12 de fev de 2015

Nos parece despacho contra a BR...

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Não vejo espaço para Impeachment, disse Presidente da Câmara, Eduardo Cunha. 
• Dólar sobe e fecha acima dos R$ 2,87, maior valor desde outubro de 2004. Na máxima da sessão, moeda americana alcançou R$ 2,8834. 
• Com problemas de água e energia (pacote de Dilma deu nisso) não se viu em momento algum os governos a previsão da energia cair a níveis de seca. Incúria, esquecimento ou incompetência? Muitos países utilizam vários métodos para enfrentar a falta do líquido e consequente crise energética. Por exemplo é correr aqui no país como se dessaliniza água do mar para consumo. Enquanto as poucas água correm qual ratinhos em terrenos secos, é possível a sra. Dilmah acorde e use todas as aplicações e não onere mais o bolso do povo. (AA) 
• Bombeiros buscam vítimas de explosão em navio-plataforma no Espirito Santo, no município de Aracruz. A causa teria sido por um vazamento de gás na casa de bombas do navio-plataforma FPSO Cidade de São Mateus. 6 ainda estão desaparecidos. Trabalho de resgate segue durante a madrugada. Acidente matou 3 e deixou 10 feridos. Navio-plataforma Cidade de São Mateus, uma unidade que opera desde junho de 2009 no pós-sal, no litoral do Espírito Santo. Unidade responde por menos de 3% da produção total de gás da Petrobras. Dilma consultou por telefone o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, sobre detalhes da explosão em navio. 
• Estranho! A compra de refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006, causou à estatal um prejuízo de US$ 792,3 milhões, em julgamento pelo TCU terminou em não bloquear bens de Graça Foster e do ex-diretor da Área Internacional da empresa, Jorge Zelada, da lista dos dirigentes. A votação foi dividida e terminou em 5 a 3.
• Executivos presos na Lava Jato pedem liberdade após decisão sobre Duque. Advogados dizem que posição do STF também cabe no caso de seus clientes. Empresário Shinko Nakandakari acusado de intermediar R$ 58 milhões em propina faz acordo de delação. 
• Governo desiste de estender horário de verão até março. Medida seria adotada para poupar energia acaba dia 22. 
• Sempre voltando ao passado! PT quer apuração da corrupção desde a era FHC. Que assim seja!
• Mais Médicos - Maioria das vagas é preenchida por brasileiros. 95% das vagas na primeira chamada do programa este ano; ao todo, das 4.146 vagas ofertadas no edital lançado em janeiro, 3.936 foram preenchidas, de acordo com os números divulgados nesta quarta (11) pelo Ministério da Saúde; ministro Arthur Chioro acredita que, a princípio, não serão necessários cubanos nesta edição do Mais Médicos, diferentemente das outras edições em que os estrangeiros ocuparam 87% das vagas.
• Advogado Elias Mattar Assad, um dos maiores criminalistas do Paraná, critica, em entrevista ao 247, a condução da Operação Lava Jato. Uma confissão não espontânea é comparável à tortura. Se a confissão tem que ser espontânea, a delação também. Segundo ele, ninguém pode ser réu e testemunha num mesmo processo, pois o acusado não tem credibilidade. Estamos emprestando fé pública à palavra do réu como se ela fosse verdade absoluta, opina. Mattar já defendeu um cliente que passou pelo mesmo processo; à época, ele enviou uma carta ao então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, denunciando a situação; seu cliente queria que a Polícia Federal indicasse quem deveria ser delatado (mesmo que não houvesse a quem delatar), por não suportar mais a pressão. Segundo o advogado, estamos inaugurando uma era do processo penal onde só tem acusação, inclusive do réu
• Apegação - São, mas não são: Mesmo exonerados, deputados do Rio seguem como secretários. 


O Pais fora de controle... 
. Para que você entenda um pouco melhor o estado de descalabro em que o País foi colocado, por esses irresponsáveis PTistas-sindicalistas apóstatas, leia o artigo abaixo. 
. Há uma falsa expectativa de que o super-MInistro Joaquim Levy, logo, logo, colocará o País em seus devidos trilhos! Pobre ilusão! Se a sra. DIImáh não continuar atrapalhando com suas decisões pontuais de pura incompetência, esse conserto é coisa para mais de 4 anos!...
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. Quando o brasileiro ira comer o pão que o diabo amassou! Esse brasileiro comum que trabalha de sol a sol, anda em ônibus como se fosse um lote de porcos, enfrenta filas e mais filas para conseguir uma consulta, é assaltado em cada esquina, não sabe que existem cartões corporativos para a festança de alguns cumpañeros e pensa que Petrobrás é somente uma Empresa que faz gasolina... (e, não, um saco sem fundo para os cumpañeros!...)
. Que triste fim para o ...País do sol, das riquezas infindáveis, das águas e rios imensos, do clima maravilhoso sem tragédias... (Márcio Dayrell Batitucci)

Contas Públicas: Déficit de R$ 343 bilhões
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. Na Inglaterra, em 1215, ao aprovar a Magna Carta, a nobreza impôs ao rei João Sem Terra, que a despesa da administração se limitaria à receita arrecadada. Impedindo que a realeza elevasse, sem limite, as despesas. O rei tinha o poder de criação de novos tributos. Nascia, há 800 anos, a importância fundamental do déficit zero.
. Em 2014, a Alemanha, nas suas contas públicas, registrou Schwarze Null (déficit zero). No Brasil, o economista Delfim Neto, em junho de 2013, alertava: Buscar o déficit zero, ou seja, uma economia suficiente para pagar todas as despesas do governo, incluindo os juros da dívida, pois um controle rigoroso das contas públicas é fundamental para restaurar a credibilidade da política econômica.
. Na direção oposta, o governo Dilma Rousseff, em 2014, registrou um recorde negativo na economia brasileira. As contas do setor público, em todos os níveis de governo, atingiu o inacreditável déficit de R$ 343,9 bilhões. Atinge-se o número pela soma do déficit primário de R$ 32,5 bilhões mais os recursos para pagamento dos juros da dívida pública da ordem de R$ 311,4 bilhões.
. A mágica contábil e a execução de uma política econômica experimentalista chamada novo marco macroeconômico, é responsável pela tragédia. Agora a política econômica anunciada pelo ministro Joaquim Levy, da Fazenda, sofrerá impacto negativo, como consequência das contas públicas herdadas do governo Dilma I.
. Na verdade, o que ocorreu foi a oficialização de uma crônica do desastre anunciado. Onde a irresponsabilidade, o descalabro fiscal gerado pela manipulação das receitas e a desoneração, sem critério, de setores produtivos, em nome de um crescimento econômico, que não ocorreu, deu com os burros n'água. Resultado: ao abrir mão de tributos, o que ocorreu foi exatamente o contrário. Ao não priorizar a poupança, em dezembro de 2014, o governo se viu em situação dramática. Encaminhou proposta ao Congresso Nacional, estuprando a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
. Ante a meta estipulada de poupança definida pela LDO, inalcançada, resolveu abater investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e as desonerações tributárias. Verdadeira mágica orçamentária aprovada pelo legislativo. Sem o aval congressual com a ilegalidade flagrante, o governo estaria passível de ser responsabilizado pelo descumprimento da lei. Ficando sujeito a ser alcançado com sanções penais e administrativas.
. No próprio governo, o Banco Central, através do seu Departamento Econômico, oficializou que a dívida bruta, no ano passado, subiu de 56,7% para 63,4% do PIB. Alertando ser imperativo estancar essa alta anormal, priorizando nos próximos anos a sua redução. A deterioração das contas externas se expressa no montante de 6,1% do PIB no pagamento de juros, das maiores remunerações mundiais.
. Para efeito comparativo, a Grécia que tem uma dívida pública equivalente a 175% do PIB, paga juros com taxas menores do que o Brasil. Os três responsáveis pelo descalabro da política econômica tem nome e sobrenome: Dilma Rousseff, Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, e Arno Augustin, ex-secretário do Tesouro Nacional.
. Quando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se empenha na mudança e reorientação da economia brasileira, não terá um caminho fácil. O economista Mansueto Almeida, adverte: É um trabalho para os próximos quatro anos, e não para os próximos dois. Alguns indicadores são fundamentais para Levy recolocar a economia no roteiro da credibilidade perdida.
. Exemplo: reduzir o déficit externo, realinhar os preços administrados, buscar recolocar a inflação no centro da meta de 4,5%, atacando outros desvios que desorganizaram, com notável incompetência, a economia nacional.
. São medidas sem as quais o Brasil não sairá do buraco de areia movediça que o governo Dilma Rousseff o colocou. O ajuste que precisa ser feito exigirá muito trabalho, suor e lágrimas dos brasileiros. (Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.)

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