4 de ago de 2014

O Brasil infla e classes sob jugo...

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A favor do voto afirmativo - Esta não é hora de anular o voto, mas, sim, de escolher o que é melhor para nosso futuro. “...Há certo espanto nos meios políticos com o alto índice de eleitores dispostos a anular o voto nas eleições para presidente da República e também para o governo do estado. Pelas últimas pesquisas, a soma de votos nulos e brancos está em torno de 15%, bem acima da média das eleições de 2010. O grupo de indecisos também é bem elevado: 40% não definiram em quem vão votar. Para a maioria dos analistas, os números põem em xeque o sistema representativo, mas são coerentes com o descrédito da classe política, que se acentuou muito a partir das manifestações de junho do ano passado. A decepção é tanta que, se pudessem, os eleitores sequer iriam às urnas. Cresce no país a pressão pela adoção do voto facultativo. Prova disso é que caiu mais de 30% o total de eleitores de 16 e 17 anos. Os jovens, portanto, não se animaram a tirar o primeiro título de eleitor....” (Octávio Costa, O Dia) 

Contrariando os discursos ufanistas que pululam no Palácio do Planalto acerca da economia nacional, economistas das maiores instituições financeiras em atividade no país reduziram pela décima vez consecutiva as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2014 e colocam Dilma em saia justa.

Instituições financeiras reduziram a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) esse ano de 6,41% para 6,39%, este ano, abaixo do teto da meta estipulada pelo governo, que é de 6,5%.

Antiga MTV foi vendida por R$ 290 milhões em dezembro do ano passado pela Editora Abril, do empresário Fabio Barbosa, sem autorização obrigatória do Ministério das Comunicações; comprador foi o Grupo Spring, mas quem realmente aparece na TV é o apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial.

Lula e Dilma, afastamento perigoso

Por que Dilma cai muito mais nas pesquisas de opinião do que o Lula? Primeiro, porque ela é candidata, ele não. Depois, pelo fato de que o ex-presidente dispõe de uma carreira política com começo, meio e fim, este ainda indefinido, enquanto a atual existe apenas pelo que é, já que não foi, enquanto se ignora se continuará sendo.
Mais do que tudo, porém, os índices de popularidade de ambos diferem na medida de seu afastamento. O Lula não é mais o mestre-escola de outros tempos. Distanciou-se da aluna, seja por falta dela fazer o dever de casa, seja por não pretender ligar sua sorte à dela. Separados não estão, é óbvio, mas afastados, com certeza.
Não deixa de espantar o comportamento do primeiro-companheiro, de participar em separado da campanha pela reeleição da sucessora, indo ao Norte quando ela estiver no Sul, e vice-versa. Claro que se encontraram na semana que passou, em Montes Claros, Minas, como se encontrarão em outros palanques, mas cada vez menos. Dilma ressente-se da presença do Lula a seu lado, em praça pública, quando para ele são dirigidos os maiores aplausos e para ela uma frieza inegável. Mais graves, porém, são os desencontros sobre a estratégia da campanha e do governo. Ele prega novas ações imediatas na economia, ela não deseja mudanças de vulto no setor. Para ele, Dilma deveria estar na rua há muito tempo, jamais deixando passar em braço, como deixou, o fim de semana que passou, quando não teve agenda nem de presidente nem de candidata. A forte gripe que a atinge deveria, para o antecessor, ser ignorada em prol da movimentação atrás de votos.
Não adianta tapar o sol com a peneira: as relações entre Dilma e Lula não vão bem, desde que as consultas ao eleitorado passaram a indicar a realização do segundo turno. Mesmo tendo o ex-presidente que submeter-se ao crivo suplementar de votação, nas duas vezes em que venceu, sua interpretação é de que Dilma poderia ter suplantado essa disputa cada vez mais óbvia caso tivesse seguido seus conselhos.
A emulação entre criador e criatura segue a natureza das coisas. Mas aumentou na hora errada. Durante os três primeiros anos de mandato, Dilma seguiu fielmente as diretrizes do Lula, até em termos de composições ministeriais. Agora, no final, é que pequenas divergências cresceram de tamanho. Justamente quando precisavam ser superadas, em favor de uma vitória rápida. Coube ao PT contribuir para o acirramento dos ânimos. Irritados com o pouco espaço a eles dedicado nas coisas de governo, reagiram levantando a hipótese da candidatura do Lula, quando os números ainda favoreciam Dilma com a eleição no primeiro turno. Não vale discutir quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha, mas a verdade é que a sombra do segundo turno aumentou com a deflagração da campanha pelo lançamento imediato do Lula.
Esforços são feitos para uma reaproximação, mas dos dois lados pesa o fato perfeitamente natural de tratar-se de pessoas com sentimentos, amuos e idiossincrasias. Além de não faltarem os cultores da intriga, no governo de Dilma e ao redor do Lula. Jamais em rota de colisão, mas por certo se afastando quando mais precisariam estar reunidos. (Carlos Chagas) 
FHC vê democracia ameaçada com vitória do PT - Ex-presidente afirma que seu sucessor, Lula, sempre foi mestre na estratégia o ataque é a melhor defesa e que os petistas, na eventualidade de vitória do PSDB, previnem-se ameaçando com propostas sobre controle da mídia, criação de governo paralelo, em referência ao decreto dos conselhos populares, e amedrontam os bancos que apenas dizem o que todos sabem; Fernando Henrique Cardoso questiona a si mesmo: Vejo fantasmas?; e responde: Pode ser, mas é melhor cuidar do que não lhes dar atenção; tucano prega que a democracia é como uma planta tenra que tem de ser cuidada e regada todos os dias.

Dilma não criou novas unidades de conservação na Amazônia. Com redução de partes existentes, presidente terminará seu mandato com saldo negativo.

Juízes punidos custam R$ 45 mi em 6 anos. Magistrados aposentados compulsoriamente ganham, em média, R$ 25 mil mensais.

Rússia faz exercício militar perto da Ucrânia. País anunciou a realização de novos exercícios militares envolvendo aviões bombardeiros e caças, nesta segunda-feira, numa demonstração de força perto da fronteira com a Ucrânia; porta-voz da força aérea disse que mais de 100 aviões e helicópteros serão empregados nas manobras de segunda a sexta-feira.

Africano é internado em SP com suspeita de Ebola - Um homem que desembarcou no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, na manhã de (02), foi levado para o hospital Emílio Ribas, na Região Central da capital e está internado numa área isolada. O africano, cujo nome não foi revelado, passa por exames que podem revelar a contaminação pelo vírus Ebola.

China: nº de mortos em terremoto sobe para 398 - País disse ter enviado milhares de policiais, soldados e bombeiros para o local do desastre; premiê Li Keqiang visitou a localidade nesta segunda-feira e solicitou uma ação rápida para a localização dos desaparecidos e das pessoas presas nos escombros.

Israel inicia cessar-fogo parcial em Gaza - Janela humanitária de sete horas foi anunciada após escola da ONU ter sido atingida no domingo; testemunhas falam em novo ataque apesar de trégua.
Altman desmonta a tese da autodefesa de Israel
O jornalista Breno Altman, que é judeu, aponta três argumentos contra a tese de que Israel apenas reage, de forma legítima, ao terrorismo do Hamas; o primeiro: desde 1967, quando tomou a força territórios árabes, Israel é o Estado agressor e os palestinos, desde então, possuem direito natural à auto-defesa e à rebelião; o segundo: ao usar como pretexto a morte de três adolescentes israelenses, Netanyahu não tratou o episódio como um caso policial, mas como tema militar; terceiro: nunca existiu autodefesa que justificasse mortes de mulheres, crianças e ataques a edifícios das Nações Unidas; o nome do que faz o governo de Israel é crime de guerra. Sobre o direito de Israel a se defender Em artigo publicado neste domingo, o jornalista Breno Altman, diretor do Opera Mundi, desmonta a tese de que Israel exerce o legítimo direito de defesa em sua ofensiva contra o povo palestino.
O governo de Netanyahu alega que os ataques a Gaza são legítima defesa. Como se a situação tivesse começado com lançamento de mísseis pelo Hamas
O argumento, para início de conversa, tem um déficit original: ao menos desde 1967, quando tomou a força territórios árabes, Israel é o Estado agressor. Os palestinos, desde então, são os que possuem direito natural à auto-defesa e à rebelião, como está escrito na Carta das Nações Unidas sobre povos submetidos a situação colonial.
Segundo, os mísseis do Hamas foram uma resposta, independente do juízo que se faça dela, à maneira como o governo de Israel conduziu o caso dos três jovens israelenses cruelmente assassinados. Ao contrário de considerar um caso policial, que pressuporia investigação e julgamento conduzido pela Autoridade Palestina, dentro de um prazo razoável, Netanyahu tratou como um tema militar, lançou uma onda de prisão em massa contra palestinos e denunciou a responsabilidade do Hamas sem que houvesse provas conclusivas a esse respeito. A organização islâmica contestou com seus disparos a esmo os gritos de guerra e a repressão generalizada conduzida pelo governo de Israel.
Terceiro, não se pode considerar direito de defesa um massacre como o que está em curso, com mais de 1,5 mil palestinos mortos, a maioria civil, incluindo mulheres e quase trezentas crianças, além de ataques a edifícios sob controle das Nações Unidas.
Estes três argumentos são suficientes para desmascarar o suposto caráter defensivo da escalada em Gaza. O nome do que faz o governo de Israel é crime de guerra. (Breno Altman) 
É mentira Terta?

Ontem Dilma foi com Lula até Montes Claros, em Minas Gerais, fazer campanha eleitoral usando bens públicos e em horário de trabalho. Nem mesmo a segurança presidencial conseguiu segurar os universitários da cidade no seu protesto contra a presidente. O que se ouviu na frente do hotel onde estava hospedada a Corte dos Cargos em Comissão da Comitiva Presidencial foi: Fora, Dilma e Ei, Dilma, vai tomar no SUS. A presidente e Lula não puderam sair pela porta da frente. Tiveram que fugir das vaias pelos fundos, rumo ao aeroporto.
A verdade é que palavras bonitas
se tornam descartáveis
perto das atitudes estupidas.
(Tumblr)

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