1 de jun de 2015

Estrangeiros salvam o resto do futebol brasileiro...

• Morre no Rio menina de 13 anos que teve 70% do corpo queimado e esfaqueado por vizinho em São Gonçalo. 
• Campanha de vacinação contra a gripe acaba sexta. 
• Redução da maioridade penal será votada até junho e propõe referendo sobre o tema em 2016, prevê Cunha. A comissão pode reduzir a idade penal de 18 para 14 ou 12 anos, diz deputado. 
• Enquanto passeava no entorno do Planalto, sua popularidade continua em queda. Pesquisa sobre aprovação de Dilma liga alerta: aprovação estaria abaixo de 10%. 
• Giba Um diz: Falou demais - Dilma Rousseff, que nunca tolerou Ricardo Teixeira e considera José Maria Marin farinha do mesmo saco, não resistiu e deitou falação sobre a CBF. Alguns de seus ministros mais chegados, com melhor visão política, acharam que ela não deveria ter se metido numa situação fora dos assuntos de Estado, especialmente quando enfrenta grave crise em seu governo. O resultado veio rapidamente nas redes sociais e nos blogs de humor, onde colocam Dilma e também Lula num mesmo time dos sete presos em Zurique. 
• Bolsa Família consome mais de 10% do ajuste. Em ano de crise econômica e política, o governo Dilma distribuiu mais de R$ 7 bilhões diretamente a famílias em condição de pobreza e extrema pobreza, nos primeiros quatro meses do ano, através do programa Bolsa Família. O valor representa mais de 10% da meta de cortes de Dilma no ajuste fiscal anunciado na sexta-feira (22), que pretende sumir com cerca de R$ 70 bilhões do orçamento de 2015. 
• PF diz que fraudes no DPVAT chegam a R$ 1 bilhão por ano. Golpistas usam falsos acidentes de trânsito para receber seguro. 
• Joaquim Barbosa diz que política virou uma coisa desagradável
• PMDB e oposição querem quebra de sigilos de Dirceu na CPI da Petrobras. 
• Deputados acham que doação empresarial não passará em 2º turno. 
• Blatter é vítima de conspiração, diz filha de presidente da Fifa. Em entrevista à BBC, Corinne Blatter afirma que seu pai não está pegando dinheiro. Bancos britânicos investigam se foram usados por autoridades da Fifa. Popularização do futebol nos EUA é pano de fundo para Fifagate
• Autoridades do Japão alertam do risco de nova erupção no vulcão Shindake.

Mentira encoberta. 
. Ao vetar o projeto que abriria o sigilo dos contratos do BNDES, Dilma livrou-se de se expor.
. Na campanha, num debate na TV, respondeu assim a uma provocação de Aécio Neves sobre o financiamento de 682 milhões de dólares que o BNDES deu para a construção do Porto de Mariel, em Cuba: As garantias quem dá, não é Cuba. Quem dá a garantia é a empresa brasileira para o BNDES.
. Não é verdade. Em caso de inadimplência do governo de Cuba, o risco é 100% do governo brasileiro e não da Odebrecht, empreiteira que ergue o porto.
. Com o veto de Dilma, no entanto, tal fato só virá a público daqui a duas décadas.
. Os grupos favorecidos possuem evidente afinidade com o próprio governo. Os regimes socialistas ditatoriais, como os de Cuba, Venezuela e Angola, receberam bilhões do banco. E Dilma acha que não é saudável expor maiores detalhes dessas operações para não evidenciar aspectos privativos e confidenciais da política de preços praticada pelos exportadores? 
. Quem paga a fatura somos nós! Se o governo decide destinar bilhões subsidiados a um grupo qualquer, temos o direito de saber os motivos, os cálculos de retorno desse capital, que é nosso! Mas o PT prefere, como sempre preferiu, agir nas sombras. A quem interessa o sigilo? Com certeza não ao povo brasileiro. Quem se beneficiou com os bilhões emprestados a taxas abaixo da inflação para grupos como o de Eike Batista, a Odebrecht ou a JBS? Certamente não foi o trabalhador brasileiro.
. O veto de Dilma é mais uma sinalização de como uma CPI do BNDES é fundamental. Precisamos tirar essa história a limpo, investigar como e quem foi favorecido pelo banco sob o comando de Luciano Coutinho e do PT.
. Queremos saber quais critérios foram utilizados, em que condições esses grupos receberam tanto dinheiro. Temos o direito a essas informações. O BNDES se transformou na maior máquina de transferência de recursos do trabalhador humilde para os ricos empresários amigos do rei. E isso feito por um governo de esquerda, que supostamente foca nos trabalhadores. Que piada! (Lauro Jardim) 

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