13 de out de 2015

Quem será por nós? Pedalemos...

• Para instituições financeiras, queda da economia este ano pode chegar a 2,97%. Para 2016, agora a expectativa é de contração de 1,20%, contra queda de 1% antes, segundo o boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta terça-feira 13; quanto à inflação, o levantamento semanal mostrou alta de 9,70% do IPCA para 2015; estimativa para a inflação em 2016 subiu pela 10ª semana seguida e agora é de 6,05%. 
• Oposição se reúne hoje em Brasília para definir estratégia do impeachment. Pedido de impeachment incluirá novas pedaladas. Alas do governo divergem entre tentar acordo com Cunha e atacá-lo. Sem condições - Acúmulo de evidências sobre participação de Cunha em irregularidades torna inviável sua permanência. 
• Nos costumes, Congresso é mais liberal que eleitor. Parlamentares só ficam à direita dos brasileiros na economia, diz Datafolha. 
• Sem ajuste, Brasil está à beira do precipício, diz economista. Nouriel Roubini alerta para os riscos de um novo rebaixamento de nota do país. 
• Prevenção ao terror: Olimpíada será mais complexa que Copa, diz governo. Lobos solitários e falta de cultura de denúncia de situações suspeitas preocupam especialistas; grupo com 30 agências estuda cenários de possíveis ataques extremistas de origem estrangeira ou facções criminosas brasileiras. 
• A Petrobras fechou acordo junto ao Industrial and Commercial Bank of China Leasing (ICBC Leasing) em torno de um financiamento de US$ 2 bilhões de dólares ao longo de dez anos; operação faz parte de um acordo de cooperação assinado em maio deste ano; Essa operação faz parte da estratégia financeira da Petrobras de diversificar suas fontes de financiamento, e representa uma antecipação da captação de recursos prevista para 2016, disse a Petrobras por meio de um comunicado. 
• Governo torrou R$ 412 milhões em diárias este ano. Durante o anúncio solene das medidas que chamou de reforma administrativa, sexta-feira (2), a presidente Dilma incluiu entre as suas declarações de intenção de tentar reduzir gastos com diárias e viagens no serviço público. Pudera. Na discussão dessas medidas, ela ficou espantada com a informação de que somente este ano, até o mês de agosto, seu governo torrou R$ 412 milhões em diárias para servidores. 
• Falando em privilégios.... - Já que estamos falando de privilégios absurdos, vejam este: Hoje são gastos só com ex-governadores R$ 27,8 milhões por ano com suas respectivas aposentadorias vitalícias, que podem chegar a 25 mil reais, segundo reportagem da Folha de São Paulo. Muitos dos beneficiados não ocupam mais cargos públicos, os quais tratam como emprego. Mesmo depois de um único mandato, ou de uma vida política curta, se comparada a uma vida inteira de um trabalhador contribuinte, os ex - políticos ainda têm direito aos vencimentos. O caso com os ex-governadores é só um exemplo. A ocupação de um cargo deve ser tratada como uma prestação de serviço à república, a qual já é muito bem remunerada durante o mandato, e precisamos exigir o fim de vencimentos vitalícios por serviços muito mal prestados durante pouco tempo de serviço. (GSPires) 
• Cervejarias AB InBev e SABMiller anunciam a terceira maior fusão empresarial da história. • Fome no mundo em desenvolvimento diminuiu 27% em 15 anos, mostra estudo. 
• Mais de 710 mil imigrantes chegaram à União Europeia até setembro. Mais de 710 mil imigrantes chegaram à União Europeia até setembro. A Frontex informa que as ilhas gregas no Mar Egeu continuam sendo as mais afetadas pelo fluxo migratório. 
• Ministro russo diz que ataque a embaixada foi atentado terrorista. Dois morteiros atingiram a embaixada da Rússia em Damasco, capital da Síria, na manhã desta terça-feira, depois que Moscou intensificou sua campanha de bombardeios em apoio ao presidente sírio, Bashar al-Assad. No momento dos ataques, uma manifestação com cerca de 300 pessoas em apoio ao governo e à Rússia ocorria em frente ao local. Não há relatos oficiais sobre feridos.

Lula, Cunha e Dilma, o trio que está levando o país à bancarrota. 
. O trio Lula, Eduardo Cunha e Dilma deveria se juntar e, para o bem do Brasil, pendurar as chuteiras e abandonar de vez a política. Essa seria uma atitude magnânima. Mas é também utópica, porque dessas pessoas não devemos esperar ato de tanta grandeza. Agarrados como carrapatos ao poder, o trio sangra. Derrete-se em imoralidade. O Eduardo Cunha, por exemplo, pegou o cacoete malufista de negar o óbvio. Diz não serem dele as transações bancárias no exterior realizadas com dinheiro roubado da Petrobrás, mesmo com as suas digitais e da sua mulher nas contas milionárias na Suíça. Dirige-se aos jornalistas nos corredores do Congresso Nacional como se nada tivesse acontecido. E, na maior cara de pau, repete: Não sei do que vocês estão falando, não vou falar, essas contas não são minhas... Ora, se toda essa montanha de dinheiro não é dele, a pergunta é: de quem é? Se for apenas da sua mulher, a jornalista Claudia Cruz, que a polícia a chame para depor já que ela não goza de imunidade e comete crime de sonegação fiscal.
. A Dilma, coitada!, ainda não entende o que se passa no país. Cercada de áulicos, assessores e ministros despreparados, muitos deles envolvidos na Lava a Jato, a exemplo do Edinho da Silva, que chantageou o dono da UTC para depositar R$ 7,5 milhões na conta da campanha dela. A presidente, para desespero dos brasileiros, parece viver dormindo, em sono profundo, à base dos tarjas pretas. Quando acorda é para dizer um monte de besteira tipo ainda existe luz no fim do túnel ou a ainda não existe tecnologia para estocar vento. O outro, Lula, responsável por toda essa bagunça, dono de uma fortuna incalculável, arvora-se de mestre da política. Mexe nos bonecos de Brasília na tentativa de salvar o Titanic, mas o troca-troca só serve aos seus interesses.
. As mudanças ministeriais do Lula só tinham um objetivo: fortalecer a sua participação no governo e, com isso, protelar a sua prisão pela Polícia Federal, o que deverá ser inevitável pelas provas já colhidas nas investigações da sua participação em toda essa roubalheira. É esse o quadro, sem retoques, da anarquia no Brasil, quando fica até difícil escolher o mocinho na preparação desse filme que só tem candidatos a bandidos.
. Como um morto-vivo, Eduardo Cunha atravessa os corredores da Câmara da Deputados, cercado por jornalistas e curiosos, como se estivesse perambulando no pátio de um hospício, com a mente turva, repetindo as mesmas coisas: Não sei de nada, fale com os meus advogados, oportunamente falarei... O até então arrogante Cunha, agora, já aparece curvado, cabelos desalinhados e desorientado. Nessas horas, os amigos desaparecem, o poder escorrega pelas mãos e a família se desintegra. Cabe a ele, sozinho, responder as questões dos jornalistas para matar a curiosidade dos brasileiros que assistem estupefatos a mulher dele gastar milhões de reais em academias, clubes de tênis e butiques de luxo lá fora com dinheiro comprovadamente roubado da Petrobrás.
. Os deputados mais independentes - aqueles que não vivem às custas do fisiologismo de Cunha - já pediram a sua cabeça. Não querem mais ser liderados por um presidente que mentiu à CPI quando afirmou categoricamente não ter contas no exterior. Até o líder do PMDB, o deputado Leonardo Picciani, indicado por Cunha, tem a sua liderança questionada. Intermediário das negociações entre o PMDB e a Dilma na reforma (?) ministerial, começa perder força por trabalhar com o baixo clero nas indicações para os ministérios. Descobre-se, agora, que o líder é um blefe, inexperiente e ingênuo para cumprir um papel tão relevante em um país à deriva. Ao lado de Cunha, seu protetor político, certamente vai derreter se não sair de fininho para evitar se chamuscar nessa lama que cobriu o mandato e o cargo do seu chefe na presidência da Câmara. (Jorge Oliveira) 

Para onde vamos? 
. Não bastasse o abandono do centro da cidade e, em especial, das Zonas Norte e Oeste, com calçadas ocupadas até por caminhões, muitas transformadas em rampas para entrada de carros; não bastasse o caos no trânsito, com desrespeito total, inclusive na ocupação das passagens de pedestres, desrespeitando as leis internacionais de trânsito que obrigam a parar antes da faixa; não bastasse o abandono de passarelas, com acidentes - alguns fatais - provocadas por falta de manutenção e a circulação de motos; não bastasse o abandono de hospitais, escolas, praças e parques como o Jardim Zoológico, entre outras áreas de lazer; não bastasse bancas de jornais também transgredindo a própria lei de trânsito internacional, atrapalhando a visão em esquinas movimentadíssimas; não bastasse, enfim, a zorra total que só não acontece na Zona Sul, de elite como ele, o prefeito das obras faraônicas, dos gastos astronômicos, mantém , o que é pior, com prejuízo financeiro para os trabalhadores, enormes dificuldades com esta mudança imbecil nos itinerários de ônibus. Por que não esperar, se for o caso, pela inauguração da extensão da Linha 1 do Metrô, chamada mentirosamente de Linha 4, até à Barra?
Absurdos que não param
. Mas ele não para. Acaba de inaugurar uma praia artificial numa cidade litorânea como o Rio. E prepara o maior parque olímpico do mundo, na Barra da Tijuca. E o VLT que acaba de ser descartado na Georgia, nos EUA, principalmente pelo alto custo e ineficiência para grandes cidades. Obra absurda, aliás, semelhante à Cidade da Música e o Engenhão, presenteado ao Botafogo por apenas R$ 35 mil mensais e em péssimo local para estádio de futebol, tudo por iniciativa do vereador e ex-prefeito César Maia.
. O outro irresponsável, o ex-governador Sérgio Cabral, destruiu e desfigurou o Maracanã, sem necessidade, e ainda queria destruir também o Parque Júlio Delamare, o Célio de Barros, o Museu do Índio e, pasmem, uma escola modelo que faz parte do complexo esportivo do estádio. E sabem o motivo? Entregar à empreiteira Odebrecht para a construção e exploração de um hotel, shopping e amplo estacionamento. Por força das muitas pressões da sociedade, Cabral voltou atrás, mantendo o complexo esportivo, mas abandonando esse patrimônio, mais grave ainda, mandando destruir a pista de atletismo. Às vésperas de uma Olimpíada.
. Louco e irresponsável
. Esse Eduardo Paes, em particular, não passa, sobretudo, de mais um político louco e irresponsável. Antes da praia artificial, ele deveria cuidar dos hospitais, ruas esburacadas, praças, passarelas, escolas, calçadas ocupadas até por caminhões, entre tantas outras agressões à sociedade. Esses caras teriam que ser processados e impedidos de tantos absurdos, o que as câmaras corruptas, salvo raríssimas exceções, não fazem. Esse louco abandonou o Zoológico, mesmo com notificação do Ipam, em 2012, e agora quer privatizá-lo. Vários animais não mais encontrados, como os leões, por exemplo, devem ter morrido.
Pobres cada vez mais excluídos
. Os políticos não querem administrar nada e, sempre, após as privatizações, pobre não tem acesso. Exemplos do Corcovado, Pão de Açúcar, Maracanã, metrô e trens urbanos, estes mais caros e de pior serviço em todo o mundo. Entre outras agressões à sociedade, como a construção de quatro estádios a mais para a Copa do Mundo, quando a exigência da corrupta FIFA é de oito, hoje, praticamente sem função. E vale lembrar que as empreiteiras como a Odebrecht só assumiram a privatização dos principais estádios como o Maracanã, Fonte Nova e Arruda. Entre muitos outros crimes contra a sociedade que não aguenta mais esses caras, para não dizer outra coisa.
Brincam com a sociedade
. Afinal, para onde vai este país com políticos imbecis e desqualificados, para não dizer outras coisas? Que brincam com o povo? É burrice em cima de burrice, por culpa de secretários e assessores também desqualificados, como exemplo, dois deputados na área dos transportes municipal e estadual e nos esportes com o filho do ex-governador, que deveriam estar trabalhando nas Câmaras, para onde foram eleitos. 
. Está aí o exemplo, a nível estadual, do fracasso da segurança e, o que é pior, o roubo generalizado em todo o país, corrupção que não para, entre outros desastres, verdadeiras marcas registradas do Brasil e que nos envergonham no exterior. Para onde vamos, afinal, com essa gente (?) que não nos deixa esperança de dias melhores, pois já estão colocando em seus lugares os próprios filhos, em especial? Trazendo de volta as capitanias hereditárias. Para isso, se servindo da obrigatoriedade do voto e de eleições eletrônicas (fraudulentas) para se perpetuarem no poder, conforme acontece, em especial, em Brasília. 
. Onde vamos parar? (Wilson de Carvalho)

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