10 de ago de 2014

Hoje, só penso no passado, o futuro, vai por aí...

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E continuam os crimes do PT apostata... Praticamente não se passa um dia, sem que apareçam as trapalhadas, ilícitos e crimes que já se tornaram a marca registrada do PT apóstata, de seus membros e parceiros!

O preocupante é que esse tipo de desvio, geralmente cometido por membros subalternos ou que giram em torno das Instituições comandadas por PTistas apóstatas, geralmente ocorrem nas barbas e nas ante-salas de seus superiores maiores, muitos deles ocupando os principais postos de Gestão dessas Instituições!

Assim, tivemos esses dias a escabrosa história do ensaio e da cola das perguntas e respostas que seriam formuladas aos inqueridos, na CPI da Petrobrás! Como se lembram, a gravação revela as maquinações envolvendo figurões de alto nível, perpetradas e conduzidas pelo Chefe do Escritório de Brasília, por seu Chefe da área jurídica e pelo Chefe do Serviço Jurídico, todos da Petrobrás e subordinados diretos da Presidente Graça Foster!... Nada aconteceu com os responsáveis por essa degradante cena! Antes pelo contrário: suas ações foram totalmente justificadas!...

Agora, vem à tona essa ilícita alteração de perfis de jornalistas e de autoridades, perpetradas diretamente do computador da Presidência da República, contra desafetos políticos do PT apóstata ou à favor de seus correligionários!

Nesse rolo de desvios fica claro e explicitado que os dirigentes maiores do País ou das Instituições, (no caso, a presidente DIImáh e a presidente Graça Foster), mesmo que não estejam diretamente envolvidos, não tem o menor controle sobre as ações e ilícitos cometidos por seus subordinados e militantes PTistas apostatas! E o pior de tudo: quando tomam conhecimento dessas ações criminosas, na maioria da vezes, não tomam qualquer atitude efetiva de punição ou de inibição dessas ações, incentivando, portanto, sua continuidade!.. 

Assim, soa um pouco como encenação ou discurso eleitoreiro, a aparente indignação da presidente DIImáh, como chamamento abaixo...

Esse tipo de ilícito que vem sendo praticado, à exaustão, por militantes PTistas apóstatas, nos mais diferentes níveis da Gestão pública, tem tudo a ver com o já conhecido Projeto da Ditadura Legal sonhado e desejado pelo PT apóstata: ridicularizar e abafar qualquer opinião ou posição, de quem quer que seja, que não estejam perfeitamente sincronizadas com o Projeto de Manutenção do Poder, do Partido! (Márcio Dayrell Batitucci)

Procuradoria vai avaliar alteração de perfis de jornalistas na Wikipedia.

Um dia depois de Miriam Leitão denunciar uma política de estado contra a chamada imprensa livre no País, seu colega Merval Pereira, no Globo, diz também ter sido atacado por marginais ligados ao PT; dados de sua página na Wikipédia foram alterados a partir de um vazamento no Wikileaks; Merval se refere a um telegrama do serviço diplomático dos Estados Unidos que vazou na internet, revelando seu encontro com o cônsul americano; ele relatava que Merval, próximo ao PSDB, agiria para garantir o apoio de Aécio Neves a José Serra nas eleições de 2010; no mesmo lote de telegramas, Diogo Mainardi também confidenciou que uma coluna em Veja, sobre uma chapa dos sonhos de Serra naquele ano, havia sido sugerida pelo candidato tucano; vazamentos colocaram em xeque isenção de ambos; em carta ao 247, Merval contesta as informações. (247)

Rio é eleito sede de congresso mundial de arquitetura em 2020. Votação foi realizada neste domingo, em Durban, na África do Sul.

MP denuncia Paes por improbidade e Silas Malafaia, presidente do Conselho de Ministros do Estado do Rio de Janeiro, que organiza o evento Marcha para Jesus diz que é perseguição religiosa. 

Supremo ignora calote em possível cochilo na soltura de Genoino. Lei condiciona benefício à devolução da grana desviada pelo condenado.

Antibiótico, e não hormônio, é o maior risco em carnes e frangos. Especialistas temem efeito de medicamentos usados na criação e propõem regulação.

Cai o número de jovens que tiram título de eleitor. Cerca de 760 mil jovens deixaram de pegar seus títulos para as eleições deste ano.

Têm um artista que vai ficar triste - Dona da Friboi serve carne com larvas a trabalhadores e é condenada. A JBS, dona da marca Friboi, foi condenada por, dentre outras irregularidades, servir carne com larvas de moscas a funcionários de um frigorífico em Juruena (MT), onde trabalhavam cerca de 200 pessoas. A empresa, porém, conseguiu reduzir a multa para R$ 300 mil - o equivalente a 0,03% de seu lucro líquido ajustado em 2013, de R$ 1,2 bilhão. Segundo um relatório do Serviço de Inspeção Federal (SIF), os trabalhadores afirmaram que muitas das vezes encontraram insetos na comida que lhes era servida.

Iraque diz que radicais mataram 500 e enterraram vítimas vivas. Cerca de 300 mulheres foram sequestradas como escravas pelo Estado Islâmico, afirmou ministro de Direitos Humanos do país. EUA fazem mais 4 ataques aéreos contra jihadistas no Iraque.

Queda de avião no Irã deixa pelo menos 48 pessoas mortas. Aeronave caiu quando decolava perto do aeroporto de Mehrabad de Teerã. Todos os passageiros e tripulantes morreram no acidente.

Israel aceita proposta egípcia de cessar-fogo em Gaza e Palestina também aceita cessar-fogo de 72 horas para retomar negociações com Israel. Conflito Israel-Hamas já fez 2.002 vítimas fatais em 1 mês. Nos ataques deste sábado, pelo menos oito palestinos morreram. 


Carnaval na Alemanha.
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Onde a gente passa é show. E olha onde se chegou. Que vergonha.... a gozação já é internacional... Só no Brasil não enxergam... Carro alegórico no carnaval da Alemanha mostra Dilma Rousseff e Joseph Blatter (Presidente da FIFA) passando com um rolo compressor sobre os pobres em nome da Copa do Mundo de Futebol. Além de propagar imagem negativa em relação ao padrão de moradias no Brasil (menos mal), o sentido mais profundo é de que o governo brasileiro está esmagando a vida da população em favor da copa, por meio do desvio de dinheiro que deveria ser aplicado em obras sociais, mas é gasto com estádios. Imagine esta foto sendo exibida no mundo inteiro... Será que os luladilmistas vão dizer que é obra da Imprensa Golpista?

Dois agostos.
O verão de 1914 no Hemisfério Norte foi exuberante de sol e de esplendor. No dia 28 de junho daquele ano o escritor Stefan Zweig, aos 32 anos um nome já conhecido em toda a Europa, lia um livro no parque da estação de banhos de Baden, perto de sua Viena natal, deliciando-se com o clima impecável, o suave vento nas árvores e o gorjeio dos pássaros, quando teve a atenção despertada para o súbito silêncio da orquestra que até então animava os veranistas. Havia uma comunicação importante a ser feita. O príncipe Francisco Ferdinando, herdeiro da coroa dos Habsburgos, e sua mulher haviam sido assassinados na Bósnia. Não se tratava, conta Zweig em suas memórias, O Mundo que Eu Vi, de personagem popular; era antipático, mantinha os olhos imóveis e nunca sorria. Ainda assim a notícia era chocante e foi recebida com comoção. Duas horas mais tarde, porém, o povo conversava e ria; à noite as orquestras tocavam; e lotavam os locais de diversão. Em seu último dia em Baden, Zweig visitou um vinhedo da região, e o proprietário lhe disse: Há muito não temos um verão como este. Se continuar assim, teremos um vinho como nunca. O povo não esquecerá este verão.
Em julho o escritor decidiu passar uns dias em Le Coq, praia perto de Ostende, na Bélgica, antes de encontrar-se com o poeta belga Verhaeren, de quem era grande amigo e tradutor para o alemão. O tempo continuava esplendoroso, e as pessoas em férias, falando várias línguas, ocupavam barracas coloridas na praia e tomavam banho de mar, enquanto as crianças empinavam pipa e os jovens dançavam no cais. Os jornais estampavam manchetes ominosas - A Áustria provoca a Rússia; A Alemanha prepara a mobilização -, mas quem as lia só por alguns minutos se alarmava. Esses conflitos diplomáticos, escreve Zweig, há anos que os conhecíamos; sempre, à última hora, antes que as coisas se agravassem, se resolviam. Melhor aproveitar os banhos, o céu alegremente entrecortado de pipas e de gaivotas e o sol, que ria radiante sobre aquela terra pacífica.
Uma tarde, ainda em Le Coq, Zweig reunia-se num café com amigos belgas quando viram passar um grupo de soldados. Por que essa bobagem de marchas?, perguntou um dos amigos. Temos de tomar nossas precauções, respondeu outro. Dizem que em caso de guerra os alemães atravessarão a Bélgica. Zweig contestou, convicto: Nunca farão isso. Seria contra os tratados e o direito internacional. Vocês podem me enforcar aqui neste lampião se os alemães invadirem a Bélgica. Nos últimos dias de julho as notícias se agravaram. O Kaiser da Alemanha e o czar da Rússia trocavam telegramas ameaçadores. A Áustria declarou guerra à Sérvia. De repente uma rajada fria, de medo, soprou sobre a praia e a esvaziou, registra Zweig.
Hora de voltar para casa. O escritor tomou o último trem para a Alemanha. Viajou de pé, entre passageiros que, nervosos, trocavam palpites. Mal cruzaram a fronteira, o trem parou bruscamente. Que teria acontecido? Vi então no escuro alguns trens de carga que se dirigiam em sentido contrário, vagões abertos e cobertos com encerados sob os quais julguei distinguir as formas de canhões, escreve Zweig. Era agosto. A Alemanha iniciava a invasão da Bélgica para, dali, atingir a França. No dia seguinte o escritor chegou à Áustria e encontrou Viena em polvorosa. O temor pela guerra se transformara em entusiasmo. Formavam-se préstitos nas ruas, por toda parte se viam bandeiras e fitas e se ouvia música, os jovens recrutas marchavam triunfalmente e exibiam fisionomia alegre porque o povo os aclamava, a eles, pequenas criaturas a que de ordinário ninguém dava atenção. Zweig acrescenta, envergonhado, que, apesar de seu ódio à guerra - ele se distinguiria como pacifista -, sentiu nesse momento algo de grandioso, arrebatador e até sedutor.
A I Guerra Mundial duraria quatro anos e faria 15 milhões de mortos no inferno das trincheiras, nas nuvens de armas químicas ou entre as populações civis. Muitos dos mortos terão sido os jovens garbosos que Zweig viu desfilar em Viena, ou os veranistas despreocupados com quem conviveu em Baden e em Le Coq. Ainda bem que, findo o morticínio, chegou-se à conclusão de que aquela guerra, a mais monstruosa e avassaladora, tinha vindo para acabar com todas as guerras. Neste agosto faz 100 anos que aquilo começou. Neste agosto de 2014 em que… O leitor já sabe. (Roberto Pompeu de Toledo, Veja)

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