17 de out de 2014

Debate ou Debacle...

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Cuba: depois do porto, um aeroporto com dinheiro nosso. A denunciante é ex-diretora da ANAC, logo, é alguém que fala com conhecimento de causa.




Lula abandonou Dilma. 

Conforme já era esperado, Lula abandonou Dilma.

Há mais de um ano temos publicado aqui na Tribuna da Internet as brigas e os desentendimentos entre o ex-presidente Lula e sua sucessora Dilma Rousseff. Justiça se faça: os dois sempre buscaram manter as aparências e jamais divergiam publicamente, mas nos bastidores o bicho pegava, como se diz no linguajar do ministro Gilberto Carvalho, que Lula colocou no Palácio do Planalto para controlar o governo de Dilma.

As divergências começaram logo após a eleição dela, em 2010, quando Lula assumiu a transição e nomeou praticamente o ministério inteiro. Sem respaldo de ninguém, sem conhecer ninguém na base aliada, Dilma não conseguiu nomear nenhum ministro importante e ainda teve de aturar Guido Mantega na Fazenda por quatro anos. O máximo que Dilma conseguiu foi indicar o economista Nelson Barbosa para a secretaria-geral do Ministério, onde ele passou dois anos e meio às turras com Mantega, até jogar a toalha e pedir demissão em junho de 2013.

Em outubro de 2011 Lula foi diagnosticado com câncer e Dilma pôde sentir o prazer de governar sozinha. Mas Lula se curou e voltou a interferir. O relacionamento dos dois então foi se tornando insuportável e Dilma começou se soltar. Nunca conseguiu mexer em Mantega, mas começou a nomear um ministro ou outro, como Aloizio Mercadante, odiado por Lula, que o boicotou o tempo todo no PT, até praticamente inviabilizar a carreira política dele. Lula engoliu calado.

O caso Rosemary

A presidente Dilma Rousseff só ganhou mais autonomia (independência, jamais!) a partir de novembro de 2011, quando veio à tona o caso amoroso de Lula com Rosemary Noronha, chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo. O escândalo das 21 luas de mel a bordo do Aerolula veio a calhar para Dilma, porque Lula teve de sumir do mapa, passando a evitar entrevistas e contatos com jornalistas.

Dilma enfim ficou governando sozinha e ganhou força para pleitear a candidatura e enfrentar o movimento Volta, Lula, que era apoiado por 9 em cada 10 petistas. Lula queria voltar, mas pegava mal tirar de Dilma o direito à reeleição. E a presidente reagiu com força total: para enfraquecer Lula e tirá-lo do caminho, o Planalto mandou a Comissão de Ética e a Corregedoria Geral da República investigarem a vida de Rosemary. Ao mesmo tempo, o governo passou a vazar notícias desabonadoras sobre Rosemary Noronha, publicadas em O Globo por Vinicius Sassine e na Veja por Robson Bonin, que receberam essas denúncias com exclusividade e as aproveitaram, claro. Lula engoliu calado.

Sumido na campanha

Hoje, Lula e Dilma se odeiam. Durante o primeiro turno, ele ainda manteve as aparências, para não pegar mal. Gravou participações para a TV e foi a alguns Estados, mas seu interesse maior era apoiar os candidatos a governador./ No segundo turno, Lula chutou o balde e sumiu da campanha. Até agora, não gravou nada para o programa eleitoral e sua única aparição (usando uma suéter branca) foi um aproveitamento das filmagens feitas ainda no primeiro turno. Como todos sabem, o ex-presidente não tem aparecido nos eventos da agenda de campanha da candidata, nem mesmo em São Paulo, onde ele continua morando e não custava nada comparecer.

Traduzindo: se depender de Lula, Dilma não se elege nem mesmo síndica de condomínio do programa Minha Casa, Minha Vida. Ainda mais depois do desastrado desempenho da candidata contra Aécio Neves, no debate pela TV. (Carlos Newton, Tribuna da Internet) 

A chantagem da amante do Lula.

Dizendo-se abandonada, Rosemary Noronha, a ex-chefe do escritório da Presidência da República queria ajuda - e conseguiu.

A discrição nunca foi uma característica da personalidade da ex-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. Quando servia ao ex-presidente Lula em Brasília, ela era temida. Em nome da intimidade com o chefe, como às vezes também se referia a ele, Rose fazia valer suas vontades mesmo que isso significasse afrontar superiores ou humilhar subordinados. Nos eventos palacianos, a assessora dos cabelos vermelhos e dos vestidos e óculos sempre exuberantes colecionou tantos inimigos - a primeira-dama não a suportava - que acabou sendo transferida para São Paulo. Mas caiu para cima. Encarregada de comandar o gabinete de Lula de 2009 a 2012, Rose viveu dias de soberana e reinou até ser apanhada pela Polícia Federal ajudando uma quadrilha que vendia facilidades no governo. Ela usava a intimidade que tinha com Lula para abrir as portas de gabinetes restritos na Esplanada. Em troca, recebia pequenos agrados, inclusive em dinheiro. Foi demitida, banida do serviço público e indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção. Um ano e meio após esse turbilhão de desgraças, no entanto, a fase ruim parece ter ficado no passado. Para que isso acontecesse, porém, Rosemary chegou ao extremo de ameaçar envolver o governo no escândalo.

Em 2013, no auge das investigações, quando ainda lutava para provar sua inocência, a ex-secretária Rosemary procurou ajuda entre os antigos companheiros do PT - inclusive Lula, o mais íntimo deles. Desempregada, precisando de dinheiro para pagar bons advogados e com medo da prisão, ela desconfiou que seria abandonada. Lula não atendia suas ligações. O ex-ministro José Dirceu, às vésperas da fase final do julgamento do mensalão, estava empenhado em salvar a própria pele e disse que não podia fazer nada. No Palácio do Planalto, a ordem era aprofundar as investigações. Em busca de amparo, Rose concluiu que a única maneira de chamar a atenção dos antigos parceiros era ameaçar envolver figuras importantes do governo no escândalo. Mensagens de celular trocadas pela ex-secretária com pessoas próximas mostram como foi tramada a reação. Magoada com o PT por ter permitido que a Casa Civil aprofundasse as investigações sobre suas traficâncias, Rose destila ódio contra a então ministra Gleisi Hoffmann. Em uma conversa com um amigo, em abril do ano passado, desabafa: Tão chamando a ministra da Casa Civil de Judas!!! Ela bem que merece!!!. O interlocutor assente: Ela vazou a porcaria toda. Vamos em frente. Rose acreditava que o próprio Palácio do Planalto estava por trás das revelações sobre o desfecho da sindicância - a porcaria toda - que apontava, entre outras irregularidades, o seu enriquecimento ilícito no cargo.

Com o fundo do poço cada vez mais próximo, Rosemary decidiu arrastar para dentro do escândalo figuras centrais do Planalto e, se possível, a própria presidente Dilma Rousseff. A estratégia consistia em constranger os antigos colegas de governo pressionando-os a depor no processo que tramitava na Controladoria-Geral da União. Quero colocar o Beto e a Erenice Guerra, diz Rose em uma mensagem. Você quer estremecer o chão deles?, questiona o interlocutor. Sim, confirma Rose. Porque vai bombar. Gilberto Carvalho também?, indaga. O.K., devolve ela. As autoridades que deveriam estremecer não foram escolhidas por acaso. Atual chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Beto Vasconcelos era na ocasião o número 2 da Casa Civil. Ao lado da ex-ministra Erenice Guerra, ele servira a Dilma no Planalto durante anos. Rose os conhecia como a palma da mão e sabia que eles tinham plena consciência do seu temperamento explosivo. A conclusão da conversa no celular, resumida pelo interlocutor, revela as reais intenções da ex-secretária: Vai rolar muito stress... Vão bater na porta da Dilma. Vão ficar assustados.

O plano embutia um segundo objetivo. Rosemary também queria se reaproximar de um ex-amigo em especial. Ao tentar estremecer o chão de Gilberto Carvalho, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência e homem de confiança de Lula, Rose tinha um propósito bem específico. Ela queria restabelecer as suas ligações com Deus, como a ex-secretária costuma se referir ao ex-presidente Lula. Em outra troca de mensagens de celular, um interlocutor diz a Rose que, com a indicação das testemunhas - Gilberto Carvalho, Beto Vasconcelos e Erenice Guerra - no processo da CGU, o momento é oportuno para aproximação com Deus.. Mas a ex-protegida de Lula se mostra cética e insatisfeita. Vai ser difícil. Ele está com muitas viagens. Não posso depender dele, diz Rose. Não se sabe exatamente o que aconteceu a partir daí, mas a estratégia funcionou. Um dos homens mais próximos a Deus, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, cuidou pessoalmente de algumas necessidades mais imediatas da família de Rosemary durante o processo. Além de conseguir ajuda para bancar um exército de quase quarenta juristas das melhores e mais caras bancas de advocacia do país, a ex-secretária reformou a cobertura onde mora em São Paulo e conseguiu concretizar o antigo projeto de ingressar no mundo dos negócios.

Rosemary comprou uma franquia da rede de escolas de inglês Red Balloon. Para evitar problemas com a ficha na polícia, o negócio foi colocado no nome das filhas Meline e Mirelle e do ex-marido José Cláudio Noronha. A estratégia para despistar as autoridades daria certo não fosse por um fato. A polícia já havia apreendido em 2012, na casa de Rose, todo o planejamento para aquisição da franquia. Os documentos mostravam que o investimento ficaria a cargo da quadrilha que vendia influência no governo. Na época, a instalação da escola foi orçada em 690 000 reais - padrão semelhante aos valores praticados atualmente no mercado -, dinheiro que Rosemary e seus familiares não possuíam. Como, então, a família que informava ter um patrimônio modesto conseguiu reunir os recursos? Procurada por VEJA, Meline Torres, responsável pela administração da escola, informou que todos os investimentos foram realizados a partir de economias. Eu trabalhei muito durante a minha vida (Meline tem 29 anos). Trabalho desde os 18 anos com registro em carteira e tenho poupança. Meu pai também está me ajudando com recursos dele, aliás, do trabalho de uma vida, explicou. Rosemary não quis se pronunciar. 

A resposta que pulverizou Dilma no debate. 

Numa só resposta, que dispensou números e provas, Aécio desmontou Dilma e suas pretensões amparadas em mentiras. Assista no link abaixo. Quase no final do vídeo, aparece o link que mostra a carta que Dilma escreveu a FHC, elogiando-o por conta do seu desempenho e da estabilidade econômica alcançada no governo dele.
A carta de Dilma devidamente assinada.
Mais uma da quadrilha governista... 
Agora, decidiram liberar o visto de entrada no Brasil, sem a consulta prévia, de cidadãos oriundos de países (Afeganistão, Irã, Líbia, Síria, Paquistão, entre outros) que tem a influência, o preparo e a formação de terroristas. É sempre assim que essa corja funciona, sempre misturada com o que há de pior no cenário político internacional, manifestando solidariedade a terroristas, fazendo tudo às ocultas, sem motivos e sem explicações plausíveis. É desse pesadelo que precisamos nos livrar no dia 26 próximo. Assista, abaixo, ao vídeo em que o Deputado Onix (DEM) denuncia mais essa patranha do bando petista.
 

Encontrada a cura do câncer?

 photo _acuracancer.jpgSemente de planta da Austrália consegue destruir tumores em humanos e animais.  

Os testes inicias com a planta chamada Blushwood encontrou 70% de eficácia. Uma droga experimental a partir de suas sementes mostrou-se poderosa no tratamento de câncer em animais.

Os pesquisadores do QIMR Berghofer Medical Reserach Institute conseguiram isolar a droga EBC-46, transformando-a em uma injeção. A substância leva a rápida decomposição de uma grande série de tumores humanos.

A pesquisa, considerada importantíssima, foi publicada na revista PLoS One, liderada pelo Dr. Glen Boyle. Segundo ele, a droga pode ser eficaz em pacientes humanos e não apenas em animais.

Nós fomos capazes de obter resultados muito fortes através da injeção de EBC-46 diretamente em modelos de melanoma (câncer de pele), assim como cânceres de cabeça, pescoço e colo, comentou Dr. Boyle. Na maioria dos casos, o tratamento com uma única injeção causou a perda da viabilidade de células cancerosas em apenas 4 horas, destruindo os tumores em seguida.

Dr. Boyle ainda afirmou que a EBC-46 funciona, em parte, por desencadear uma resposta celular efetiva, cortando o fornecimento de sangue ao tumor. Em mais de 70% dos casos pré-clínicos, a resposta de cura foi grande, com pouca reincidência durante um período de 12 meses.
stão animados após encontrarem uma semente de uma planta tropical que teria potencial de curar o câncer
EBC-46 é um composto extraído do fruto da árvore de Blushwood, encontrado nas florestas úmidas ao norte de Queensland, na Austrália. A droga está sendo desenvolvida e testada como um produto farmacêutico para humanos e uso veterinário através da empresa QBiotics, subsidiária da EcoBiotics.

A droga experimental já está sendo aplicada em animais com tumores - incluindo cães, gatos e cavalos.

A QBiotics está, atualmente, realizando ensaios clínicos veterinários com todos os protocolos necessários na Austrália e nos Estados Unidos.

A aprovação regulatória final para ensaios clínicos de Fase 1 em humanos está em análise. O Dr. Boyle diz que a empresa está determinada em investigar ainda mais para aumentar a eficácia da droga. (Fonte: DailyMail)

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