar de esquema de corrupção na Câmara Legislativa. 
• Ricardo Lewandowski barrou a exibição de um vídeo gravado por Hélio Bicudo no julgamento final de Dilma Rousseff.
• Terremoto mata ao menos 247 na Itália e isola cidades. Equipes buscam sobreviventes sob destroços; ao menos 350 ficaram feridos. 
• Em Bogotá, colombianos celebram nas ruas passo histórico para acordo de paz com as Farc, relata a enviada Sylvia Colombo; plebiscito que validará tratado deve ocorrer em outubro. 
• Planeta que pode ser habitável é achado em sistema vizinho. Astro gira em torno da estrela Proxima Centauri, a mais próxima do Sol. 
• Rebeldes tomam cidade síria do EI, diz Erdogan. Jarabulus era um dos últimos bastiões da facção na região de fronteira. 
• Com propostas paralelas, Mercosul vira bloco-fantasma. Brasil, Argentina e Paraguai esperam aval do Uruguai; Venezuela faz anúncios. 

O mais no mesmo.
Admitindo-se que Michel Temer se torne presidente definitivo da República, dentro de uma semana, seu primeiro grande problema coincidirá com o afastamento de Dilma Rousseff: o aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal, do Procurador Geral e dos Defensores Públicos, com reflexos no custo de vida, na inflação e na popularidade do novo chefe do governo.
Até agora, Michel só fez bondades e aumentou as despesas do governo. Deveria adiar mais essa, mas terá coragem?
Às trapalhadas de Madame seguir-se-á a confusão do sucessor? Continuará a população sofrendo as consequências de péssimos governos, já que as contas permanecerão sendo pagas pelo cidadão comum? Ainda mais porque o tempo das maldades está à vista de todos, com as reformas da Previdência Social e Trabalhista, além da elevação de impostos.
Não demora que novos pedidos de impeachment venham a pipocar na Praça dos Três Poderes. Porque popularidade o presidente nunca teve. Nem terá, se sua performance for igual à da antecessora. Acaba de perder o apoio do PSDB e do DEM, sem saber se manterá o PMDB. Os sindicatos fogem dele, as massas com maior intensidade. A classe média nem chegou perto do palácio do Planalto e as elites bancam o avestruz em meio à tempestade, enfiando a cabeça na areia.
Em suma, a nação dá sinais de distância, passo inicial para a rejeição. Não demora muito para repetir-se o drama anterior. Também, nada existe que justifique mudanças fundamentais no processo institucional. Faltam dois anos para o Brasil continuar na mesma. Só que desta vez o desfecho será pior. A continuidade do mais no mesmo levará à desagregação final.
Teria Michel Temer viajando para China, Japão, Índia, Argentina e Estados Unidos, condições para retomar o desenvolvimento nacional? Carece o provável novo governo de respaldo para dar a volta por cima.
Novas eleições gerais resolveriam alguma coisa? O povo não mudou, continua o mesmo. Os problemas, mais agudos.
A desilusão, no mínimo igual. Mas a proximidade do caos, cada vez mais perto.
Os ministros do Supremo chegando aos 40 mil reais mensais, fora as polpudas vantagens, olham lá de cima os 880 reais que mais da metade da população recebe. Nem se fala, hoje, dos parlamentares, dos funcionários públicos privilegiados e de quantos se abrigam à sombra do Estado Nacional. Melhor seria caracterizar o afastamento desses dois Brasís: o formal e o real. O mais no mesmo permanecerá por quanto tempo ainda? (Carlos Chagas) 

Estado de vigília.
Ondas cerebrais plugadas
A partir de hoje entro em -completo estado de vigília-. Ainda que tenha me mantido sempre muito atento e vigilante durante o longo processo que, espero, deverá culminar com o afastamento definitivo da criminosa/mentirosa Dilma Rousseff no dia 31 de agosto, a partir de hoje, 24, coloco todas as minhas ondas cerebrais plugadas para acompanhar a importante reta final, que inicia amanhã, no Senado.
Corrente de pensamento positivo
É certo que este último esforço cabe exclusivamente aos senadores, que segundo o rito do processo deverão votar na noite do dia 30/08, mas sugiro que os leitores que encontram forças descomunais através da fé façam uma corrente de pensamento positivo. Neste momento em que o país depende totalmente do afastamento dos destruidores, nada pode ser descartado.
Primeira tarefa
Como o Brasil foi tragado pela catástrofe petista. que arrasou a economia e destroçou empregos por todos os lados e cantos do país, o começo de uma nova era começa pela remoção dos escombros. Isto significa que a primeira e grande tarefa é a retirada do PT do governo. 
Cérebros destruídos
A partir daí, se continuarmos vigilantes e muito atuantes, temos tudo para construir uma nova base de desenvolvimento e prosperidade. Não será uma tarefa fácil, até porque ao longo destes últimos anos muitos cérebros foram destruídos, dificultando o raciocínio e o discernimento.
O Brasil tem jeito?
Portanto, a velha pergunta: o Brasil tem jeito? está pronta para de ser respondida. O jeito começa com a saída de cena dos petistas e seus programas comunistas. Vale dizer que aqueles que se dispuseram a provar o gosto de uma administração petista, imaginando como boa e correta, certamente chegaram a conclusão definitiva de que cometeram o maior erro de suas vidas.
Redenção
Mesmo que vários assuntos estejam prontos para receber opiniões, críticas e comentários, até o próximo dia 31 de agosto ficarei totalmente focado, de corpo e alma, neste precioso e importante tema - o impeachment de Dilma-. O esperado Sim que deverá ser pronunciado pela maioria dos senadores é a redenção do Brasil. (GSPires) 
E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre. (Chico Xavier)

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