27 de set de 2014

Diga Não ao Continuísmo...

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Aécio Neves ..
O único caminho seguro para o brasil mudar de verdade.


Aécio, meu velho, voto em você! 

Não que eu queira, verdadeiramente. Mas sobrou você como a nossa, talvez, última barreira sanitária contra esse vírus ébola que é o petismo. 

Cada vez que vejo nas entrevistas o teu rosto sorridente, penso: como ele pode se mostrar tão feliz? Você parece que está vivendo permanentemente dentro de um comercial de tv - enquanto nós ficamos de fora, nos sentindo tão inseguros, tão sem saída. 

Deve ser uma estratégia de campanha você contrastar tua figura presidenciável com o daquela senhora odiável e desprezível que parece sempre estar tão mentalmente desorganizada, tão alienada do mundo. Mas ela tem a caneta na mão e assina papéis que compram Pasadena, que importa médicos fajutos, que prefere investir em Cuba, Venezuela ao invés de nosso tão desesperadamente carente Brasil. E que sorrateiramente sancionou esse maldito Decreto 8243 que vai criar os Sovietes, que significa a liquidação do nosso (ainda) regime democrático. 

Vou votar em você Aécio. Pode ser que você esteja mineiramente quieto e se fingindo de morto enquanto vai costurando acordos políticos que, no fim, vão virar o veneno que fará o PT entrar em coma e morrer. Pode ser. Mas reconheça que muitos do que votarão em você o farão principalmente para se opor ao PT. 

Esquecendo, por um momento, dos votos dos bolsas, somos nós que faremos a diferença. E nós queremos botar fé que você seja o cavaleiro de armadura reluzente, que com a sua espada Durindana vai estraçalhar as hostes inimigas. Nós queremos que você seja o nosso Campeão. Sei que não é novidade o que estou aqui dizendo, e que é inocente quem põe sua vida na mão dos outros, confiando inteiramente no Líder sob o qual faremos a guerra. Mas que outra possibilidade temos, além de você?

Aécio, fala! são tantos os temas que estão sendo discutidos por tantos, inclusive aqui no Face. Mas você não fala e nós ficamos conjecturando o que te faz tão convencional, tão discreto. Você é neto do Tancredo, que era cheio de manhas, espertezas, tão bom jogador de poker que foi. Talvez seja assim mesmo que se deve jogar numa eleição como esta, você deve saber - temos que confiar em teu critério.

Mas estamos ressabiados. Queremos colocar pólvora e bolas de aço em nossas espingardas, sair das trincheiras e correr contra o inimigo que nos amedronta, e que nos empurra para a defensiva. Precisamos de tua voz e entusiasmo, Aécio. O tempo está correndo contra nós. 

Desculpe falar tanto em nós, nós. Seria mais apropriado dizer que, talvez, esta opinião seja só minha. (Diogo Mainard) 

Os Salvadores da Pátria

Engraçado né, não sou de politica e sequer politicagem. Mas como alguém do povo que militou nas hostes das mídias, me apavoro quando me mandam e-mails ou meios outros indagando em quem votar? 

Não, são pessoas de todos as classes (ô coisa discriminatória) que não entendem, olham de tantos candidatos desde à Presidência até o cargo público estadual. Quem é quem na minha visão?

 Mas que olhar tenho eu para dizer, olhar pesquisas(?) indicar disputas entre 3 e a continuidade de 1. Estão apavorados pelos rumos e no fundo temem a continuidade do que será 2015 em diante. Alguns mais centrados dizem dos desastres e falácias e não entendem como o povo - se olha ou ouve - errar na máquininha(?) ou se ferrar como milhões no país. 

Claro que é inevitável o voto ou até apelar pra pagar a multa, e depois? 

Juventude e os da madureza se entrechocam, olham de viés a sucessão pelos andaços dos candidatos e equacionam o como de um deles estar a frente. 

A indução ou maquinação é clara como sempre, mas o ver navios é educacional ou tortuoso. Um passo, talvez, para melhorar a Democracia ou entregar de vez o Brasil aos corruptos, delações, não engavetar, mas empilhar na Justiça, Papuda ou aquilo no Maranhão, a insegurança e as mortes sem a proteção - tristes os PMs que tombam -, Forças Armadas, as dúvidas são imensas ante o apertar de teclar e ouvir o tilintar dela, pegar as ruas com dúvidas se errou pouco ou demais. Pensar.... (AAndrade) 

 Para os que ainda estão em dúvida... 
Assista e reflita. 
Tudo o que está dito no vídeo é fato comprovado.


Vídeo que não era pra vazar, mas vazou... 
Olha o que nos espera se Deus não interceder por nós...
Veja a fala do irmão de Genoíno e líder do PT (o dos dólares na cueca), informando claramente após a Eleição o PT vai censurar a imprensa. Clique

Direita! Volver!
Já que, dobrando à esquerda, o País andou para trás, vamos dobrar então à direita. Afinal, pelas mãos do direitistas militares nos 20 anos que governaram o Brasil, a Direita colocou o Brasil nos trilhos do progresso, enquanto que, nos 14 anos nas mãos da corja esquerdista petista, no geral, só andamos para trás. (AC) 
Vote num cão; mas, se for do PT, não!! Leia

SindipetroRJ recebe Encontro Nacional de Aposentados - Nesta segunda-feira, a partir das 9h, o Sindipetro RJ será anfitrião de mais uma edição do Encontro Nacional dos Aposentados. O encontro abordará temas como Nossas perdas nos últimos dez anos (Dieese) e O petróleo tem que ser nosso e uma Petrobrás 100 % estatal (Nazareno Godeiro, do Ilaese). A última parte do evento, das 14 às 17h, está reservada para o planejamento para o dia nacional de luta. 

Fora das drogas - O Ministério Público Federal pediu ontem a absolvição do doleiro Alberto Youssef da acusação de lavar dinheiro do tráfico de drogas em um dos processos da Operação Lava-Jato. O MPF alegou insuficiência de provas, com a seguinte tese: A atuação de Youssef comprovada nos autos limitou-se à cessão do espaço físico de seu escritório paulista para o recebimento de valores. A absolvição pelo critério in dubio pro reo é a medida de maior justiça. A turma da Águia, que atuou forte no caso Banestado (que não puniu poderosos políticos), está gostando nada do desenrolar da história...

Reportagem-bomba de VEJA hoje revela o núcleo atômico da delação de paulinho e coloca Dilma Rousseff dentro na arena da escandalosa corrupção na Petrobrás. Leia

Manifesto assinado por 27 generais de Exército da reserva critica o ministro da Defesa, Celso Amorim, o trabalho da Comissão Nacional da Verdade e diz que as Forças Armadas não pedirão desculpas por atos que violaram os direitos humanos no período da ditadura militar.

Depois da eleição, Lula terá tempo para baixar na Síria e sossegar os companheiros degoladores com meia dúzia de conversas.
No fim de 2008, depois de dar por inaugurado o Brasil Maravilha, o primeiro ex-operário promovido a presidente da República cismou que a ONU merecia um secretário-geral que, além de monoglota, nunca lera um livro nem sabia escrever. Nos dois anos seguintes, até que a ficha caísse, Lula caprichou no duplo papel: Conselheiro do Mundo e Solucionador de Conflitos Insolúveis.
O consultor planetário, por exemplo, tentou convencer o governo americano de que, vistos de perto, os aiatolás atômicos do Irã eram gente fina, que recorria a peraltices nucleares só para chamar a atenção dos adultos. O especialista em crises sem remédio abandonou de novo o local do emprego para baixar no Oriente Médio e ensinar que ódios seculares podem ser liquidados com uma semana de prosa & lábia.
Voto revoga prontuário, reiterou a campanha internacional. Lula bajulou genocidas africanos, perdoou dívidas bilionárias de tiranos caloteiros, ajoelhou-se no altar de Hugo Chávez, celebrou missas negras em companhia de assassinos psicopatas, rebaixou-se a amigo e irmão de abjeções como Muammar Khadafi, debochou dos presos políticos cubanos; fez o diabo. Mas a candidatura a comandante da ONU fez tanto sucesso quanto a ideia de instalar no governo paulista um poste disfarçado de Alexandre Padilha.
O padrinho pode ter sua segunda chance caso ajude a afilhada a provar que só a troca dos ataques aéreos por conversas civilizadas conseguirá encerrar o show de selvageria protagonizado pelo Estado Islâmico. Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, não há no mundo alguém tão preparado quanto Lula para missões do gênero. A partir de novembro, ex-presidente estará liberado para sossegar os companheiros degoladores com meia dúzia de conversas.
Perdida a eleição, Lula não terá nada a perder além da cabeça. (Augusto Nunes)



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Eleição presidencial: o Brasil ante o perigo esquerdista e o vácuo político


No próximo dia 5 de outubro o Brasil efetuará a oitava eleição presidencial, após a assim chamada redemocratização. Eleição que, tudo parece indicar, só no segundo turno, a realizar-se três semanas depois, definirá o futuro ocupante do Palácio do Planalto.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, com o comunicado Eleição presidencial: o Brasil ante o perigo esquerdista e o vácuo político, não pretende imiscuir-se nas disputas partidárias que, em nosso País, são marcadas, de modo preponderante, por divergências de interesse de personalidades ou de clãs políticos, mais do que por desacordos de elevado nível doutrinário.

Entretanto, a presente eleição presidencial traz em seu bojo questões ideológicas inquietantes, muitas vezes afastadas da atenção do público por debates irrelevantes.

Sendo diversas dessas questões de vital importância para a Igreja e para a civilização cristã, é compreensível que suscitem indagações no espírito de muitos católicos, sobretudo quando percebem seus valores ameaçados.

Acresce-se a isso que tais questões ideológicas estão muitas vezes impregnadas do pensamento doutrinário, da atuação política e da agitação social da esquerda católica.

Por tais motivos, pareceu conveniente ao Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - entidade civil, composta de leigos católicos - apresentar uma série de reflexões destinadas antes de tudo a seus dedicados simpatizantes, mas também aos católicos e aos eleitores em geral.

Reflexões que submete igualmente à atenção dos políticos e dos candidatos engajados no atual pleito.

O presente pleito eleitoral insere-se num quadro político bastante instável e confuso.

Um crescente descontentamento com os rumos dados ao País pelo governo da Presidente Dilma Rousseff levaram, nestes últimos meses, a inequívocas manifestações públicas de desagrado em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) e à própria figura da Presidente.

Em junho do ano passado, grandes manifestações realizadas por todo o País tinham feito soar o alarme.

Mas o governo preferiu ignorar e até distorcer o sentido profundo das mesmas, ensaiando a convocação de uma Assembleia Constituinte específica que lançasse o País numa obscura reforma política.

Enquanto isso, o Brasil era assombrado por denúncias, cada vez mais arrepiantes, de bilionários esquemas de corrupção, instaurados no coração do Estado e visando a consecução de um projeto de poder, com laivos acentuados de totalitarismo.

Desde então, alastraram-se os fatores de incompreensão e de indignação, nas camadas profundas da população, e foi crescendo o desejo de obter nas eleições o afastamento do PT do poder.

* * *

Foi nesse ambiente sócio-político conturbado que se delineou o presente pleito eleitoral. Para ele muitos se voltavam com um misto de esperança e de desconfiança.

Esperança de uma real mudança de rumos em relação à marcha desagregadora empreendida pelo governo; e desconfiança de que a presente disputa eleitoral nada mais fosse do que uma repetição de outras eleições, em que os debates sérios a respeito dos rumos do País estiveram ausentes.

A campanha eleitoral dava seus passos iniciais, quando a morte do candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, no brutal e ainda não inteiramente esclarecido acidente aéreo que o vitimou, junto com outras seis pessoas, aportou novo fator de conturbação ao quadro político.

As mudanças abruptas na corrida presidencial, em decorrência de tal acidente, só tornaram mais aguda a distorção que atinge habitualmente as disputas eleitorais no País, máxime para o cargo de Supremo Mandatário da Nação. Leia

 Você só precisa afirmar os fatos de sua vida para ser dono de si mesmo. (Florida Scott-Maxell)

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