6 de dez de 2014

Abre-te, sésamo, no que deu...

 photo _afugindo.jpg
“...O Brasil ganha de presente, neste final de ano, uma entidade que tem tudo para dar no que falar daqui para frente. A Associação dos Juízes Anticorrupção será instituída no próximo dia 15 de dezembro, em São Paulo. Um dos membros do Judiciário que pretende aderir à AJA é o juiz federal Sérgio Fernando Moro que cumpre o seu dever de magistrado na condução dos processos da Operação Lava Jato. Se o aposentado Joaquim Barbosa também se filiar, o time togado ganha peso político para pressionar o Judiciário a funcionar Direito (sem trocadilho)...” (Jorge Serrão)

É bom ler aqui e aqui

Justiça bloqueia bens do ex-governador Arruda que sempre negou seu envolvimento no mensalão do DEM do DF. Valor previsto na decisão do Tribunal de Justiça do DF ultrapassa R$ 196 milhões. Além do ex-governador, também foi afetado o ex-vice Paulo Octávio, o delator do esquema, Durval Barbosa, e o conselheiro do TCDF Domingos Lamoglia.

Juiz federal diz que ações transcendem Petrobras. Em despacho enviado ao Supremo Tribunal Federal, Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos e ações penais do esquema de lavagem de dinheiro, demonstrou preocupação com planilha apreendida pela PF junto com o doleiro Alberto Youssef. Uma planilha apreendida no escritório do doleiro Alberto Youssef, que lista 750 obras de infraestrutura de 170 empresas, a maioria empreiteiras, é um dos principais indícios que levam o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, a suspeitar que o esquema criminoso que desviou recursos de obras da Petrobras alcança outros setores da administração pública. Usada pelo doleiro para acompanhar suas negociações e projetos em andamento, a planilha lista valores que, somados, chegam a R$ 11,5 bilhões - 59% das obras estão ligadas à Petrobras. Num despacho em que negou a revogação da prisão preventiva do executivo Erton Medeiros Fonseca, presidente da Divisão de Engenharia Indusrrial da Galvão Engenharia, Moro afirma que a apreensão da planilha é pertubadora e sugere que o esquema criminoso de fraude à licitação, sobrepreço e propina vai muito além da Petrobras

Um outro escândalo da Petrobras, semelhante ao da refinaria de Pasadena, pode vir à tona através da delação premiada de Pedro Barusco, ex-gerente da estatal que vai devolver R$ 250 milhões. Refere-se à venda de 50% dos direitos de poços na África por US$ 1,5 bilhão que, segundo o TCU, valeriam US$ 3,5 bilhões. São poços localizados na Tanzania, Angola, Benin, Gabão e Namíbia. Alegou-se riscos políticos, tributários e regulatórios, que nunca aconteceram.

Veteranos juristas estão enxergando requintes de criatividade nas relações incestuosas entre Petrobras e o PT, quando a propina se transforma em doação legal, com origem no ex-diretor Renato Duque, indicado para o cargo pelo próprio partido. Ele nega e João Vaccari Neto, tesoureiro nacional da legenda, jura que todos os recursos recebidos foram de forma legal. Para esses mesmos juristas, o esquema fica próximo do que se chamaria um crime quase perfeito.

A turma que está na ponta do petrolão poderá ser abandonada à própria sorte pelo núcleo do PT. Nos bastidores um acordão estaria sendo articulado para salvar o governo da Dilma. (Aluizio Amorim)

Barusco entrega documentos contra Renato Duque, o petista que comandava a diretoria de Serviços.

1. O ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco Filho entregou documentos que comprometem o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque, libertado por liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira. As provas foram oferecidas no acordo de delação premiada fechado com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, em que ele admitiu ter participado do esquema de corrupção e passou a colaborar com as investigações em troca de uma punição mais branda da Justiça. 

2. Barusco é o mais recente delator da Operação Lava Jato a identificar beneficiários do petrolão. Depois de presos, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef passaram a ajudar nas investigações, principalmente apontando políticos beneficiários do esquema. O empresário Augusto Mendonça Neto e o lobista Júlio Camargo, ambos do grupo Toyo Setal, se anteciparam a uma ação da polícia e também conseguiram acordos de delação premiada. Os executivos descreveram o funcionamento do cartel formado por algumas das maiores empreiteiras do país e entregaram documentos contra Duque e o lobista Fernando Soares, o Baiano, apontado como o operador do PMDB na Diretoria Internacional. Só Mendonça Neto e Camargo descreveram o pagamento de mais de 60 milhões de dólares em propina para Barusco e Duque. 

3. Por ter sido subordinado a Duque, indicado pelo então ministro José Dirceu para o cargo de diretor da estatal, Barusco colaborou significativamente para apontar provas contra o antigo chefe, mas não apenas contra ele. Foram mencionados, nos depoimentos da delação premiada, novos operadores que atuavam como intermediários dos pagamentos de propina para os executivos da estatal. Barusco confirmou a participação de Shinko Nakandakari como operador do PT na Diretoria de Serviços, como apontou Erton Medeiros da Fonseca, presidente da divisão industrial da Galvão Engenharia. A colaboração de Barusco deve motivar uma nova leva de prisões desses intermediários, de acordo com investigadores. 

4. Barusco presenciou muitos anos de corrupção. Tem muito mais gente envolvida, afirmou uma fonte que acompanha a investigação. 

5. A insistência da família levou Barusco a se entregar e colaborar. A esposa chegou a acompanhá-lo em depoimentos ao Ministério Público. Ele enfrenta um câncer ósseo e tenta escapar da prisão. Já se comprometeu a devolver 97 milhões de dólares escondidos na Suíça e a devolver outros 6,5 milhões de reais, parte da propina que recebeu em espécie. Barusco disse que vai provar aos investigadores que gastou apenas cerca de 1,5 milhão de dólares do dinheiro desviado da Petrobras. (Daniel Haidar, Veja) 


O suicídio de Dilma 

Dilma incrivelmente em uma semana já cometeu suicídio administrativo. Ninguém vai obedecê-la. Não haverá entusiasmo, motivação, espírito de equipe.

Dilma venceu com somente 37% dos votos, dos quais 20% eram os recipientes do Bolsa Família, enganados que foram que Aécio iria cortar os benefícios.

Os 17% que votaram nela, por convicção, detêm somente 10% do PIB brasileiro e 0% da poupança. 

Não são eles que detêm os recursos produtivos, os equipamentos e tecnologia necessários para organizar um país.

Mesmo sabendo disto, ela já afastou empresários, administradores, contadores, os auditores que ela quer eliminar, os ricos e a classe média.

Colocar 90% do PIB contra si, e 100% da capacidade produtiva é levar este país a uma desobediência civil generalizada e ao caos econômico na certa./ Investidores pararam de fazer sua função social que é investir.

Multinacionais estão decidindo investir em outros países.

Ricos estão mudando para Portugal e para os Estados Unidos.

Empresários estão se aposentando antes do tempo e fechando suas empresas o mais rápido possível.

E Dilma deixou a economia em frangalhos, e terá que pedir sacrifícios para sair desta crise. Com que moral?

Se isto não bastasse, ela nesta semana afastou e brigou com Lula, o líder mais popular do Brasil.

Disse ao PT que ela não mais representa o Partido que a elegeu, e sim a Presidência deste país, ou seja, ela mesma.

Dilma já está em atrito com o PMDB, em guerra contra a Globo e a imprensa em geral.

Os funcionários do segundo escalão a odeiam, e ninguém assumiu o Ministério da Fazenda, até que....

Se ela fosse formada em Administração ela renunciaria como fez Jânio, pela mesma razão.; Jânio percebeu que não tinha as qualidades necessárias para ser um administrador, negociando, liderando, como faz parte da função.

Não há condições possíveis de a Dilma ser efetiva e administradora num cenário destes.

Verdade seja dita, ela não foi eleita pelos seus próprios méritos, em administratez ela foi promovida por Lula para o seu nível de incompetência.

Mas sendo formada como economista, onde nada destas condições mínimas lhes são ensinadas, e de formação marxista e minskyana, ela acha que uma economia centralizada em uma única mulher, ela, é perfeitamente possível.

Afinal, Stalin, Castro e Hitler conseguiram; destruindo os seus países em longo prazo.

Estamos diante de uma situação gravíssima, típica de muitas empresas americanas que acabam sendo tomadas por personalidades narcisistas.

São pessoas que não ouvem os outros, acham que estão certos e os outros estão errados. São prepotentes, se acham superiores, se acham capazes de tudo até de mudar o idioma português, são pessoas que usam a violência, ridicularizam pessoas em público.

Dilma incrivelmente em uma semana já cometeu suicídio administrativo.

Ninguém vai obedecê-la.

Não haverá entusiasmo, motivação, espírito de equipe, e sim uma má vontade de todos.

Uma desilusão só, vinda de uma eleição que todos hoje questionam como um estelionato de mentiras.

Ela não terá nenhuma condição de liderar o Brasil, só os 17% mais pobres que poder de defendê-la não tem.

A Moody’s será a primeira a rebaixar o Brasil a lixo novamente. Anotem esta minha previsão.

Hoje nenhum investidor está pensando mais no Brasil, razão desta alta do dólar, e Dilma vai levar um Ministro manco ao G10, em vez de ajudar o novo a se apresentar.

Por que tantos se calaram, ou não perceberam que o problemas da Dilma não são econômicos, mas administrativos, como sempre? (Stephen Kannitz)

Nenhum comentário: