29 de set de 2014

Tantos são, quantos foram...

Penúltimo debate tem confrontos, mas presidenciáveis só repetem discursos. Penúltimo debate entre os presidenciáveis. Como nos encontros anteriores, segurança, políticas sociais e corrupção foram os temas comentados pelos principais candidatos, que não trouxeram novas pautas. Escândalo da Petrobras e votação da CPMF pautam confrontos entre candidatos. Em debate, Dilma entra em confronto direto com Marina e Aécio. Candidata à reeleição acusa rival ambientalista de inconsistência ao mudar de posição diversas vezes. Presidente, por sua vez, é alvo de ataques envolvendo escândalos da Petrobras, com tucano cobrando mais indignação. #SalaSocial: Candidato explode nas redes após discurso de enfrentamento a gays. Levy Fidelix foi apoiado pelo pastor Silas Malafaia, mas recebeu críticas de formadores de opinião e concorrentes nas eleições.
TSE ordena que Dilma suspenda propaganda irregular em prédios.

Confiança do comércio registra queda de 8,7% em setembro.

BC reduz projeção de expansão do PIB a 0,7% neste ano e ainda vê inflação perto do teto.

Retrato: Atual gestão secou cofre da Santa Casa de São Paulo.

O diabo tomou conta da política - Cotado pelo PMDB para assumir a presidência da Câmara, caso seja reeleito, deputado federal Eduardo Cunha promete ter em Brasília eleitores como patrões: Afinal de contas, o nosso povo merece respeito; contra a descrença com a classe política, diz que muitos não queriam falar de política, e o diabo achou que era dele e tomou conta; ele desconversa sobre a corrida à Presidência, mas demonstra insatisfação com o PT e diz que o PMDB da Câmara não está representado no atual governo. (Pedro Ladeira) 

O Estado Policial de José Eduardo Cardozo.
Ou: se Dilma existe, então tudo é permitido 

Cardozo: ele deveria pegar o paletó e ir embora; em vez disso, opera para ser ministro do Supremo.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a ser notícia. Seu nome aparece em mais um caso escabroso. Num país em que o Poder Executivo respeitasse a democracia, o homem deveria ter sido sumariamente demitido - e não é a primeira vez que dá motivos para isso. Ocorre que ele é auxiliar daquela presidente que quer dialogar com terroristas que degolam pessoas. E, se Dilma é presidente, então tudo é permitido. Qual é o busílis? Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça e braço-direito de Cardozo, foi pessoalmente à PF, fora de horário de expediente, para escarafunchar um inquérito resguardado pelo segredo de Justiça e que tinha como alvo Marina Silva. Explico. 

Reportagem da mais recente edição da VEJA informa que, no dia 5 deste mês, a mando de Cardozo, Abrão se encontrou com o delegado Leandro Daiello, superintendente da Polícia Federal, para colher informações sobre o Inquérito 1209/2012 que apurou suspeitas de corrupção no Ministério do Meio Ambiente, quando Marina era ministra, em benefícios que teriam sido concedidos à empresa Natural Source International. Entre os investigados, estava o empresário Guilherme Leal, que apoia a candidata do PSB à Presidência. Atenção! O inquérito já tinha sido arquivado por falta de provas, a pedido do Ministério Público. Abrão dá uma desculpa esfarrapada. Já chego lá. Antes, algumas lembranças relevantes. 

Algum tempo depois do mensalão, como esquecer?, Cardozo chegou a esboçar a intenção de abandonar a política. Estaria decepcionado e enojado com a atividade. Gente que o conhecia desde a gestão da prefeita Luíza Erundina na capital (1989-1992), quando estourou o chamado Caso Lubeca (pesquisem a respeito), jurou que ele não cumpriria a promessa porque não seria o tipo de homem que sente nojo com facilidade. Ele tem, me asseguraram, estômago de avestruz. Um meu amigo, que trabalhou com ele naquele período, ironizou: O Zé Eduardo deixar a política porque estaria enojado? Besteira! É mais fácil a política deixar o Zé Eduardo… De fato, a gente nota que o homem não vomita com facilidade. 

É claro que se trata de um absurdo. Abrão disse que estava apenas querendo saber em que pé estava a coisa porque uma revista - ??? - estaria fazendo uma reportagem a respeito e o havia procurado. Revista??? Abrão trabalha para a publicação? É foca do veículo? Está na folha de pagamentos? Se apenas quisesse informações, por que foi pessoalmente à sede da PF? Não bastava um ofício? Teve de manter um encontro que nem estava na agenda do superintendente da PF? Paulo Abrão, Paulo Abrão… Este rapaz fez carreira na Comissão da Anistia e é considerado um especialista em direitos humanos. Imaginem se não fosse… 

É claro que isso é coisa típica de estado policial. Não é a primeira vez que a máquina é mobilizada pelos petistas contra adversários. Em novembro do ano passado, Cardozo protagonizou outro caso rumoroso. Era o ministro quem estava por trás do surgimento de um documento apócrifo que acusava políticos de três partidos de oposição - PSDB, DEM e PPS - de envolvimento com um cartel de trens. Na primeira versão oficial, o Cade teria fornecido o papelucho à Polícia Federal. Não colou. O ministro teve de vir a público para assumir a autoria do ato. Como de hábito, bateu no peito e disse que estava apenas cumprindo o seu dever. Uma ova! Imaginem se, agora, um ministro da Justiça deve pedir à PF que abra inquéritos para apurar toda denúncia anônima que lhe chegue às mãos. A ser assim, na prática, ele manda investigar quem lhe der na telha. Basta alegar que tem um documento… apócrifo! 

Já fiz um levantamento neste blog demonstrando como Cardozo colaborou, por atos e omissões, pra que as jornadas de junho do ano passado degenerassem em violência. O post está aqui. Inicialmente, o governo federal apostava que a bomba dos protestos explodiria no colo de Geraldo Alckmin. Deu tudo errado. Não só isso: no Ministério da Justiça, Cardozo se comportou como um chefe de facção, hostilizando permanentemente a polícia de São Paulo. 

Cardozo coroa, agora, no fim do governo, a sua atuação com mais esta: seu braço-direito no Ministério mobilizou a máquina federal para tentar prejudicar uma adversária de Dilma na eleição. Atenção! Há uma possibilidade concreta de este senhor ser indicado pela presidente para a cadeira vaga no Supremo, com a renúncia de Joaquim Barbosa. Fiquem atentos: nos próximos quatro anos, nada menos de cinco ministros vão se aposentar. Caso a petista se reeleja, dificilmente o país escapará do acinte de ter Cardozo ocupando uma cadeira no Supremo. Com esse currículo! (Reinaldo Azevedo) 

Para ver o meu País livre desse cancro chamado PT, vale até acreditar que esse vidente, dentre tantas previsões confirmadas, acerte também nessa previsão que ele faz de quem ocupará a cadeira da Presidência da República. (AC)

O lado B da Democracia 

E, mais uma vez, vou votar sem qualquer entusiasmo. Nenhum dos candidatos à presidência me representa sequer minimamente. Suas plataformas são amontoados de lugares comuns, evasivas de gente covarde que não tem coragem de dizer o que pensa ou de fazer o que deve; suas falas são colchas de platitudes mal enunciadas que, na melhor das hipóteses, não significam nada.

Não suporto mais o discurso dos governistas, que insistem em pintar um país que não existe, como se fossemos todos idiotas ou desmemoriados -- e que, quando forçados a contemplar os erros da atual administração, agem como se o PT já não tivesse tido tempo de sobra de mostrar a que veio; mas também não aguento mais o discurso da oposição, que só se lembra de que é contra o governo em época de eleição.

Oposição não existe apenas para faturar os votos dos descontentes; oposição é parte integrante e essencial de qualquer democracia. O PSDB traiu o país e a confiança dos seus mais de 30 milhões de eleitores quando, sem coragem de confrontar a popularidade de Lula, optou por se fazer de morto e não defender as suas posições.

Eu não quero um país eternamente governado por tipos cordiais, que se entendem por baixo dos panos;

Eu não quero um país de canalhas festejados em palácio, de criminosos tratados como heróis, de ditadores recebidos como irmãos;

Não um país em que ex-presidentes bajulam foragidos da Interpol;

Não quero um país em que a presidente mente sobre as suas qualificações acadêmicas e fica por isso mesmo, como se falsificar currículo Lattes fosse coisa normal;

Não quero um país sem valores morais;

Também não quero um país onde presidentes possam ser reeleitos. 

Quero presidentes -- e governadores, e prefeitos -- que se dediquem ao trabalho durante todo o mandato; 

Quero candidatos que não possam usar a máquina do Estado, paga por todos nós, para defender os seus interesses e os interesses mesquinhos da sua curriola.

Acho obscena a divisão do tempo da propaganda eleitoral gratuita, até por saber o que ela implica. Não é assim que se constrói um bom país.

Não sei o que acho pior: uma candidata que é abertamente contra o aborto, uma candidata que não tem coragem de dizer que não é ou um candidato que se diz satisfeito com a nossa legislação obscurantista. As três posições se equivalem. Estamos em pleno ano de 2014, Constantinopla caiu em 1453 e, não obstante, continuamos gastando tempo e energia com essa discussão bizantina.

Fazer ou não fazer aborto é questão de foro íntimo. Quem for contra aborto que não aborte, mas não queira impor as suas convicções ao resto da sociedade. Sabemos onde isso vai dar: aí está essa pobre moça sumida, obrigada pela excelente legislação em vigor a procurar criminosos para se livrar da gravidez indesejada.

Na televisão os candidatos falam em educação como se tivéssemos um sistema educativo de verdade, que precisa apenas de alguns ajustes: todos dizem que vão investir mais em educação, que vão aumentar o salário dos professores e o número de vagas nas escolas e universidades. Mas de que adianta aumentar o número de vagas em estabelecimentos onde não se aprende nada? Qual é o sentido de formar profissionais sem a mínima empregabilidade?

A educação brasileira está agonizante. Não há dinheiro que resolva se ela não for repensada de alto a baixo, com o comprometimento efetivo da sociedade e de todos os partidos, independentemente de pseudo ideologias ou de alianças de ocasião.

O Brasil nunca esteve tão ignorante, tão boçal, tão despreparado. Quando é que vamos parar de fazer de conta que os nossos professores ensinam e que os nossos alunos aprendem? A quem estamos querendo enganar com isso?

Não há problema mais urgente no país do que a educação. Todo o resto, inclusive saúde e segurança, se resolve naturalmente a partir do momento em que o sistema educacional passar a formar pessoas completas, com um bom conjunto de habilidades e a consciência da sua cidadania.

Não são só os candidatos que me desanimam. Está difícil frequentar as redes sociais, que em geral tanto me divertem. Política, religião e futebol trazem à tona o que as pessoas têm de pior; consigo manter a time-line razoavelmente livre de futebol e de religião, mas de política não tenho como fugir, já que somos todos eleitores.

Sou tomada por uma enorme sensação de cansaço diante dos xingamentos agressivos, da falta de argumentação, da cegueira de todas as partes; não entendo como gente adulta ainda pode achar graça em trocadilhos fracos como presidanta ou Aécio Never.

Vontade de desligar o computador, comprar uma passagem para bem longe e só voltar depois da apuração do segundo turno. (Cora Ronai) 

Na Bahia, estão proibidas as apreensões de veículos em blitz por causa de IPVA. 

1. Justiça concede liminar que suspende blitz do IPVA em toda Bahia. Decisão foi tomada após ação da OAB-BA, que considera ação ilegal. 

 2. A Justiça mandou suspender a blitz do IPVA em toda Bahia, em liminar da última sexta-feira (12), depois de uma ação movida pela Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA). A juíza Maria Verônica Moreira Ramiro, da 11ª Vara da Fazenda Pública, entende que a blitz e a apreensão de carros que têm pendência no IPVA são exercício ilegal da administração pública e ferem princípios constitucionais. 

3. Com a liminar, o governo deve continuar cobrando o imposto pelos meios determinados pela legislação, mas sem apreender carros de contribuintes que estejam devendo. A juíza determinou ainda multa de R$ 50 mil por operação de blitz que descumpra a decisão. 

4. Para a juíza, apreender veículo na via pública por débito de IPVA, é o mesmo que expulsar, sem qualquer prévio procedimento, o contribuinte de seu lar em caso de inadimplemento do IPTU

5. A OAB está envolvida no caso desde novembro do ano passado, quando encaminhou a questão para a Comissão de Direito Tributário da instituição. A comissão então elaborou um parecer que apontou ilegalidade na operação. 

6. O presidente da OAB da Bahia, Luiz Viana Queiroz, que é procurador do Estado, declarou-se impedido de analisar a questão e transferiu ao vice-presidente Fabrício Oliveira o comando das sessões do conselho que debateram e deliberaram sobre as blitz do IPVA. A partir daí, o Conselho Pleno aprovou o parecer e propôs uma ação judicial que questiona as blitze e o Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran) e Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz). 

7. Na ação, a OAB da Bahia afirma que o procedimento de blitz e apreensão do veículo em situação de inadimplência configura exercício ilegal do poder de polícia da Administração Pública, em flagrante desrespeito princípios constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório, da propriedade, razoabilidade e da proporcionalidade, com prejuízos de ordem moral e material aos cidadãos baianos. Para o órgão, é preciso discutir a cobrança do imposto sem privar o cidadão do seu direito de propriedade. (Correio24horas) 

Formação no Brasil é incompleta, diz casal de médicos radicado na França. Leia 

Brasil precisa de salários dignos para fortalecer saúde pública, diz médico espanhol - Diretor do Centro Esther Koplowitz, unidade de pesquisa biomédica ligada ao Hospital Clínico de Barcelona, o professor e médico espanhol Vicente Arroyo Pérez viaja de duas a quatro vezes por ano ao Brasil há pelo menos duas décadas para ministrar palestras e cursos em sua área de especialidade, a hepatologia, ramo da Medicina que trata de problemas no fígado. Conhecedor da situação médica brasileira, Arroyo diz que a chave para melhorar as condições da saúde pública no país seria possibilitar que os profissionais trabalhassem de maneira integral nos hospitais públicos, o que só seria possível com um aumento nos salários. A dedicação dos médicos nos hospitais públicos não é integral. Ao contrário, até em hospitais brasileiros bons, os médicos dedicam poucas horas do dia (ao hospital) e acabam tendo de trabalhar na rede particular, diz o médico. 

Eleição 2014: mundo político erra o alvo
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Há algo estranho na atual corrida presidencial.

Imenso setor do eleitorado não sabe ainda em quem votar e mostra indiferença pelo importante pleito, em decorrência de um descompasso crescente da população com aqueles que devem representa-la.

O comunicado do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - IPCO O Brasil ante o perigo esquerdista e o vácuo político, aponta uma causa muito sensível.

O IPCO observa que para a maioria dos políticos a-ideológicos, a corrida para a esquerda é sinônimo de popularidade triunfal. 

Movidos por tal ilusão, até mesmo políticos convictamente centristas (ou até um ou outro direitista) relegaram ao abandono todo o potencial político de que disporiam, caso se opusessem com firmeza à esquerdização dissolvente que vai arruinando o País.

Assim, a parte mais substancial do mundo político pôs sua mira na esquerda, errando o alvo de sua pontaria publicitária que deveria estar no centro, de si conservador. 

Um centro conservador não adepto de um imobilismo total, mas favorável à manutenção de uma determinada ordem de coisas.

Plinio Corrêa de Oliveira, o líder católico cujo pensamento e métodos de ação inspiram o Instituto que leva seu nome, sempre alertou para o desacerto gravíssimo entre importantes setores do mundo político e a parte mais preponderante e sadia de nossa opinião pública. Segundo ele, um equívoco, manuseado por políticos verdadeiramente esquerdistas, por certo capitalismo publicitário, por clérigos progressistas e favorecido ainda por hábeis táticas de propaganda, fez crer a muitos que a opinião pública brasileira constitui um imenso caudal a caminhar gradualmente para a extrema-esquerda. Como observava Plinio Corrêa de Oliveira, no grande centro conservador há tendências ora para a direita, ora para a esquerda, que, entretanto, não cindem o imenso bloco majoritário fundamentalmente centrista.

Convém ainda precisar que o conservantismo brasileiro possui notas mais acentuadamente psicológicas do que ideológicas. 

É generalizada nele a persuasão de que, diante de um mundo cheio de incertezas e de crises, quaisquer solavancos, reformas ou aventuras poderão ser fatais. E todos nele anseiam, ao contrário, por segurança e estabilidade.

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Há portanto, um desacerto fundamental entre o mundo político e a parte preponderante da opinião pública.

Por isso, o País vive um angustiante paradoxo: quase todas as candidaturas de peso tendem para a esquerda (mais ou menos radical) e a maioria da população, centrista e conservadora, não encontra representante de projeção que com ela se identifique.

Tal distorção faz com que muitos não possam expressar reflexões, ideais, e sugestões políticas, sociais e econômicas que acalentam no fundo da alma. 

Abafados assim em suas legítimas aspirações, sem candidatos que as vocalizem e compelidos, por outro lado, pela obrigatoriedade do voto, muitos buscam uma válvula de escape, algum candidato que possa parecer uma contestação a esse sistema. 

Isso torna a escolha eleitoral um exercício altamente volúvel, imprevisível, marcado pela impulsividade, pelas reações temperamentais, por uma certa torcida, às quais, na maioria das vezes, estão alheios a observação, a reflexão e o planejamento da ação.

Por sua vez, o mundo político gira em torno de si próprio, numa disputa necessariamente conturbada, marcada atitudes puramente subjetivas, por reações impulsivas.

E o debate sério de temas profundos e de programas de governo fica trocado pelos ataques rasteiros, pelas mentiras deslavadas, pelos truques de propaganda.

É claro que o brasileiro inteligente, cordato e conservador não se sente interpretado pelo ambiente dos políticos. Leia.


Milhares protestam em Hong Kong contra medidas de Pequim. Dirigentes da Praça da Paz Celestial apoiam protestos de Hong Kong.

E não é? 

Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia? 

Apenas 3: Grécia, Portugal e Espanha. Os três estão endividados até o pescoço...

Eis as razões, segundo definições clássicas de Margareth Thatcher: 

O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros.

É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.

Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.

O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.

Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Se você trabalha, você deve trabalhar mais duro ainda, pois milhões de pessoas dependem do seu trabalho.

São as pessoas que vivem do Fome -Zero, do Bolsa-Invasão, do Bolsa-Desemprego, do Bolsa-Escola, do Bolsa-Família, do Bolsa-Cota, do Auxílio-Reclusão, ou que recebem, sem trabalhar, o Vale-Leite, o Vale-Gás, o Vale-Tudo etc.

Isso tudo somado vira Vale-Voto para o governo PeTralha!

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