7 de mai de 2016

“Não vou para debaixo do tapete"...

• Meirelles quer limitar e desvincular gasto público. Provável ministro da Fazenda de Temer planeja ainda reforma previdenciária; Para evitar interinidades, Henrique Meirelles quer manter Alexandre Tombini até a próxima reunião do Copom, em junho... Até lá, Tombini só sai se quiser, dizem os jornais. Para nós, a única explicação é que Meirelles está com dificuldade para encontrar um bom nome que aceite o comando do BC. Mário Mesquista, um dos cotados, já mandou avisar que não vai dar, segundo a Folha.Presidência do BC sob Temer vira escolha de falcões. Nomes cotados para o posto têm posição conservadora em relação à Inflação. 
• Impeachment passa em comissão e vai a plenário. Senadores avalizam parecer de Antonio Anastasia que aponta indício de crime de responsabilidade em pedaladas fiscais e decretos suplementares, e afastamento de Dilma será decidido na próxima quarta-feira. Parecer de Anastasia foi aprovado por 15 votos a cinco. Decisão sobre afastamento de Dilma por até 180 dias caberá ao Plenário na próxima quarta-feira; AGU e governistas tentam adiar votação do impeachment no Senado. A Advocacia-Geral da União cobra mais prazo para que a presidente Dilma possa se defender da acusação de crime de responsabilidade, denúncia que, se aceita, implicará o afastamento dela do mandato por até 180 dias; Líder do governo admite derrota no plenário. Senador Humberto Costa (PT-PE) prevê que governo terá entre 21 e 23 votos na votação de quarta-feira (11), quantidade insuficiente para barrar a admissibilidade do processo; Dilma: Temer é cúmplice do impeachment e usurpador do poder. Em evento realizado no Palácio do Planalto, presidente também atacou Eduardo Cunha, chamando-o de pessoa destituída de princípios morais e éticos; Governo cogita ir ao STF apontar desvio de finalidade no impeachment. Não vamos jogar a toalha. Até quarta-feira vamos estar aqui fazendo o debate. Para o julgamento final, a presidenta Dilma tem muita chance, diz senador Lindbergh. 
• Procuradoria-geral denuncia Fernando Pimentel ao STJ. Governador petista de Minas Gerais é um dos principais investigados da Operação Acrônimo, da PF, que apura financiamento ilegal de campanha. Denúncia está sob sigilo e Pimentel pode ser afastado do governo de Minas. 
• PGR denuncia senadora Gleisi Hoffmann e ex-ministro Paulo Bernardo na Lava Jato. 
• Guerrilha bloqueada: Ainda sobre a Door2Door e a DCO Informática, denunciadas por Gilmar Mendes, o Estadão publicou o seguinte: A DCO chegou a ter a inscrição estadual bloqueada em 2006 por ter indicado um endereço inexistente em sua documentação. Após reativação do cadastro, a empresa voltou a ser bloqueada em 2014 por não ter apresentado declarações fiscais e em 2015 por desaparecimento do contribuinte. Após a data, o registro da empresa foi definitivamente cancelado. A situação é semelhante à da Door2Door. Embora ainda tenha o registro ativo, sua inscrição foi bloqueada duas vezes, em 2011 e 2015, por não apresentar declarações fiscais à Secretaria de Fazenda mineira. O Antagonista, em 4 de junho do ano passado, já havia dado a ficha das duas empresas: 1 - A DCO, de Uberlândia, recebeu de Dilma Rousseff exatamente 4.800.000 de reais, em pagamentos consecutivos realizados nos dias 21/10, 23/10, 24/10 e 25/10. A empresa, CNPJ 07.004.711/0001-83, é praticamente inexistente no Google e está sediada nesta casa, na rua Arca 311: Repetindo: a DCO embolsou 4,8 milhões de reais para fornecer computadores para a campanha petista. 2 - A Door2door, CNPJ 07.128.391/0001-73, ganhou de Dilma Rousseff 4.271.000 reais. O pagamento foi realizado no mesmo dia que o da DCO, 25/10/2014, um sábado. A empresa está registrada em Belo Horizonte, na rua Rio Grande do Sul 1040, loja 10, e as únicas referências a ela são um corretor de imóveis, Peterson Rosa Querino, e um certo Daniel Pinheiro Furtado. 
Vice de Temer, Renan é alvo de 11 inquéritos. Promovido na linha da sucessão presidencial com o afastamento de Cunha e o eventual impeachment de Dilma, presidente do Senado responde por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Supremo segura há três anos denúncia da PGR. 
• Ministro da Saúde diz que Samu e Farmácia Popular só têm recursos até agosto. 
• Nova pedalada: Dilma pedalou de novo para aumentar o Bolsa Família. Jucá acusa Dilma de nova pedalada para aumentar Bolsa Família. 
• Graça Foster passa quase despercebida em aulas de Direito no Rio de Janeiro. 
• Produção de petróleo do Brasil em março é a menor em 21 meses apesar do pré- sal. • Multas de trânsito serão reajustadas em até 66% a partir de novembro. Rio arrecada R$ 475 mil por dia com multas de trânsito. 
• Cinco dos 81 componentes do Senado são ou já foram investigados em ações judiciais por crimes de responsabilidade. Três parlamentares são do PMDB: Romero Jucá (RR), Dário Berger (SC) e Simone Tebet (MS). Os demais são Lindbergh Farias (PT-RJ) e o ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL). 
• Governo quer tributação sobre herança para compensar reajuste na tabela do IR. Projeto de lei encaminhado ao Congresso Nacional prevê reajuste de 5% na tabela do Imposto de Renda Pessoas Física a partir de 2017 e medidas compensatórias para a arrecadação, como a incidência do mesmo imposto para heranças acima de R$ 5 milhões e doações acima de R$ 1 milhão. 
• Lava Jato: MPF denuncia Gim, Delúbio e mais 18. Força-tarefa da Lava Jato denunciou nesta sexta-feira 20 pessoas acusadas por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução à investigação. 

• Mistério do envolvimento saudita no 11 de Setembro está prestes a ser desvendado. É um documento pequeno, não passando de 28 páginas, mas que em breve poderá desestabilizar uma das relações mais estratégicas do Oriente Médio: a aliança entre a Arábia Saudita e os Estados Unidos. Essas páginas se encontram em algum lugar do subsolo do Congresso, em Washington, no fundo de um cofre. Não se sabe com precisão qual o conteúdo, que poderá vir a público dentro de algumas semanas, deteriorando um pouco mais o clima já tempestuoso entre Riad e Washington. 
• Londres elege prefeito muçulmano pela primeira vez. Sadiq Khan, filho de um motorista de ônibus e de uma costureira, ambos paquistaneses que emigraram para o Reino Unido, venceu com sobra a disputa com o principal rival, Zac Goldsmith, do Partido Conservador. Trabalhista Sadiq Khan será 3º a ocupar o cargo, após 8 anos sob conservador. 
• Responsável por Panama Papers explica vazamento. Com pseudônimo de John Doe, ele diz querer combater injustiça. 
• Manifestação recorde em Varsóvia de 240.000 pessoas contra o governo e defendem presença na EU. 
• Irã reitera apoio a Síria na luta contra o terrorismo na região.
• Ministro grego diz que medidas de contingência do FMI são impossíveis de sancionar. 

Para o desemprego, só obras públicas.
Em poucas semanas o Brasil registrará doze milhões de desempregados, em cujas portas já bate a fome. Logo, eles se darão conta da vigência do cada um por si, ou seja, se a rua é do povo, melhor ocupá-la e estabelecer nela sua própria lei. Uns seguirão fazendo biscates, outros assaltando. Estes apelando para a caridade, aqueles utilizando a força para conseguir sobreviver.
Não se encontrarão muitos preocupados com a degola de Eduardo Cunha ou com o impeachment da presidente Dilma, ou melhor, com a ascensão de Michel. Pouca ou nenhuma atenção será dada às iniciativas do Supremo Tribunal Federal ou à escolha do novo presidente da Câmara. Muito menos ao novo ministério.
Cada vez menos o país de mentirinha despertará a atenção do país de verdade. Tanto Madame quanto seu substituto no poder significarão o mesmo para a legião de desempregados, seguidos pelos desiludidos e os indignados: nada.
Vazio sem limites
É nesse vazio sem limites que o Brasil se encontra, com as raras exceções dos que buscam equacionar a saída. Desde os tempos de Ramsés II que para enfrentar o desemprego, só as obras públicas resolviam. Os Césares construíam banhos populares, arenas e aquedutos, numa sequência que teve seu clímax com as hidrelétricas de Roosevelt e os trens subterrâneos de Stalin.
Coisa nenhuma
Entre nós, anunciaram o trem-bala e as ferrovias Norte-Sul, Leste-Oeste e o desvio das águas do rio São Francisco. Deu tudo em coisa alguma, ou melhor, no poço sem fundo por onde se esvaíram nossos recursos.
Agora que Michel Temer prepara um programa emergencial de governo, depois de o Lula empenhar-se na construção de um porto em Cuba e de usinas na Bolívia, são poucas as esperanças de o novo presidente produzir sequer sucedâneos. Henrique Meirelles não vai deixar. Desde a construção de Brasília e da Transamazônica que nada mais se fez. Prevaleceram a incapacidade e a corrupção. Sobraram as empreiteiras e Eduardo Cunha. (Carlos Chagas) 

Ascensão e queda do petismo.
As razões do impeachment da presidente e do inferno astral do partido devem ser buscadas em sua compulsão à construção de versões, ao tratamento desonesto dos fatos e da história, aos sofismas, às inversões de responsabilidade e à incapacidade de se corrigir. Em uma só palavra: à mentira ou falsidade em suas muitas formas. O crime de responsabilidade não aconteceria fora desse quadro, digamos assim, clínico.
Detalhando um pouco mais. Para alcançar a vitória em 2014 foi preciso, confessadamente, fazer o diabo e ele foi feito. Foi necessário escandalizar a todos com prévia proclamação sobre o quanto seriam capazes de fazer para ganhar. E fizeram. A imperiosa determinação de vencer a qualquer custo implicava, entre outras ações e omissões, esconder a realidade fiscal e manter elevado o gasto público sem autorização legislativa. Tudo com olho na urna e um silenciador na consciência de quem ainda dispusesse de uma. Por isso, o crime de responsabilidade que dá causa ao impeachment tem, ele mesmo, origem num mal maior - a relação hostil com a verdade e com a realidade. É por ela que, nestes dias, fingem indignação e simulam ironias em atlético e aeróbico esforço para sovar um pouco mais a velha estratégia: construir versões, torcer os fatos, inverter responsabilidades, evadir-se das próprias culpas, perseverar na incorreção.
Note-se: houve outros crimes de responsabilidade praticados pela presidente - crimes que prosseguiram, em cascata, desde antes de o processo haver começado a tramitar. Sobre todos eles, o tempo e a Justiça ainda haverão de falar. Alguns estão gravados e nós ouvimos.
E se fosse no seu condomínio?
Veio de um amigo a mais clara explicação sobre o crime de responsabilidade praticado pela presidente Dilma. Perguntou-me ele: Num condomínio, pode o síndico usar recursos do Fundo de Reserva sem autorização da assembleia?. E em seguida: Se o síndico faz isso, o que lhe acontece?. As respostas são óbvias. Não pode o síndico agir assim por conta própria. E se o fizer, cai-lhe a casa em cima, entra em desgraça, é destituído da função. Ora, se tal conduta tem gravidade num condomínio, imagine-se quando falamos de um país e de seu orçamento!
Um peso e uma medida
O Procurador Geral da República descarregou um caminhão de candidatos à investigação no colo do STF. Sobrou para ambos os lados do espectro político. Pouco depois, por unanimidade, o Supremo mandou Eduardo Cunha tirar férias. Ninguém foi às ruas protestar, ninguém esbravejou, ninguém saiu por aí a cuspir nos demais. A nação celebra todo gesto de limpeza, todo ato de Justiça, toda contribuição ao saneamento moral das instituições. Essa diferença em relação aos paladinos do indefensável, que chamam bandidos de heróis, só não vê quem não quer. Por isso, não imagine o vice-presidente que a inclemência institucional e popular em relação à organização criminosa que está sendo afastada do poder o beneficie além dos precisos termos da Constituição, que o fazem primeiro da linha sucessória. Tão logo assuma, estará sendo pessoalmente julgado por sua conduta e pelas escolhas que fizer. Os bons brasileiros têm um só peso e uma só medida. (Percival Puggina, arquiteto, empresário e escritor) 

Réu confesso: eu já estive do lado de lá.
Devo confessar, já estive do lado de lá. Conheci o núcleo que faz a máquina da esquerda funcionar e a forma mais eficaz de manter essa moedora de lógica em funcionamento é lubrificá-la com metafísica. Luiz Felipe Pondé, em artigo para a Folha, escreveu sobre como essa metafísica concede salvo-conduto para justificar a corrupção, mas também serve para várias outras ações. Conforme o autor: Para esses inteligentes, ou seja, para os militantes, se a corrupção, o crime, a mentira, a violência, forem em nome da causa, tá valendo. É realmente assim. Lembro-me das discussões sobre o fuzilamento dos Romanov pelos bolcheviques e de como a morte das crianças, que foram fuziladas com seus pais, era justificada sob a alegação de que o assassinato de todos, sem exceção, era necessário para não haver qualquer resquício da monarquia. Tudo isso é válido, pois conforme João Pereira Coutinho Quando está em causa a perfeição da humanidade, faz parte do processo revolucionário não questionar a desmesura dos meios e a ferocidade com que eles são aplicados. O prêmio final é demasiado precioso para inspirar condutas de moderação. [1]
Em consequência desse tipo de delírio, atrocidades foram justificadas e continuarão a ser. Quando os objetivos impossíveis não são alcançados exatamente por serem impossíveis, é necessário encontrar os inimigos - reais ou imaginários - que ardilosamente corrompem a máquina. [2] Em outras palavras, se você quiser aprender a voar pulando de uma varanda, cair e acabar ferido, troque de varanda, escolha um lugar mais alto, mas continue pulando. É bem assim que funciona. Ainda que algum raivoso diga que estou mentindo, reafirmo que é assim que funciona. Não preciso de livro para dizer como a esquerda opera por dentro. Felizmente - ou não - já estive presente em inúmeras reuniões onde puritanos políticos, planejando a venda clandestina de jornais operários, organizavam greves e agitações em setores estratégicos para a revolução. Convivi com pessoas já maduras que afirmam ser o paredón uma ferramenta revolucionária e com pessoas ainda imaturas que concordavam com as primeiras. Ou ainda mais assustador, as ideias mais relativistas e absurdas que eram criadas por meninos eram endossadas por senhores.
Lembro-me de quando conheci Rodrigo Constantino em seu lançamento do livro Privatize Já, na FNAC da Av. Paulista, já estava bastante livre dos dogmas da esquerda, haja vista minha presença no lançamento de um livro liberal. Contudo, como ainda nutria certa simpatia pelo lado de lá, discordamos, ainda que brevemente, sobre a questão palestina. Era desagradável para mim ter que aceitar que Yasser Arafat não era um herói. O Hamas ou a FPLP - Frente Popular para a Libertação da Palestina - não poderiam ser considerados simplesmente grupos terroristas, afinal de contas eram movimentos de resistência, tanto que poucos meses depois fui até os territórios palestinos para ver tudo de perto e acabar saboreando o gás lacrimogêneo do exército israelense ao lado de semi-jihadistas. Em suma, nunca é fácil para um religioso pensar que sua fé pode estar errada. Naquele mesmo dia do lançamento, lembro que, em conversa com Leandro Narloch, presente no evento, contei a ele que havia estado do lado de lá, e o autor me sugeriu a ideia de um livro.
Teria muita coisa para relatar e que, não tenho dúvidas, para muita gente engajada soará como mentiras absurdas, ainda que tenhamos pessoas afirmando tais bizarrices em pleno século XXI. Mas do que se trata isso? Eis alguns exemplos: piadas são absolutamente proibidas se envolverem mulheres, homossexuais, negros, nordestinos, deficientes físicos, pobres e até muçulmanos; o PT era visto como um partido de direita, contrarrevolucionário e, pasmem, até mesmo reacionário; militantes afirmavam que, ao conseguirem emprego, agiriam pelas costas do chefe e, em vez de incentivarem seus pares ao trabalho, diziam ser importante prejudicar - sim, usavam esse termo - a produção de quem lucrava com a mais-valia; o ciúme era tido como uma questão de construção social e consequência do capitalismo, já que em um relacionamento, um tomaria o outro como sua propriedade privada. Enfim, ouvi alguns afirmarem que, como na sociedade comunista não haveria propriedade, possivelmente também não haveria ciúmes.
A esquizofrenia é tanta que talvez acreditem que o ciúme seja fruto da Revolução Industrial. Talvez o PT seja de direita por não ter construído gulags. A despeito de essas ideias serem uma piada, lá dentro o humor é censurado. Os sectários chegam ao ponto se intrometerem no relacionamento do casal e, quando ocorre uma briga que a mulher julga ser motivada por machismo, o marido, se militante, é chamado para prestar depoimento no tribunal da inquisição revolucionária, sendo sancionado com penas que vão desde a interdição de sua participação na militância até a expulsão do movimento/partido.
Sou réu confesso. Confesso que já defendi o marxismo-leninismo. Já pensei que com Trotsky, em vez de Stalin, tudo teria sido diferente na União Soviética. Já achei que a mais-valia tivesse sentido real. Já acreditei que Fidel Castro estivesse preocupado com o povo cubano e que Che Guevara não fosse um psicopata. Já acreditei que Lamarca queria democracia e que Marighella não queria trocar uma ditadura por outra ainda pior. Em síntese, já estive do lado de lá.
Existem centenas de loucuras que poderiam ser aqui narradas, mas não caberia em apenas um texto. Para expor tudo com detalhes demandaria um livro, e é isso que estou fazendo. Estou preparando um livro onde reúno todos esses delírios políticos a luz de outras discussões.
Um detalhe importante é que não foi a leitura de autores liberais e conservadores que me convenceu. Quem me convenceu a sair da esquerda foi a própria esquerda. Ironicamente, a esquerda me levou para a direita. Viver a esquerda foi a matar a própria esquerda. As leituras só vieram depois de eu já ter percebido que ali o relógio do bom senso girava ao contrário. A única coisa que ali fazia sentido é que nada ali fazia sentido. Por fim, mesmo que a esquerda ainda não esteja na lata de lixo da história mundial, ela já está na lata de lixo da minha história pessoal. (Thiago Kistenmacher, graduando em História pela Universidade Regional de Blumenau e Integrante do Movimento Brasil Livre Blumenau). 
[1] Coutinho, João Pereira. As Ideias Conservadoras - Explicadas a Revolucionário e Reacionários. São Paulo: Três Estrelas, 2014. p.30.
[2] Coutinho, João Pereira. Pondé, L.F; Rosemfield, D. Por Que Virei à Direita. São Paulo: Três Estrelas, 2012. p.32.

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