16 de set de 2014

A Democracia Brasileira urge reviravolta...

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Petrobras não escolhe seus diretores diz ex-presidente da estatal, Sérgio Gabrielli e que diretoria é escolhida pelo governo. Ex-diretor da Petrobras pode perder benefício se falar sobre delação na CPI.



Investidores acham que Lula e Dilma podem responder, judicialmente, pelos crimes da Lava Jato na Petrobras. Aqui 

A que ponto o Rio chega - Assaltantes interceptam carro e roubam arcebispo Don Orani. 

Como nunca dantes no Rio - PMs cobravam propina até para entregas de eletrodomésticos em Bangu. Lobistas querem esvaziar Petrobrás com mais leilões e menos conteúdo local - Sentindo-se fracos para mudar o modelo de partilha, Shell e IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás Natural) agora pressionam para que a Petrobrás deixe de ser operadora única do pré-sal e pela flexibilização das regras de conteúdo nacional. A crítica é do presidente da AEPET, Silvio Sinedino, em resposta aos interesses lobistas que ficaram explícitos no Rio Oil & Gas, evento do setor petrolífero em andamento no Rio de Janeiro, que tem o IBP como anfitrião. 

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Pessimildo, market DILma contra críticos. 

EUA atacam pela primeira vez grupo jihadista EI na região de Bagdá.

Conter ebola na África Ocidental custará US$ 1 bilhão, diz ONU. China reforça presença de especialistas em Serra Leoa para enfrentar Ebola e Obama enviará 3.000 soldados à África para combater o surto.

México investiga político que xingou Ronaldinho por racismo.
A mentira virou verdade.
Nunca antes se roubou em nome de um projeto político alastrante em todos os escaninhos do Estado.
Aproxima-se a hora da verdade política do país. Hora da verdade ou hora da mentira?
Mentira virou verdade? Nossas verdades institucionais foram construídas por 500 anos de mentiras. Portanto, virou uma razão de Estado para o governo do PT a proteção à mentira brasileira inventada pela secular escrotidão portuguesa. Se a verdade aparecesse em sua plenitude, nossas instituições cairiam ao chão. Por isso, o Governo acha que é necessário proteger as mentiras para que a falsa verdade do país permaneça. E não é só a mentira que indigna. É a arrogância com que mentem. E a mentira vai se acumulando como estrume durante um ano e acaba convencendo muitos ingênuos de que sempre foi assim ou de que erraram com boa intenção.
Não só roubaram cerca de R$ 2 bilhões desviados de aparelhos do Estado, de chantagem com empresários, de fundos de pensão, de contratos falsos, mas roubaram também nossos mais generosos sentimentos. A verdadeira esquerda se modificou, avançou, autocriticou-se enquanto eles não arredaram os pés dos velhos dogmas da era stalinista e renegaram todo trabalho de uma esquerda mais social-democrata, como aliás fazem desde que não votaram nos tucanos da época e o Hitler subiu ao poder.
Nunca antes, nunca antes um partido tomou o poder no Brasil e montou um esquema secreto de desapropriação do Estado, para fundar um outro Estado. Nunca antes se roubou em nome de um projeto político alastrante em todos os escaninhos do Estado, aparelhado por mais de 30 mil militantes.
O ladrão tradicional sabia-se ladrão. O ladrão tradicional roubou sempre em causa própria e se escondia pelos cantos para não ser flagrado.
Os ladrões desse governo roubam de testa erguida, como se estivessem fazendo uma ação revolucionária, se orgulham de fingir de democratas para apodrecer a democracia por dentro.
A verdade está sempre no avesso do que dizem.
São hábeis em criar um labirinto de falsas verdades, formando uma rede de desmentidos, protelações e enigmas que vão desqualificando as investigações de coisas como a CPI da Petrobras e todos os crimes de seus aliados. Regozijam-se porque seus eleitores são ignorantes e pobres e não sabem nem o que é dossiê - pensam que é um tipo de doce. A verdade do Brasil é coloquial, feita de pequenos ladrões, sujos arreglos políticos, emperramentos técnicos. Hoje, sabemos que somos parte da estupidez secular do país. Assumir nossa doença talvez seja o início da sabedoria.
A verdade é que os petistas nunca acreditaram na democracia burguesa; como disse um intelectual emérito da USP - democracia é papo para enrolar o povo.
O PT que se agarra ao poder degrada a linguagem. Falam de um lugar que é o auge de um baixo voluntarismo aventureiro, de uma ideia de socialismo decaída em populismo. A esquerda petista não tem memória. Dá frio na espinha vê-la tender para os mesmos erros de 64 e 68.
Na cabeça dessa gente ignorante e dogmática nada é real; só a ideologia existe.
Todos os erros eram previsíveis por comentaristas e foram cumpridos à risca pelos governos petistas.
Milhares de petistas ocupam o Estado aparelhado e querem que a Dilma ganhe para permanecerem nas boquinhas.
As agências reguladoras estão sendo assassinadas.
Dilma berra que o Banco Central não tem de ter autonomia.
A era Meirelles-Palocci foi queimada, velho desejo dos camaradas.
Qualquer privatização essencial foi esquecida. A reforma da Previdência não é necessária - dizem eles - não havendo nenhum rombo no orçamento (!). Os gastos públicos aumentaram pois, como afirmam, as despesas de custeio não diminuirão para não prejudicar o funcionamento da máquina pública.
Se reeleita, voltará a obsessão do Controle sobre a mídia e a cultura. E, como não poderá se reeleger, o bolivarianismo vai florir e o passarinho do Chávez vai cantar em seus ouvidos. Nossa maior doença - o Estado canceroso - foi e será ignorada. Tudo que construíram, com sua militância, foi um novo patrimonialismo de Estado, com a desculpa de que em vez de burgueses mamando na viúva, nós, do povo, nela mamaremos.
O perigo que corremos é sua reeleição, porque o país de analfabetos é boçal, espera um salvador da pátria. No fundo, brasileiros preferem uma boa promessa de voluntarismo e populismo, na base do pau no burro ou bota para quebrar. Estamos prontos para ditadores e demagogos; para administradores e reformadores racionais, não.
Enquanto o óbvio se exibe, a covardia de muitos intelectuais é grande. Há o medo de serem chamados de reacionários ou caretas. Continuam ativos os três tipos exemplares de radicais: os radicais de cervejaria, os radicais de enfermaria e os radicais de estrebaria. Os frívolos, os burros e os loucos. Uns bebem e falam em revolução; outros alucinam; e os terceiros zurram.
A presidenta vive a missão impossível de ser socialista e dirigir um país... ah... capitalista. A conclusão é que Dilma perdeu o controle da zona geral que Lula sabia desorganizar com esmero e competência. Dilma não é competente nem para desorganizar. Não é apenas o fim de dois maus governos; é o despertar de um caos institucional que será mais grave do que pensávamos. Estamos diante de um momento histórico gravíssimo, com os dois tumores gêmeos de nossa doença: a direita do atraso e a esquerda do atraso. É uma herança que vai amaldiçoar o futuro. Como escreveu Bobbio, se há uma coisa que une esquerda e direita é o ódio à democracia.
O Brasil evolui pelo que perde e não pelo que ganha. Sempre houve no país foi uma desmontagem contínua de ilusões históricas. Com a História em marcha a ré, estranhamente, andamos para a frente. Como?
O Brasil se descobre por subtração, não por soma. Chegaremos a uma vida social mais civilizada quando as ilusões chegarem ao ponto zero. (Arnaldo Jabor) 
Ainda existem vagas para os interessados em morar na propaganda do PT

Nosso Reynaldo-BH, que mandou o vídeo acima, pergunta: quem quer morar na propaganda do PT? As imagens mostram que o Brasil Maravilha só permite a entrada de gente grávida de felicidade. Até Dilma Rousseff, quando circula por lá, demite a carranca de solteirona excluída do testamento do avô para caprichar no sorriso de aeromoça que tem medo de avião.

Reynaldo avisa que ainda existem vagas. E terá preferência quem apresentar ideias capazes de aperfeiçoar o mais que perfeito. Além do São Francisco já inundando os sertões nordestinos, das mansões do Minha Casa, Minha Vida, das crianças empanturradas de ensino e comida, dos ex-pobres com dentição de matar de inveja um Kennedy e de outros assombros, quais deslumbramentos não podem ficar fora da vigarice marqueteiras.

Ao teclado, amigos. O timaço de comentaristas saberá encontrar sugestões que melhorem o que Lula criou (com dinheiro do BNDES) e Dilma não para de modernizar graças a verbas secretas repassadas pela PTbras desde o tempo em que a estatal tinha o nome de Petrobras. 

Só o fim da reeleição pode devolver dignidade aos cargos políticos


 photo _aluizflaviogomes.jpgQual a relação entre reeleição e corrupção? Parecem temas distintos, mas no Brasil não são. O último relatório da Fiesp (Federação das indústrias de São Paulo), de 2012, anunciou que o custo médio da corrupção no país em 2010 ficou entre 1,38% e 2,3% do PIB - R$ 50,8 bilhões a R$ 84,5 bilhões. Dinheiro que construiria centenas de hospitais, escolas e moradias, ou seja, o que realmente precisamos. Acreditem, a roubalheira pública, a disseminação da impunidade e o nepotismo estão enraizados e multiplicados por um sistema político corrompido que não se renova.

A cada eleição, que também custa milhões aos cofres públicos, recolocamos as mesmas pessoas e perpetuamos o processo viciante da política brasileira. Um sistema que degenera com o tempo, em razão dos seus abomináveis e seculares vícios, gerados pela corrupção, que começa pela deturpação dos seus princípios. A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípio (Barão de Montesquieu).

O fim da reeleição é a única maneira de restabelecer a dignidade dos cargos políticos, com gente competente e preparada, que saiba enfrentar adequadamente os problemas do país.

Não é a dilatação do prazo que vai fazer com que uma administração desastrada ou desonesta se conserte. Todo programa de governo previamente planejado deve ser executado no período legal do mandato.

Na democracia, quanto mais renovação nos comandos, menos espaço se proporciona ao continuísmo ditatorial ou feudal. Luiz Flávio Gomes, jurista, sobre benefícios do fim da reeleição.

A não reeleição evita que o político faça conchavos e acertos escusos para se perpetuar no poder. A política, para ser saudável e sustentável, não pode ser profissão, muito menos perpétua.

A proibição da reeleição favorece o princípio republicano da renovação e alternância do poder. É preciso continuamente abrir espaço para o surgimento de novas lideranças políticas, acabando-se com o feudalismo vigente na estrutura dos partidos, cujos fundadores ou chefes fazem deles propriedade particular. Na democracia, quanto mais renovação nos comandos, menos espaço se proporciona ao continuísmo ditatorial ou feudal.

O político - seja ele do Executivo ou do Legislativo - que não executa seus projetos ou ideias dentro do prazo legal do mandato revela, desde logo, um péssimo planejamento ou incompetência para o exercício da função pública.

O Parlamento e o Executivo, nos regimes democráticos, devem ser exercidos sempre de forma transitória. O fim do político profissional não significa acabar com o profissionalismo necessário do serviço ou do servidor público, cuja expertise deve ser aproveitada da melhor forma possível na realização dos programas de cada governo ou de cada mandato.

Nenhuma nação tem prosperidade enquanto governada por pessoas despreparadas, que querem se perpetuar no poder apenas para manter suas mordomias e privilégios.

Luiz Flávio Gomes, jurista, sobre os políticos profissionais

A não reeleição dos políticos, ademais, viria acabar com todas as intermináveis discussões judiciais sobre as inelegibilidades geradas pela Lei da Ficha Limpa, que foi uma conquista muito relevante, mas insuficiente para promover a necessária limpeza e renovação constante dos políticos. Como exige a verdadeira democracia, que jamais pode servir de trampolim para carreiras ditatoriais, coronelistas ou feudais nem tampouco para gerar ganhos ilícitos em favor de alguns setores dos donos do poder.

Fim do político profissional

Nenhuma nação tem prosperidade enquanto governada por pessoas despreparadas ou contaminadas, que querem se perpetuar no poder apenas para manter suas regalias, mordomias e privilégios. São teratológicos casos como de José Sarney, Paulo Maluf, Renan Calheiros, Fernando Collor e tantos outros, que estão na política há mais de quatro décadas.

Perplexo com o que vivemos, criamos um movimento de iniciativa popular que defende a necessidade urgente de uma ampla reforma política (fimdareeleição.com.br). Nele, basicamente defendemos o fim da reeleição para todos os cargos eletivos. Nenhum político pode abandonar sua profissão particular e a possibilidade de destituição pelo povo do político incompetente ou desonesto, mesmo antes do fim do mandato.

Vamos levar nosso pedido ao Congresso Nacional e exigir, com a força da população, que seja aprovada uma Emenda Constitucional que elimine a reeleição. Parafraseando Martin Luther King, O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que me preocupa é o silêncio dos bons. Nesse equívoco não podemos cair.

É preciso romper o enraizamento do político com a máquina pública corrompida que aqui se instalou desde 1822.

Luiz Flávio Gomes, jurista, sobre as relações de representantes com o Estado

Desejamos que o político seja um excelente e honrado servidor público, mas que não se perpetue no cargo eletivo, criando raízes com o nepotismo, patrimonialismo, fisiologismo, clientelismo e a corrupção.

Todos os mandatos deveriam ter o mesmo tempo de exercício (4 ou 5 anos, no máximo), sem nenhuma possibilidade de reeleição. Esse período é mais do que razoável para o político colocar em prática suas ideias e promessas e mostrar sua competência, seriedade e exemplaridade.

Os bons políticos, depois do mandato, podem até se converter em políticos orgânicos (internos dos partidos), mas não institucionais. É preciso romper o enraizamento do político com a máquina pública corrompida que aqui se instalou desde 1822. Quanto mais tempo o político exerce cargo público, maior o risco de contaminação, sobretudo com seus financiadores, que nunca fazem doações, mas sim investimentos.

O fim da reeleição no Brasil é o início de uma política mais transparente e cidadã, que visa a servir a população e não os interesses privados. (Luiz Flávio Gomes, 56 anos, jurista, doutor em Direito pela Universidade Complutense de Madri, diretor-presidente do Instituto Avante Brasil, professor, Fundador da Rede de Ensino LFG. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001)) 


Burrice corajosa ou coragem burra? 

Mathew Miller, um esquerdopata americano, teve a coragem de fazer o que seus colegas de seita brasileiros não fazem: viajou até a Coréia do Norte e pediu asilo no país comunista. Rasgou seu visto e disse que estava ali para ficar, pois queria viver a experiência comunista.

Como prêmio, começou a receber imediatamente o tratamento que pessoas que vivem em países comunistas recebem constantemente: foi preso, julgado sumariamente sem nem ao menos saber quais eram as acusações além de atos hostis, condenado a seis anos de trabalhos forçados, algemado e carregado para o campo de reeducação, onde poderá agradecer todos os dias a Marx e seus discípulos por terem enfiado tanto estrume ideológico na sua cabeça.

Agora poderá fazer a luta de classes enquanto dá duro seis dias por semana na lavoura, sob a mira de armas e a ameaça de um chicote no lombo.

 photo _afoi.jpg Um perfeito idiota, claro, mas convenhamos, muito mais digno do que Chicos Buarques, Josés de Abreu, Wagners Mouras e o resto dessa malta de bestas do PSOL, PC do B, etc., que ao contrário de Mathew defendem as atrocidades socialistas-comunistas, só que no lombo dos outros.

Fica já a sugestão para os marxistas farofeiros e socialistas de galinheiro do Brasil: peçam asilo para a Coréia do Norte, fujam do horror capitalista e vão passar uma temporada no Gulag, aquele resort vermelho all inclusive: fome, tortura, autoritarismo e trabalho duro em troca de pão e água. Aqui

Sistema bolivariano-comunista cai de maduro na Venezuela 

 photo _amercadovenezuela.jpg O presidente Maduro convocou o cubano Orlando Borrego, um economista que foi tesoureiro do Che Guevara, para conduzir uma revolução dentro da revolução na economia do país.

A saga revolucionária conta que quando Fidel Castro quis formar um governo perguntou a seus cúmplices se alguém era economista. 

E o Che Guevara respondeu com um trocadilho: eu sou comunista. Ganhou o ministério, e liquidou a economia do país. Borrego completou a destruição, ou o triunfo do comunismo. 

Agora a Venezuela que se encontra na pior situação econômica em décadas, apela ao verdugo da economia livre.

Borrego foi um funcionário leal e é uma ótima pessoa, comprometida com os princípios da revolução socialista, e incorruptível, disse à BBC Mundo (4.7.2014) um dos biógrafos de Guevara, o americano Jon Lee Anderson.

Borrego dirigiu o Ministério do Açúcar quando Fidel previu uma safra de 10 milhões de toneladas do produto mais cultivado no país. E numa façanha de expert ele conseguiu arruinar a produção do produto mais rentável de Cuba, hoje considerado de luxo.

Já foi anunciado um dos controles socialistas da economia na Venezuela. Os cidadãos deverão fornecer seus dados biométricos para comprar qualquer produto. 

 photo _amercadovenezuela.jpg Na prática, os consumidores deverão por o dedo num computador que dirá quanto comprou e quanto pode comprar. Um racionamento controlado ciberneticamente, explicou La Nación de Buenos Aires. 

Maduro diz que é para evitar o contrabando e a acumulação. 

O sistema limitará as compras e funcionará em todas as caixas das lojas autorizadas do país. Cinicamente, Maduro acrescentou que os controles serão como os do sistema eleitoral: uma benção antifraude.

Maduro acrescentou que o sistema também servirá para confiscar os bens dos contrabandistas: depósitos, lojas, caminhões, carros. Tudo, tudo, de acordo com a lei, deve ser confiscado de imediato, exortou. 

O dirigente comuno-populista já tinha tentado um Cartão de Alimentação Segura que deu no mais autêntico desabastecimento com prateleiras vazias, imensas filas e badernas, acompanhadas de violências e saques. Assim inaugurou a Bolsa Miséria que já funciona em Cuba.


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