10 de jan de 2015

O que molda a nossa gente...

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Já estou cansado de tanto bater nessa tecla que fala do imobilismo, da passividade ante essa horda de malfeitores petistas que assumiram o governo deste País, mas vejo que de nada adianta. A não ser por uma ou outra manifestação de alguns gatos pingados nas ruas, nada de mais consistente acontece. Ex-terroristas, que, na década de 60, tentaram implantar aqui a ditadura dos seus ídolos comunistas e que foram derrotados pela pronta e eficiente reação militar, voltaram a este Brasil do qual fugiram e, por conta desse pacifismo nocivo das pessoas de bem, estão hoje no comando da nação e vão ensaiando ações preparatórias para o golpe final, que só não irrompeu ainda por causa da incompetência inata que faz parte do perfil dos petistas. Enquanto isso, enquanto lhes falta coragem para empreender a tomada do País dentro dos moldes conhecidos via golpe de Estado, vão se locupletando com indenizações milionárias por conta de uma inventada perseguição política e furtos avassaladores. Como sofrem de incapacidade para dirigir sequer um comércio qualquer de quinquilharias, como aquele que Dilma teve e que faliu, vão levando à breca a economia do País por conta dos desvios de verbas, superfaturamentos em obras e outras manobras que são denunciadas semanalmente pela imprensa independente. 

Clamar pela intervenção das Forças Armadas é inútil, porque os quadrilheiros já sabem das fortes evidências que indicam terem eles aquelas forças nas mãos. Tão certo estão desse controle, que vão mantendo os militares neste arrocho salarial aviltante, sabendo que reação alguma haverá. Agora mesmo, como que fazendo um teste de sondagem, indicaram para Ministro da Defesa um sujeito desqualificado, cujo histórico de governador está mais para ficha policial do que para currículo, tantas foram as lambanças praticadas por ele enquanto chefe do Executivo baiano. Indicaram essa figura como que para ver o que aconteceria. O homem assumiu o cargo em cerimônia de pompa, com direito a guarda formada, e, exceto por alguns textos online de indignação, reação mais forte alguma houve. 

O imobilismo dos comandantes das 3 forças quanto à cassação das condecorações que ex-terroristas, como José Genoíno, receberam e que tem que ser restituída por ter o mesmo sido condenado no processo do Mensalão apenas confirma o cabresto posto nas forças armadas. A Constituição é clara quanto a essa obrigação dos chefes militares de cassarem a condecoração quando o sujeito é condenado em processo regular, mas o Comandante do Exército e seus colegas das duas outras forças apegam-se a um silêncio constrangedor e ofensivo ao juramento que fizeram de defender a Constituição, e tudo fica por isso mesmo. Militar da ativa que fui nos 30 anos de serviço prestado à Marinha de Guerra, nunca assisti, mesmo de chefes militares de patente mais baixa, a conduta tão vergonhosa caracterizada por esse silêncio ultrajante. A rigor, já no anúncio de que Genoíno seria condecorado, ali mesmo já cabia pronta e enérgica reação... Mas nada aconteceu.

Todavia, permanecerei fazendo a minha parte, lutando na trincheira da resistência, portando a única arma que ainda me resta, que é o teclado e o canal da Internet, esse mesmo canal que a quadrilha vem tentando pôr sob controle, tal como acontece nos países que ainda vivem sob a tutela de ditadores sanguinários.

Se você faz parte dessa imensa massa de acomodados, leia o texto abaixo e comece a reagir, participando das atividades que acontecem nas redes sociais. Virão, daqui a pouco, os nomes dos políticos que se encharcaram de dinheiro público (dinheiro que vem dos impostos altos que pagamos) no Petrolão, e convocações serão feitas para o povo ir às ruas protestar. Esteja atento e participe já antes que seja tarde. (AC)


O silêncio da gente boa 

Médico forense, Dr. Tanay, defende com dramáticos exemplos a conhecida reflexão de Mahatma Gandhi: O pior das coisas ruins da gente ruim, é o silêncio da gente boa.

Eram muitos os nazistas?

São muitos os muçulmanos fanáticos?

O autor desta mensagem é o Dr. Emanuel Tanay, nascido em 1928, judeu sobrevivente do holocausto, conhecido e muito respeitado psiquiatra forense, radicado nos EUA.

Um homem, cuja família pertencia a aristocracia alemã antes da Segunda Guerra Mundial, foi proprietário de uma série de grandes indústrias e fazendas.

Quando lhe perguntaram, quantos alemães eram realmente nazistas? A resposta que deu, pode guiar a nossa reflexão sobre o fanatismo:

Uma opinião sobre os fanáticos...

Digo que muito poucas pessoas eram nazistas de verdade, porém muitos desfrutavam do renascimento do orgulho alemão, e muitos mais estavam demasiadamente ocupados para se preocupar. Eu era um dos que só pensavam que os nazistas eram um monte de idiotas.

Assim, a maioria simplesmente se acomodou e deixou que tudo acontecesse.

Antes que déssemos conta, os nazistas transformaram-se em nossos donos, perdemos o controle e o fim do mundo havia chegado. A minha família perdeu tudo. Terminei num campo de concentração, e os aliados destruíram as minhas fábricas.

Dizem-nos que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. O problema é que os fanáticos dominam o Islão, tanto neste momento como em todos os tempos. São os fanáticos que marcham, são os fanáticos que produzem guerras. São os fanáticos que sistematicamente massacram cristãos e grupos tribais em África e vão adornando gradualmente todo o continente numa onda islâmica.

Estes fanáticos (terroristas), são os que colocam bombas, decapitam e assassinam. Trata-se de fanáticos que ensinam os seus jovens a matar e converter-se em terroristas suicidas.

A maioria pacífica, a maioria silenciosa é tímida e imperceptível.

A Rússia comunista era composta de russos, que somente queriam viver em paz. Os comunistas russos foram responsáveis pelo assassinato de 50 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante.

A enorme população da China era também pacífica. Porém os comunistas chineses conseguiram matar assombrosamente 70 milhões de pessoas.

O indivíduo japonês médio, antes da Segunda Guerra Mundial, não era um belicista sádico. Entretanto, o Japão assassinou e massacrou na sua caminhada até o sul da Ásia Oriental, numa orgia de morte que incluiu o assassinato de 12 milhões de civis chineses, a maioria morta pela espada ou baioneta.

Não esqueçamos o Ruanda, que se derramou numa carnificina? Pode dizer-se que a maioria dos ruandeses eram amantes da paz?

As lições da história são, com frequência, incrivelmente simples e contundentes. Entretanto, apesar de todos os nossos poderes racionais, muitas vezes perdemos o básico e singelo dos pontos: Os muçulmanos amantes da paz tornam-se irrelevantes pelo seu silêncio. Os muçulmanos amantes da paz convertem-se em nossos inimigos se não se pronunciam, igualmente como o meu amigo da Alemanha, acordarão um dia e darão conta que os fanáticos os possuem, e aí estará o começo do fim do mundo.

Os alemães, amantes da paz, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinos, somalis, nigerianos, argelinos, e muitos outros foram mortos por causa da maioria pacífica e silenciosa, que somente se pronunciou tarde de mais.

Quanto a nós, que somos espectadores diante dos eventos que se estão desenrolando, devemos prestar atenção ao único grupo que interessa: os fanáticos que ameaçam a nossa forma de vida.

Por último, qualquer um que duvide que esta questão é grave e que elimina esta mensagem sem partilhar, está contribuindo com a passividade que permite que estes problemas se agravem e se expandam.

Esperamos que milhares de pessoas, em todo o mundo, leiam e pensem sobre isto, antes que seja demasiado tarde... (Cel. Rui Pinheiro Silva)

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