28 de jun de 2016

Mais presídio à vista...

• O povo está pagando por crimes não cometidos e não aceita esse negócio de delação premiada. Antes, dizia-se bandido bom é na cadeia, mas parece que o que foi roubado (in totum) não voltará aos cofres de onde sairam. Para tudo há um tempo e esse tempo exaspera o povo no não pagar contas e ver reduzidos seus direitos de compras e sobretudo na insegurança. Provisório ou não, há de se ter mais ética, rapidez e vergonha, coisas que sumiram. Abaixo os ídolos e algemas neles. Daí direto pra cadeia. Chega! (AAndrade)
• Senado deve concluir esta semana depoimentos do impeachment. 
• A Polícia Federal apreendeu dezenas de escrituras de imóveis na casa de Carlos Gabas durante a Operação Custo Brasil. Gabas disse que é tudo fruto do seu trabalho. 
• Andrade será punida por delação parcial. Ao delatar Aécio Neves, Léo Pinheiro colocou a Andrade Gutierrez numa saia justíssima. O ex-sócio da OAS entregou detalhes dos acertos feitos com a empreiteira parceira no cartel do petrolão. Os investigadores da Lava Jato já avaliam punir a AG por sonegar informação em seu acordo. 
• A perícia feita a pedido da comissão especial concluiu que Dilma de fato liberou créditos suplementares sem a autorização devida do Congresso. Três dos quatro decretos em análise promoveram alterações na programação orçamentária incompatíveis com a obtenção da meta de resultado primário vigente à época da edição, diz o texto, reproduzido pela Folha. A perícia isenta Dilma de responsabilidade pelas pedaladas de 3,5 bilhões de reais, mas não nega a existência delas. 
• Henrique Meirelles quer deixar a reforma da Previdência para depois das eleições, informa a Época. O objetivo é evitar que as propostas do governo virem alvo de ataques eleitoreiros. 
• O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), foi internado nesta segunda-feira (27) para tratar de um cálculo renal, segundo nota divulgada pela assessoria da gestão municipal. Ele deu entrada no hospital Samaritano, em Botafogo. 
• Rio: Sobe para 54 nº de PMs mortos no ano. 
• Procurador diz que ação da PF na casa de Gleisi Hoffmann foi legal. Para o integrante da força-tarefa de Custo Brasil, imóvel funcional e foro privilegiado não são bancas de impunidade
• O executivo Clóvis Primo, ligado à empreiteira Andrade Gutierrez e um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) acertou propina sobre as obras de urbanização do conjunto de favelas de Manguinhos, uma das comunidades mais pobres da capital fluminense. O executivo Rogério Nora de Sá, também ligado ao grupo, relatou a mesma informação aos investigadores da Lava Jato. Clóvis Primo depôs na quinta-feira, 23, à Procuradoria-Geral da República. Ele disse que além das obras do Maracanã e do Comperj (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) também sabe que houve pagamento de propina na obra de Manguinhos
• Esquema Hermano: PF investiga esquemas na Petrobras Argentina. Vendas de ativos da Petrobras na Argentina estão sob suspeita. 
• Por rombo menor, meta fiscal pode exigir medida para elevar receita. Especialista: calote de Estados cresce. BC prevê queda de 3,3% no PIB. 
• STF pede urgência em ação que pode tornar Russomanno inelegível. 
• PF faz ação contra fraudes na Lei Rouanet. Agentes investigam desvios de até R$ 180 milhões destinados a projetos culturais. 
• Uma nova delação premiada, firmada com a Procuradoria-Geral da República, aponta o suposto repasse de propinas milionárias para senadores do PMDB, entre eles o presidente do Congresso, Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Eduardo Braga (AM). Nelson Mello, ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas, afirmou em depoimento aos procuradores que pagou R$ 30 milhões a dois lobistas com trânsito no Congresso para efetuar os repasses.
 • Por relação pessoal, delação de sócio da OAS é a mais temida.
 • Eletrobras se diz vítima de ex-chefe da Eletronuclear na Lava Jato. 
• Advogado paga conta de Cardozo e faz piada com Thomás Turbando
• PF: Ex-prefeito de Campinas buscou Bumlai por negócio no Guarujá (SP). 
• O Painel da Folha está sendo usado pelos investigados que estão na cúpula do TCU e adjacências para atacar o procurador Júlio Marcelo de Oliveira. A coluna publica que O procurador Júlio Marcelo ganhou na capital o apelido de McCarthy Marcelo após seu parecer pedir condenação de Deus e o mundo pelas pedaladas. A alcunha refere-se ao marcatismo período de intensa perseguição política nos EUA. Como manda o manual do jornal, a coluna foi ouvir o outro lado: Oliveira diz não ver sentido nas críticas: O mesmo rigor que o TCU adotou na rejeição das contas da presidente deve ser aplicado na responsabilização de todos que agiram ou se omitiram para que as fraudes fiscais fossem cometidas. Ganhou na capital o apelido: até parece, isso é coisa inventada pela gangue que Júlio Marcelo de Oliveira quer pegar. Oliveira diz não ver sentido nas críticas: frase capciosa porque coloca o honesto na defensiva. O jornalismo imparcial da Folha só não é piada porque dá voz a ladrões. 
• Gleisi em pânico: advogado-laranja da senadora petista é preso e pode fazer delação premiada. O advogado Guilherme de Salles Gonçalves, um dos alvos da Operação Custo Brasil - desdobramento da Operação Pixuleco II (Operação Lava-Jato) - tido como laranja de Gleisi e Bernardo, foi preso ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Cumbica, na Grande São Paulo, vindo de Lisboa. Gonçalves foi apresentado às autoridades por volta das 17h de domingo (26) na Superintendência da Polícia Federal (PF), na capital paulista. Guilherme Gonçalves, contra quem havia um mandado de prisão preventiva por suposto envolvimento em irregularidades no Ministério do Planejamento, pode fazer delação premiada. Essa possibilidade pode ser letal para Gleisi e o marido. 
• Insultos rendem a Ciro 90 ações por dano moral. Estilo agressivo faz Ciro responder a 90 processos de adversários. 
• Ministro do Planejamento com jetons, ganha acima do teto do funcionalismo. O Portal da Transparência informa que o ministro Dyogo de Oliveira (Planejamento), que tem se demonstrado tão rigoroso em relação aos servidores, não deve estar mesmo muito preocupado com o aluguel ou a conta da padaria: além da remuneração básica do seu cargo, no valor de R$ 29,9 mil, ele ainda recebe do Senac jeton de R$ 18 mil mensais, a título de honorários. Noves fora, R$ 47,9 mil brutos por mês. A grana do ministro Dyogo não é afetada pelo mecanismo do abate-teto, que reduz salários no setor público ao limite legal de R$ 33,7 mil. Pela interpretação do ministro do Planejamento, o jeton que ele recebe do Senac não é remuneratório e nem se enquadraria na lei abate-teto. Tem sido comum nos seguidos governo o uso de jetons de conselhos para complementar a remuneração de ministros. 
• Destroços de helicóptero são achados em Jundiaí (SP); FAB descarta sobrevivente. 
• Processo em Nova York: Negado pedido da Petrobras para adiar julgamento nos EUA. Para juiz, réus não provaram que teriam danos sem o adiamento. 
• A massa falida da ORCRIM. Todas as empresas que se tornaram cúmplices dela estão falindo. José Roberto Mendonça de Barros, no Estadão, citou alguns exemplos: O caso da Oi marca o final definitivo da lamentável política de criação de campeões nacionais, tão cara ao lulopetismo. Esse desastre começou com a implosão do Grupo Eike Batista e passou por várias companhias ligadas ao setor de petróleo e construção pesada até a maior recuperação judicial da história do Brasil. O que é triste é o BNDES ter gasto centenas de bilhões de reais de créditos, o Tesouro ter concedido dezenas de bilhões de incentivos fiscais para gerar o resultado que vemos hoje: a Petrobrás está de joelhos e carrega com ela boa parte dos seus fornecedores, inclusive estaleiros e a Sete Brasil; a Eletrobrás está tecnicamente quebrada, afetando o sistema como um todo; a indústria brasileira está mal e é hoje menor do que aquela que havia antes da crise de 2008; e o País tem uma das piores infraestruturas do mundo. Estamos assistindo ao mais rotundo fracasso da política econômica do lulopetismo. O episódio da Oi mostra que quase todas as empresas que se abraçaram aos governos de então, estão quebrando ou ficando inviáveis. As que saírem vivas serão apenas uma sombra do passado
• Efeito Dilma: IBGE aponta que indústria nacional cortou 221 mil empregos em 2014. 
• Quem fez delação tem se dado muito bem! Ricardo Boechat critica as penas dadas a delatores da operação Lava Jato - eles estão privilegiados e favorecidos com as penas, afirma o jornalista. Ele também fala da investigação da Procuradoria-Geral da República sobre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acerca de propina recebida no exterior por meio do lobista Jorge Luz e envolvendo um negócio da Petrobras na Argentina. 

• Cameron diz que Reino Unido busca separação construtiva da UE e laços próximos depois. Reino Unido terá que elevar impostos após decidir sair da UE, diz ministro das Finanças. 
• Poluição do ar mata 6,5 milhões por ano, diz Agência Internacional de Energia. Entidade internacional prevê que mortes prematuras causadas por poluição ao ar livre devem subir a 4,5 milhões em 2040. 
• Turquia e Israel assinam acordo para normalizar relações após 6 anos. 
• Desaprovação de governo Macri sobe quase 20% em seis meses. 
• Justiça dos EUA restringe venda de armas a condenados por crimes de gênero. 
• Suprema Corte dos EUA reafirma claramente o direito ao aborto. 

Para os americanos (do Norte).
As eleições para presidente da República, nos Estados Unidos, vem sendo minimizadas na mídia brasileira por conta da corrupção. Claro que a nossa corrupção, todos dias engalanada com a prisão de mais um ministro, parlamentar ou empreiteiro. Por conta disso, dá-se pouca importância à possibilidade de vitória do candidato do Partido Republicano, aliás muito difícil, sobre a escolhida pelo Partido Democrata. Apesar disso, seria bom prestar atenção.
Mister Trump promete retornar aos tempos do lançamento da Doutrina Monroe, apresentada em 1823, quando o então inquilino da Casa Branca declarou: devemos declarar por amor da franqueza e das relações amigáveis que existem entre os Estados Unidos e as potências europeias que consideraremos qualquer tentativa de sua parte para estender o seu sistema a qualquer parte deste hemisfério como coisa tão perigosa para nossa tranquilidade como para nossa segurança. Com as colônias existentes e as dependências das mesmas potências, não temos intervindo nem interviremos. Em relação, porém, aos governos que declararam a sua independência e a tem mantido, independência que depois de grande reflexão e que por justos princípios, nós reconhecemos, toda interferência por parte de Qualquer potência europeia, com o fim de oprimi-los e de qualquer modo dominar os seus destinos, não poderá ser encarada por nós senão como manifestação hostil para com os Estados Unidos.
A partir daí, e até hoje, vale a decisão de que a América é para os americanos, só que do Norte. O Secretário de Estado, Mister Evart, acrescentou esse detalhe, num discurso, arrancando vigorosos aplausos quanto exemplificou: começamos pelo nosso caro vizinho, o México, de que já comemos um bocado em 1848. A América Central virá depois, abrindo nosso apetite quando chegar a vez da América do Sul. Olhando no mapa vemos que aquele continente tem a forma de um presunto. Uncle Sam é um bom garfo. Há de devorá-lo... 
Nem é preciso recorrer aos livros de História para verificar quantas vezes os Estados Unidos intervieram abaixo do rio Grande: mais de cem. Tanto militar quanto economicamente.
Recordam-se esses fatos porque Michel Temer, ou remotamente Madame, deveriam dedicar algum tempo para decifrar o que vem lá de cima, a partir de novembro... (Carlos Chagas)

Não chore pelo PT.
Para Hiroo Onoda, a 2ª Guerra Mundial só terminou no dia 9 de março de 1974 quando ele emergiu da selva da ilha Lubang, nas Filipinas, e se rendeu ao seu superior, o major Yoshimi Taniguch, que lhe ordenara 30 anos antes resistir até à morte.
Depôs a espada e o rifle ferrolho Arisaka, em perfeito estado de revista. Vestia um gasto uniforme de soldado. De volta ao Japão, foi recebido como herói.
Onoda alistou-se com 20 anos para servir ao exército imperial japonês em guerra contra os Estados Unidos, a União Soviética, a Inglaterra e demais países aliados. Foi enviado a Lubanga para evitar que a ilha caísse em mãos inimigas.
Como ela caiu, ele e mais três soldados se refugiaram nas montanhas para resistir. Dois morreram. Onoda não acreditava que o Japão fora derrotado.
Talvez fosse o caso de Lula procurar Dilma para informá-la que a guerra contra o impeachment acabou, e que ela, ele e o PT foram derrotados. Ao contrário de Onoda, Dilma não recebeu ordem do seu superior para resistir até à morte.
Resiste por teimosia. Lula está em outra, negociando a salvação da própria pele. O PT estima suas perdas que podem ser maiores do que supõe.
O que menos interessa ao PT é o que Dilma promete caso sobreviva ao julgamento do Senado e retorne ao cargo: um plebiscito para que o brasileiro decida se quer antecipar a eleição presidencial de 2018.
Plebiscito ou referendo nem sempre é a melhor solução. Milhões de ingleses arrependeram-se do referendo que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia.
Em seu pior momento desde que foi fundado, o PT está condenado a perder as eleições municipais de outubro próximo. Como poderia ganhar uma eleição presidencial?
De resto, por que o Senado devolverá o poder a Dilma se ela acena com a possibilidade de não governar até o fim do mandato? Não devolverá. O melhor seria que Dilma se rendesse sem provocar mais danos ao país.
Bastam os danos que provocou legando ao presidente interino a herança maldita de mais de 11 milhões de desempregados. Bastam os que o PT também provocou - entre eles, a corrupção que contaminou todo o aparelho do Estado e suas relações com sócios e fornecedores privados.
O que a Lava-Jato já descobriu empurrou o Brasil para o cume dos países mais corruptos. O que começa a ser descoberto poderá catapultar o PT para a galeria dos partidos mais cruéis com o povo. 
Que tal um partido capaz de roubar parte do salário de funcionários públicos, pensionistas e aposentados endividados que para manter suas famílias recorriam a empréstimos consignados cujas prestações são descontadas automaticamente em folha de pagamento?
Na semana passada, Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministro do Planejamento do governo Lula, ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, foi preso sob a suspeita de ter sido um dos chefes da organização criminosa que arrecadou entre 2009 e 2015 algo como R$ 100 milhões em propina para financiar o PT e enriquecer seus caciques.
De cada um real pago mensalmente por um servidor público como taxa de gerenciamento do seu empréstimo, setenta centavos iam parar nos cofres do PT.
Roubar dinheiro de quem trabalha para ganhá-lo? Um partido, aqui, nunca ousou tanto.
Chorei por mim e por meus amigos. Tem várias maneiras de ser assaltada, comentou a servidora pública Ana Gori, de Brasília, endividada há 16 anos. (Ricardo Noblat) 

 photo postonaarg_zpsollodhsr.jpgAliança bolivariana cai aos pedaços.
A aliança bolivariana montada pelo falecido ditador venezuelano Hugo Chávez no continente sul-americano - com ramificações na Espanha - está caindo aos pedaços.
Não é só que o socialismo do século XXI faliu na Venezuela e o regime autoritário não dispõe de mais recursos para financiar sua louca aventura pró-comunista.
Nos grandes países do continente, como Brasil e Argentina, as populações não suportam os aliados do petulante líder esquerdista do Caribe e os deixaram sem apoios indispensáveis.
Chávez e Maduro apelaram para o ingente manancial de riquezas do petróleo venezuelano até conseguirem destruí-lo.
Apelaram sobretudo para o Brasil e a Argentina, inclusive para distribuir magras quantias de alimento à população, reduzida a uma massa faminta.
E ainda assim a questão não se resolveu. 
Na Argentina, país que tomou a dianteira no banimento do bolivarianismo, a estatal Petróleo de Venezuela (PDVSA), um dos aríetes econômicos de Maduro para influenciar o continente, faliu. Ela está vendendo todos seus ativos no setor dos combustíveis e uma importante rede de postos de gasolina.
Caracas tem urgência de dinheiro vivo, e a subsidiária argentina da PDVSA perdeu cerca de 880.000 dólares por mês só em 2015, segundo informou La Nación
Na hora de instalar a empresa na Argentina, em janeiro de 2005, Chávez foi a Buenos Aires, onde anunciou em demagógico discurso que uma empresa gringa -- leia-se Shell – seria nacionalizada por seu amigo, o presidente Nestor Kirchner, que convocou então um boicote contra essa empresa.
Ironia da história, o presidente da Shell, Juan José Arenguem, é hoje ministro da Energia e está intervindo para que a queda da PDVSA não traumatize o mercado. 
O governo argentino cancelou sua participação de 16% na Telesur, canal de TV criado por Chávez para espalhar notícias e comentários que promovam o “socialismo do século XXI” em luta contra o império.
Argentina cancelou sua participação na Telesur, TV criada pelo chavismo.
Mais nenhum programa será feito na Argentina. Simultaneamente, Buenos Aires também suspendeu a licença de Russia Today, a TV do Kremlin introduzida pela amizade Kirchner-Putin.
Aerolíneas Argentinas, a principal companhia aérea do país, também anunciou a suspensão sem data de todos seus voos a Caracas. A razão foi a mesma de outras linhas aéreas que a precederam, bem como das que adotaram análoga decisão nos dias seguintes - a Lufthansa e a LATAM. 
O governo venezuelano está inadimplente e não cumpre com suas obrigações. Notadamente não transfere o valor das passagens vendidas pelas empresas em moedas com valor internacional. Ou, mais simplesmente, passa a mão nos dólares das passagens.
Aerolíneas Argentinas também cancelou todas as frequências a Cuba, mantidas por razões ideológicas pelo governo populista e pró-castrista que o eleitorado argentino expeliu do poder em eleição democrática.
Mais complicada é a situação das grandes empresas privadas que assumiram a produção de alimentos para atender aos acordos faraônicos do casal Kirchner com a dupla Chávez-Maduro. 
A cooperativa Sancor, um dos maiores produtores mundiais de lácteos, beira a falência, apesar de suas contas estarem nominalmente positivas. Ela se comprometeu a multiplicar a produção para atender às necessidades da Venezuela e fez grandes investimentos, até que, conluiado com o governo peronista-socialista, Maduro deixasse de pagar. 
O presidente Macri reinaugurou as atividades da segunda maior produtora de frangos da Argentina, a Cresta Roja, que um ano atrás cessou suas atividades também por inadimplência da Venezuela, destinatária de um extraordinário volume de produtos avícolas com a garantia do governo kirchnerista.
Em todos esses casos, a saída passa pela passagem das empresas falidas para mãos privadas. (Luis Dufaur, escritor, jornalista) 
Não existe essa coisa de sociedade, o que há e sempre haverá são indivíduos. (Margaret Thatcher)

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