4 de dez de 2015

Desculpe, sinto asco...

• Governo estuda convocar Congresso no recesso para superar crise política. Outra possibilidade é a autoconvocação do Legislativo, decisão que o presidente do Senado, Renan Calheiros, não está disposto a tomar. Objetivo do PT e do governo é tentar barrar o quanto antes o processo de impeachment. 
• Se a Dilma criminalizou a Constituição com pedaladas e o Congresso aprovou, quem é realmente o(s) culpado(s)? Não seria óbvio impeachment para todos? Engraçado chamar de golpe agora, e quando o PT o fez por 4 vezes? Ouvi que o PT/Governo quer dar continuidade e acelerar o crescimento(?): nem decoro e ética possuem num país onde tantos quebram, perdem empregos e vê o país na bancarrota. Urubus se esganiçam de olho na vaga. A meu ver agora ou nas eleições nenhum possui condições de estar à frente do país. Um país de tolos só merece subjugação e afrontas. (AA) 
•  Governo publica decreto que suspende contingenciamento do Orçamento. 
• Eduardo Cunha afirma que Dilma mentiu à nação ao negar barganha política. 
• Ofensiva de Dilma contra impeachment sofre derrotas. Supremo rejeitou duas ações de governistas para suspender ato de Cunha. 
• BTG coloca à venda banco suíço comprado há três meses. Novo comando decide se desfazer do BSI para enfrentar a crise de confiança. 
• Poder público precisa dirimir dúvidas sobre contaminação do rio Doce após rompimento de barragem. 
• Chances de Michel animam conchavos políticos: Tão logo o presidente da Câmara detonou o processo de impeachment, os parlamentares passaram a fazer o que mais gostam: articulação política. Mas as rodas de conchavo no Congresso, curiosamente, não fazem cálculos sobre as chances de Dilma, mas sobre as chances de o vice Michel Temer assumir a presidência. Em conversa reservada, o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do governista PP, disse tudo: Impeachment não é para tirar presidente, é para botar presidente...; Dilma e Cunha fora: O PMDB está cada vez mais imbuído de uma missão salvadora do País, com Michel Temer e sem Dilma Rousseff e Eduardo Cunha; Governo de coalizão: Políticos da cúpula do PMDB estão certos de que um governo de coalizão nacional, com Michel Temer à frente, tiraria o País do atoleiro. (Diário do Poder) 

A hora e a vez do impeachment, para o bem do Brasil!
Há alguns anos, em meio à bonança econômica e ao cenário internacional favorável durante seu governo, o então presidente Lula celebrou um ilusório espetáculo do crescimento em mais uma tentativa de ludibriar o povo brasileiro e mascarar a difícil realidade que se desenharia pouco tempo depois. Hoje, 13 anos após a chegada do PT ao poder, o país vive uma das mais graves crises de sua história, com aumento do desemprego e da inflação, queda do poder de compra das famílias e uma dramática recessão que resulta da irresponsabilidade e da incompetência do lulopetismo na condução da economia. Ao final do primeiro ano do desgoverno de Dilma Rousseff, o cenário é desolador sob todos os aspectos.
Segundo os dados divulgados pelo IBGE, o PIB brasileiro despencou 1,7% no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores, naquela que já é a maior retração para este período de toda a série histórica e a terceira contração consecutiva. Na comparação com o mesmo período de 2014, a economia brasileira recuou nada menos que 4,5%. Em apenas um ano e meio, o tombo foi de espantosos 5,8%, o que configura a mais longa recessão dos últimos 20 anos.
O pior desempenho entre todos os comparativos setoriais é o da indústria, que registrou uma queda de 5,6% no acumulado de 2015 e de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o setor industrial recuou 1,3%. O segmento agropecuário, por sua vez, teve retração de 2,4%, enquanto o de serviços recuou 1%.
Outro dado estarrecedor aponta uma queda de 1,5% no consumo das famílias em relação ao segundo trimestre deste ano e de 4,5% se compararmos com o mesmo período de 2014. Enquanto isso, os gastos da máquina pública no governo Dilma subiram 0,3%, o que demonstra o quanto o malfadado ajuste fiscal é apenas uma peça de propaganda desconectada da realidade. Nunca antes neste país, como diria o ex-presidente da República, a economia foi tão castigada pela irresponsabilidade daqueles que comandam a nação e vêm levando o país ao buraco.
Diante de uma profunda recessão que, segundo os economistas, só está começando, incomoda o silêncio constrangedor do empresariado brasileiro, que continua calado enquanto vê suas empresas fecharem e seus funcionários serem demitidos - não se vê uma manifestação sequer contra o desgoverno do PT. O setor financeiro, maior beneficiário dos tristes tempos de Lula e Dilma, também se omite, ao passo que os trabalhadores e a população mais pobre são os que mais sofrem as dramáticas consequências da recessão econômica.
Como se não bastassem a retração do PIB, o desemprego e a paralisação do país em praticamente todos os setores produtivos, a República vive um período de degradação jamais visto em toda a nossa história, como atestam as recentes prisões do líder do governo no Senado Federal e de um amigo íntimo do ex-presidente, ambos detidos por envolvimento com os criminosos que assaltaram a Petrobras – o que, indubitavelmente, aproxima o escândalo do petrolão ao núcleo do Palácio do Planalto. Sob o comando do PT, caminhamos a passos largos rumo ao abismo político, moral e econômico.
Mais do que nunca, o impeachment de Dilma, cujo trâmite já se iniciou formalmente no Congresso Nacional, se faz necessário para tirar o Brasil do atoleiro e devolvê-lo à rota do crescimento. Com o apoio da sociedade, daremos um basta em tamanho desmantelo e trilharemos um novo caminho, norteado por um verdadeiro projeto de desenvolvimento. Em meio aos escombros da economia brasileira, é possível construir um novo país. (Roberto Freire, deputado federal) 

Zerocefalia.
Anemia - Desde meados de 2014 todos os diagnósticos já apontavam que a economia do nosso pobre país apresentava baixos níveis de hemoglobina no sangue.
. Vale lembrar que o Ponto Crítico, como os leitores são testemunhas, insistiu, constantemente, que fruto de incompetência administrativa, excesso de corrupção e inúmeras atitudes populistas, o Brasil entraria, inevitavelmente, em processo de anemia progressiva
Drogas pesadas - Com o corpo bastante intoxicado por drogas pesadas, todas desenvolvidas com muito esmero no laboratório petista, com a tarja matriz bolivariana, a anemia deixou de ser apenas econômica e passou a ser também política, com efeitos simplesmente devastadores no seu conjunto. 
Microcefalia - Pois, como se não bastasse a desgraça injetada nas veias dos brasileiros pelo PT, a partir de 2002, quando Lula foi eleito presidente, cuja safra de maus resultados promete ser muito longa, o povo brasileiro ficou sabendo, recentemente, que o país está diante de uma epidemia de microcefalia
Má formação - O quadro que o Brasil vive, portanto, não poderia ser mais triste, preocupante e de difícil tratamento: 
1 - a economia está anêmica, ou em estado de coma
2 - a política, envolvendo Executivo, Legislativo e Judiciário, em todos os níveis de governo, está eivada de safados; e, 
3 - a população está sofrendo, não só de infecção generalizada, mas também de má formação congênita.
Cabeça oca - Arrisco a dizer que tudo isto que o país vive, só acontece porque existe uma zerocefalia, doença que propõe que a maioria do povo brasileiro (principalmente o povo do RS) seja desprovida de cérebro. Ou seja, a caixa encefálica dos eleitores do PT e assemelhados e, notadamente no RS, dos eleitores do deputado Jardel, é totalmente oca.
PT-Vírus - As suspeitas sobre os casos de microcefalia, como vem sendo divulgados à exaustão pelas autoridades de saúde, estão sendo atribuídas ao zika-vírus
 Pois, nos casos de zerocefalia, o que posso adiantar, sem medo de cometer qualquer injustiça, é que o responsável por esta grave doença é o PT-Vírus. (GSPires)

Perguntas com diversas respostas.  
Com a crise se ampliando, ainda que seu ponto de ebulição vá demorar, mil perguntas ficam sem resposta, ou melhor, apresentam respostas variadas, alimentando a perplexidade geral.
Claro que Eduardo Cunha retaliou. Deu o troco ao governo. Mas teria dado seguimento ao pedido de impeachment da presidente Dilma porque chegou a confiar num acordo com o PT e o palácio do Planalto, sentindo-se traído? A lógica indica que sim, mas seria o presidente da Câmara tão ingênuo assim, a ponto de supor o governo disposto a preservá-lo?
Estariam a presidente Dilma e o PT em rota de colisão, a ponto de Rui Falcão desobedecer a suposta estratégia palaciana de uma mão lavar a outra? Ou foi tudo combinado, ou seja, os três companheiros com assento no Conselho de Ética prometeram apoiar Cunha e depois foram acometidos de uma crise consciência?
Apesar de alguns ministros terem aplaudido Madame, depois de sua fala na televisão, alguém duvidaria dela estar sozinha e abandonada? Acreditou no PT por incapacidade de percepção política?
E Michel Temer, agiu ou omitiu-se na pressão sobre Eduardo Cunha para que fosse iniciado o processo do impeachment? Será o maior beneficiado, na hipótese de a maioria parlamentar inclinar-se pelo afastamento da presidente, mas teria participado da trama ou simplesmente deixado a corrente fluir?
Os grupos favoráveis ao impeachment conseguirão reunir dois terços dos deputados para concretizar a decisão final? Ou o Executivo sairá vitorioso, impedindo que Dilma perca o mandato?
Eduardo Cunha parece enjaulado no Conselho de Ética, mas a decisão final pela sua cassação é do plenário da Câmara. Disporá o deputado fluminense de meios para salvar a pele, a função e o mandato?
O impeachment tornou-se uma possibilidade ou uma probabilidade? Terão as ruas condições de influenciar o resultado? Como reagirá o PT diante de manifestações explosivas dos grupos favoráveis ao afastamento de Dilma? A crise econômica que nos assola influenciará o comportamento dos deputados? A presidente conseguirá eximir-se da responsabilidade de haver causado boa parte da confusão atual?
Finalmente, o que temos nós com isso? (Carlos Chagas)

Esperanças renovadas.
Esperança - Ontem, quando o presidente da Câmara Federal manifestou a decisão de aceitar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Indignada Rousseff, a maioria dos brasileiros passou a respirar esperanças por todos os poros
Motivos - Ainda que a cada um faça uma leitura própria para entender os motivos que levaram Eduardo Cunha a tomar tal decisão, o fato é que este primeiro passo significa uma martelada firme na testa da matriz econômica bolivariana, que é a grande responsável pelo caos econômico que o país vive.
Corrupção e incompetência - É mais do que sabido, e sentido, o tamanho do estrago que o país sofreu ao longo dos anos de governo petista. Ainda que os rombos promovidos pela excessiva corrupção sejam vultosos, o impacto proporcionado pela fantástica incompetência é simplesmente devastador, como atestam os mais diversos índices que medem o desempenho econômico e social do nosso pobre país. 
Intervenção - Se bem antes da chegada do PT no governo, o Brasil já era um país que exigia reformas para poder crescer e se desenvolver, a partir do momento em que a dupla Lula/Dilma assumiu a presidência o que se viu foi um aumento ainda maior da nefasta participação (leia-se intervenção) do Estado na Economia. 
Caminho longo e certo - Sabemos muito bem que o caminho que levará Dilma e o PT para longe do Executivo, ainda que seja longo é absolutamente certo. Será por uma ou duas formas: 
1 - por impeachment; ou, por renúncia. Se não quiser passar pelo vexame de sair pela vontade do Congresso, Dilma pode pedir o boné e cair fora por vontade própria.
Recado importante - Como se não bastasse, tanto a voz rouca das ruas e das redes sociais quanto de todos os institutos de pesquisa de opinião pública, que dizem, claramente, que Lula e Dilma são nefastos ao país, o mercado financeiro e de capitais vem dando um recado implacável. Basta ver o comportamento dos índices de ações, juros, câmbio e inflação. 
Fora, Dilma! - Para concluir faço questão de dizer, com todas as letras, que fiquei feliz com a decisão da abertura do processo de Impeachment de Dilma. Mais: vou me esforçar muito para que seja o quanto antes. As razões, os leitores já sabem: quero o bem do país, coisa que o PT abomina. Fora, Dilma! (GSpires) 

Ruy Barbosa onde estiver, deve maldizer seu homônimo no PT que desacredita lei, ordem e moral.

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