14 de abr de 2015

Se o povo lesse mais ou tempo tivesse...

• Presidente da Câmara diz que deverá recusar pedido de impeachment. 
• Até que num dia meu Rio... Nova pane na rede aérea da SuperVia faz trem parar na Zona Oeste do Rio. Sobre BRT, subsecretário admite que Rio tem menos ônibus do que deveria. Nova barca da CCR está se tornando um elefante branco; considerada um negócio da China, embarcação é gigante, demorada e corre o risco de ficar mais cara. 
• Há de se possuir um mínimo de senso, mas o que faz pessoas afrontarem direitos? Trabalhar seria a palavra certa e não invadir algo impróprio. Os exemplos de cima foram amostras. Confusão e incêndio na desocupação de prédio arrendado por Eike Batista. Invasores colocaram fogo no segundo andar do prédio no Flamengo, Zona Sul do Rio, antes da polícia invadir o local. Durante a madrugada, grávida teve filho em banheiro do prédio. 
• Menor mobilização não significa diminuição no descontentamento, dizem analistas. Especialistas dizem que falta de justificativas para impeachment pode explicar menor mobilização nas ruas. 
• O grupo Estado de S. Paulo anunciou, nesta terça-feira 14, que a coluna de Arnaldo Jabor não será mais publicada; é mais uma medida de ajuste no grupo que, há duas semanas, iniciou um corte de mais de 100 profissionais; Jabor se notabilizou por colunas em que destilava ódio aos governos Lula, Dilma e à esquerda. 
• Produtoras serão incentivadas pela força-tarefa do procurador Carlos Fernando Lima a fazer delação premiada, para indicar pagamentos suspeitos e reduzir suas penas; uma delas é a Conspiração Filmes, que pertence a Andrucha Waddington, marido da Fernanda Torres; uma das principais produtoras de conteúdo para a Globo e canais como o GNT, a Conspiração Filmes mantinha contratos com duas firmas de fachada controladas pelo ex-deputado André Vargas e seu irmão. 
• Ajuste no balanço da Petrobras deve ser de, no mínimo, R$ 14 bi. No balanço a ser publicado no dia 22 de abril pela estatal, comandada por Aldemir Bendine, ajuste deverá ser feito em duas parcelas; a primeira, referente à corrupção, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões, deve ser considerada como correção de erro; o conselho levou em conta, para calcular as perdas, as delações premiadas dos executivos envolvidos na Operação Lava Jato, usando o percentual de 3% sobre os contratos suspeitos. 
• Ex-ministro da CGU nega atraso em investigação e contesta dados de delator. Para delator, CGU esperou eleição para processar empresa por propina. Petrobras e SBM querem fugir da palavra propina, diz ex-diretor de empresa. 
• Para quem gosta de fazer contas: a Câmara Federal gasta, anualmente, com seus 513 deputados, R$ 5,3 bilhões, orçamento próximo do Recife, com R$ 5,7 bilhões e 1,6 milhão de habitantes; o Senado gasta R$ 3,9 bilhões por ano para atender 81 senadores e assessores, volume quase igual ao de Salvador, com R$ 4,3 bilhões e 2,9 milhões de habitantes; e o TCU com R$ 1,8 bilhão para nove ministros e assessores, perto do orçamento de João Pessoa, com outro R$ 1,8 bilhão e 780 mil habitantes.

CGU esperou eleição de Dilma para abrir processo mesmo tendo em mãos provas de corrupção, diz delator; escândalo volta a bater à porta da presidente.
. Atenção! Surgiu aquela que é, entendo, a denúncia mais grave desde que o escândalo do petrolão começou a vir à luz. E, desta vez, pega em cheio a Controladoria-Geral da União (CGU), órgão subordinado à Presidência da República. Mais uma vez, o descalabro se aproxima perigosamente da presidente Dilma Rousseff. Mas, suponho, Rodrigo Janot, procurador-geral da República, não vai pedir ao Supremo Tribunal Federal nem mesmo a abertura de um inquérito. A que me refiro?/ Em entrevista a Leandro Colon, da Folha, Jonathan David Taylor, ex-diretor da SBM Offshore, afirmou que entregou à CGU, durante a campanha eleitoral do ano passado, provas de que a empresa holandesa havia pagado propina a agentes da Petrobras. O órgão, no entanto, só abriu sindicância em novembro, depois da eleição. Segundo Taylor, ele entregou à CGU mil páginas de documentos entre agosto e outubro de 2014.
. O ex-diretor diz que foi ele quem teve a iniciativa de procurar a CGU. No dia 27 de agosto, afirma, entregou ao órgão o relatório de uma auditoria interna da SBM, mensagens eletrônicas, contratos com o lobista Júlio Faerman - a quem ele pagou US$ 139 milhões para obter contratos com a Petrobras -, extratos de depósitos em paraísos fiscais, a gravação de uma reunião da empresa e uma lista com nomes da Petrobras…
. Mesmo assim, a CGU foi abrir sindicância só em novembro, 17 dias depois de realizado o segundo turno. Para lembrar. A VEJA publicou reportagem em fevereiro do ano passado informando que auditoria interna da SBM havia encontrado indícios de pagamento de propina a funcionários da Petrobras. Lá já se podia ler:
O esquema de corrupção no Brasil, de acordo com a investigação interna, era comandado pelo empresário Julio Faerman, um os mais influentes lobistas do setor e dono das empresas Faercom e Oildrive. Ele assinava contratos de consultoria com a SBM que serviam para repassar o dinheiro de propina para diretores da Petrobras. Essas consultorias previam o pagamento de uma comissão de 3% do valor dos contratos celebrados entre a SBM e a Petrobras - 1% era destinado a Faerman e 2% a diretores da petrolífera brasileira.
Em março do ano passado, um mês depois da reportagem, a então presidente da Petrobras Graça Foster anunciou que uma auditoria interna não encontrara nada de errado. Nesse mês, foi deflagrada a Operação Lava Jato. No começo de novembro, o Ministério Público da Holanda anunciou que a SBM havia sido multada naquele país em US$ 240 milhões em razão de propinas pagas mundo afora, inclusive na Petrobras.
. Só no dia 17 de novembro Graça Foster veio a público para admitir que, de fato, havia indícios de corrupção. Segundo ela, estava com essa informação desde meados do ano… E não falou pra ninguém. Agora se descobre que a CGU também amoitou a informação. A mesma CGU que negocia com a SBM um acordo de leniência…
. Prestem atenção a este trecho da entrevista. 
- O sr. esteve com Faerman?
. Várias vezes. Julio Faerman não era um agente independente. Ninguém da Petrobras falava com a SBM sem ele. Era altamente íntimo do esquema no Brasil, e atuava com seu filho Marcello e o sócio Luiz Eduardo Barbosa.
- CGU, SBM e Petrobras admitiram irregularidades somente em 12 de novembro.
. A única conclusão que posso tirar disso é que essas partes queriam proteger o Partido dos Trabalhadores e a presidente Dilma ao atrasar o anúncio dessas investigações para evitar um impacto negativo nas eleições. Para a SBM, era importante ter uma sobrevida com os contratos no Brasil. É minha opinião.
- O sr. aceitaria colaborar com a CPI no Congresso?
. Claro. Provavelmente, se tudo isso tivesse sido descoberto mais cedo, Dilma Roussef não seria presidente.
- Que tipo de documentos o sr. tem e entregou?
. Tenho, por exemplo, uma gravação de Hanny Tagher (ex-dretor da SBM) de uma reunião de 27 de março de 2012. Quando perguntado por Bruno Chabas (CEO) sobre Julio Faerman, Tagher explica quem é e o que fazia. Disse que, dos pagamentos feitos pela SBM para comissões, 1% ficava com o Faerman, e a outra parte, 2%, iria para a Petrobras. E eu perguntei então para ele, na gravação: Petrobras?
. Ele responde Sim. 
Volto
. Para encerrar: segundo Pedro Barusco, a SBM doou US$ 300 mil para a campanha de Dilma, em 2010, de forma irregular. Faerman teria sido o intermediário. O mais impressionante é que a CGU confirma a versão de Taylor, inclusive a data da entrega dos documentos. Para ela, no entanto, aqueles ainda não constituíam os indícios mínimos. Reitero: a Controladoria-Geral da União é um órgão subordinado à Presidência da República. Dilma tenta se afastar da crise, mas a crise não se afasta dela porque é perseguida pelos métodos a que seu partido recorreu, inclusive para elegê-la e reelegê-la. (Reinaldo Azevedo) 

Conselhos de gestão fiscal. 
Verdades 
Começo este editorial com duas verdades absolutas.
1ª Verdade - O número de manifestantes que saíram às ruas ontem, em todo o país, pedindo o Fora Dilma! e Fora PT! foi menor do que em 15 de março. 
2ª Verdade - O sentimento, tanto de quem foi às ruas quanto daqueles que preferiram não se manifestar publicamente, continua sendo o mesmo, qual seja de grande revolta e indignação com o péssimo governo Dilma e com o seu corrupto PT.
Desmonte
Pois, partindo desses dois fatos, incontestáveis, o que mais o Brasil precisa, sem prejuízo das manifestações que deverão continuar, tanto nas ruas, mas principalmente nas redes sociais, é propor soluções para a reconstrução do país, totalmente desmontado pelo governo Dilma-Petista-Neocomunista. 
Consertar o país
Como bem diz o economista e pensador (Pensar+) Paulo Rabello de Castro, tanto na entrevista que concedeu revista Veja (Páginas Amarelas) desta semana, quanto, pessoalmente, na reunião-almoço com o Pensar+ no último sábado, 11, em Porto Alegre, é preciso aproveitar essa onda de insatisfação para consertar o nosso pobre país, onde:
1 - a carga tributária corre célere em busca de uma participação de 50% do PIB; e,
2 - a centralização é tamanha, que a participação estatal já está perto de 50% do PIB. 
Eficiência
Como o Pensar+, através do uso da razão, tem compromisso com a solução dos problemas, seus integrantes estão prontos para expor argumentos capazes para nos levar a uma grande virada, com medidas que resultem em ganho permanente para o povo brasileiro.
. É preciso, portanto, a partir do pensamento crítico (diagnósticos) enveredar para o necessário e consciente pensamento propositivo. Para dar início ao processo, a proposta inicial é dotar o setor público de uma forte eficiência.
Conselho de gestão fiscal. A sugestão proposta por Rabello, referendada também pelo Pensar+, é lutar, imediatamente, pela instituição de um conselho de gestão fiscal, com o propósito de revisitar e analisar as despesas sob o ponto de vista da eficiência. Seria um órgão de recomendação com caráter técnico, como uma lupa que permitirá enxergar previamente o risco de desperdício do recurso público.
Órgão de recomendação
. Se já existisse esse sugerido Conselho de Gestão Fiscal, que precisa ser instalado no âmbito federal, estadual e municipal ele poderia ter recomendado aos governos que não iniciassem obras sem antes saber quais as razões e os custos envolvidos. 
Estados e Municípios
. Portanto, ainda que as manifestações de rua estejam voltadas para o péssimo governo Dilma e para o corrupto PT, os brasileiros precisam olhar com muita atenção para tudo que acontece nos seus Estados e, principalmente, nos seus Municípios. Se o pacto federalista é uma exigência imposta pelo povo, nada melhor do que começar pela fiscalização e análise das decisões pretendidas pelos seus governantes.
. Aliás, os gaúchos, pelo estado deplorável das contas públicas do Estado do RS, deveriam dar o exemplo, instalando o primeiro Conselho de Gestão Fiscal. Que tal? (GSPires)  

Petros e o Déficit. 
. Plano da Petros tem déficit de R$ 6,2 bilhões.
. Resultado do fundo de previdência da Petrobras foi antecipado em relatório de conselheiros. É o segundo ano consecutivo de déficit atuarial. No terceiro, participantes terão que aumentar contribuição.
. O fundo de pensão Petros, dos empregados da Petrobras, fechou 2014 com o segundo déficit técnico consecutivo e tem que reverter a situação para evitar que seus segurados sejam chamados a dar uma contribuição adicional para cobrir o rombo. A demonstração de resultados do fundo ainda não foi publicada, mas a informação foi divulgada em relatório distribuído no final da semana passada pelos diretores da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) Ronaldo Tedesco e Silvio Sinedino, que ocupam assentos no conselho da Petros. Segundo eles, a situação é mais complicada em dois dos planos administrados pela instituição: o Petros Ultrafértil e o Petros BD.
. De acordo com o relatório, o Petros Ultrafértil teve um déficit técnico superior a 20% em 2014 e, segundo a legislação da previdência complementar, já está sujeito ao processo de equalização, obrigatória a 10% em um ano ou consecutivo por três anos, independente do tamanho do rombo anual. Em um processo de equalização, os participantes são chamados a ampliar sua contribuição, com o objetivo de reverter o déficit. Este ano, a Postalis já anunciou um plano de contribuição adicional equivalente a 25,98% do salário.
. No início de março, os conselheiros da Petros promoveram um encontro com a Associação dos Trabalhadores e Aposentados da Ultrafértil (Astaul) para discutir o processo de equalização. O relatório, porém, não se estende sobre os problemas deste plano, focando no maior cliente da Petros, o Sistema Petrobras. De acordo com os conselheiros, as provisões matemáticas do plano (a quantidade necessária de dinheiro para fazer frente aos compromissos com o pagamento de benefícios do plano até o último sobrevivente) fecharam dezembro de 2014 em R$ 77,717 bilhões frente a um patrimônio de R$ 71,502 bilhões, o que representa um déficit técnico de R$ 6,215 bilhões. Em 2013, o déficit técnico foi de R$ 2,278 bilhões. 
. Embora ainda não esteja colocada de imediata a questão do equacionamento do plano, nosso entendimento é que os resultados do ano que vem não poderão reverter a tendência de um terceiro ano com déficit técnico. Isto obrigará a realização do equacionamento, analisam Tedesco e Sinedino, que classificam a situação do plano como preocupante. A perspectiva, portanto, é que tenhamos que proceder ao equacionamento do Plano Petros BD após o próximo exercício. Esta possibilidade trouxe a todos uma grande preocupação e intranquilidade, comentam os autores do relatório.
. O déficit técnico ocorreu mesmo com a melhora no desempenho do fundo, que fechou 2014 com um resultado líquido positivo de R$ 3,285 bilhões, revertendo perda de R$ 119 milhões no ano anterior, segundo as informações divulgadas por Tedesco e Sinedino. O principal responsável pela melhora foi o investimento em títulos públicos, que rendeu um resultado positivo de R$ 2,584 bilhões no ano, impulsionado pelos aumentos da taxa Selic. Em entrevista concedida na quarta-feira, o diretor de investimentos da Petros, Lício Raimundo, a estratégia será reforçada este ano, com o objetivo de reequilibrar a carteira. Acho que assim dá para fechar no positivo, se não aparecer nenhum passivo do passado como nos últimos dois anos, afirmou.
. Para Tedesco e Sinedino, o déficit técnico no plano Petros BD tem relação com a perda de valor da carteira de investimentos em ações, mas também reflete fatores pontuais, como a constituição de provisões e o acordo para recomposição de benefícios de assistidos que lutavam na Justiça, que teve um impacto de R$ 3,6 bilhões nas contas do plano. Os conselheiros dizem que, de acordo com o Capítulo XVIII do Regulamento do Plano, este valor deveria ser custeado pela Petrobras. A diretoria da fundação, porém, estaria relutando a cobrar a dívida.
. Mais uma vez, a Diretoria da Petros, se esquece de cumprir suas obrigações estatutárias e garantir o cumprimento do regulamento do plano Petros BD. Mais que isto, com esta atitude a diretoria da Petros se recusa, por omissão, a cumprir legislação que a obriga a cobrar das patrocinadoras as dívidas que as mesmas mantêm para com o plano de benefícios, afirmam. As discussões sobre a implantação do acordo e a responsabilidade sobre seu custo expõe uma crise interna no conselho da Petros, que opõe representantes ligados à gestão da estatal a conselheiros independentes e é fonte de atrito entre a Aepet e a Federação Única dos Petroleiros (FUP).
. A Aepet acusa os representantes da Petrobras de fechar os olhos para problemas na gestão do fundo e à politização de sua diretoria. No relatório, Tedesco e Sinedino dizem que o fundo se tornou um feudo dos partidos políticos, seja agora o PT, seja o PMDB ou o PP ou o PSDB, repetindo crítica comum a todos os principais fundos de pensão de estatais no país - que vem sendo usada pela oposição como um dos argumentos da para tentar aprovar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação dessas instituições durante as gestões petistas no governo federal.
. Nos últimos anos, a Petros tem sido parceira do governo e da Petrobras em operações frustradas para viabilizar empresas fornecedoras do setor de petróleo no país, como a fabricante de equipamentos Lupatech e a empresa de sondas de perfuração Sete Brasil, ambas em crise financeira agravada pela queda do preço do petróleo no mercado internacional e pelas investigações da Operação Lava Jato. Além disso, sua carteira vem sofrendo com a expressiva perda de valor da própria Petrobras e da Vale, esta última impactada pelos baixos preços do minério de ferro no mercado internacional.
. Procurada, a direção da Petros não quis comentar o resultado, alegando que ainda não houve aprovação pelos conselhos deliberativo e fiscal - o prazo para divulgação oficial do resultado de 2014 vence no dia 31 de julho. Em nota distribuída recentemente à imprensa, a instituição alega que todo o segmento de previdência complementar tem sido impactado com a desvalorização de ativos em bolsas de valores e de títulos de renda fixa.
. Naturalmente, a ocorrência de déficits é um sinal que merece atenção. No entanto, trata-se de situação temporária e reversível, desde que a Petros tenha estratégia de investimento que sustente os planos no médio e no longo prazo, diz o texto, que confirma apenas o déficit de 2013. A Petros reforça ainda que não há qualquer estudo em andamento no sentido de aumentar as contribuições ou diminuir os benefícios dos participantes. (Nicola Pamplona, Brasil Econômico) 

A Censura PTista. 
. Vejam a notícia abaixo. Não sei se é para valer, mas esse tipo de truculência é típico da ala majoritária do PT apóstata, que sonha em controlar a imprensa brasileira.
. Esse Jornal da Cultura, transmitido aqui em Minas através da Rede Minas (Estatal Mineira!), logo após o Jornal Nacional, é uma das melhores coisas que existem em nossa Televisão, como Noticiário! Transmitido sempre com um locutor e dois comentaristas, fala sobre as coisas, sem amarras e sem castrações!
. O sr. Pimentel (atual dono da Rede Minas), não deve gostar nada de ver os comentários sobre os roubos e crimes PTistas, sendo levados ao ar em sua televisão!
. Daí, a provável ordem de suspensão desse Jornal , no Estado de Minas!...
. Vamos esperar: nessa onda de censura, daqui a alguns dias, provavelmente deverá também ser suspenso o Roda Viva, outro Programa da TV Cultura, retransmitido pela Rede Minas, que expõe as coisas como elas são, sem firulas ou meias palavras!
. Esse é o novo governador de Minas que, em 100 dias, ainda não mostrou a que veio!... (Márcio Dayrell Batitucci)

   


PT censura Jornal da Cultura. 
. Vejam mais uma do governador ditador que começa a censurar os canais democráticos e partidarizar as instituições mineiras com pessoas da mesma espécie dos ratos que cercam o partido em nível nacional. Pela andar da carruagem a quadrilha começa a se instalar em minas com seus projetos de perpetuação no poder.
. A TV Minas, ligada ao governo do estado, cancelou a apresentação do Jornal da Cultura mostrando a prática de censura que o PT e no caso o governador Fernando Pimentel praticam.
. Seguramente a presença do Marco Antonio Vila, Pondé e outros incomodavam com as verdades que diziam. 
. E pense na intenção do PT em relação ao projeto de regulação da mídia e humanização da Internet. 
. Nomes bonitos para ações truculentas de dominação. (Julio Nascif)

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