20 de ago de 2014

Votar, imposição ao povo já enjoado...

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Notas do PT sobre Eduardo Campos
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Votarei no Aécio, não por que seja o ideal, e nem melhor é; apenas porque é o menos ruim, se me permitem a redundância.

Mas, entre Marina e o poste petista, que representa o que de pior já aconteceu neste País em termos de indecência e depravação moral, fico mil vezes com a Marina apesar do retrato que, dela, o Nilson faz abaixo. (AC)

Para enriquecer a análise de sua eventual escolha, um retrato 3×4 de Marina.

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Não faz um ano, Marina Silva, o grande fenômeno eleitoral de hoje - e da próxima pesquisa, ao que se diz - não conseguiu reunir as assinaturas de meio milhão de brasileiros que a quisessem fazer chefe de um novo partido político.

Meio milhão de brasileiros é 0,35% dos eleitores deste país.

Traduzindo: 35 pessoas em cada 10 mil cidadãos.

Quem não servia para ser chefe de um partido, agora será apresentada como possível chefe de um país inteiro.

Faltava-lhe povo, hoje - mais do que sempre - sobra-lhe mídia.

Soma-se agora também a indicação do irmão, da mãe, da viúva e dos meninos que Eduardo Campos deixou.

A nova política toma como eixo o desejo de um clã. Apenas uma família, por mais respeito pessoal que mereçam, ainda mais no momento de luto.

Se os métodos são estes, o que é a personagem Marina?

Dela, traça um agudo e conciso retrato o meu para sempre professor Nílson Lage, em seu Facebook, que não posso deixar de partilhar: Antes que se comece o papo de sempre, com uma porção de pessoas xingando as outras, defino minha visão pessoal consolidada sobre o objeto.

Marina Silva pode ser excelente pessoa, mas é o anti-Brasil. 

Nascida de esquerdismo primitivista e romântico, ostenta uma subcultura enfeitada com palavras difíceis e frases sem sentido.

Odeia o agronegócio. Não no sentido de enfrentar os herdeiros empresariais do velho coronelismo limitando suas ambições políticas, organizar agricultores em cooperativas para exploração de produtos em condições competitivas, ou criar arranjos produtivos que integrem a pequena propriedade em unidades industriais ou núcleos de armazenamento, processamento e comercialização. 

É contra o agronegócio em si, contra aquilo que sustenta o comércio externo do país. Extrativista, admite no máximo a agricultura de subsistência.

Esse aspecto de seu programa é que o mais agrada aos Estados Unidos, que têm no Brasil sério concorrente real - e principalmente potencial - no mercado de commodities agrícolas.

Esquerdista radical - no que esquerda e direita se abraçam, comovidas, ao som de um bolero - não é contra o capitalismo (tanto que a assessoram alguns de mais destacados intelectuais orgânicos do financismo bancário), mas contra a sociedade industrial - isto é, a Embraer, as siderúrgicas, as metalúrgicas… 

É dos que odeiam hidrelétricas e acham construí-las na Amazônia um crime contra os povos da floresta. Como termelétricas poluem e usinas nucleares são perigosas, sugerem iluminar e mover este país de 200 milhões de pessoas com cata-ventos, quando o vento sopra.

Tirando o criacionismo, o horror aos transgênicos (não ao patenteamento de novas espécies obtidas em laboratório, mas à ciência que permite criá-los) e o uso abusivo dos conceitos em ciências humanas, nada propõe em áreas do conhecimento.

Não tem suporte político além do aglomerado que se forma conjunturalmente para colocá-la no governo ou atrapalhar o inimigo. É contra tudo que está aí, pela gestão do Estado com a graça de Deus, espada da Justiça, a confiança da Fé, a pureza da Inocência e iluminação da Sabedoria. Fernando Collor, em 1989, era candidato bem mais consistente.

Muitos dos eleitores de Marina que conheço, principalmente aqui no Sul do país, vêm nos últimos anos buscando na história da família algum avô que lhes possa garantir uma outra nacionalidade . Pode até ser, então, que tenham oportunidade de usá-la.

Não há nada a acrescentar ao que diz Lage.

Mas não é demais completar o que isso significa com a observação do amigo que me enviou seu texto: Há horas em que certas posições políticas são inocência ou cinismo.

A inocência é prima da boa vontade, da ingenuidade e da ignorância. O cinismo tem parte com a má-fé, a astúcia e a arrogância. Em outras palavras: apoiar Marina é iludir - a si mesmo ou aos outros; dependendo apenas de como se é, se inocente ou cínico. (Nilson Lage) 

Pra quem não viu...
Acidente muito suspeito 
1. Queremos a CIA, Mossad, o Secret Intelligence Service - SIS e o Serviço Secreto Alemão (BND); 
2. Quem fazia a vigilância deste jatinho cessna? 
3. Onde ele ficava estacionado? 
4. Tinha segurança quando fazia pernoites? 
5. Onde ficou estacionado da noite de terça-feira para esta quarta-feira? 
6. Quem era o mecânico deste jatinho? 
7. Qual empresa era responsável pelas manutenções deste jatinho? 
8. Há muitas perguntas para serem respondidas. 
9. Em um país em que um chefe de campanha eleitoral foi assassinado, Celso Daniel. 
10. E que tem uma acusação de queima de arquivo, feita pelo delegado Romeu Tuma junior em seu livro assassinato de reputações, tudo é possível! 

Campanha para economia de energia
Para que ficar ouvindo as mentiras de uma criatura que, aonde vai, leva vaias? 

Desligue a TV.
 Se todos desligarem, vamos economizar uma imensa quantidade de energia...!  photo _apoupeenergia.jpg 

Livro desvenda luxo debochado do ídolo dos defensores dos pobres
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Ilhas onde Fidel recebe teólogos e ativistas defensores dos pobres

Fonte: revista Veja 

Juan Reinaldo Sánchez, que durante 17 anos foi guarda-costa de Fidel Castro, denunciou que o líder do povo vive num luxo que ele diz reprovar nas elites cubanas e no corrupto capitalismo americano.

Até o regime cubano cair na mais negra miséria, após o desabamento do Muro de Berlim, e ficar privado das subvenções de Moscou, Fidel continuou sua vida nababesca. 

Sánchez conta em seu livro A Vida Secreta de Fidel que ele foi preso pelo regime quando pediu aposentadoria. Era preciso silenciar a testemunha.

Ele padeceu entre 1994 e 1996 numa cela infestada de baratas, foi torturado e tentaram matá-lo. Sánchez procurou fugir oito vezes, até que conseguiu a liberdade viajando num barquinho até o México, passando depois a morar em Miami.

Em seu livro, Sánchez descreve o estilo de vida do comandante supremo em todo comparável à vida dos líderes marxistas de trás da Cortina de Ferro, ou de Viktor Yanukovich e Vladimir Putin no presente.

Segundo o autor, Fidel levava vida de ricaço extravagante e possuía o Aquarama II, único iate de luxo de Cuba, construído com madeira importada de Angola, para onde enviou seus esbirros.

Fidel navegava até a ilha paradisíaca Cayo Piedra, onde, em meio a exóticos prazeres, recebia os amigos mais íntimos como teólogos da libertação engajados pelos pobres, ou escritores do jet-set esquerdista como o colombiano Gabriel García Márquez.

Herói nacional, em 1989 o general Arnaldo Ochoa foi condenado por tráfico de drogas e fuzilado. Segundo Sánchez, o tráfico era avalizado pelo próprio Fidel com o pretexto de arrecadar divisas para a Revolução. Fidel quis eliminá-lo com uma queima de arquivos

Durante a crise de Mariel, em 1980, quando milhares de cubanos desesperados fugiram da ilha, Fidel escolheu os piores delinquentes das penitenciárias cubanas e os misturou com os fugitivos para desmoralizá-los, afirma Sánchez.

Em seu livro, ele descreve o rosto oculto do totem das esquerdas latino-americanas, em cujo leito de doente acodem ínclitos presidentes populistas, teólogos e outros eclesiásticos que em seus países dizem ser defensores dos Direitos Humanos, inimigos da ditadura e advogados dos pobres.

Os Túneis de Gaza
Os soldados que combatem na frente de Gaza são substituídos todos os dias ...
Um soldado que combatia em Gaza saiu com a sua unidade para um descanso e chegou na Yeshiva do meu cunhado e contou: Durante os combates nós prendemos alguns terroristas para obter algumas informações sobre as ações do Hamas, meus amigos e eu perguntamos a um dos terroristas: - Se vocês tinham tantos túneis no interior de Israel a 25 metros de profundidade chegando até Beer Sheva - porque é que até agora vocês não os tinham utilizado para ataques, sequestros e assassinatos de civis Israelenses?
Ao que o terrorista nos disse: Faz 12 anos que nós estamos construindo os túneis e levamos tempo para estarmos prontos. Nós havíamos marcado de fazermos os ataques no Ano Novo Judaico, Rosh Hashana deste ano de 2014. Especialmente em Rosh Hashana visto que nesta época a maioria dos soldados é liberada para as devidas comemorações e desta forma não há grandes contingentes de segurança. Todo o Hamas sairia em Israel pelos túneis que estivemos construindo ao longo destes 12 anos para a conquista de Israel. De cada túnel sairiam 20 a 30 terroristas armados que sequestrariam civis que seriam presos e confinados ao longo dos túneis de forma que Israel não pudesse bombardear os túneis por causa dos prisioneiros e desta maneira nós iríamos conquistar a terra iríamos reinar sobre ela matando a todos os sionistas.
Faz 12 anos que estamos planejando está operação que estava prevista para ser concretizada em menos de 2 meses em Rosh Hashana (ano novo Judaico).
A sua operação os salvou e destruiu todo o nosso plano. Isto é o que foi relatado pelo terrorista para o soldado em Gaza.
Eu acrescento a isto: Muitas pessoas se perguntam onde foram parar, de que serviram todas as orações para estes meninos que foram assassinados – Gillad, Eyal e Naphtali, eis a resposta!
A morte destes 3 meninos salvaram a todo o povo. Este próximo Rosh Hashana estava predestinado a ser um dia de destruição e fomos salvos graças às nossas preces! Todas as boas resoluções tomadas pelo povo de Israel nos salvaram! Agora, o que podemos dizer, de fato, sobre esta guerra e sobre todas as demais já ocorridas, é que se trata de uma série de milagres - um após o outro!
Continuem a rezar e a se fortalecer, pois tudo depende de nós!
Boa sorte e rezemos pela redenção! Amém! Transmitir ao máximo! Isto incentivará às pessoas para se aproximarem de Deus! (Por Alfred Harrouche) 
O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. (Einstein)

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