10 de dez de 2014

Lotear ministérios, grande solução...

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Comissão Nacional da Verdade apresenta hoje relatório a Dilma Rousseff.

Congresso aprova redução da meta fiscal do governo.

Nem de Constituição ela entende - No Dia Internacional Contra a Corrupção, presidente publicou em sua página no Facebook importantes avanços realizados durante seu governo e do ex-presidente Lula, em comparação com FHC; Entre 2003 e 2014, as demissões e destituições punitivas de servidores passaram de 5 mil e as operações da Polícia Federal saltaram de 48, no período tucano, para 2.226 entre 2003 e maio de 2014.

Confissão de crimes investigados na Operação Lava Jato divide empreiteiras. Investidores abrem nova ação contra a Petrobras nos Estados Unidos. STF julgará pedidos de advogados para levar processos para a corte.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugere demissão de toda a diretoria da Petrobras. Investidores dos EUA recorrem à Justiça.

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A Técnica da Incompetência Para ser incompetente mesmo é necessário fazer uso de uma técnica, cujo modus operandis é mostrado no texto abaixo. (AC)

Um texto leve e preciso

O pobre não entrava na faculdade. O que o PT fez? Investiu na Educação?

Não. Tornou a prova mais fácil. Mesmo assim, os negros continuaram a não conseguir entrar na faculdade. 

O que o PT fez? Melhorou a qualidade do ensino médio?

Não. Destinou 30% das vagas nas universidades públicas aos negros que entram sem fazer as provas.

O analfabetismo era Grande. O que o PT fez? Incentivou a leitura?

Não, passou a considerar como alfabetizado quem soubesse escrever o próprio nome.

A pobreza era Grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo? 

Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$ 300,00.

O desemprego era pleno. O que o PT fez? Deu emprego?

Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o bolsa família ou não procura emprego.

A saúde estava muito ruim. O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de medicina?

Não. Importou um Monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)

Alguém ainda duvida que esse governo é uma tremenda mentira?

O PT não conseguiu o superávit primário. O que o PT fez? Economizou?

Não, reduziu o índice e transformou déficit em superávit.

Enfim, o PT é uma mentira só que está envergonhando os brasileiros que produzem, trabalham e são honestos. (João Alves) 

Tem um motorista no meio do caminho... 

É sempre assim... Os instrumentos da quadrilha petralha seguem sempre a mesma receita da falcatrua, da tapeação, do assalto. Para se manter no poder, não há limite algum para a corja petista. 

Daí é que vem a raiva contra a revista, que não os deixa roubar, enganar e mentir sossegados, sendo que, dessa vez, nem aquele ministro Levandouísque escapou do binóculo da revista. Como não podem processar a VEJA, porque fezes de gato, quando mexidas, fedem mais, e porque a função da imprensa é mesmo esta de informar, não resta alternativa ao covil senão a de destilar seu ódio àqueles que não os deixam roubar em paz.

Contas da Dilma 

Tem um motorista no meio do caminho; no meio do caminho tem um motorista Bem, bem, bem… Então vamos ver. Técnicos do Tribunal Superior Eleitoral que analisaram a prestação de contas da candidata do PT à Presidência em 2014, Dilma Rousseff, recomendaram a sua rejeição. O parecer foi enviado a Gilmar Mendes, ministro do STF que é o relator do caso no TSE. Ele remeteu o parecer ao Ministério Público Eleitoral e estipulou um prazo de 48 horas para que o órgão se manifeste. Nesta quarta, o ministro deve apresentar o relatório. O gabinete de Mendes também andou encontrando coisas estranhas. Já chego lá. Antes, é preciso destacar que tem um motorista no meio do caminho. No meio do caminho tem um motorista.

Segundo informam Andréia Sadi, Ranier Bragon e Gustavo Uribe na Folha, vejam vocês, a segunda maior fornecedora da campanha de Dilma Rousseff tem como um dos sócios administradores uma pessoa que, até o ano passado, declarava o ofício de motorista como profissão.

É… Uma empresa chamada Focal Confecção e Comunicação Visual recebeu a bolada de R$ 24 milhões da campanha. Só o marqueteiro João Santana levou mais: R$ 70 milhões. A Focal fica em São Bernardo, e um dos seus donos, no papel ao menos, é Elias Silva de Mattos, um rapaz que é motorista e, até o ano passado, recebia R$ 2 mil por mês. Ele se tornou sócio em novembro do ano passado, com participação de R$ 3 mil na composição da empresa. A outra sócia é Carla Regina Cortegoso, com cota de R$ 27 mil.

A reportagem da Folha falou com Mattos. Sua reação? Esta, prestem atenção: Eu sabia que ia virar transtorno na minha vida. Eu não posso dar entrevista, não estou preparado para falar. Eu não sou nada, vai lá conversar com eles. Mattos se referia à empresa.

Quem falou em nome deles foi Carlos Cortegoso, pai de Carla Regina, que nem sócio da empresa é. Ele preferiu emprestar à coisa um sotaque sociológico, de luta de classes talvez: Todo mundo tem o direito de ascender na escala social mediante o trabalho e competência. Nisso, claro!, estamos de acordo, né? Em 2005, com outra composição societária, sem o motorista, a Focal foi apontada por Marcos Valério - aquele do mensalão - como uma das destinatárias de recursos do esquema, por indicação do PT.

Voltemos à prestação de contas. As notas fiscais apresentadas pela Focal, que teria atuado na área de montagem de eventos, integram o lote dos problemas apontados pelos 16 técnicos do TSE, que afirmam ter encontrado irregularidades em 4% da arrecadação de campanha (R$ 319 milhões) e em 14% das despesas - ao todo, R$ 350 milhões.

O ministro Gilmar Mendes solicitou ainda à Receita dados complementares sobre cinco empresas que colaboraram com a campanha de Dilma: a Saepar Serviços, a Solar BR, a Gerdau Aços Especiais, a Ponto Veículos e a Minerações Brasileiras Reunidas. O total doado por essas companhias ultrapassa os R$ 10,6 milhões. A lei estabelece que cada empresa pode doar, no máximo, 2% do seu faturamento. Segundo cálculo feito pelo gabinete de Mendes, o limite foi ultrapassado. Em despacho à Receita com data de sexta, o ministro cobra os números com máxima urgência, dados os fortes indícios de descumprimento do limite para doação.

E agora?

Mendes deve apresentar seu relatório na quarta. Pode acatar o parecer dos especialistas do TSE - e vamos ver o que diz o Ministério Público Eleitoral - ou rejeitá-lo. Em 2010, Lewandowski ignorou a opinião dos técnicos, que recomendavam a rejeição das contas de Dilma, e as aprovou, no que foi seguido por seus pares. Ele chegou, acreditem!, a omitir a avaliação técnica em seu texto final.

Mesmo que as contas sejam rejeitadas pelo TSE, Dilma pode ser diplomada. Mas a oposição terá em mãos um trunfo para pedir uma investigação judicial, que pode resultar até na cassação do diploma da presidente e na consequente perda do mandato. O caso do motorista que ganhava R$ 2 mil e agora é sócio de um empreendimento que está em segundo lugar no item das despesas do PT não ajuda muito, né? Sobretudo porque, tudo indica, o rapaz não está à vontade na pele de um dos donos de uma empresa que fatura R$ 24 milhões com um único cliente.

Para arrematar: pensemos nesse caso. Alguns tontos dizem que os males do Brasil são as doações de empresas a campanhas. É mesmo? Se o financiamento fosse público, será que não existiriam mais assalariados de R$ 2 mil como sócios de empreendimentos de faturamento milionário?

Tem um motorista no meio do caminho, PT!

No meio do caminho, tem um motorista! (Reinaldo Azevedo)

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