25 de jun de 2016

Difícil entender os racionais...

• Principais operações de combate à corrupção no país arrastam para o banco dos réus a cúpula do Executivo e do Legislativo e até integrantes do Judiciário, além de alguns dos maiores grupos econômicos do país. Suspeitas para todos os lados assustam investidores e tornam desfecho da crise imprevisível. 
• Temer defende redução da taxa de juros ainda neste ano. Medida ajudaria na retomada da confiança e do crescimento econômico do país. 
• Laboratório de R$ 188 mi está suspenso dos Jogos Olímpicos. Instalação era a única do país com certificação da Agência Mundial Antidoping. 
• Temer deveria desidratar a EBC, que nunca foi independente como prometia a propaganda do PT. 
• Zavascki envia denúncia contra Lula para Justiça do DF. Medida evita que caso envolvendo o ex-presidente fique com Sergio Moro; Decisão de ministro do Supremo contraria pedido de Janot, que queria que o caso ficasse com o juiz Moro. 
• Polícia Civil indicia 14 por desabamento de ciclovia no Rio. Constatou-se que não foi prevista a incidência de ondas e nem estudo sobre a ressaca marítima. 
Não tem Olimpíada sem segurança e transporte. Perto de não ter recursos nem para gasolina dos carros de polícia, Rio aguarda a chegada da ajuda da União. 
• RJ, RS, MG, AL e GO têm piores contas, diz Tesouro. Estudo considera indicadores de endividamento e capacidade de pagamento.
• Assim que o avião que levou Nestor Cerveró de Curitiba para o Rio pousou, passageiros soltaram o verbo... Bandido! Ladrão!
• Arroz deve seguir alta do feijão e afetar prato feito. Produção, custo de importação e margem de lucro do varejo encarecem cereal. 
• Justiça autoriza Dilma a usar aviões da FAB, desde que reembolse o Tesouro. 
• Sérgio Moro condenou Ricardo Pessoa, da UTC, por corrupção ativa no esquema do petróleo por 8 anos. Ele foi acusado de pagar propina a Paulo Roberto Costa por contratos na Diretoria de Serviços...; O dono da UTC vai cumprir a pena em regime aberto porque fez acordo de delação premiada. 
• Caso seu ciclo tenha se encerrado em maio, com o seu afastamento, Dilma entrará para a história como a primeira presidente após a redemocratização a entregar ao seu sucessor um cenário econômico pior do que o recebido. Inflação e desemprego em alta, PIB e renda em baixa, Petrobras com prejuízo recorde. 
• PF no rastro de Renan e Lindbergh. A PF prendeu hoje sete membros da ORCRIM responsáveis pelo assalto de Petros e Postalis. Quando o golpe dos fundos de pensão veio à tona, um delator acusou Renan Calheiros de ter embolsado 30 milhões de reais. Ele disse também que Lindbergh Farias e Luiz Sérgio receberam 10 milhões de reais cada um. 
• Mais um esquema de R$ 100 milhões: Eu (Claudio Dantas) denunciei há um ano, ainda na IstoÉ, o esquema de R$ 100 milhões desviados dos fundos de pensão Petros e Postalis para a Galileo, um projeto corrupto e macabro que ajudou a liquidar uma das universidades privadas mais tradicionais do Rio. Na reportagem, publiquei trechos da denúncia que envolvia Renan Calheiros, Lindbergh Farias e Luiz Sérgio no caso. A operação de hoje tem como alvo apenas os meliantes sem foro privilegiado. Para milhares de alunos e professores, é um alento; Propina de R$ 30 milhões para Renan. Inquérito da PF revela desvio de R$ 100 milhões nos fundos de pensão Postalis e Petros. Delator acusa o presidente do Congresso de receber quantia milionária. Os parlamentares petistas Lindbergh Farias e Luiz Sérgio teriam ficado com R$ 10 milhões cada. 
• História. Tradição mantém o fogo olímpico aceso há quase três milênios. Cerimônia de acendimento da tocha na Grécia acontece desde 800 a.C.; Mistério. A escolha de quem acenderá a pira olímpica no Rio de Janeiro. Costumeiramente, o nome do acendedor é guardado a sete chaves até a abertura. 
• Hélio José, senador do PMDB do Distrito Federal, emprega 86 servidores, número quase dez vezes maior que o de funcionários que atendem ao senador Reguffe, também do DF. Regras internas restringem contratação a 55 pessoas por gabinete, mas congressistas aproveitam brechas para extrapolar o teto e o gasto com Salário. 
• Justiça decreta bloqueio de R$ 1,3 bilhão de 46 investigados por desvios da Petros e do Postalis. Polícia cumpre mandados de prisão e de busca em apreensão em operação que investiga desvios; Fundos de pensão de estatais se transformaram em antros de corrupção. Leia
• Gleisi e Paulo Bernardo estavam isolados após operação. Ex-ministro temia prisão desde 2015, quando Vargas foi detido na Lava Jato. 
• Ex-tesoureiro do PT se entrega à Justiça em SP. Paulo Ferreira teve prisão decretada 5ª em desdobramento da Lava Jato.
• Ativista é achada na usina de Jirau morta e amarrada. Pescadora estava desaparecida desde 7 de janeiro em Porto Velho, RO. 
• PF no rastro de Renan e Lindbergh. A PF prendeu hoje sete membros da ORCRIM responsáveis pelo assalto de Petros e Postalis. Quando o golpe dos fundos de pensão veio à tona, um delator acusou Renan Calheiros de ter embolsado 30 milhões de reais. Ele disse também que Lindbergh Farias e Luiz Sérgio receberam 10 milhões de reais cada um. 
• A PF cumpre sete mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão na Operação Recomeço, que investiga desvio de R$ 90 milhões dos fundos de pensão Petros e Postalis, informa o Estadão. O foco são investimentos dos fundos da Petrobras e Correios na Galileo Educacional, que teve falência decretada pela Justiça em maio. 
• Em três anos, a Câmara pagou a uma deputada R$ 450 mil para manter escritório político que funciona o mesmo endereço do diretório partidário presidido por seu marido. Desde o início da atual legislatura, em fevereiro de 2015, a Câmara gastou R$ 31,1 milhões com a manutenção do escritório dos deputados. 

• Autoridades europeias se reúnem para discutir futuro após saída do Reino Unido. França e Alemanha pedem reformas. 
• Saída britânica da UE derruba Cameron e espalha incertezas. Processo provocou desvalorização recorde da libra e queda de bolsas mundiais. 
• Defensor da permanência no bloco, premiê britânico é derrotado em plebiscito e renuncia; EUA e Reino Unido mantêm relação especial, diz Obama. Presidente, que se engajou contra a saída britânica da UE, elogia Cameron; Poder de negociação definirá efeito do Reino Unido. Vantagens em relações com antigos parceiros da Europa determinará impacto. 
• Estado Islâmico sequestra mais de 900 pessoas na província síria de Aleppo. Jihadistas retomaram controle da cidade de Al Rai e invadiram aldeias locais usando pessoas como escudo durante fuga. 
• A jornalista sueca Lotten Collin conta como é difícil traduzir para o público da Rádio Pública da Suécia, da qual é correspondente na América Latina, o atual momento político do Brasil. Explicar o que é o PMDB e como o Congresso é controlado por parlamentares acusados criminalmente é um de seus principais desafios. 
• Líderes parlamentares europeus prometem continuar integração apesar de saída britânica. UE marca primeira reunião de cúpula sem o Reino Unido para quarta-feira. 
• Argentina aprova nova lei de delação premiada. Na Câmara, esmagadora maioria aprovou medida que permite recurso para políticos que respondem em casos de corrupção. 
• Sanders anuncia que votará em Hillary, mas segue em campanha. 
• Colômbia e Farc anunciam consenso sobre cessar-fogo. Decisão também inclui entrega de armas da guerrilha e zonas de segurança. 
• Suprema Corte dos EUA bloqueia plano para imigração. Empate mantém decisão de corte inferior que suspende plano de anistiar 5 mi. 

A progressão do absurdo também na educação.
Entre tantos projetos tirados do texto chamado pelo PMDB de uma ponte para o futuro, na verdade um indecente mergulho no passado, desponta uma homenagem ao absurdo. A proposta é para proibir nos diversos planos do ensino, até o universitário, que nas aulas os professores dediquem espaço e tempo para debater a conjuntura política. Estarão livres para ensinar História, Geografia, Matemática e Literatura, mas nada a respeito do impeachment, da reforma da Constituição, do combate à corrupção, da roubalheira na Petrobras e das atividades do juiz Sérgio Moro.
A justificativa é para o magistério não influenciar a opinião dos jovens, quaisquer que sejam. Uma forma de não favorecer partidos políticos e ideologias variadas.
Tamanha ignorância raras vezes é registrada, mas o projeto faz parte das reformas pretendidas pelo governo Michel Temer, junto com a supressão de direitos trabalhistas, a redução salarial, a prevalência do negociado sobre o legislado e outras agressões aos direitos sociais.
O pior é que tamanha insensatez entra na corrente do retrocesso anunciada antes mesmo da degola da presidente Dilma Rousseff e da ascensão de seu vice-presidente ao poder, uma espécie de ensaio geral para o retorno do neoliberalismo.
Até agora todas essas propostas vem sendo aprovadas pela maioria parlamentar que respalda a nova ordem. É o desmonte do estado social que, apesar do fracasso do modelo implantado pelo PT, ainda mantinha certas conquistas que vinham funcionando desde os tempos de Getúlio Vargas. Triste é não haver reação da parte das forças ditas progressistas. As centrais sindicais permanecem em silêncio, de braços cruzados. Escafederam-se os partidos que um dia defenderam mais direitos para a população, inclusive o maior de todos, de debater seu próprio destino. (Carlos Chagas) 

Punição para Bolsonaro!
Entrei numa porfia com alguns amigos que se querem liberais ou libertários por causa da decisão da Primeira Turma do STF, que, por quatro votos a um, aceitou denúncia contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por incitação ao crime de estupro.
Apoio sem reservas a decisão, sempre lembrando que Bolsonaro não foi ainda condenado. Apenas se aceitou uma denúncia. Existe a chance de defesa, um bem que inexiste na sociedade que ele abriga, em que torturador é herói.
O evento indica que tipo de sociedade queremos e até onde os não esquerdistas, a exemplo de seus antípodas, também se estendem em franjas éticas. As do PT, por exemplo, se tornaram tão longas que, na sua morte, o partido já não sabe definir o próprio caráter.
Fato e circunstância: em 2003, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) interrompeu uma entrevista de Bolsonaro à RedeTV!, em que defendia a maioridade penal aos 16 anos. Ela o chama de estuprador. Uma injúria. Ele responde: Eu jamais iria estuprar você porque você não merece. Ameaça de agressão mútua.

Onze anos depois, no dia 9 de dezembro de 2014, num debate parlamentar, Bolsonaro está criticando conclusões da Comissão da Verdade, defendidas havia pouco por Maria do Rosário. Ela se levanta para sair, um direito seu. Ele, então, chama a sua atenção: Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí! Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir.
O poucos dias, reitero, fazia 11 anos.
Três amigos liberais contestaram a minha posição argumentando em favor da liberdade de opinião. Fiquei feliz que não tivessem privatizado o liberalismo -ou eu teria de tentar outra coisa... Eu os desafiei a reescrever com as próprias palavras a opinião de Bolsonaro. Ninguém aceitou porque, de fato, não há opinião ali. Uma coisa é a resposta dada a quente, no calor do embate. Outra é disparar a mesma fala 11 anos depois.
As palavras fazem sentido. Se Bolsonaro diz que Maria do Rosário não merece ser estuprada por ele porque a despreza, está dizendo o evidente: há as que merecem. E as mulheres que ele admira correm mais riscos. Exagero na interpretação? Não! Em entrevista ao Jornal Zero Hora, foi inequívoco: Ela não merece [ser estuprada] porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria. Fosse Rosário, a seu critério, boa e bonita e fizesse seu gênero, então sim.
Se os não esquerdistas não souberem a diferença entre crime e liberdade de expressão -que não é um direito absoluto porque nenhum é-, deixarão para as esquerdas culturais, hegemônicas mundo afora, a tarefa de confundir liberdade de expressão com crime.
O episódio não prova nem a existência da cultura do estupro nem a vertente censória do politicamente correto. É bom que certas conquistas da civilização não sejam tidas como um valor dos nossos inimigos. Aprendi isso com Trótski, que contestava Lênin mentalmente, segundo a biografia de Isaac Deutscher. Vai ver me falta boa literatura política para entender o espírito indômito de Bolsonaro e o valor da imunidade parlamentar.
Que ele se desculpe e admita seu erro ou que seja punido exemplarmente por aquilo que praticou: apologia do estupro -mas não de todas as mulheres, claro! Só das boas, bonitas e que fazem seu gênero.
PS: Antes que sugiram que estou tentando administrar a minha reputação para ganhar a admiração de quem me detesta, leiam o que escrevi neste espaço sobre esse caso no dia 19 de dezembro de 2014. (Reinaldo Azevedo)

Populistas são idiotas.
O populismo de esquerda e direita é capaz de infectar até mesmo países altamente civilizados, caso do Reino Unido. O Brexit representou uma vitória do populismo de direita, cujo rosto é Nigel Farage, chefe do Independence Party.
Os motores do Brexit foram principalmente a crise migratória e a xenofobia dos mais velhos -- os britânicos com menos de 24 anos votaram maciçamente pela permanência do Reino Unido na União Europeia. O excesso de regulação dos burocratas de Bruxelas contou para o Leave, mas serviu como força auxiliar para a decisão que causou um terremoto nas bolsas de todo o mundo e lançou uma sombra sobre o processo de globalização.
O populismo é o exato oposto da racionalidade, demonstra o Brexit. Como escreveu David Cassidy, da New Yorker, os seus partidários não ouviram a City, o ministro das Finanças, o Banco da Inglaterra, o FMI, o governo americano e uma infinidade de grandes economistas e empresários. Ao contrário do que diz toda essa gente respeitável, os adeptos do Leave acreditam que o Reino Unido poderá se tornar uma Noruega ou uma Suíça, países que rejeitaram a integração com o bloco, mas se beneficiam de um status especial com as nações da UE.
É um engano. A economia do Reino Unido, além de ser bem maior do que a norueguesa e suíça, é baseada na exportação de manufaturados que perderão o acesso sem barreiras ao maior mercado do planeta. Mercado, aliás, que está para integrar-se ao americano. UE e Estados Unidos negociam a criação da maior zona de livre comércio do mundo -- e o Reino Unido ficará fora dela. Muito inteligente.
A massa ignara que votou pela saída do bloco europeu deixou-se levar pelo discurso estúpido de Nigel Farage e asnos do Partido Conservador, sem se dar conta de que a integração à UE foi determinante para tirar o país da recessão na década de 80 e empurrar ladeira acima a economia britânica nos anos que se seguiram. O thatcherismo não teria dado resultados tão espetaculares sem a adesão ao bloco, apesar de todas as bravatas da Dama de Ferro.
A burocracia da UE é exasperante? Sim. A adoção do euro, sem união fiscal, foi desastrosa? Sim. A crise iniciada em 2008 continua a bater forte, em especial no Sul do continente? Sim. Os tropeços, contudo, não apagam o fato de que o bloco europeu é um sucesso político -- amalgamou nações historicamente inimigas -- e econômico. Não há um país que tenha empobrecido por causa da UE. Ela propiciou e acelerou o enriquecimento de todos, absolutamente todos, que a integram. O Reino Unido não ficará pobre, mas enriquecerá menos no seu esplêndido isolamento. A queda do valor da libra é o sinal mais evidente do futuro britânico.
A saída da UE também causará um problemão interno. Escócia e Irlanda do Norte votaram majoritariamente na permanência do Reino Unido no bloco. Em 2014, no plebiscito que definiu que os escoceses continuariam ligados à Inglaterra, um forte argumento utilizado nesse sentido foi dado pela UE. Os principais líderes europeus afirmaram que, se a Escócia saísse do Reino Unido, ela dificilmente seguiria no bloco. Agora, a Escócia está fora da UE, por causa do atrelamento à Inglaterra. Escoceses já recomeçam a falar em independência, dessa vez para voltarem ao bloco. Na Irlanda do Norte, por seu turno, o Sinn Fein, o partido nacionalista, quer um referendo para uni-la à Irlanda, que ficou rica graças à UE.
A ironia, nota David Cassidy, é que o Reino Unido corre o risco de se esfacelar do ponto de vista político antes de se desligar do bloco europeu, processo que deve demorar alguns anos para completar-se.
Populistas são, acima de tudo, idiotas. (Mario Sabino) 

Deu Brexit!
Ao contrário do que o mundo todo esperava pelo comportamento dos mercados, a maioria dos cidadãos britânicos foram às urnas para referendar a saída do Reino Unido da Comunidade Europeia.
Perspectivas - Tão logo o resultado foi divulgado (51,9% a 48,1%), o pânico tomou conta do mercado financeiro mundial, com desvalorizações expressivas das bolsas e moedas. Ou seja, o mundo vive hoje uma verdadeira sexta-feira negra, com perspectivas pra lá de preocupantes.
Perda de controle - Os ventos fortes que estão varrendo o mundo nesta sexta-feira atingiram em cheio, inicialmente, o mercado asiático, por questões de fuso horário. Mas, na medida em que o dia raiava no continente europeu, o pânico tomou conta. 
Degradação - A saída do Reino Unido, pelo que se deduz, propõe uma séria degradação do Bloco Europeu e no próprio Reino Unido. Vejam que os escoceses, por exemplo, já manifestaram vontade de fazer um plebiscito para decidir se devem ou não permanecer no Reino Unido. Da mesma forma, vários países europeus deverão se mobilizar, querendo saber se vale a pena ficar no Bloco. 
Mercosul - Com a decisão tomada pelos britânicos, povos de países situados em outros continentes certamente vão se mobilizar. O Brasil, por consequência, precisa discutir a necessidade da existência do Mercosul. Até porque o Mercosul já deixou, faz tempo, de ser um Bloco Comercial para se transformar num Bloco Político da pior espécie. Principalmente, depois que a Venezuela se tornou membro efetivo, em 2012, e a Bolívia, cujo ingresso ainda está sendo avaliado. 
Zona do euro - O certo é que haverá um novo desenho nas relações comerciais internacionais depois do que vimos hoje. Como o mundo todo ainda não sabe o que realmente vai acontecer, também não têm ideia se a Zona do Euro vai permanecer, ainda que o Reino Unido (já não tão unido) nunca quis perder a sua moeda. (GSPires) 
“Todo socialista é um ditador disfarçado.” (Ludwig von Mises)

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