4 de out de 2014

Hoje, um pouco só de política...

O trem suspenso. 
Na Alemanha há 100 anos ligando toda a cidade.
Eleições: o Brasil anseia por estabilidade e paz. 

É difícil governar um povo com base numa miragem! Ou seja, criando a ilusão da existência de um espírito progressista - ou esquerdista - nas camadas profundas da população, onde ele, na verdade, não existe. 
É igualmente difícil governar um povo cordato cortejando minorias muitas vezes radicais, conclui a reflexão do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
Se o mundo político não vencer a magia dos velhos mitos e insistir num reformismo festivo, rumo a um esquerdismo cada vez mais radical (baseado em vitórias eleitorais ilusórias), serão cada vez mais raros no público aqueles que os acompanharão.
Nesse caso, qualquer candidato que vier a ocupar o Palácio do Planalto dificilmente escapará ao vácuo terrível do qual o mundo político, já hoje, está custando a escapar.
A encruzilhada que o País vive neste momento, cabe em boa medida aos nossos homens públicos resolvê-la.
Continuarão eles a deixar sem voz e sem vez uma grande maioria centrista e conservadora, não atuando como resolutos mandatários da mesma? 
Continuarão a privilegiar sentimentos progressistas ou esquerdistas fictícios?
Diante dos múltiplos fatores desestabilizadores que marcam nossa atual conjuntura, em que é contínuo o esforço de certas minorias para suscitar confrontos e dissensões sociais, ao estilo da velha luta de classes, o Brasil mediano, o Brasil sensato, o Brasil autêntico anseia por serenidade, por estabilidade e por paz.
Este Brasil que recusa aventuras e rupturas sócio-políticas, necessitaria de uma candidatura viável que soubesse vocalizar suas aspirações e se comprometesse: 

* a ser a alternativa clara e firme ao governo do PT;
* a fazer cessar as imensas máquinas de corrupção;
* a tornar a administração pública credível;
* a cicatrizar as chagas do jogo político-social do nós contra eles;
* a não introduzir qualquer legislação que venha a permitir o aborto;
* a não modificar a ordenação legal da família, mantendo o matrimônio como união estável entre homem e mulher;
* a não impor a educação estatal às crianças e a garantir o direito da família de educar seus filhos;
* a não aprovar programas e reformas educacionais que implantem a anti-natural ideologia de gênero;
* a fazer cessar as agitações e reformas que ameaçam a propriedade urbana;
* a fazer cessar as múltiplas ameaças contra a propriedade no campo e a dar estabilidade aos produtores rurais, verdadeiro esteio de nossa economia;
* a rever a chamada política indigenista e a repensar e reformular as demarcações de reservas indígenas e de terras quilombolas;
* a livrar a economia do dirigismo estatal, a favorecer a iniciativa privada, a diminuir a onerosa carga tributária. 

Eleições 2014 - Governo de Minas 

Vejam vocês como são as coisas, em se tratando do PT apóstata:
Os empregados da CEMIG e de seu Fundo de Pensão enviaram carta aos candidatos ao Governo de Minas, querendo saber deles seu posicionamento em relação à CEMIG e ao Fundo de Pensão.
O candidato Pimenta da Veiga (PSDB) enviou as respostas, bastante detalhadas.
O candidato Tarcísio Delgado (PSB) enviou as respostas abaixo, de um modo mais generalizado.
O candidato Fernando Pimentel (PT) não respondeu as perguntas!......
Sobre esse tema, disse aos meus amigos da CEMIG: pobres de vocês e de seu Fundo de Pensão, se Pimentel, o candidato PTista apóstata, ganhar essa eleição para o governo de Minas! Irá fazer com a CEMIG (uma Empresa Estatal Estadual) e com seu Fundo de Pensão, exatamente o que o PT apóstata fez a nível nacional, com a Petrobrás, a Petros e os demais Fundos de Pensão das Estatais: Todos a serviço dos interesses do Partido!

Associação Intergerencial da CEMIG-AIC
Quarta-feira, 01º de outubro de 2014
Prezado (a) Associado (a),
As eleições estão chegando. Com o objetivo de conhecer as propostas dos candidatos ao Governo de Minas, bem como suas formas de atuação frente às demandas do setor de energia, encaminhamos às assessorias de Fernando Pimentel (PT), Pimenta da Veiga (PSDB) e Tarcísio Delgado (PSB). Comunicamos que, até o dia de hoje, e depois de inúmeros pedidos de resposta, recebemos apenas o retorno de Pimenta da Veiga e Tarcísio Delgado, que publicamos abaixo. Caso ainda venhamos a receber a resposta do candidato Fernando Pimentel, ela será imediatamente publicada. (Ricardo Diniz, Diretor-Presidente e Alexandre Bueno, Vice-Presidente) 

Samsung suspende produção por causa de trabalho infantil escravo

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A Samsung, a maior fabricante de smartphones do mundo, fechou temporariamente uma de suas fábricas na China após constatar que um de seus fornecedores, a Dongguan Shinyang Electronics, explorava trabalho infantil, noticiou o site Quartz.

A decisão foi tomada depois que a associação China Labor Watch (CLW) denunciou os métodos ilegais da Dongguan para contratar trabalhadores excessivamente jovens e obrigá-los a trabalhar 11 horas por dia, sem lhes pagar sequer as horas extras.

A Samsung deslanchou sua própria investigação na fábrica denunciada e decidiu suspender temporariamente o contrato.

O gigante sul-coreano de eletrônica declarou ter auditado a Dongguan Shinyang em três ocasiões diversas desde 2013, sem encontrar abusos trabalhistas.

Porém, em nova verificação, a empresa encontrou provas de processos ilegais de trabalho acontecidos em 29 de junho, segundo declarou.

Um investigador do China Labor Watch conseguiu ser contratado pela fábrica incriminada e num relatório denunciou a contratação ilegal a partir de 30 de Junho.

A Dongguan Shinyang tem muitas plantas em Guangzhou, no sul da China, onde produz roupas, sapatos e produtos de baixo custo destinados à exportação.

Adolescentes que trabalhavam na Dongguan Shinyang disseram ao jornal The New York Times que foram engajados no sistema de despacho de trabalho.

Neste sistema, agências recrutam crianças em regiões pobres, para trabalhar nas épocas mais movimentadas das fábricas - antes das férias nos Estados Unidos e na Europa, os grandes mercados consumidores.

A decisão da Samsung é louvável, mas infelizmente deve-se temer que a exploração das crianças chinesas não venha a acabar. É uma exigência implacável da planificação socialista.

Agora é oficial: Dilma planeja o fim da propriedade privada e registra. 

Não podemos deixar isso acontecer!
Consta do Plano de Governo de Dilma Rousseff (PT), registrado hoje, no TSE, uma meta que, na prática, acaba com a propriedade urbana ou rural. O dono do imóvel não poderá pedir reintegração de posse, caso ela seja invadida. Pelo Plano de Governo de Dilma Rousseff o proprietário terá que enfrentar uma audiência pública, da qual participarão os movimentos... sociais para analisar os direitos humanos envolvidos. O juiz ficará sujeito à decisão dessa audiência. É fácil imaginar como crescerão o número de invasões e a desordem no campo e nas cidades! Por exemplo: se você tem um apartamento e ele estiver desocupado, pois está em processo de aluguel, e o mesmo sendo invadido você não terá mais direito a ele, se os movimentos sociais assim decidirem. É o fim da propriedade privada no Brasil. E a coletivização do País. A mídia está proibida de divulgar o que o Foro SP, fundado por Lula e Fidel, vem implantando na América Latina. PNDH-3 - O golpe Comunista em prática - No momento em que se elimina a liberdade de imprensa estaremos efetivamente no início de uma ditadura… é um decreto preparatório para um regime ditatorial. (Ives Gandra Martins, jurista)

Antes das eleições atentados mal fadados ao PT e a outros grupos de esquerda acontecerão e o intuito é único: acusar a direita insurgente brasileira de fascismo e nazismo. Jogarão sujo contra a população incauta a fim de desvirtuarem as eleições pra eles já perdidas em vários estados. Não vos deixeis intimidar com notícias de atentados ou outras afrontas contra a esquerda. Tudo não passa de embuste, engodo ou pantomima para iludirem as massas atônitas com pavor e medo da direita que há de ressurgir em todos os rincões do país. Agentes e oficiais da ABIN estão monitorando os mandantes e em breve o ventilador vai girar no rotor máximo e serão presos por atentados de lesa-pátria. (Fonte fiel da ABIN)

Judeus ultra-ortodoxos transformam voo entre Nova York e Tel-Aviv em pesadelo 

Passageiros judeus ultra-ortodoxos em um voo de Nova York para Tel Aviv recusaram-se a ocupar assentos ao lado de mulheres e transformaram a viagem em um pesadelo para os demais passageiros, informou nesta sexta-feira a imprensa israelense.

Os passageiros da companhia aérea israelense El Al que viajavam a Israel para passar o Ano Novo judaico aterrissaram no aeroporto Ben Gurion depois de onze horas pesadelo, testemunhou uma das passageiras citada pelo site de informação Ynet.

Antes de decolar, ao perceber que deveriam se sentar ao lado de mulheres, vários passageiros ultra-ortodoxos pediram a seus vizinhos para trocar de lugar, chegando a oferecer dinheiro para aqueles que se negavam.

Sem arranjo possível, essas pessoas estritamente religiosas se recusaram a sentar-se e permaneceram de pé no corredor, causando atraso, já que o piloto se recusou a decolar antes que todos os passageiros estivessem sentados, segundo o Ynet.

É totalmente desrespeitoso com o público não-religioso do avião, que empresa iria permitir que os passageiros se comportassem dessa maneira?, questionou Bar Natan, uma outra passageira.

Finalmente, os passageiros ultra-ortodoxos concordaram em sentar-se ao lado de mulheres durante a decolagem e, em seguida, levantaram-se de suas cadeiras para se sentar no corredor durante toda a duração do voo, rezando em voz alta e impedindo a passagem de qualquer pessoa.

Eu tentei ir ao banheiro, mas foi missão impossível, disse Galit, um dos passageiros.

De acordo com Ynet, a companhia aérea El Al prometeu investigar as circunstâncias do incidente e responder a quaisquer reclamações.

Recusando qualquer contato físico com outras do que suas esposas, alguns judeus ultra-ortodoxos viram notícia regularmente fazendo escândalos em locais públicos em Israel, especialmente em ônibus.

Os judeus de Israel e da diáspora comemoram de quarta-feira até sexta-feira o Ano Novo judaico marcando a transição para o ano 5775. (AFP) 

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Judeu ultra-ortodoxo grita com uma mulher
durante um protesto na cidade de Beit Shemesh
 

Plano B para caso de derrota. 

Preste a devida atenção e guarde o prognóstico do jornalista, para conferir em caso afirmativo. A sua visão prospectiva, coincidentemente, vem sendo estimada em círculos responsáveis pelas coisas do Estado e corporações transnacionais.

O brasileiro precisa está atento para o que vai acontecer a partir de janeiro de 2015 caso o PT seja derrotado nas eleições deste ano. Com o Estado aparelhado, os petistas em represália vão tentar desestabilizar o país porque ainda são o partido mais organizado. Comanda as centrais de trabalhadores e milhares de sindicatos, portanto, têm como liderar greves e incentivar à massa a ir às ruas contra o novo governo. Os petistas não vão dar trégua porque, ressentidos com a derrota, tentarão de todas as formas inviabilizar o sucessor. Além disso, resistirão a abandonar os cargos para não perder os salários milionários sem antes boicotar o serviço público e paralisar as atividades afins do estado.

É assim que opera o PT. E foi assim que a cúpula do partido agiu nos primeiros anos do governo Collor, quando estimulou a paralisação da máquina estatal, criou CPIs, quebrou o sigilo fiscal de autoridades do governo, fabricou escândalos e levou às ruas milhares de jovens (os caras pintadas) para derrubar o primeiro presidente eleito pelo voto direto depois da ditadura. O PT não se contentou com a derrota do Lula e organizou suas bases (sindicatos e centrais) para confrontar o novo governo. Criou núcleos de espionagem dentro dos órgãos federais infestados de seus militantes e simpatizantes e em pouco tempo derrubou o Collor, que já estava na corda bamba pelo governo medíocre que fazia com denúncias de corrupção pipocando por todos os lados.

Na oposição a partir de janeiro, caso a Dilma não se reeleja, os petistas vão infernizar a vida de quem assumir o governo. Doze anos administrando a máquina pública, eles aparelharam o estado e agora conhecem como funciona a estrutura por dentro. Para desalojá-los do poder, o presidente eleito certamente gastará boa parte do mandato na assepsia das estatais onde os petistas estão infiltrados independente da qualificação profissional.

Lula está acompanhando com lupa a campanha da Dilma. Anunciou inclusive que estará na linha de frente dos trabalhos da reeleição da sua presidente.

Acontece, porém, que ele hoje já tem dúvidas quanto ao êxito do sucesso dela e analisa prognósticos desfavoráveis a sua candidata. Por isso começou a trabalhar com outro cenário político: aumentar as bancadas petistas na Câmara e no Senado Federal.

A estratégia consiste em dominar o Congresso Nacional no caso do PT não conseguir reeleger a Dilma. Perde-se, portanto, o governo, mas em compensação ganha-se o parlamento submetendo o novo presidente às ordens petistas, leia-se lulista. Nos estados onde o PT não desponta como favorito ao governo, Lula tem estimulado uma aliança independente de ideologia para aumentar o número de parlamentares, o que permitiria o partido ter maioria no Senado e na Câmara e indicar os presidentes.

É assim que o ex-presidente quer permanecer soberano na política. Lula sabe que a Dilma estaria definitivamente fora da política se perder a reeleição porque não teria condição de se eleger nem a síndico de prédio. A dificuldade dela de se manter na política deve-se a sua falta de base eleitoral em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul os dois estados que abraçou para viver. Lula sabe também por experiência própria que num regime presidencialista como o nosso, manter a presidência das duas Casas é dominar o destino político do país como fazem alguns partidos, a exemplo do PMDB de Sarney, de Renan e Michel que mantêm o Executivo sob seu jugo.

Não à toa, Lula não demonstra nenhum apetite para ocupar o lugar da Dilma. Conhece como ninguém a incompetência da sua presidente para administrar o país e do fracasso que ronda o setor econômico em 2014. Assim, previne-se ao entregar os anéis para preservar os dedos: quer a Câmara e o Senado para transformar o Executivo refém do seu partido, no caso de frustrar a reeleição da Dilma. (Jorge Oliveira, jornalista) 

Fique atento porque foi exatamente o que fizeram no Chile, em que o Presidente direitista foi acossado por greves e protestos durante todo o Seu governo até os comunistas serem reeleitos.

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