22 de ago de 2014

Dilma e Marina, para onde levam o país....

Caso Abdelmassih: Nunca vimos no País um caso como este, com tantas vítimas. Leia

Quem é Larissa Sacco, a mulher que ajudou na fuga de Abdelmassih. Ex-procuradora da República, Larissa Maria Sacco, de 37 anos, largou tudo para fugir com o ex-médico; casal tem dois filhos.

Supremo abre inquérito contra Collor. Senador é investigado por ter recebido R$ 50 mil do doleiro Alberto Youssef.

Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano; objetivo é recolher documentos de 12 empresas vinculadas a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, considerado suspeito de receber propina do doleiro Alberto Youssef para facilitar negócios na estatal.

Leis ampliam tensão entre empresários e governo argentino. Projeto do governo prevê que autoridades possam interferir nos estoques de empresas privadas.

Caminhões russos entram na Ucrânia; Kiev acusa Moscou de violar leis. Mais de cem caminhões vindos da Rússia transitam pelo leste ucraniano; Rússia diz que foram exauridas desculpas para deter veículos. Líder de rebeldes no leste da Ucrânia renuncia.

ONU: Mortos na Síria já superam 191 mil. Cifra é o dobro de um ano atrás; comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos criticou paralisia internacional. Hesitação do EUA na Síria abriu caminho para extremistas na região.

Justiça obriga BNDES a divulgar empréstimos 

A Justiça Federal em Brasília condenou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a divulgar, em seu site, informações detalhadas sobre todos os empréstimos a entidades ou empresas públicas e privadas, relativas aos últimos dez anos e daqui pra frente.

A decisão inclui qualquer apoio a programas, projetos, obras e serviços com aporte de recursos públicos, e engloba também a subsidiária BNDESPar, braço de investimentos em participações do banco. O BNDES afirmou que recorrerá da sentença.

Segundo a juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara do Distrito Federal, o banco está sujeito à Lei de Acesso a Informações Públicas e os contratos da instituição, por envolverem recursos públicos, não são protegidos pelo sigilo fiscal ou bancário.

Apesar de ser uma empresa pública federal, que recebe aportes bilionários do Tesouro Nacional, o BNDES é considerado uma caixa preta até mesmo pelos órgãos de controle. O banco não divulga informações sobre financiamentos a empresas privadas com a justificativa de que estão protegidas por sigilo bancário. A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou no processo como assistente do banco para reforçar o pedido de manutenção do sigilo.

Se a sentença prevalecer, o BNDES fica obrigado a divulgar o valor dos empréstimos, destinatários, modalidade de apoio e sua justificativa, além de detalhes como forma e condição de captação dos recursos, critérios para definir onde o dinheiro é investido, risco, prazos, taxas de juros, garantias e o retorno obtido.

Em que pese sua natureza jurídica de direito privado, [o BNDES] é empresa pública federal e está sujeito ao regime jurídico administrativo e às regras de direito público, dentre as quais a Lei de Acesso à Informação, afirma a juíza, acrescentando que as entidades privadas que contratarem com o banco estão sujeitas às mesmas exigências. De acordo com ela, a divulgação não contraria o sigilo bancário das companhias: Ao contratar com o poder público, tais empresas se sujeitam às regras de direito público, e, portanto, à lei da transparência.

A decisão foi tomada na análise de uma ação civil pública apresentada pela Procuradoria da República no Distrito Federal. Para o Ministério Público Federal (MPF), quando se fala em dinheiro público, o sigilo bancário não se aplica. Se fosse um banco privado, as informações não teriam relevância para o cidadão. Mas no caso do BNDES é importante saber como o dinheiro público está sendo tratado, disse ao Valor a procuradora da República Luciana Loureiro Oliveira, ao entrar com a ação.

O processo foi motivado por um inquérito aberto pelo MPF em 2011, diante da notícia de que o BNDES faria um aporte de até R$ 4,5 bilhões na fusão entre o grupo Pão de Açúcar e as operações brasileiras da rede francesa Carrefour. O negócio acabou não se concretizando, mas gerou protesto contra o uso de dinheiro do contribuinte para financiar grandes grupos.

Segundo a procuradora, o banco se negou a fornecer os dados solicitados pelo MPF para investigar, na época, se haveria interesse público na operação. Agora, o BNDES também foi condenado a repassar ao MPF todas as informações requisitadas sobre apoio ou financiamento a entidades públicas e privadas, independentemente de ordem judicial.

O BNDES enfrenta outras ações semelhantes na Justiça. Em fevereiro, o presidente eleito do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, concedeu liminar à Folha de S. Paulo garantindo o acesso a relatórios de análise do banco para concessão de empréstimos e financiamentos superiores a R$ 100 milhões. O caso ainda será julgado pelo plenário da Corte.

Procurado pelo Valor, o BNDES afirmou que fornece o máximo de informações possíveis sobre suas operações, resguardadas apenas aquelas para as quais existam restrições legais que impeçam sua divulgação ou quando estejam relacionadas a questões de caráter comercial e concorrencial que possam prejudicar o BNDES ou seus clientes. (Maíra Magro, Valor Econômico) 

Veneno fatal, eu não sabia. 

Em Taiwan, uma mulher morreu de repente com sinais de hemorragia em seus ouvidos, nariz, boca e olhos.

Depois de uma autópsia preliminar, foi diagnosticado como causa mortis envenenamento por arsênico. Mas qual foi a origem do arsênico?

A polícia, então, iniciou uma profunda e extensa investigação.

Um professor de medicina foi convidado para ajudar a resolver o caso.

O professor cuidadosamente examinou os restos existentes no estômago da vítima, e, em menos de meia hora, o mistério foi elucidado.

O professor disse: O óbito não se deu por suicídio nem por assassinato, a vítima morreu acidentalmente por ignorância! O arsênico foi produzido no estômago da vítima.

A vítima tomava Vitamina C todos os dias, o que por si só não é nenhum problema.

O problema é que ela comeu uma quantidade grande de camarão no jantar.

Na mesma ocasião, a vítima também tomou Vitamina C; e é aí onde reside o problema.

Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, descobriram através de experiências, que certos alimentos como o camarão casca mole, contém alta concentração de compostos de 5-potássio, arsênico.

Tais alimentos frescos, por si só, não são tóxicos para o corpo humano!

Entretanto, ao ingerir a Vitamina C, devido a uma reação química, o inicialmente não tóxico 5-potássio-arsênico (como anidrido também conhecido como óxido arsênico, As2 O5) se converte no tóxico 3-potássio- arsênico (ADB anidrido arsênico), também conhecido como trióxido de arsênio (As2 O3), que é popularmente conhecido simplesmente como arsênico!

Dessa forma, não coma camarão quando ingerir Vitamina C.

Vitamina C + camarão = veneno fatal. (Ana Lúcia da Silva Lages, médica do Hospital São Luiz-SP)
A dúvida é o inicio da sabedoria. (Aristóteles)

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