23 de out de 2014

A sorte bate a porta, depende de você...

O desespero está aí!..

Quanto mais se aproxima o dia da redenção brasileira, 26 de outubro de 2014 - mais o PT apóstata, seus comandantes e seus simpatizantes não conseguem segurar o desespero que está tomando conta deles!

Parece que entraram naquela fase anunciada por Lulla ...Eles não sabem de que somos capazes... para não largar esse osso!

O TSE cortou, ontem, tempo de propaganda da candidata DIImáh, pelas baixarias postadas contra o candidato Aécio, pelo guru-maior Lulla! O Ministro Gilmar Mendes indagou em off, se ...o autor das críticas passou pelo teste de bafômetro...!

Por falar em baixaria, veja o vídeo abaixo: professora universitária eleitora da DIImáh: estarrecedor!

E por falar em desespero, vejam o episódio da pesquisa realizada pela Data Folha, no dia 20/10, dando como resultado, DIImáh 52% e Aécio 48%.

Uma análise técnica dos próprios dados divulgados pela Pesquisa, mostra um resultado diferente. Veja:

Região Sul: Aécio 61% - Dilma 39% 
Região Sudeste: Aécio 59% - Dilma 41% 
Região Centro-Oeste: Aécio 63% - Dilma 37% 
Região Nordeste: Aécio 32% - Dilma 68% 
Região Norte: Aécio 44% - Dilma 56% 

Tomando-se os dados do TSE, com o número de eleitores de cada uma dessas regiões e aplicando-se esses dados aos percentuais fornecidos pela própria Pesquisa, temos os seguintes números:

Região Sul: 20.825.700 - Aécio: 61%: 12.703.677 - Dilma 30% : 8.122.023 
Sudeste: 60.968.400 - Aécio 59%: 35.971.356 - Dilma 41%: 24.997.044
Centro-Oeste: 10.081.500 - Aécio 63%: 6.351.345 - Dilma 37%: 3.730.155
Nordeste: 38.225.100 - Aécio 32%: 12.233.032 - Dilma 68%: 25.993.068
Norte: 10.659.600 - Aécio 44%: 4.690.224 - Dilma 56%: 5.969.376

Portanto, segundo os dados do TSE e segundo os percentuais fornecidos pela própria Pesquisa, para cada região, verifica-se que Aécio só perdeu nas regiões Norte e Nordeste (que têm menos eleitores!!!).

Portanto, seguindo exclusivamente os dados da Pesquisa, por região, sem manipulações ou arranjos, vê-se que o resultado verdadeiro da Pesquisa do dia 20/10, é:

Total 
Aécio: 71.948.634 - 51,2 %
Dilma: 68.811.666 - 48,8%

Apesar de um ligeiro crescimento de DIImáh, Aécio ainda continua na frente, com cerca de 3.000.000 de votos!

Por que, ou a mando de quen$, o Data Folha publicou um resultado comprovadamente alterado?

Aliás, ao que parece, o Diretor de Pesquisa da Data Folha, em entrevista dada ao jornalista Alberto Sardenberg da Rádio CBN, na manhã de ontem, teria confessado: ..Houve erro na divulgação dos resultados da pesquisa de ontem 20/out. Na divulgação da pesquisa, juntaram dados da pesquisa anterior...

Portanto: farsa ou desespero?

Reunião com todos contratados e comissionados

Estou postando abaixo, dois textos para sua análise e reflexão. 

1 - O primeiro, fala exatamente sobre essas pesquisas, suas incoerências e suas manipulações... 

2 - O segundo, enviado por meu amigo e colega de Petrobrás, Júlio Nascif, discorre sobre o atual cenário brasileiro, exortando a todos nós para usarmos conscientemente nosso voto, nesse grave momento! (Márcio Dayrell Batitucci)

Pesquisas...

Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores. O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido.

No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.

A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?

Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um empate técnico, expressão que quer dizer em cima do muro. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).

Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.

A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? Não, adverte a recontagem dos índices e eleitores de cada região. (Nem que a vaca tussa, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagem especialmente exaustivo).

Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.

Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.

A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.

Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.

Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.

Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.

Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado. Leia, Reflita e atue. (Júlio Nascif)

A divergência e o debate são comuns e saudáveis em uma democracia. Podemos discordar em muitos pontos, mas tenho certeza que concordamos nos principais valores básicos, essenciais à sociedade que sonhamos para o futuro.

Podemos discordar das privatizações, mas não precisamos aceitar que a roubalheira, o aparelhamento político e a incompetência tomem conta das nossas estatais.

Podemos admirar os programas sociais do PT, mas não precisamos aceitar um governo que mente descaradamente que seus adversários acabariam com eles em um óbvio terrorismo eleitoral.

Podemos não gostar dos EUA, mas não precisamos apoiar um governo que se alia às piores ditaduras do mundo e defende países terroristas.

Podemos não gostar da Globo ou da Veja, mas não precisamos de um governo que tenta controlar a imprensa.

Podemos não gostar do PSDB, mas não podemos aceitar um governo, que se dizia guardião da ética, viver mergulhado em escândalos diários, e se aliar e defender a escória da política nacional como Maluf, Collor, Renan, Sarney, Jader Barbalho.

Podemos não gostar do Aécio, mas não podemos permitir que todas essas práticas sejam incentivadas, premiadas e perpetuadas.

Podemos querer outras alternativas, mas não podemos deixar no poder uma quadrilha cuja cúpula, mesmo presa na Papuda, é tratada como heróis e continua filiada ao partido!

Não podemos deixar que continuem a sambar na nossa cara, infiltrando membros no STF para livrar seus pares, comprando o legislativo com mesadas, sangrando nosso país em benefício próprio e de ditaduras e pseudodemocracias. Se fizermos isso será um atestado de que somos tão sem-vergonhas quanto eles, que nada nos choca e tudo pode nessa terra porque não temos mais qualquer capacidade de indignação.

Se você não concorda com isso, é hora de mudar. Voto nulo, branco ou abstenção é o mesmo que endossar suas práticas.

É hora de união contra aqueles que tentam rachar o país, com um discurso irresponsável e preconceituoso de nós contra eles, pobres contra ricos, negros contra brancos, povo contra elite branca...

Ricos, pobres, mulatos, negros, brancos, sudeste, nordeste, centro-oeste, norte, sul, Aécio, Marina, Eduardo Jorge, não importa... Todos juntos contra a podridão desse grupo corrupto e incompetente. Fora, Dilma!
(O texto não é meu, é de todo brasileiro que cansou e quer um país melhor. Repassem para os seus amigos e familiares que também pensam assim).

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