21 de mar de 2015

Falam: Partido ou Lavanderia...

Venda de ativos é privatização disfarçada.
O representante dos trabalhadores no Conselho de Administração (CA) da Petrobrás e diretor da AEPET, Silvio Sinedino, fez duras críticas à proposta do presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine, de vender ativos para reforçar o caixa da Petrobrás. Segundo informações divulgadas pela imprensa, seriam vendidos usinas termoelétricas, dutos, navios da Transpetro e parte da BR Distribuidora, num valor estimado de US$ 13,7 bilhões. Qual o sentido de se vender navios e depois afretá-los dos novos donos?, questionou. 

Classe C indignada - Segundo informa Lauro Jardim, colunista da Veja, o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada ontem, não é nada animador para o governo. Justamente na classe C, símbolo da emergência social dos governos petistas, a popularidade de Dilma foi ao chão. Nenhum dos entrevistados foi às manifestações de domingo. Mas 100% deles se disseram representados pelos que foram. As críticas centram-se, sobretudo , em dois pontos: carestia e corrupção.
O marqueteiro avisou que Dilma poderia virar rainha. 
. Faltou prever que Eduardo Cunha seria o primeiro-ministro de Maria II. A República brasileira não produziu uma única grande figura feminina, nem mesmo conjugal, pontificou João Santana em dezembro de 2010. O espaço metafórico da cadeira da rainha só foi parcialmente ocupado pela princesa Isabel. Dilma tem tudo para ocupar esse espaço. Com duas frases, o marqueteiro da corte comunicou a milhões de súditos que eram apenas questão de tempo a Proclamação da Monarquia, a transformação do gabinete presidencial em sala do trono e a coroação de Dilma Rousseff.
. Nesta semana, depois do fulminante despejo de Cid Gomes - a primeira demissão de um ministro anunciada não pela presidente da República, mas pelo presidente da Câmara -, o palavrório declamado há quatro anos pelo vidente aprendiz pareceu menos amalucado: cada vez mais, a cara, o jeito e o falatório de Dilma lembram uma rainha cujos poderes foram amputados pelo regime parlamentarista.
. Pior: Santana nem de longe imaginou que a segunda rainha do Brasil - no início do século 19 houve Maria I, mãe de dom João VI - teria como primeiro-ministro um deputado como Eduardo Cunha. Ela faz reinações, ele manda. Ela promete em discurseiras desconexas o que não pode cumprir. Ele demite ministros indicados pela soberana, decide quem deve liderar a bancada governista e, simultaneamente, chefia a oposição a Maria II.
. Pena que Maria I não ressuscitar só para ter uma conversa com Maria II. Depois de três ou quatro frases sem pé nem cabeça, Dona Maria, a Louca, entenderia que doida é a outra. Aos gritos, exigiria aos gritos que o epíteto, junto com o trono e a coroa, fosse imediatamente repassado à rainha de João Santana. (DiretoaoPonto,AN)
O PT ainda não tomou a decisão, mas já iniciou consultas a advogados especializados em Direito Eleitoral sobre a possibilidade de pedir na Justiça o mandato da senadora Marta Suplicy, que deve deixar o partido para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSB. A informação é de Clarissa Oliveira, no blog Poder Online.
Desde sempre um País injusto. 
Primeiro o Governo - No Brasil, bem diferente de outros países, quem chegou primeiro foi o governo (em novembro de 1807, D. João VI e sua corte partiram para o Brasil). O povo, representado por 15 mil pessoas, veio a seguir, em 14 navios, como consta em todos os livros de história do nosso pobre país.
Duas classes - Naquela época, mais de 200 anos, aqueles que trabalhavam na Corte (servidores públicos), por terem direito a uma série de privilégios eram considerados de Primeira Classe. E aqueles que trabalhavam na iniciativa privada pertenciam, obviamente, à Segunda Classe.
Tudo igual - Pois, desde então, gostem ou não, por incrível que possa parecer a situação continua a mesma. Principalmente quando se examina as contas da Previdência Social do nosso país carregado de injustiça.
. Ainda que volta e meia informe os números oficiais da Previdência Social do país (pesquisados pelo pensador Ricardo Bergamini), desta vez publico os números referentes ao ano de 2014. Pasmem:
Rombo fantástico - Em 2014, o déficit (rombo) previdenciário, só do INSS, que representa o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou do pessoal de segunda classe, foi de R$ 79,5 bilhões (1,55% do PIB).
. No mesmo período (2014) o déficit (rombo) previdenciário do setor público federal , representado pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), ou do pessoal de primeira classe, foi de R$ 66,9 bilhões (1,30% do PIB).
. Anotem aí: o total dos dois déficits (rombos) previdenciários foi de R$ 146,4 bilhões (2,85% do PIB). Que tal?
Receita/Despesa do INSS, ou RGPS - Em 2014, a Receita Previdenciária pelo INSS, ou Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de R$ 319, bilhões (6,23% do PIB) em contribuições de 67,1 milhões de pessoas físicas, sendo 53,8 milhões de empregados.
. Já a Despesa Previdenciária dos benefícios pagos aos 27,5 milhões de aposentados e pensionistas, com salário médio de R$ 1.044,05, foi de R$ 399,2 bilhões (7,78% do PIB), fazendo com que o resultado previdenciário tenha sido negativo em R$ 79,5 bilhões (1,55% do PIB).
Receita/Despesa do RPPS - Por outro lado, também em 2014, a Receita Previdenciária pelo Regime Próprio de Previdência Social da União (RPPS) das contribuições dos 1.294.040 servidores ativos do governo federal (934.822 civis e 359.218 militares), com salário médio mensal de R$ 9.228,20, além da parte patronal e da contribuição dos inativos foi de R$ 29,2 bilhões (0,57% do PIB).
. A despesa previdenciária dos benefícios pagos aos 1.028.563 servidores aposentados e pensionistas do governo federal (731.977 civis e 296.586 militares), com salário médio de mensal de R$ 7.785,94 foi de R$ 96,1 bilhões (1,87% do PIB), fazendo com que o resultado previdenciário tenha sido negativo em R$ 66,9 bilhões (1,30% do PIB).
Justiça Social??? - Depois de analisar tais números é de se perguntar: o Brasil é um país onde impera a Justiça Social? Se a Constituição prega que somos todos iguais perante a lei, por que ainda permanece a existência de duas classes para fins previdenciários? Com a palavra os injustiçados... (Gilberto Simões Pires) 

A Cruzada do século XXI. 
. Milícia cristã no Iraque prepara-se para combater Estado Islâmico.
. Recentemente fomos surpreendidos pelas declarações do Presidente Norte-americano Barack Obama, que comparava o Estado Islâmico com as Cruzadas medievais. Certamente desconhece o senhor presidente que as Cruzadas foram ações católicas em defesa da cristandade e do patrimônio cristão presente em Jerusalém. Foi uma ação em defesa dos peregrinos que eram saqueados e mortos pelos muçulmanos. É incabível contextualizar a história com um olhar de presentismo. Há um conjunto de fatores que esclarecem ou permitem uma reflexão de atos de antanho. Os cristãos sempre se uniram em ações conjuntas ao tratarem de interesses comuns; creio ser este um momento oportuno.
. Não compare senhor presidente homens cruéis e sanguinários e homens dotados de espírito de vingança, com pessoas de coração pacífico. A vossa aparente insipiência fere a honra dos cristãos. Há extremistas que mancham a terra virgem com sangue inocente. Como acompanhamos há dias atrás, assassinato de 21 cristãos cismáticos. E quantos outros fatos nos são de conhecimento como crucifixão, decapitação, ações terroristas e cárcere de cristãos. Além de ter sido descoberto - fato recente noticiado pela mídia - um plano para invadir o Estado do Vaticano e um possível atentado contra o Papa. Fazendo com que a guarda suíça redobre sua atenção e católicos fervorosos redobrem suas orações.
. Convocar uma Cruzada pode causar arrepio a muitos e pode soar como antiquado e ultrapassado a outros. Mas, há que se compreender que esta deve ser uma ação espiritual-defensiva. Pois, ou tomamos partido nesta guerra ou seremos sufragados pelo levante dos extremistas jihadistas islâmicos. Que a cada dia conquista novos adeptos e domina o ocidente cristão, com suas ideologias e fanatismos. Quando penso em uma nova Cruzada: A Cruzada do Século XXI, não anseio, por um banho de sangue ou mesmo uma guerra. Pelo contrário! Pois não se paga o mal com o mal; pois quem assim o faz iguala-se, e isso nós não queremos.
. Que a Cruzada do século XXI seja uma ação mundial conjunta, ordeira e pacífica. Por meios legais, sem ultrajar a soberania dos países. Mas, que iniba o levante do Estado Islâmico que deseja exterminar nossa cultura ocidental cristã. Ainda que não houvesse iniciativas contra o Brasil, mas sendo a nossa Pátria um país diplomático este deve concorrer para o apaziguamento e a pacificação mundial. Pois, sendo Terra de Santa Cruz, deve impunha-la e convocar a todos os seus: Erguei-vos filhos amados! Esta nova cruzada não pertence mais ao Velho Mundo, mas sim ao Novo Mundo. Aos homens e mulheres bravios que desejam um futuro seguro aos seus filhos. (André Luiz Oliveira, professor, filósofo, pedagogo e escritor. Mineiro, atualmente reside em Sorocaba/SP.) 
A verdade dói apenas uma vez; a mentira dói a cada vez que se lembra.

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