29 de nov de 2014

Dejetos de políticas malsãs...

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PLN 36/14: não dê trégua à quadrilha lulo-petista! Reaja! 

O poste de saias petista, seguindo o padrão de incompetência dos petralhas, que até para roubar são incompetentes, não conseguiu cumprir a meta orçamentária e, para não ser levada a processo por improbidade administrativa, conforme previsto está na Constituição Federal, mandou um dos seus sabujos, o Sen. Romero Jucá, inventar um projeto (PLN 36/14) que, uma vez aprovado, isenta a incompetente de qualquer penalidade relacionada com o descalabro no orçamento da União.

Essa indecência acabou de ser aprovada na Comissão de Orçamento da Câmara e está a caminho do plenário da Câmara onde buscará aprovação.

Não podemos dar um milímetro de espaço a qualquer tentativa da corja petista de esculhambar mais ainda com este sofrido País; por isto, devemos usar a nossa única arma que é a reação via grande rede.

Ligue então para o Disque-Câmara, Tel.: 0800-619-619, e vote contra a PLN 36/14. Quando os deputados virem a massa de indignados reagindo contra mais essa patranha, certamente pensarão 2 vezes antes de votar a favor. Este serviço está à disposição dos cidadãos das 08:00 às 20:00, de segunda à sexta-feira. (AC) 
Fonte: Aqui


Uma afronta inominável 
Vejam a que ponto chegou a ousadia e o cinismo desse desgoverno petista. O Dep. Romero Jucá, um sabujo sempre obediente aos caprichos da covil petista, criou um projeto, PLN/36 - certamente orientado pela corja petista - que, se aprovado, permitirá à Dilma descumprir a Constituição sem risco de ser processada por improbidade administrativa, que pode levá-la ao impeachment. Assistam à reação.


Cruzeirense Márcio Thomás Bastos No repasse...

Faleceu no dia 20 de novembro o advogado Marcio Thomaz Bastos, Ministro da Justiça(?) do governo Lula, permaneceu por longo tempo no cargo e é, com certeza, o artífice das chicanas que conseguiram manter o Sr. Lula fora das grades até hoje. Se ufanava de ter fabricado seis ministros do Supremo Tribunal Federal. Deixa para nós, como herança, os nobres ministros Lewandowsky e Carmem Lúcia.

Era considerado um deus entre seus seguidores, por sua habilidade em explorar a Lei para frustrar a Justiça, meta comum a todos eles. Tornou-se um dos advogados mais ricos do mundo, entre outras virtuosas razões, pela defesa que prestou às personalidades mais sombrias do reinado petista, exatamente aquelas que, pela avidez com que dilapidaram o patrimônio público, amealharam dinheiro suficiente para pagar por seus serviços.

Mas trabalhou também para honoráveis personalidades self made men, como Roger Abdelmassih e o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Seu lema amoral, que lhe rendeu tanto dinheiro era: defendo meus clientes da culpa legal. Julgamentos morais deixo para a majestosa vingança de Deus.

Quando soube da morte do Cardeal Richelieu, em dezembro de 1642, o Papa Urbano VIII declarou: Não sei se o Cardeal Richelieu acreditava em Deus. Mas, se existe um Deus, o Cardeal terá muitas contas a prestar. Se não... bem, sua vida terá sido uma vitória.

Eu, que creio no Todo Poderoso, e como não posso ver vitória no ato de livrar criminosos de seu justo destino, concordo com Urbano VIII em que o Dr. Thomaz Bastos terá muitíssimas contas a prestar. E para esse acerto de nada lhe valerão todos seus vultosos bens materiais, conquistados zombeteiramente ao arrepio da Justiça.

E tenho certeza que ele era suficientemente inteligente para saber que, mais cedo ou mais tarde, conforme suas próprias palavras, estaria face a face com a majestosa vingança de Deus. Chegou sua hora! (AD) 
Alerta Geral 

Obama reprova silêncio fugitivo de Dilma a investigadores dos EUA que apuram corrupção na Petrobras. Os EUA estão injuriados com o Governo do Brasil. O presidente Barack Obama, em reunião reservada na cúpula do G-20 na Austrália, solicitou explicações oficiais a Dilma Rousseff sobre os problemas na Petrobras. 

A Presidenta não deu bola para ele. 

Fugiu de qualquer discussão séria sobre a grave crise da petrolífera, envolta em denúncias bilionárias de corrupção e lavagem de dinheiro, que ficam cada vez mais graves, pois avançam sobre a manipulação política de bilionários negócios com fundos de pensão de empregados de estatais que administram patrimônios de mais de R$ 450 bilhões. 

Na conversa com altos diplomatas dos EUA, Dilma foi advertida de que a situação era delicada, porque a empresa brasileira era alvo de investigações pelo departamento de Justiça e pelaa Securities and Exchange Commission - a SEC. 

Os norte-americanos advertiram sobre o rigor das ações criminais e civis, com base no Foreign Corrupt Practices Act. Reclamam, sobretudo, da falta de humildade de Dilma para tratar do assunto que envolve diretamente o nome dela, já que foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras na gestão Lula da Silva. 

Dilma e outros membros dos conselhos de Administração e Fiscal correm risco de processo.

A crise pode gerar falta de crédito internacional para a Petrobras, que rola uma imensa dívida diária, além do corte de financiamentos para investimentos pedidos por empreiteiras sob suspeita. 

A confusão também mexe com a credibilidade das maiores empresas de auditoria. 

A PriceWatherhouseCoopers se recusou a assinar o balanço do terceiro trimestre - que analistas independentes de mercado suspeitam registrar um prejuízo em torno de R$ 2,5 bilhões. 

A situação pode ficar ainda mais delicada para a KPMG Auditores Independentes - que cuidou dos balanços dos anos anteriores a 2011, agora sob investigação da Lava Jato.

Os norte-americanos têm alvos bem definidos. 

O principal deles é a compra da refinaria de Pasadena, no Texas. 

Investigadores acenam com a forte suspeita de que a empresa tenha sido adquirida em uma mera operação de lavagem de dinheiro. 

Também entram na rigorosa apuração as obras da refinaria de Abreu e Lima (PE) e do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj). 

Nos EUA, gera condenações a prisão ou multas milionárias o pagamento de comissão a funcionários públicos para obtenção de vantagens comerciais ou licenças para construção.

O governo dos EUA já faz pressão sobre as empresas de auditoria.

A PwC não aceita correr o risco de ser solidariamente responsabilizada por fraudes contábeis realizadas para esconder quase certas irregularidades em superfaturamentos, pagamentos de propinas e lavagem de dinheiro. 

A empresa audita a Petrobras desde 2012, sem nunca ter indicado qualquer problema nos balanços da companhia. Foi a PwC quem teria obrigado a Petrobras a investir na contratação de dois escritórios de auditoria para investigar as denúncias formuladas nos processos da Lava Jato. 

A missão pepino é para os escritórios Trench, Rossi e Watanabe Advogados, do Brasil, junto com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher.

Os investigadores dos EUA prometem fazer um pente fino em operações de subsidiárias e coligadas.

Um alvo direto é a PFICo (Petrobras International Finance) – na qual Assembleia Geral da Petrobras, em 16 de dezembro de 2013, aprovou uma estranha cisão parcial

Outro target é a Petrobras Global Finance B. V. - uma caixa preta sediada em Rotterdam, na Holanda.

Por causa da Lava Jato, os investigadores também cuidarão de uma pouco conhecida coligada, situada em um paraíso fiscal: a Cayman Cabiúnas Investment Co.

No momento, o que poderia ser pior para Dilma é o agravamento de uma indisposição com o governo Obama - que enfrenta problemas de instabilidade política interna pela perda de hegemonia no Congresso dos democratas para os republicanos. 

A reeleita Dilma vive uma situação mais problemática ainda. 

Enfrentou dificuldades para indicar sua equipe econômica (que terá de fazer milagres para consertar tanta bobagem feita até agora). 

Além disso, a base aliada do Palácio do Planalto anda apavorada para saber quem faz parte da lista negra de uns 70 parlamentares candidatos à indiciamento na Lava Jato, após várias delações premiadas.

A governabilidade de Dilma tende a zero. 

Seu primeiro mandato acaba sem ter começado. O segundo pode começar com prazo de validade politicamente vencido. 

Se for processada nos EUA, como é altíssimo o risco, Dilma fica em condições imorais de governar o Brasil. 

Nenhum investidor, por mais idiota que seja, vai botar dinheiro em um País com uma chefe de Estado pronta para sentar no banco dos réus dos Estados Unidos - uma situação vergonhosamente surreal, mas que deve ser levada a sério por petistas, peemedebistas e por aqueles que lhes dizem fazer crítica oposição política.

O maior medo do governo Dilma é que grande parte dos indícios investigativos que podem comprometer os corruptos na Petrobras tenham sido descobertos por aquele esquema de espionagem feito pela NSA (National Security Agency) e denunciado por Edward Snowden. 

Além disso, os norte-americanos têm recebido dossiês e documentos de investidores da Petrobras. 

Para piorar, existem evidências seguras de que a Operação lava Jato conta com irrestrito apoio de inteligência da turma do Tio Sam - interessada em descobrir e coibir esquemas políticos de lavagem de dinheiro que tenham relação com negócios de narcotraficantes e grupos terroristas.

Esse cenário transforma o Brasil de Dilma em uma sucursal do inferno, sem direito à defesa brilhante de um advogado genial como ex Márcio Thomaz Bastos - amigão de Dilma e de Lula da Silva - que certamente teve sua alma conduzida para o céu, depois que os restos mortais purgaram na purificação do crematório. 

Azar da Dilma que está mais pressionada que tubulação de décima-terceira categoria na camada pré-sal. Se ela vai aguentar tanta pressão é o dilema para 2015. Haja emoção e saúde... 

A criatura Dilma e o Criador Lula que se cuidem...

O desejável seria uma punição divina aos principais causadores da Lava Jato e outras falcatruas, que agora geram a falta de credibilidade e dificuldades de financiamento para a Petrobras, além do caos econômico para as contas do Brasil no crítico ano de 2015. 

O Brasil vive seu Apocalipse... 

Só falta saber se o Juízo Final vai vigorar de verdade, ou se caberá recurso a instâncias políticas muito abaixo da camada pré-sal...
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Parceiros ideológicos do PT: Cuba, Venezuela, Equador, Argentina, Equador, Nicarágua, Angola, Moçambique 

Crime Perfeito

O Brasil padece de graves problemas de infraestrutura. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deveria então financiar a construção de portos, estradas e ferrovias no país.

Contudo, ele realiza com ênfase esta função não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo. Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, passando a ser ministro da Fazenda, o Banco tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pela administração petista.

Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões - 0,4% do PIB - para R$ 414 bilhões - 8,4% do PIB. Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo Banco.

Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu à Justiça a liberação dessas informações. Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário dos envolvidos.

Porto Mariel BNDES

A partir dessa decisão, o BNDES está obrigado a fornecer dados sobre aquilo que o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem.

Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o Banco concede às empresas. Ao subsidiar os empréstimos, ele funciona como um Bolsa Família ao contrário, no melhor estilo Robin Hood: tira dos pobres para dar aos ricos.

Ou melhor, capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11,25% ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 5,25% de todo o dinheiro emprestado. Dos R$ 414 bilhões emprestados este ano, mais de R$ 20 bilhões são pagos pelo Banco.

É um valor similar aos R$ 25 bilhões gastos pelo governo no Bolsa Família, que atinge 36 milhões de brasileiros.

A maior parte dos 20 investimentos mais significativos que o Banco considerou estarem aptos a receber investimentos financiados por recursos brasileiros foram realizados em países administrados por parceiros ideológicos, como Cuba, Venezuela, Equador, Argentina, Equador, Nicarágua, Angola, Moçambique e outros.

Na realidade, a Constituição atribui ao Congresso competência para aprovar acordos e tratados internacionais ou realizar operações internacionais, na condição de contratos de financiamento, por meio de instituições de fomento. Contudo, sucessivos governos vêm fazendo letra morta do texto.

A desculpa apresentada enfatiza que os empréstimos e financiamentos são feitos a empreiteiras brasileiras incumbidas de realizar as obras no exterior e não aos governos estrangeiros diretamente. Ora, o BNDES paga diretamente aos empreiteiros, que fazem as obras.

E quem deveria pagar ao Brasil seriam os governos estrangeiros. E caso não o façam, como costuma acontecer? Diplomaticamente, a administração petista perdoa a dívida. E com o nosso dinheiro.

Não por acaso, as principais empreiteiras prestadoras deste serviço externo são justamente as denunciadas na Operação Lava Jato. E não havia, antes da decisão judicial, como as Instituições brasileiras fiscalizarem devidamente os contratos firmados, como está sendo feito agora. Tratava-se de um crime perfeito.

Considerando esta vulnerabilidade, o deputado Mário Feitoza (PMDB-CE) apresentou proposta de Emenda à Constituição (PEC) 410/14, que estabelece como competência exclusiva do Congresso Nacional aprovar, previamente, a concessão de empréstimos a governos estrangeiros, por intermédio de qualquer instituição nacional de crédito, fomento ou desenvolvimento.

Para ele, a União tem sido vítima de prejuízos em operações polêmicas e de viabilidade discutível realizadas em território internacional. Até o presente, não existem certezas acerca do retorno dos empréstimos secretos concedidos por contratos firmados com o governo cubano para a construção do Porto de Mariel, afirma Feitoza.

Ele destaca que o porto responde pela maior parte do total de financiamentos (US$ 1,6 bilhão) concedidos pelo Brasil a Cuba. A autorização prévia legislativa, de cunho constitucional, tem o condão de evitar que o País seja arrastado para aventuras de natureza política, econômica ou ideológica, sem a autorização do Parlamento, complementa.

De fato, é estarrecedor constatar esta triste situação, em que ninguém sabe de nada, as empreiteiras ganham cada vez mais, oferecendo doações vultosas durante as campanhas eleitorais para muitos partidos e políticos que serão eleitos, para depois da posse, retribuírem a gentileza. Haja PF, TCU, MPF e CGU. (Marcos Coimbra, economista, professor, membro do Conselho Diretor do CEBRES, titular da Academia Brasileira de Defesa) 

É bom reler... A vitória do crime. 

Uma sociedade órfã. Os titulares dos vários postos do Executivo parecem alheios à realidade. A coletividade se encontra à mercê dos delinquentes. Soltos nas ruas ou agasalhados nos serviços públicos.

Não é fácil reconhecer os mais perigosos. Seriam os que, a céu aberto, afrontam a integridade física dos cidadãos prestantes? Ou os que, no interior das repartições governamentais, corrompem e subtraem. 

Em um juízo preliminar, conclui-se que o servidor públicos seguramente é o mais perigosos dos criminosos. Fere o vínculo de confiança que deve existir entre a cidadania e o Estado.

Quando este liame se rompe - o da confiança - instala-se a fragilidade moral e esta, aos poucos, faz ruir todo o arcabouço social. É a situação presente na atualidade nacional.

Ninguém acredita em ninguém. Tudo é falsidade. As palavras dos administradores públicos. As relações entre particulares. A pregação de alguns lideres religiosos. A notícia estampada ou falada.

Quando tudo se torna frágil, os governantes também se tornam fracos e conseqüentemente imobilizados. Se os chefes dos Executivos caminhassem pelas cidades e campos captariam o que a sociedade pensa de cada um.

Não é nada lisonjeiro. Bem ao contrário. Os adjetivos são altamente agressivos. O tom das vozes repleto de rancor. Há um desamor coletivo que ocupa todos os espaços da consciência cidadã.

Nos palácios, os acólitos - representados especialmente pelos marqueteiros de plantão - apresentam para os governantes um quadro celestial. Sempre foi assim. Só os ingênuos acreditam nos bajuladores.

Como quem está no Poder não se pode dar o direito à ingenuidade, existe uma efetiva situação de má-fé nos três níveis federados. Todos apontam para as benesses de suas administrações.

Espantosos números da violência aparecem no cenário nacional. Os casos de corrupção crescem em assustadora progressão geométrica. Os governos mantêm-se imóveis.

Há mais. Houve ocasiões em que as Igrejas combatiam pela dignidade humana. Lutavam contra as agressões a integridade física das pessoas. Agora, também aqui há silêncio.

Há um pacto generalizado - talvez tácito - entre os detentores de qualquer parcela de Poder. Silenciar para poder viver confortavelmente. Enquanto for possível.

As manifestações de rua não sensibilizaram a ninguém. Tudo, logo em seguida ao grito popular, tornou-se mera dança de marionetes. O Congresso Nacional prometeu regeneração. Não aconteceu.

O Executivo convocou cadeia nacional de rádio e televisão. Foi só. Apenas mais um espetáculo. Tudo permanece igual e sem resposta. O contribuinte exigido cada vez mais.

Os titulares de cargos públicos parecem não conhecer a História. Em todas as ocasiões em que a vontade popular, por muito tempo, foi desconsiderada, verificaram-se acontecimentos traumáticos.

Qual será a fagulha não é possível antever. Pode-se, porém, imaginar que a fragilidade moral dos tempos em curso terá um preço. Tomara que este seja pago pelo resultado das urnas em outubro do próximo ano.

Resta à cidadania o direito de votar. Poderá buscar novos caminhos. Abster-se, indicando seu desamor. Ou votar em massa em opções até aqui não tangíveis.

Uma coisa é certa. A situação vigente terá um preço. Qual será este é a incógnita. (Cláudio Lembo)

É para quem gosta de um belo espetáculo. 
Coragem de chinês mesmo...

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