28 de out de 2014

Odorico Paraguaçu não morreu...

 photo _aorebanho.jpg Brasil cai 9 posições em ranking de igualdade de gênero. Apesar de ter mantido a igualdade em saúde e educação, o Brasil perdeu posições em participação feminina na economia e na política, segundo o Fórum Econômico Mundial. Atrás da Argentina, Brasil é o 71º em igualdade entre homem e mulher. (Ag. Brasil)

Dilma indicará 6 nomes para o Supremo. Lista inclui substituto de Joaquim Barbosa.

PMDB resiste à proposta de Dilma para reforma política.

Justiça do Trabalho do Rio nomeia interventor na Santa Casa com eleição marcada.

Congresso já reage à ideia de plebiscito proposto por Dilma e líderes dizem que reforma política é prerrogativa parlamentar.

O novo palco de Pepe Mujica - Futuro senador, atual presidente liderará grande bancada no governo do seu sucessor.

Argentina condena militares e civis à prisão perpétua por crimes na ditadura.

Dilma usa crise de água em SP para justificar derrota no estado, mas não explica uso de termelétricas. 

Covardia oficial - Quando o ucho.info afirma que Dilma Rousseff sofre de mitomania compulsiva, não se trata de contraposição político-ideológica, até porque durante oito anos os jornalistas do site foram extremamente vigilantes em relação ao governo de Fernando Henrique Cardoso. Ou seja, sentimo-nos muito à vontade para criticar o desgoverno petista de Dilma. A nossa afirmação acerca da cascata de mentiras que acompanha a presidente resulta de mera constatação dos fatos, quase sempre marcados pela incoerência.

Nas eleições deste ano, os números das urnas mostraram de forma clara que o PT foi derrotado de maneira fragorosa em vários estados, o que confirma o derretimento da legenda. Esse cenário foi facilmente constatado em São Bernardo do Campo, reduto eleitoral do ex-presidente Lula e berço do sindicalismo nacional. Na cidade do Grande ABC, administrada pelo companheiro e ex-sindicalista Luiz Marinho, a presidente Dilma perdeu para Aécio Neves nos dois turnos da corrida presidencial.

Na segunda-feira (26), em entrevista ao Jornal da Record, Dilma disse não compreender como a crise hídrica que afeta o estado de São Paulo não repercutiu na eleição presidencial. A petista usou esse argumento esdrúxulo e rasteiro para tentar justificar sua rumorosa derrota no mais rico e importante estado da federação, o qual há muito está nos planos bandoleiros do Partido dos Trabalhadores.

Em São Paulo, estamos enfrentando a maior crise de água do Brasil. Até as vésperas do primeiro turno, ninguém tocava nesse assunto com exceção dos candidatos de oposição [ao governador Geraldo Alckmin (PSDB)]. Se fosse com qualquer governo da situação, nós seríamos criticados diuturnamente, disse Dilma.

Perguntada se sua fala era uma crítica à imprensa por não ter esclarecido a crise hídrica em São Paulo, Dilma respondeu: Uma crise daquela proporção não se refletir numa campanha eleitoral, eu não compreendo. Tenho muita dificuldade de compreender. Só posso atribuir ao fato dela não ter sido iluminada. Os refletores não foram colocados na crise. Acho que não houve informação correta para a população de São Paulo.

Que Dilma Rousseff perderia na terra dos bandeirantes todos sabiam, até porque é grande a resistência ao PT no maior colégio eleitoral do País, mas a presidente não pode se valer de desculpa tão chicaneira para justificar o injustificável.

Como já noticiou o ucho.info, o Palácio do Planalto vem se valendo da teoria dos dois pesos e duas medidas. A estiagem fora do script serve para explicar a preocupação do governo federal em relação à geração de energia elétrica, mas não serve para justificar a crise no abastecimento de água em muitas cidades paulistas, começando por São Paulo. É fato que o governo de Geraldo Alckmin poderia ter feito algo para minimizar o problema, mas por maior que fosse a obra destinada ao tema o problema continuaria existindo por força de uma estiagem muito além do previsto.

Aproveitando mais esse momento de declarações pífias, oportunistas e mentirosas, Dilma deveria explicar aos brasileiros os motivos pelos quais as usinas termelétricas estão em funcionamento ininterrupto desde outubro de 2012. A termelétricas, sabem os leitores, foram criadas como estrutura emergencial de geração de energia, no melhor estilo estepe de automóvel. Acontece que o governo da presidente Dilma insiste em rodar com um pneu furado em estrada repleta de buracos e objetos pontiagudos.

O funcionamento das termelétricas, mais caras e poluentes, decorre da falta de planejamento do governo Dilma, que, no embalo do ufanismo criminoso de Lula, continuou incentivando o consumo interno, sem se preocupar com a geração de energia para atender a demanda que aumentou da noite para o dia. É exatamente nesses moldes que a economia nacional será conduzida nos próximos quatro anos, pois Dilma é mais do mesmo. Em outras palavras, não se pode esperar uma ideia genial do ignorante da esquina mais próxima.

Vergonha de ser brasileiro. Profunda vergonha!
Este é um sentimento não apenas meu, mas certamente dos 51 milhões que votaram na necessária mudança que o Brasil precisava. Estou envergonhado de ser brasileiro. Neste momento, se pudesse iria para qualquer outro país onde eleitores não são manipulados a votar pelas redes sociais, sendo criminosamente ameaçados de perderem o tal bolsa fome. País onde uma massa de indigentes é manipulada por ditadores de esquerda que, nos próximos quatro anos, certamente transformarão o Brasil em uma republiqueta bolivariana. É inacreditável pessoas votarem em uma mulher que assaltou a Petrobras, que desviou verba de outras tantas estatais. Tudo isto está comprovado. Não basta termos um Yousseff; existem outras provas.
Povinho bunda! De merda! Que merece ter a carteira roubada na rua. Que pediu para sofrer com uma saraivada de tiros de traficantes que deitam e rolam com fronteiras não controladas. Que o PT destrua esse país. Que esta senhora que nunca teve a menor capacidade para administrar nada faça o que seu mandatário, Lula, preconizou. Vamos ser uma Venezuela. Venezuela, aliás, não. Venezuela tem inflação mais baixa do que nós.
A próxima vez que esses bundas quiserem ir para as ruas vou torcer para que este (des)governo de merda mande metralhar todo mundo.
Se um pingo de amor houver entre esses 51 milhões de lúcidos que digitaram o 45 nas urnas; que todos esses lutem pelo impeachment dessa bandida que acaba de ter um cheque em branco lhe passado por 54 milhões de ventríloquos. Se o roubo da Petrobras e o WhatsApp ilegal para os nordestinos ameaçando tirar o bolsa família não forem suficientes, existem outras dezenas de maracutaias de uma Sra. Rousseff que, a rigor, deveria estar atrás das grades. Nesse momento, vamos usar todo a nossa capacidade criativa e o talento para que esta mulher passe a ocupar o seu merecido lugar em um presídio de segurança máxima. E que leve junto o seu mentor: Luís Inácio Lalau da Silva.
Outra coisa: como jornalista, tenho orgulho do brilhante trabalho realizado pela revista VEJA, publicação para a qual enviarei carta oferecendo os meus serviços e a minha luta pela retomada da justiça no Brasil! (Alexandre Peconick) 

Imperialismo chinês e oligarquía populista depenam Argentina 

E se o abutre estiver onde diz não estar?

Por vezes, o esquerdismo demagógico parece esquecer o raciocínio e cai em flagrantes ridículos.

É o caso, por exemplo, do slogan Pátria ou abutres, que o governo populista argentino mandou seus seguidores cantarem.

Num comício encomendado pelo governo de Cristina Kirchner e definido como antioligárquico e anti-imperialista, os diaristas do partido cantaram contra os fundos abutres.

Esta é a forma deselegante com que o governo argentino se refere aos fundos de investimentos que não aceitaram as reestruturações leoninas dos títulos da dívida pública.

Esses fundos obtiveram de tribunais internacionais o pagamento de seus títulos no valor integral de 2001, quando a Argentina deu o calote. O julgamento da Justiça desatou a cólera dos dirigentes social-populistas.

Os organizadores do comício contra os abutres também leram mensagem em que Lula declara solidariedade a seus amigos no conflito com os fundos, noticiou o O Estado de S. Paulo em 13-8-2014.

Lázaro Báez: fundos desviados dariam para pagar a dívida argentina.

Por sua vez, os abutres - ou holdouts, numa linguagem mais correta - impetraram por via judicial o bloqueio de dinheiro do empresário Lázaro Báez, ligado ao casal Kirchner e seu ex-sócio em empreendimentos imobiliários obscuros na Patagônia. 

Segundo a imprensa portenha, Báez foi beneficiado por obras públicas superfaturadas, realizadas por suas empreiteiras para o governo anti-oligárquico.

Só com o dinheiro de Báez os lesados pelo calote anticapitalista obteriam de volta o dinheiro que a Argentina não lhes pagou - US$ 1,33 bilhão - e que está difícil de recuperar pelos tribunais de Nova York (O Estado de S. Paulo, 14-8-2014).- E se Báez fosse o único!

Seria exagerado dizer que os abutres verdadeiros esvoaçam em torno da Casa Rosada, ministérios, governos provinciais, prefeituras peronistas, e até os filhos da presidente Cristina Kirchner.

Eles nem se dão ao trabalho de bater asas, ficando bem instalados nos sofás das dependências públicas, sempre diante de laptops cheios de números.

Xi Jinping assina acordos em Buenos Aires.

O expansionismo chinês quer os imensos recursos da Patagônia e o vice-presidente argentino anda às voltas com a Justiça.

Quem são os abutres? 

O mesmo jornal paulista havia informado que um abutre muito maior e mais determinado estava devorando a pasta de exportações de produtos brasileiros ao país vizinho.

O abutre despercebido pelo populismo também devora como carniça inúmeras empresas argentinas de tamanho médio e pequeno.

Trata-se da China, que está abafando a indústria e o comercio sul-americano. 

A dependência de produtos chineses dobrou em seis anos, segundo estatísticas oficiais argentinas. A China já é o segundo maior exportador para a Argentina.

Pequim entra no mercado platino com bens de capital (máquinas e equipamentos) e bens intermediários (manufaturados ou matérias-primas usados na produção de outros bens).

Contra a entrada da economia comunista chinesa não há cânticos anti-imperialistas. Pelo contrário, a Argentina declarou a China aliada integral, categoria até então só reservada ao Brasil.

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