17 de dez de 2014

Passado, presente e futuro...

Aspectos pouco lembrados do Natal.
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Presépio. Catedral de Motherwell, Escócia 

A festa de Natal é a comemoração do nascimento de nosso Salvador em Belém. É a alegria pela vinda do Menino Jesus à Terra. É a Redenção que se inicia. É o gáudio de Maria Santíssima.

A cada ano, por ocasião dessa magna data, graças especiais descem sobre os homens. São graças de suavidade, de bem-estar espiritual, de uma felicidade intensa e calma. 

Quanto mais uma sociedade está penetrada pela influência da Civilização Cristã, mais essas graças se fazem sentir; quanto mais ela estiver paganizada, mais as almas tendem a rejeitá-las, e então elas parecem refugiar-se nos poucos que permanecem fiéis ao sentido autêntico do Natal.

O Natal afugenta os demônios.

Mas há um aspecto do Natal que tem sido pouco lembrado ao longo dos últimos tempos: é o fato de que as graças natalinas afugentam o demônio e seus malefícios. 

A Civilização Cristã sempre o entendeu assim, e numerosas lendas, cheias de beleza e ingenuidade, retratam tal realidade.

Isto não significa que tais lendas devam ser tomadas ao pé da letra em todos os seus pormenores, mas não se pode negar que, frequentemente, elas são portadoras de verdades profundas. 

Ao acrescentar poesia e imaginação a certos acontecimentos natalinos, o povo miúdo de Deus consegue exprimir uma realidade espiritual mais alta, que de outro modo lhe seria difícil manifestar.

Os teólogos estudarão com termos apropriados e precisos tais assuntos, e isto é necessário. 

O povo, porém, inspirado pelo Espírito Santo e guiado pelo amor de Deus, os alcança muitas vezes através de um misto de entendimento e fantasia, que deve estar sempre submisso ao olhar materno e vigilante da Santa Igreja. (O que está acontecendo na América Latina?) 


Segurança aqui de casa 
Nossa vizinhança sofre assaltos regularmente. E eu estava cheio disso. 
Então, desativei o meu sistema de alarme, deixei de pagar o guarda noturno e dispensei a vigilância do bairro.
No jardim de casa, coloquei 3 bandeiras: uma do Afeganistão, uma do Paquistão e, no meio, uma bandeira negra do Estado Islâmico. 
A gente agora é vigiada pela polícia local, Polícia Federal, Segurança Pública, Interpol, etc. Meus filhos são seguidos quando vão à escola; minha esposa, quando sai de casa e me seguem quando vou e volto do trabalho.
Ninguém mexe com a gente. Nunca me senti tão seguro!!!

O Custo dos Generais 
Palavras do repórter e jornalista Carlos Chagas, que não morre de amores pelos militares: Os 5 Generais Presidentes.

Muitos erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos. Mas uma evidência salta aos olhos: a honestidade pessoal de cada um!

Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado de lamentável conservação. Obs: foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos.

Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.

Bem diferente dos tempos atuais, não é?

Nenhum deles mandou fazer um filme pseudo biográfico, pago com dinheiro público, de auto-exaltação e culto à própria personalidade!

Nenhum deles usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe.

Nenhum deles usou o hospital Sírio e Libanês.

Nenhum deles comprou avião de luxo no exterior.

Nenhum deles enviou nosso dinheiro para ajudar outro país.

Nenhum deles saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos roubados.

Nenhum deles exaltou a ignorância.

Nenhum deles falava errado.

Nenhum deles apareceu embriagado em público.

Nenhum deles se mijou em público.

Nenhum deles passou a apoiar notórios desonestos depois de tê-los chamado de ladrões.
O jornalista, esqueceu de dizer que nenhum deles sustentou amante com dinheiro publico...

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