17 de fev de 2015

Carnaval não fez esquecer política...

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• Remessa de dinheiro ao exterior tem maior alta dos últimos sete anos. Empresas de envio de dinheiro atraem bolivianos com sorteios. 
• Oposição exige explicações sobre agenda do ministro da Justiça. Partidos ameaçam acionar Comissão de Ética Pública da Presidência contra Cardozo. Barbosa defende demissão de Cardozo do Ministério da Justiça. Ministro da Justiça se encontrou com advogados de empreiteiras. Líderes do PSDB, DEM e PPS repercutem a não-noticia contra o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, e tentarão convoca-lo no Congresso; ele é acusado por receber advogados da Lava Jato, fato corriqueiro de sua função; para o senador tucano Cássio Cunha Lima, gesto foi absolutamente incompatível com o exercício do cargo; deputado Rubens Bueno (PPS), diz até que ministro deveria pedir para sair, já que Dilma não demite ninguém
• Joaquim Barbosa agora ataca advogados e ouve: caráter populista. Se você é advogado num processo criminal e entende que a polícia cometeu excessos/deslizes, você recorre ao juiz. Nunca a políticos! Os que recorrem à política para resolver problemas na esfera judicial não buscam a Justiça. Buscam corrompê-la. É tão simples assim, postou no Twitter o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, após pedir a demissão do ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, por receber advogados da Lava Jato, o que faz parte de sua função; expulso por Barbosa de uma sessão, o advogado Luiz Fernando Pacheco disse que o novo episódio revela o caráter populista do ex-ministro do STF; o criminalista Kakay também ironiza caso; Como é Carnaval parece ser uma piada de salão: um ex-ministro do Supremo sair do ostracismo para tentar pressionar a presidente da República e pedir a demissão do ministro da Justiça; para o PT, JB busca projeção com ativismo jurídico
• O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) pode ser expulso do partido por aceitar se tornar vice-líder do governo da presidente Dilma Rousseff na Câmara Federal. a expulsão poderá ser realizada pelo fato do parlamentar não ter consultado o partido ao decidir ocupar o cargo; o PSC não integra a base aliada da presidente no Congresso e o partido apoiou a eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para presidir a Câmara; durante a disputa pelo comando da Casa, Sílvio Costa apoiou a candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP). 
• Contra vaias, Olinda deixa bonecos de políticos - Réplica da presidente Dilma Rousseff não desfilou pelas ruas de Olinda (PE); no ano passado ela já foi muito vaiada, e o pessoal acha que é contra a gente, afirmou o organizador do desfile, Leandro Castro, que também evitou expor os demais bonecos ligados a políticos. 
• Num incêndio que durou mais de quatro horas e destruiu parte do shopping, polícia Policia investigará suspeita de negligência no Nova América, no Rio. Incêndio teria começado na Loja Lupo. Shopping não estava aberto hoje, e não há relatos de feridos ou levantamento de prejuízos. 
• Incrível - Itamaraty reduz em 26% gasto com promoção da cultura brasileira. 
• Ministros do Supremo já questionam a longevidade das prisões da Lava Jato. As prisões duradouras da Operação Lava Jato começam a incomodar os ministros do STF. Em privado, o relator do caso, Teori Zavascki, e outros integrantes da Segunda Turma do Supremo questionam a necessidade de manter na cadeia suspeitos detidos há mais de três meses, desde novembro do ano passado. Receiam que as detenções, por longevas, já caracterizem uma antecipação de pena. Algo vedado pelo Código de Processo Penal. 
• Rolls Royce ajudará a elucidar suborno na Petrobras. Segundo jornal britânico, delator da Operação Lava Jato denunciou que a gigante pagou propina para obter contrato. 
• Cantareira supera média histórica de chuvas antes do fim de fevereiro. O volume de chuvas chegou a 206,1 milímetros (mm), quando o esperado para todo o mês é 199,1 mm, segundo a Sabesp. Após 10 meses sem apresentar chuvas acima da média, o Sistema Cantareira registrou nesta segunda-feira (16) um acumulado que já supera a média histórica para fevereiro. (Agência Brasil) 
• Novo terremoto de magnitude 5,7 sacode o nordeste do Japão com alerta de tusnami. Região tinha sofrido um abalo de magnitude 6,9 horas antes. 
• Bélgica: Bloco carnavalesco satiriza Estado Islâmico. Os integrantes se vestiram de jihadistas mesmo com temores de novos ataques terrorista na Europa. 
• Grécia recusa proposta para extensão de resgate da dívida. Segundo representantes dos países do euro, negociações só serão retomadas se Atenas mudar seu posicionamento sobre austeridade. Ministro alemão chama governo da Grécia de irresponsável. Reunidos em Bruxelas, representantes da zona do euro mostram ceticismo quanto a acordo sobre a dívida de Atenas. 

Carnaval
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Estandarte de Ouro é da Imperatriz- Escola mostrou África pop na Avenida e conquistou o prêmio do Globo de melhor escola do Grupo Especial do carnaval 2015. Desfiles na Sapucaí mostram equilíbrio ao final de 2 dias.


Maior espetáculo da terra termina em show de horrores na dispersão. 
. Isso a TV não mostra: Sem glamour dos bastidores dos desfiles do Rio, na dispersão, passistas tiram fantasia e deixam próximo às latas de lixo.
. Assistir o desfile das escolas de samba pela televisão é sempre diferente de ver o espetáculo ao vivo da arquibancada. Para manter todo o funcionamento do sambódromo, cumprir os horários dos desfiles, as entradas das alegorias na avenida, colocar os destaques no alto dos carros e ainda encerrar a tempo o desfile, as agremiações contam com um batalhão de equipes de apoio e força, como são chamados os empurradores.
. Durante toda a noite equipes da Liesa e das agremiações também trabalham ininterruptamente para evitar que qualquer problema na infraestrutura da Sapucaí ou defeito nos carros possam comprometer a evolução dos desfiles.
. Na dispersão, onde chegam as escolas assim que desfilam, não é diferente. O trabalho nos bastidores é ainda mais intenso e perigoso. 
. Nos setores 11 e 13 é onde tudo pode acontecer. É o fim da linha e o fim da festa quando as alegorias já chegam quebradas, fantasias desfeitas, princípios de incêndio, componentes da escola passando mal e muitos até desmaiados.
. O corre-corre das celebridades, de seus seguranças e o assédio de fãs e imprensa tornam a dispersão um local muito disputado nos bastidores. A área localizada próximo dos arcos da Apoteose, onde a escola se reúne após o desfile. É um lugar com grande risco de acidentes. Ao longo destes dois dias de desfiles do Grupo Especial, a reportagem do Uol testemunhou muitos casos de alegorias quebradas que tinham que ser empurradas pela equipe de força, carros com freios ruins e embreagens queimadas. Sem contar a pressa das escolas para não estourar o tempo.
. Quando um carro alegórico chega na dispersão, uma verdadeira operação de guerra é montada para retirar os destaques do alto dos carros. Há três guindastes e cinco empilhadeiras para retirar os integrantes.
. Na primeira noite de desfiles, 15 de fevereiro, a Mangueira teve uma alegoria que passou rente ao posto de saúde pela falta de espaço no pátio da dispersão. Tudo isso era pressa para evitar perder qualquer pontuação o que faz com que riscos sejam permitidos.
. O mesmo ocorreu com a Beija-Flor e a Portela na segunda feira (16), quando a falta de espaço fez com que carros se acumulassem onde deveria ser apenas a saída de componentes de chão fantasiados.
. Ficam de prontidão durante todo o desfile agentes de controle, guardas municipais, maqueiros, bombeiros, enfermeiros e paramédicos para qualquer emergência.
. No domingo (15), a cantora Alcione sofreu um acidente na concentração quando subia no carro alegórico na Mangueira. Ela queimou o pé num refletor, mas só foi atendida no final do desfile no posto de saúde na dispersão. Ela saiu de ambulância da Sapucaí.
. Tia Surica, 74, baluarte da Portela também se machucou. Levei um tombo nas costas na hora de descer do carro depois do desfile, disse.
. A famosa porta bandeira Lucinha Nobre, irmã do cantor Dudu Nobre, desfilou pela Mocidade. Ao chegar na dispersão, Lucinha aparentava profundo cansaço sem conseguir falar. Ela reclamava de dores no braço esquerdo que, provavelmente teria se queimado pelo fogo parte de seu figurino.
. O vice presidente da Portela, Marcos Falcon, explicou a estratégia de os carros alegóricos serem direcionados para um lado e as fantasias para o outro.
. É uma determinação da própria Liesa que está no regulamento. Antigamente as alegorias e fantasias saiam para o mesmo lado. Hoje nós só temos o desejo de errar menos, disse.
. Geralmente depois do último carro tem que dispersar toda a escola do pátio. A rua é muito estreita e o carro é monstruoso. No final do desfile, é aquela correria. Não estamos livres de acidente. Acho também perigoso. As maiores escolas a gente dá uns 15 minutos para liberar a pista, se não perde ponto, disse o curitibano Dener Machado, 33, que há um ano trabalha na dispersão.
. A dispersão é também um dos pontos mais vulneráveis para a imprensa trabalhar, admitiu Paula Mairan, presidente do Sindicato dos Profissionais do Rio de Janeiro.
De modo geral a dispersão é um lugar que me parece o pior para trabalhar de todo o sambódromo. Aqui ficam distantes da infraestrutura da sala de imprensa. Há não só o risco de acidentes como também os jornalistas enfrentam riscos à sua integridade física. O risco de acidentes de uma operação rotineira de dispersão na saída dos carros, mas há também riscos que se referem a agressividade de seguranças. Muitas vezes impedem as entrevistas de celebridades que desfilam, disse.
. Segundo Mairan, na primeira noite o sindicato notificou 3 casos de jornalistas agredidos na dispersão.
. Deveriam colocar uma estrutura de sala para os jornalistas aqui trabalharem. Mairan informou ainda que o sindicato irá, pelo segundo ano, fazer uma nota pública. É preciso garantir igualdade de condições para o exercício profissional. (Fabíola Orti, Uol, Rio) 

Comprovado: Petrobrás está despejando 1 milhão de Dólares na Bolívia. 
Enquanto no Brasil falta dinheiro para saúde, educação, saneamento, obras de infra-estrutura para resolver o problema energético que nos ameaça com apagões, e solucionar a questão da falta d’água, que nos obriga a racionamentos, a Petrobrás, com as bênçãos da quadrilha lulo-petista, despeja 1 milhão de Dólares na Bolívia, para resolver problemas que, aqui, temos de sobra e sem solução. Se não acredita, entre na página do jornal boliviano (La Razón), edição do dia 1º de fevereiro corrente. Fonte: Aqui 

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