18 de nov de 2015

As guerras surdas contra os povos.

• Congresso mantém veto sobre reajuste do Judiciário; item teria impacto R$ 36 bi até 2019. Por apenas seis votos, vontade do governo se sobrepõe à da oposição. Após sessão de análise de vetos ter sido três vezes adiada, Executivo consegue vitória simbólica, embora apertada, e agora tenta ampliar fidelidade da base para as próximas medidas do ajuste fiscal. 
• Temer tentará se salvar se cassação da chapa vingar. Aliados dizem que vice vai pedir separação de contas da campanha de 2014. 
• Comissão de orçamento aprova déficit de R$ 120 bi. Valor vai substituir meta inicial da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Governo vai negociar com Renan Calheiros para que proposta seja votada por deputados e senadores já nesta quarta-feira (18). 
• Câmara aprova medida para viabilizar pagamento de dívidas tributárias. Deputados excluíram do texto artigos que haviam sido propostos pelo Senado que davam mais poder à Receita Federal no combate à elisão fiscal. 
• Empreiteira diz que deixará mercado se corrupção persistir. É preciso profissionalizar investimento público, diz executivo da Camargo Corrêa. 
• Mais duas barragens têm risco de se romper em MG. Samarco diz que represas em Mariana estão com a segurança comprometida. Controlar a lama. Após a catástrofe em Mariana, a única resposta cabível é promover a reforma do Código de Mineração. 
• Aos gritos de Vale, assassina, protesto reúne cerca de 500 pessoas em Vitória. Protesto contou com a participação de estudantes, professores, crianças, famílias, artistas, cicloativistas e militantes de movimentos sociais. Manifestantes querem que empresa seja responsabilizada por rompimento de barragem em Minas e morte do Rio Doce. 

• A madrugada em Paris foi tomada de assalto por sirenes e busca de ordenadores dos ataques. 3 foram mortos. França e Rússia se unem contra o Estado Islâmico. Líderes dos dois países selam acordo para ações conjuntas na Síria. 
• Grupo hacker Anonymous declara guerra ao Estado Islâmico. Idiotas: Estado Islâmico responde à ameaça de guerra. Anonymous iniciou ataques ao Estado Islâmico há mais de um ano. 
• É preciso reformar o islamismo, diz filósofo francês. Para Pascal Bruckner, desativar o radicalismo vai levar várias gerações. 

Descrença
. Até onde vai a racionalidade de um brasileiro.
. Difícil entender aqui e ali, sob a saraivada de notícias, cruéis contrastes dos que se dizem governantes(?) e o botar a mão no bolso(a) e ver que não existe dinheiro para comprar. 
. Tudo subiu de preço e a mesa não está mais farta, lojas custam a vender mesmo com promoções, o Natal está aí, comerciantes já vislumbram um desastre e os políticos... Não há como abaixar mais nada. Talvez como a loja da dona Dilma de 1,99 que surtou.
. Lástima ver, volta e meia, o país ante a promiscuidade política, a justiça lenta ou tardia, os malfeitos desde o Executivo a outros Poderes, em cismar sozinhos a noite, enquanto o pobre que trabalha, vê como sonho desfeito as palavras distorcidas, atos acoimados, mãos fugazes a se enriquecer, dinheiros indo pra fora do país, cadeia só pra negros e pobres.
. A segurança, ah isso é outra coisa que não se rompe. O que se gasta no aparelhar, salários ditos pequenos e, só pra contradizer se lê nos jornais que o policial tal foi alvejado em seu carro, se o dinheiro não dá como tem um? A segurança das cidades deixa a desejar norte a sul e o índice de mortes atinge índices assombrosos. Esquisito, mas é vero!
. No Palácio, a governante ou governanta, pouco fala e esporadicamente surge após reuniões; problemas estão aí na espera de soluções que se avolumam; inflação a galope e Congresso às voltas com votações. . Mutirões contra as barragens, vamos resolver e punir!... e nada. (AA)
Nuevas Medidas en Holanda. 
. A partir de enero Holanda, donde el 6 % de la población es musulmana, ahora se ve obligada a rechazar su sistema de multiculturalismo.
. El gobierno holandés está harto de ser pisoteado por los musulmanes y abandona dicho modelo. Después de mucho tiempo de multiculturalismo que no ha hecho más que alentar a los inmigrantes musulmanes a crearse una sociedad paralela y dañina para el país, emerge entonces un nuevo proyecto presentado al Parlamento holandés por el ministro del interior Piet Hein Donner el 16 de junio último dice: El Gobierno comparte la insatisfacción del pueblo holandés frente al modelo de sociedad multicultural en Holanda y expresa su intención de centrar sus prioridades hacia los valores fundamentales del pueblo holandés.
. En el nuevo sistema de integración, los valores holandeses van a tener un rol fundamental y por ello el gobierno no adhiere más al modelo de sociedad multicultural.
.. La nota sigue: Una integración mas rigurosa es ahora perfectamente justificada. Por esto es que dice al Gobierno y todo su pueblo, que esta orientación se ha vuelto absolutamente necesaria porque la sociedad holandesa, está a punto de disgregarse en términos de identidad y los holandeses ya no se siente como en su propia casa.
. La nueva política de integración será mucho mas exigente para con los inmigrantes.
. Por ejemplo, los inmigrantes deberán obligatoriamente aprender el idioma holandés y el gobierno va a tomar serias medidas coercitivas ante los inmigrantes que ignoren los valores del país y desobedezcan las leyes holandesas.
. El Gobierno Holandés también dejara de otorgar subsidios especiales a los musulmanes en favor de la integración (ya que de cualquier manera ellos la ignoran). Según Donner, no corresponde al Gobierno ni a los fondos públicos, integrar a los inmigrantes.
. Este proyecto también prevé la creación de dos legislaciones la primera, prohibiendo los casamientos forzados y la segunda, imponiendo severas medidas para los inmigrantes musulmanes que disminuirán voluntariamente sus posibilidades de trabajar, simplemente por la manera que tienen de vestirse.
. Más específicamente el Gobierno va a prohibir el uso de vestimentas que cubran todo el rostro como el velo, la burka, la hijab, todo esto a partir de enero de 2016.
. Holanda se dio cuenta, quizá un poco tarde, que su liberalismo multicultural podría convertir su país en un territorio de tribus musulmanas, cuyo objetivo primordial es destruir la nación que los albergo y su propia identidad holandesa. El futuro del mundo tal y como lo conocemos está en serio riesgo, por esta razón es muy factible que Australia, el Reino Unido, Canadá, Bélgica, Francia y USA adopten esta iniciativa y ponerle fin a la proliferación mundial musulmana, la cual no respeta nada ni nadie. Esta medida es justa y muy necesaria, de lo contrario en veinte años nuestra manera de vida occidental, dejará de existir.

'Desastrosa' invasão dos EUA ao Iraque levou à criação do EI, diz pré-candidato Bernie Sanders. 
. Com foco em terrorismo e política externa norte-americana no Oriente Médio, debate dos democratas ocorreu um dia após atentados em Paris.
. Os pré-candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos participaram de um debate na noite do último sábado (14) em que um dos principais temas foi a política externa norte-americana no Oriente Médio. O evento ocorreu um dia após a onda de atentados em Paris que matou ao menos 129 pessoas e deixou outras 352 feridas, segundo o último balanço das autoridades francesas.
. Na discussão, o senador pelo estado de Vermont, Bernie Sanders, responsabilizou os EUA pelo surgimento de grupos islâmicos extremistas, dado o vácuo de poder no Oriente Médio. Para o candidato, trata-se de um sintoma que vem se desenvolvendo desde a autorização para a invasão do Iraque, em 2002, que foi sustentada à época por Hiillary Clinton, sua rival na corrida à Casa Branca.
. Eu diria que a desastrosa invasão do Iraque, que eu me opus fortemente, desatou a região completamente, e levou ao surgimento da Al Qaeda e do Estado Islâmico, declarou Sanders. Acho que foi um dos piores erros de política externa na história dos Estados Unidos, definiu.
. Agora, na verdade, o que temos que fazer - e eu acho que há um amplo consenso aqui - é que os Estados Unidos não podem continuar sozinhos. O que precisamos fazer é liderar uma coalizão internacional que inclua de forma muito significativa as nações muçulmanas naquela região, acrescentou.
. Hillary Clinton, que foi secretária de Estado do primeiro mandato do presidente Obama (2009-2013), defendeu-se, alegando que a segurança no Oriente Médio é incrivelmente complicada e ainda recordou que o atentado de 11 de setembro de 2001 ocorreu antes da invasão do Iraque.
. Acredito que o que temos mesmo que fazer é enfrentar os problemas colocados pelo terrorismo extremista jihadista e entender que há antecedentes em relação ao que ocorreu no Iraque e devemos ficar vigilantes quanto a isso, argumentou a candidata, que rejeitou a ideia de que ela e o resto da administração Obama teriam subestimado a ameaça crescente do Estado Islâmico.
. Hillary é conhecida por ter uma atitude mais agressiva em relação à política externa dos EUA, desde o período em que foi chefe da diplomacia do país. Nas últimas semanas, ela pediu uma resposta mais robusta dos militares norte-americanos na guerra civil síria. Nós estamos em uma guerra com extremismo violento e com pessoas que usam sua religião para fins de poder e opressão, afirmou neste sábado.
. Já Sanders concluiu seu ponto, afirmando que os Estados Unidos têm um histórico de realizar mudanças em regimes que trazem, sim, consequências a esses países. Não acredito que nenhuma pessoa sensível iria discordar que a invasão no Iraque levou a um nível massivo de instabilidade que estamos vendo agora, pontuou.
. Sobre a questão do terrorismo em Paris e o papel da política externa norte-americana, o terceiro pré-candidato democrata presente no debate, o ex-governador de Maryland, Martin O’Malley, concordou em certa medida com Sanders. Não foi só a invasão do Iraque, mas foi a falha em investimento de inteligência humana, declarou.
. Hillary é a pré-candidata favorita entre os democratas, com 52% das intenções de voto, de acordo com pesquisas feitas entre 6 e 10 de novembro e encomendadas pela CBS News e pelo New York Times. Sanders figura em segundo lugar, com 33%; e O'Malley, com 5%. (Via Opera Mundi)

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