12 de fev de 2016

Brasil, análises nuas e cruas...

O Holocausto Econômico Brasileiro...
Apesar de não ter condições de avaliar tecnicamente o assunto, não posso deixar de repassar para seu conhecimento e reflexão, a decisão abaixo proferida pelo Juiz Jed Rakoff, nos E.U.A., e que aborda a questão dos processos judiciais envolvendo a Petrobras, em vista de sua má Gestão, da roubalheira que grassou na Empresa e do possível prejuízo que, em consequência, foi imposto aos acionistas...
A ser confirmado esse cenário, estão realmente o nosso País, a Petrobras e todo o povo brasileiro, em uma situação de provável insolvência, tal o volume de recursos que estarão envolvidos nas possíveis indenizações!... 
Concretiza-se, então, entre tantos e tantos outros, mais um triste episódio do descalabro que foi para toda a Nação, essas gestões criminosas e irresponsáveis do PTismo-sindical apóstata, em sua desvairada luta pela conquista e manutenção eterna do Poder, confundindo como uma única Entidade, o Partido e o Estado brasileiro!
O que o PT-sindical apóstata e suas parcerias criminosas fizeram para a destruição de nosso País, de nossas Instituições, dos Poderes constituídos e das nossas Corporações, levará anos e várias gerações para ser reconstruído. Nossos filhos e netos receberão essa herança que eles, com sacrifício e penúria, terão de assumir...
Não há mais como sustentar e manter esses criminosos, agindo em nosso nome, falando em nosso nome, tomando decisões exclusivamente voltadas para a perpetuação de sua iniquidade partidária!
Em relação a você, seus filhos e netos certamente se lembrarão, com um sentimento de tristeza e de decepção, de sua ausência, de sua omissão e de sua alienação, se você é um dos responsáveis pela manutenção desse estado de coisas! Pense nisso! (Márcio Dayrell Batitucci) 

A coisa vai ficar mais preta ainda.
Hoje foi decretado o Holocausto Econômico Brasileiro e praticamente ninguém ficou sabendo.
Hoje é um dia emblemático para o Brasil, um dia triste e que vai passar em branco para a população, em uma manobra ardilosa do governo para não criar pânico. Acontece que a corte dos EUA autorizou a abertura de processos grupais contra a Petrobras, que arruinou fundos de pensões americanos devido à quebra da empresa pela corrupção e má administração. Os americanos estimam que a corrupção no Brasil gerou um rombo de US$ 28 bilhões o que em reais atinge perto R$ 130 bilhões, alegam também que os balanços foram mentirosos e fraudulentos. Além da corrupção, a má gestão condenou a Petrobras à um atoleiro de dívidas que chegam a R$ 600 bilhões. Com os processos autorizados hoje e as dívidas, as indenizações e ressarcimentos podem chegar na casa astronômica dos R$ 1,5 trilhão. Isso vai trazer ainda mais recessão e crise para o Brasil e mais uma vez quem vai pagar será a população, porque para quitar o rombo da Petrobras, o governo terá que aumentar a arrecadação, penalizando ainda mais quem produz e extorquindo ainda mais dinheiro do trabalhador, gerando um empobrecimento para o país que vai repercutir em todos os ramos da economia e da cadeia produtiva. Até quando vamos tolerar isso?
O juiz dos Estados Unidos responsável pelas ações judiciais da Petrobrás em Nova York, Jed Rakoff, negou pedido da empresa brasileira e vai permitir que investidores que aplicaram em bônus e em ações da empresa brasileira processem a petroleira em grupo.
Ao publicar a decisão, de 49 páginas na noite desta terça-feira, Rakoff negou o pedido da Petrobrás, que queria impedir a formação de classes em seu processo, em uma tentativa de minimizar o tamanho do litígio em Nova York, reduzindo assim o montante de uma eventual indenização a ser paga aos investidores. A empresa queria ainda limitar o período coberto pela ação judicial, também negado pelo juiz.
Rakoff certificou duas categorias diferentes de investidores, os que compraram bônus de renda fixa em duas ofertas da Petrobrás no mercado internacional, em 2013 e 2014, e os que adquiriram American Depositary Receipts (ADRs, na sigla em inglês), que são recibos que representam ações da Petrobrás e listados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
Os fundos de pensão do Havaí e da Carolina do Norte vão ser os representantes na Corte dos investidores que compraram bônus e o fundo de pensão inglês Universities Superannuation Scheme (USS) dos que aplicaram em ADRs. O escritório de advocacia Pomerantz será o responsável legal pelas duas classes. Os interesses de classes estão alinhados e a mesma má conduta da empresa é alegada nas duas demandas, afirma o juiz.
A alegação dos investidores é que a Petrobrás descumpriu regras do mercado de capitais dos EUA ao não divulgar corretamente informações sobre o esquema de corrupção na empresa. Quando as informações se tornaram públicas e passaram a ser investigadas pela Operação Lava Jato, os papéis da companhia tiveram forte queda no Brasil e no exterior.
Ao pedir que o juiz impedisse a formação de classes, a Petrobrás alegou que um grande número de investidores individuais sofisticados entrou na corte com processos próprios, uma das razões que não justificaria as ações coletivas. O juiz concordou com a primeira parte do argumento, pois 28 processos individuais deram entrada na Corte em 2014, mas vê a necessidade de que haja a ação coletiva, pois os papéis da Petrobrás são negociados por milhões de investidores ao redor do mundo.
Foi uma vitória significativa a decisão publicada pelo juiz, afirmou o advogado do Pomerantz, Jeremy Lieberman, em um comunicado. A fraude conduzida pela Petrobrás durante o período da ação coletiva tem retirado bilhões de dólares em valor para o acionista, bem como prejudicado a estrutura política e econômica do Brasil, uma das maiores economias do mundo, completa o advogado.
Prazo. O período da ação para quem comprou ADR foi aumentado em quatro meses. No processo inicial, era de janeiro de 2010 a março de 2015, mas agora vai até julho do ano passado. A Petrobrás queria que o período terminasse em março, alegando que quem comprou papéis da companhia depois daquele mês já sabia das denúncias de corrupção e, portanto, não faria sentido incluir na ação judicial. 
Já os advogados dos investidores alegam que a empresa brasileira publicou mais informações falsas e enganosas depois de março, sobretudo no balanço auditado divulgado em abril e no qual estimou perdas de US$ 2,5 bilhões com as denúncias de corrupção.
Os investidores questionam esse valor e afirmam que as perdas ficaram em US$ 28 bilhões. A decisão de Rakoff representa um marco significativo nos esforços dos investidores para recuperar uma parte significativa das perdas sem precedentes sofridas pelos requerentes, afirma Lieberman. (Via: Estadão) 

Carência de Administração.
Problemas - Os maiores problemas do Brasil, segundo informam as constantes pesquisas de opinião pública, de forma bastante insistente, estão localizados, basicamente, nas seguintes três áreas sociais: Educação, Saúde e Segurança. 
Democracia ??? - É importante ressaltar que a existência do Estado foi concebida -democraticamente- pelos povos civilizados, porque todos entendiam que só o Poder Público poderia prestar tais serviços, de forma igual e satisfatória, a todos os cidadãos.
No Brasil, pelo forte descaso que os governos vem mostrando, justamente nestas áreas mais demandadas pela população, fica evidente que a Democracia é algo inexistente ou trata-se de uma enorme fraude.
Cabeça ideológica - Vejam, por exemplo, que os governantes, tanto pela cabeça ideológica quanto por grande influência da mídia, de forma totalmente equivocada acreditam que a solução e/ou melhora destes serviços básicos está na simples contratação de pessoal. Que nada mais é do que um inchaço da máquina pública.
Eficiência - Antes de tudo, para que qualquer tipo de serviço seja prestado com alguma eficiência, independente de quem o faça, é imprescindível que a tarefa seja bem administrada. Isto só acontece com correto planejamento, controle, direção e avaliação.
Estado é mau adminstrador - Ora, mais do que sabido, o Estado brasileiro tem se revelado na maioria das vezes, senão em todas, um péssimo administrador. O que propõe, de forma indiscutível, a colheita (farta) de resultados ruins e/ou péssimos. Mais: com preços sempre bem mais altos do que qualquer concorrente poderia oferecer.
Sem surpresa - Partindo deste raciocínio lógico não há como alguém possa ficar surpreso com o contínuo mau desempenho do Estado em todas as atividades em que se propõe a executar. Como os indicados pelo governo não reúnem conhecimento e/ou não têm a mínima vocação para administrar, não há como esperar que a Educação, a Saúde, a Segurança e todas as empresas públicas-estatais sejam bem dirigidas, planejadas e controladas.
Conhecimento do assunto - Não há portanto, dúvidas de que a Educação e a Saúde deveriam ser entregues para verdadeiros administradores, com forte conhecimento do assunto. Isto significa, por óbvio, que nestas áreas não deveria haver envolvimento político.
E as estatais, que tem se tornado focos de alta corrupção, devem ser imediatamente privatizadas. A partir daí o risco destas atividades deixam de ser da sociedade pagadora de impostos e passam a ser de responsabilidade do investidor/acionistas privados.
No caso da Segurança, que em princípio é tarefa a ser executada pelo Estado, antes de tudo é preciso que sejam suprimidas e/ou revogadas as leis que incentivam o crime e a impunidade. Mais: que o Poder Judiciário não torne em vão o trabalho da polícia, que depois de prender um bandido vê o mesmo ser solto poucas horas depois. Que tal? (GSPires)

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