29 de ago de 2014

Recrudescem lutas pelo poder...

 photo _amarina88.jpg
Voto Facultativo: a hora é essa. 

Em outubro, o brasileiro vai mais uma vez exercer um direito fundamental em uma democracia plena: a escolha das pessoas que irão comandar o país.

Nesse processo, a Justiça Eleitoral sempre esteve preocupada em esclarecer o cidadão sobre a importância do voto.

São gastos dezenas de milhões de reais em campanhas publicitárias no rádio e na TV. E, infelizmente, essa elevada quantia parece não atingir o objetivo.

Na última eleição, em 2012, foram mais de 16% de abstenções. E pelo estilo da campanha atual este número pode aumentar. Explico porque!

Vamos relevar o descontentamento do eleitor com os políticos. O mesmo eleitor que saiu às ruas, em junho do ano passado, para protestar por melhorias no transporte, na saúde, segurança e educação.

Eleitor que, na sua grande maioria, não se vê representado por muitos que estão aí se ofertando no pleito deste ano.

Concentramo-nos então apenas no objeto dessa milionária campanha de conscientização.

Quando este trabalho começou, em 2001, com a estreia da campanha Vota Brasil, hoje chamada de Vem pra Urna, estabeleceu-se que o principal artista seria o cidadão.

O brasileiro é que deveria ser representado em todas as suas diversidades - raça, cor, cultura, sotaque, classe social e econômica. E, ainda, a gente do interior e da capital, aproximando assim os diversos Brasis.

À época, como repórter, tive a oportunidade de acompanhar o lançamento do primeiro Vota Brasil.

A mensagem era de motivação e de responsabilidade na hora da escolha.

Mas, este ano, estranho a presença única e exclusiva na campanha de músicos da Bahia como Carlinhos Brown, Daniela Mercury e Bell Marques.

Nada contra o Axé e a Timbalada, mas um projeto desse porte não pode ter a cara apenas de uma região do país. Nem se pode acreditar que todos se sentem representados por este extrato da sociedade.

Além disso, esta campanha esconde que por trás de tudo há o voto obrigatório. E quem não comparece às urnas e não justifica é punido com multa e, em casos mais graves, chega a perder os direitos políticos.

Justamente por isso não seria este o momento para discutir seriamente o voto facultativo? Economizaríamos recursos, sem a necessidade de campanhas de motivação, e teríamos um voto de maior qualidade, pois o eleitor que, no sistema facultativo, decide ir às urnas, tem convicção de que as propostas de um determinado candidato atendem aos seus anseios e aos anseios da população.

Isso sim nos livraria do equívoco institucional desta campanha Vem Pra Urna. Isso sim seria a evolução do processo democrático e a evolução do homem para o exercício da cidadania! (William Correa, jornalista, TV Cultura) 

Guido Mantega, ministro da Fazenda, deu uma entrevista que já não engana mais ninguém, como ele pretendia! ‎Economistas‬ afirmam que sua declaração, de que é possível trazer a Inflação‬, hoje em 6,5% ao ano, gradualmente para 4,5% em 2018, não contribui para a recuperação da ‪credibilidade‬ do ‪‎Governo do PT‬. Mantega vem dizendo a mesma coisa há 4 anos. Leia


Sonháticos e pesadeláticos 

Estatização progressiva do sistema bancário, do crédito, do comércio exterior, da agricultura, da educação, da saúde, das fontes e empresas de energia, de transportes e de indústrias extrativistas, eliminação de todos os impostos indiretos e aumento dos diretos sobre renda, capital e herança até que estejam satisfeitas as necessidades da sociedade.

Só falta o sotaque pernambucano para ser o militante exaltado de Marcelo Adnet no Tá no ar, mas é o manifesto do Partido Socialista Brasileiro, seu programa politico, seu projeto de país. No paraíso socialista tropical, governo, partidos e sindicatos, sempre em nome do povo, escolherão a dedo todos os burocratas que ocuparão todos os empregos, diretorias e presidências das empresas que farão do Brasil um país justo e solidário, seja lá o que isso for.

Nenhuma palavra sobre mérito, produtividade, eficiência, hierarquia e outras canalhices da direita.

Parece piada pronta, mas o lema do partido é o paradoxal socialismo e liberdade: você pode estudar e trabalhar onde quiser, desde que indicado pelo partido ou pelo sindicato, fazer o que quiser, desde que obedeça ao Estado, que sabe o que é melhor para você e para a sociedade.

Além de cômico, é tão constrangedor que, há dois meses, Eduardo Campos, que na sua proposta de governo valorizava o mérito, a produtividade e a liberdade individual e econômica, cobrou a urgente atualização do programa do PSB. Imaginem os do PCB, do PCdoB, do PT …rsrs… e ainda chamam Marina Silva de sonhática.

Se nem as lideranças e os militantes profissionais levam a sério, então para que servem esses programas e manifestos, a não ser para rir e pensar que eles acham que todo mundo é burro e que vivemos em Marte? Depois fingem que não sabem por que os jovens, e com mais razões os mais vividos, têm tanto desprezo pelos partidos.

Mas o que fazer, diria Lênin, além de não assistir ao circo de horrores do horário eleitoral, não ler os comentários nos blogs políticos e não ver o Jornal Nacional?

OK, não vamos desistir do Brasil, mesmo porque não há outra alternativa além do tiro no pé, nos quatro. (Nelson Motta) 

Comentário: nem durmo direito ao pensar que o nosso futuro será a Presidenta ou a Lunática... O Aécio parece que faz campanha na Escandinávia...

Conversa entre navios. 
Diz o ditado: quem pode mais chora menos.... mas, ...





Mistério: Pilotos ficam perplexos após registrarem um brilho laranja e vermelho sobre o Oceano Pacífico
 photo _abrilhopacifico.jpg
As luzes estranhas foram vistas no sul da península russa de Kamchatka, durante o voo de um Boeing 747-8 a partir de Hong Kong para Anchorage, no Alaska.

As luzes estranhas foram vistas no sul da península russa de Kamchatka, durante o voo de um Boeing 747-8 a partir de Hong Kong para Anchorage, no Alaska.

E, embora nenhuma explicação ainda foi dada, pensa-se que pode ter se originado a partir da explosão de um grande vulcão sob a superfície do oceano.

O piloto holandês JPC van Heijst explicou que o voo que teve 10 horas de duração, era possível observar por 5 horas luzes como se fossem relâmpagos. Isto foi seguido por um brilho vermelho e laranja 20 minutos depois que eles começaram a observar.

E a experiência deixou van Heijst um pouco perturbado, devido à falta de uma explicação para o que aconteceu.

Ontem à noite, sobre o Oceano Pacífico, em algum lugar do Sul da península russa de Kamchatka eu experimentei a coisa mais apavorante até agora na minha carreira de piloto, disse ele.

Não houve tempestades em seu caminho ou tempo-radar, sugerindo que o relâmpago não teve origem em uma tempestade.

O brilho também é um mistério; luzes semelhantes foram vistas a partir de lulas que são pescadas em grandes quantidades à noite, mas van Heijst diz que isso não faria sentido nesta área.

Quanto mais perto chegávamos, mais intenso o brilho tornava-se, iluminando as nuvens e o céu abaixo de nós em um brilho alaranjado assustador, em uma parte do mundo onde não era para ter nada além de água, continuou ele.

A única causa deste brilho vermelho que poderíamos pensar, foi a explosão de um vulcão enorme logo abaixo da superfície do oceano.

Antes do voo, o piloto contou que havia sido informado de pequenos terremotos na Islândia, Chile e San Francisco.

Mas apesar de existirem poucos vulcões em sua rota, eles não tinham sido alertados para qualquer nova atividade - embora isso não necessariamente incluem vulcões submarinos invisíveis.

Junto com seu copiloto, Heijst diz que gostaria que outra aeronave estivesse por perto para presenciar a cena. Ele ainda relatou o que estava vendo ao Controle de Tráfego Aéreo. Aparentemente, uma investigação na área tentará responder o que poderia ter acontecido.

O piloto espera que na região tenha se formado uma nova ilha e diz que ficaria feliz se ela fosse batizada com seu nome, por ter sido o primeiro a observar a sua suposta formação.

Apesar das especulações, nenhuma explicação oficial foi divulgada até o momento.

Nenhum comentário: